Trabalho Completo Áreas De Atuação Da Contabilidade

Áreas De Atuação Da Contabilidade

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Categoria: Ciências Sociais

Enviado por: marileia 21 maio 2013

Palavras: 4510 | Páginas: 19

1 INTRODUÇÃO

O presente trabalho tem por objetivo, explanar um conteúdo relevante que nos ensinam a ser um perito contador, com capacidade e convicção de um trabalho perfeito.

Como fazer uma auditoria, desenvolvendo um planejamento com êxito, alcançando metas e contribuindo na gestão de um administrador.

A importância da controladoria e do planejamento tributário dentro da empresa, obedecendo às normas e legislação tributária.

A História da Ciência atuarial no Brasil, como ser um profissional atuário, o que eles estudam, e como eles prestam serviços.

Qual é o papel da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) com o profissional atuário?

2 ATIVIDADE

Desenvolva um texto com o tema “Áreas de Atuação da Contabilidade”, de acordo com os tópicos a seguir:

2.1 PERÍCIA CONTÁBIL

Podemos entender que a Perícia Contábil você aprende com o dia-a-dia, ou seja, com a prática, é a busca de fatos e verdades por meio de procedimentos técnicos e, no entanto deve ter elementos de prova que são necessários para uma conclusão concreta, o profissional deve ser formado em Ciências Contábeis e estar registrado no Conselho Regional de Contabilidade.

O Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo (CRCSP 2.000) se expressa assim no que diz respeito ao contabilista e ao perito contábil:

No art. 25 – São considerados trabalhos técnicos de contabilidade:

a) organização e execução de serviços de contabilidade em geral;

b) escrituração dos livros de contabilidade obrigatórios, bem como de todos os necessários no conjunto da organização contábil e levantamento dos respectivos balanços e demonstrações;

c) perícias judiciais e extrajudiciais, revisão de balanços e de contas em geral, verificação de haveres, revisão permanente ou periódica e escrita, regulações judiciais ou extrajudiciais de avarias grossas ou comuns, assistência aos Conselhos Fiscais das sociedades anônimas e quaisquer outras atribuições de natureza técnicas conferidas por lei aos profissionais de contabilidade.

2.1.1 Vejamos os principais procedimentos contábeis a seguir:

a) Exame: é uma analise que é feito em um elemento que pode ser uma pessoa, um móvel ou um documento. Devem ser analisadas o quanto julgar necessário e estar convicto, ter plena certeza que está certo.

b) Vistoria: é a apreensão do objeto que está sendo periciado, podendo ser uma pessoa, uma máquina, um documento, ou seja, é a verificação que se encontra esse objeto.

c) Indagação: é a busca de informações que é feito com quem deve ter conhecimento dos fatos ou atos, que referem à perícia.

d) Investigação: são normas e técnicas que devem ser seguidas, para tomada de decisão, ou seja, é a busca do que está em oculto, como por exemplo, a astúcia, má-fé, fraude a malícia entre outros.

e) Arbitramento: são soluções de controvérsia por critério técnico das normas contábeis. No ponto de vista pericial é a técnica de determinar valores estáticos na média, mediana, desvio padrão, e analógicos capazes de fundamentar o valor encontrável.

f) Mensuração: é o fato de qualificar e quantificar as coisas, como bens, direitos e obrigações.

g) Avaliação: é a identificação e analise do valor dos bens, direitos, obrigações, despesas, receitas, onde se constata o valor real, ou se compara com o valor do mercado.

h) Certificação: é a informação que traz no laudo pelo perito, onde afirma a autenticidade e é atribuída a fé que tem no profissional. Podem estar ligadas e sendo analisadas pelas técnicas encontradas na vistoria, indagação ou investigação.

2.2 AUDITORIA

É um exame das atividades que é feito em empresa ou setor, onde o objetivo principal é de verificar se estão de acordo com o que foi planejado, se estão adequadas ao que foi estabelecido.

A auditoria pode ser executada em três fases: o planejamento, execução e relatório.

Pode ser fiscalizada uma instituição pública ou privada, por parte ou função dessa entidade, podendo ser de um mês o período a verificar, um ano ou até mesmo o período completo, na gestão de um administrador.

2.2.1 A auditoria é dividida em: interna e externa.

a) Interna: a auditoria interna tem como principal meta, avaliar o processo de gestão, no que tange a gestão de riscos, procedimentos que devem ser tomados em atenção às normas, verificarem possíveis desvios pela qual a entidade está sujeita.

