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Metodologia Cientifica

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Enviado por:  vanessac  25 setembro 2013
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Palavras: 903   |   Páginas: 4
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A temática ciência constitui, na atualidade, um dos mais importantes debates intelectuais, tendo sido ampliada pelas mais diversas áreas afins. Além das contribuições pertinentes à filosofia, à ciência, à epistemologia, e à teoria do conhecimento, existe uma demanda ética-política-social que se tem presenciado na sociedade de forma impositiva.

Tal debate intelectual extrapola a questão restrita à compreensão da ciência “in loco”, ou seja, enquanto mera análise dos processos cognitivos e quesitos metodológicos, porque atrelada à ideia de progresso científico como foco, questiona também sua tipologia, e ainda em que nível se encontra, o progresso da humanidade. Os temas ciência, pesquisa, paradigma, ciência normal e outros tantos têm também sido requisitados com alguma constância pelos pesquisadores em ciências administrativas. Daí o interesse em pesquisar o assunto em pauta.

O binômio: progresso da ciência X progresso do homem surge dos debates científicos, e percebe-se que hoje muito se tem estudado as relações entre ciência e sociedade, conhecimento e política, razão e poder, teoria e prática. É possível problematizar, lembrando que ciência e tecnologia não caminham mais no mesmo compasso: a segunda disparou e há quem afirme ser dispensável tal parceria. Como resultado, não há dúvida de que a ciência seja um “constructo”, e como tal deva ser ela colocada à prova. Particularmente a este respeito, pensa-se que os cientistas sejam, por motivos óbvios, os mais adequados experimentadores, eles estão devidamente capacitados porque se encontram numa vantajosa posição que lhes asseguram “olhar de fora para dentro”. Há controvérsias quanto a isso, principalmente na comunidade das ciências naturais, e também na própria comunidade dos pesquisadores sociais. Kuhn (1994), participante da primeira comunidade pela sua formação em física e da segunda, por sua caracterização como historiador e filósofo da ciência, partilha dessa dúvida, que de modo algum é div

idida com Popper (1976). Este é um dos inúmeros contrastes entre os dois autores.

Desde a década de 1930, tem-se desenvolvido a temática ciência. Nesse sentido, é interessante observar que houve uma classificação que perdurou algum tempo, que foi a de dois modos contrastantes de pensar a ciência: internalista e externalista. Segundo essa genérica classificação, tanto Popper como Kuhn pertencem à posição externalista, uma vez que ambos têm por finalidade a ampliação do debate científico, porque creem que as explicações sociais são imprescindíveis para se pensar em ciência. Eles mantêm as pressuposições de que o caráter da ciência extrapola o campo da investigação.

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