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Mortalidade Infantil

Artigo: Mortalidade Infantil
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Enviado por:  Bruna  02 dezembro 2011
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Palavras: 4930   |   Páginas: 20
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...

nquanto que no período neonatal precoce (menores de 7 dias) sofreu alteração muito discreta, e conservou-se inalterado no período neonatal tardio (7 a 27 dias) (Gráfico 2).

Gráfico 2 - Taxa de Mortalidade Infantil (por 1000 nascidos vivos), segundo faixa etária. Bahia, 2000-2007

30,0 26,6 25,0

20,0

19,8 < 1 ano

T A X A

15,0 13,6 11,9 < 7 10,0 10,3

dias

28 dias a

5,0 2,7 0,0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006*

5,2 11 meses 2,7 7 a 27

dias

2007* ANO

FONTE: SESAB/SUVISA/DIS - SIM e SINASC *Dados preliminares.

O componente neonatal passou a predominar na mortalidade de menores de um ano, na Bahia, a partir de 1996. Esta é uma característica observada em regiões nas quais ocorreram melhorias socioeconômicas e/ou foram realizados investimentos na atenção à saúde de crianças nessa faixa etária, a exemplo de elevação de coberturas vacinais, com controle das doenças imunopreveníveis, da implementação de programas de controle a doenças diarréicas, infecções respiratórias agudas e desnutrição (Figura 3).

3

Gráfico 3 - Mortalidade Infantil Proporcional, segundo componentes. Bahia, 1990 – 2007

80,0

70,0

60,0 50,0

40,0 % 30,0 20,0 Neonatal Pós-neonatal

10,0

0,0

Neonatal Pós-neonatal

1990 43,4 56,3

1991 35,0 53,6

1992 32,7 59,5

1993 31,2 58,5

1994 43,5 56,5

1995 48,1 51,9

1996 52,4 47,5

1997 57,4 42,6

1998 54,8 44,6

1999 61,6 36,8

2000 61,4 38,6

2001 64,7 35,2

2002 66,2 32,7

2003 67,1 32,8

2004 69,3 30,2

2005 69,2 30,8

2006* 2007* 71,4 28,3 73,8 26,2

FONTE: SESAB/SUVISA/DIS-SIM *Dados preliminares

Apesar dos investimentos realizados pelo setor saúde, ainda é considerável a participação de óbitos por causas evitáveis, tanto no componente neonatal, como no pós-neonatal, o de maior declínio. Levantamento realizado pelo Ministério da Saúde mostrou que em 2006, cerca de 73% dos óbitos de menores de um ano na Bahia, poderiam ter sido evitados por medidas já disponíveis no atual estágio de desenvolvimento socioeconômico e técnicocientífic

o, revelando, também, que não está ocorrendo declínio na participação dessas causas no total de óbitos de menores de um ano no Estado, no período analisado, com discreta reversão dessa tendência no ano de 2006 (0,2%). Um achado positivo foi o declínio constante da participação dos óbitos evitáveis por ações adequadas de promoção à saúde, vinculadas a ações adequadas de atenção à saúde, refletindo os investimentos que vêm sendo realizados nesse setor, que devem estar influenciando principalmente no descenso do componente pós-neonatal (Anexo 1).

4

Em 2007 e 2008 (dados preliminares), manteve-se a participação elevada de causas evitáveis. No período neonatal predominaram os óbitos por afecções originadas no período perinatal, com destaque para causas relacionadas à prematuridade e peso baixo ao nascer, boa parcela dos quais evitáveis por adequada atenção à gestação. No período pós-neonatal, causas infecciosas (Septicemias, Pneumonias, Infecções intestinais), muitas delas passíveis de p ...



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