O auditor interno deve ter acesso a todas às áreas e informações necessárias para desenvolver um bom trabalho.

Os principais objetivos de um auditor interno são:

• verificar se tem necessidade de aplicar regras aos controles internos, bem como contribuir para o seu aperfeiçoamento;

• verificar se as normas internas estão sendo seguidas;

• verificar se há necessidade de melhorar as normas internas que estão vigentes;

• avaliar se há necessidade de ter novas normas internas.

b) Externa: a auditoria externa pode estar em várias áreas de gestão, como auditoria de sistemas, auditoria de recursos humanos, auditoria da qualidade, auditoria de demonstrações financeiras, auditoria jurídica, auditoria contábil entre outras. Os profissionais que participam de auditoria de demonstrações financeiras devem seguir rigorosamente as normas profissionais. A auditoria externa também é conhecida como auditoria independente.

Para Almeida (2008, p. 26), como consequência:

As demonstrações contábeis passaram a ter importância muito grande para os futuros aplicadores de recursos. Como medida de segurança contra a possibilidade de manipulação de informações, os futuros investidores passaram a exigir que essas demonstrações fossem examinadas por um profissional independente da empresa e de reconhecida capacidade técnica.

No entanto o trabalho de verificar a situação patrimonial e financeira das empresas passou a ser realizado por um profissional independente, especializado em técnicas de auditoria, com profundos conhecimentos de contabilidade e também com conhecimento nas atividades das empresas.

Depois de aplicar testes de observância de acordo com a importância que tem cada item, o auditor emite um parecer sobre a situação patrimonial e financeira das empresas.

2.3 CONTROLADORIA

A controladoria pode ser entendida como um ramo de administração, mas depende muito do que os gestores e os contadores vão suprir de informações necessárias para tomada de decisão.

Contudo ela pode ser dividida em Controladoria Administrativa e Controladoria Contábil, apesar de que na prática, ambas ficam com um único gestor controller.

Segundo Perez Junior, Pestana e Franco (1997), O modelo de gestão adotado representa a forma pela qual a empresa irá desenvolver seu negócio. Esse modelo é decorrente da missão estabelecida e dos propósitos e objetivos a serem alcançados.

2.4 PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

O planejamento tributário é um planejamento empresarial, que tem como objetivo os tributos na organização, onde podemos ter economia de impostos, adotando procedimentos dentro dos trâmites legais. Com esse planejamento a empresa se previne, sem extrapolar, e possibilita a escolha certa menos onerosa.

A prevenção é apenas fazer uma simulação onde você verá o resultado se é ou não satisfatório. Após concretizar os fatos, só temos uma escolha pagar os tributos gerados, se não pagar a empresa pode ser punida pelo Estado, caso venha entender que houve esse tal prática, podendo então ser caracterizado de sonegação fiscal ou fraude.

A lei nº 4.729, de l4 de julho de 1965, em seu Art. 1º define o crime de sonegação fiscal, como está a seguir:

Art. 1º Constitui crime de sonegação fiscal:

I – prestar declaração falsa ou omitir, total ou parcialmente, informação que deva ser produzida a agentes das pessoas jurídicas de direito público interno, com a intenção de eximir-se, total ou parcialmente, do pagamento de tributos, taxas e quaisquer adicionais devidos por lei;

II – inserir elementos inexatos ou omitir rendimentos ou operações de qualquer natureza em documentos ou livros exigidos pelas leis fiscais, com a intenção de exonerar-se do pagamento de tributos devidos à Fazenda Pública;

III – alterar faturas e quaisquer documentos relativos a operações mercantis com o propósito de fraudar a fazenda pública;

IV – fornecer ou emitir documentos graciosos ou alterar despesas, majorando-as, com o objetivo de obter dedução de tributos devidos à Fazenda Pública, sem prejuízo das sanções administrativas cabíveis;

V – exigir, pagar ou receber, para si ou para o contribuinte beneficiário da paga, qualquer porcentagem sobre a parcela dedutível ou deduzido do Imposto sobre a Renda como incentivo fiscal.

Já a Fraude é toda ação ou omissão dolosa onde é impedido de concretizar o fato gerador da obrigação tributária, até mesmo a exclusão, e também a modificação de suas características, de modo a reduzir também o montante do imposto que é devido, evitando e impedindo de fazer o seu pagamento.

2.4.1 Vejamos os impostos a seguir:

a) Impostos Cumulativos e Não Cumulativos

Os Impostos Cumulativos podem ser chamados de tributo que incide em processos produtivos ou comercialização de um bem, inclusive sobre o mesmo imposto ou tributo que foi pago anteriormente até o consumidor final, ou seja, ele incide em mais de uma etapa, e pode ser abatido ou compensado no montante pago da etapa anterior.

Exemplos: o imposto criado direto que se paga na conta do telefone ou de energia, (ISS) imposto sobre serviços, PIS, COFINS e o CPMF.

Imposto em cascata: é o mesmo imposto cumulativo.

Já os Impostos Não Cumulativos pode se chamado de tributo que na etapa subsequente dos processos produtivos ou comercialização, não incide sobre o mesmo imposto ou tributo pago, recolhido na etapa anterior, ou seja, ele incide apenas numa etapa, e pode ser abatido apenas do montante seguinte. Exemplos: IPI e ICMS.

Os tributos PIS e COFINS podem ser também não cumulativos, depende da empresa se ela optar pelo regime de lucro real ou lucro presumido.

2.4.2 Tributação do Lucro Real, Presumido e Arbitrado

Lucro Real: A apuração do Lucro Real é a mesma base do cálculo do Imposto sobre a Renda, onde se apura conforme os registros contábeis e fiscais e também de acordo com as leis comerciais e fiscais.

Esses impostos são calculados com base no que foi apurado na empresa, considerando todas as receitas, menos os custos e despesas, iguais o regulamento do Imposto de Renda. Essa apuração é feita na parte A do livro de Apuração do Lucro Real, através das adições e exclusões ao lucro líquido com o período de apuração podendo ser trimestral ou anual, já o imposto e compensações de prejuízos fiscais totalmente autorizadas pela legislação do Imposto de Renda, onde estas determinações se encontram na Instrução Normativa SRF (Secretaria da Receita Federal) nº 28, de 1978, com atos legais e infralegais.

Lucro Presumido: é uma forma de tributação, que deve ser usada à mesma base de cálculo do Imposto de Renda e da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), só podendo ser utilizada as pessoas jurídicas que não estão obrigadas a apuração do Lucro Real. O cálculo é feito sobre o valor das vendas realizadas, independente da apuração do Lucro, esse Imposto de Renda deve ser trimestral.

Segundo Oliveira et al. (2002, p.174), o lucro presumido:

É uma forma simplificada de apuração da base de cálculo dos tributos com o Imposto de Renda e da contribuição social, restrita aos contribuintes que não estão obrigados ao regime de apuração de tributação com base no lucro real.

A tributação do lucro Presumido é considerada opcional a algumas pessoas jurídicas, a legislação tem como objetivo facilitar as rotinas que são totalmente burocráticas, mesmo ás organizações tendo menor nível de estrutura, mesmo assim a apuração do Lucro Real é muito mais difícil, complexo as rotinas contábeis e tributárias.

É importante lembrar que, independentemente do critério de tributação escolhido, a manutenção da escrituração contábil, é rigorosa devendo estar atento aos princípios e as normas contábeis, também com a legislação fiscal, tornando indispensável em qualquer organização, tanto para fins gerenciais como para fins fiscais.

Lucro Arbitrado: é uma forma de apurar utilizando a base de cálculo do Imposto de Renda, devendo ser usada pela autoridade tributária ou pelo contribuinte.

É utilizada pela autoridade tributária quando a pessoa jurídica deixar de cumprir com as obrigações, relativas ao Lucro Real ou Lucro Presumido, dependendo do caso.

Conhecida a receita bruta, desde que ocorrem com quaisquer hipóteses de arbitramento, que estão previstas na legislação fiscal, logo o contribuinte poderá então fazer o pagamento do Imposto de Renda com base nas regras do lucro Arbitrado.

Esse tipo de tributo é muito utilizado pelo fisco onde é determinado qual o imposto que é devido quando não tem como fazê-lo pelo Lucro Real ou Lucro Presumido.

O lucro arbitrado ocorre trimestralmente.

2.5 Ciências atuariais – qual a história das ciências atuariais no Brasil e os desafios dessa atividade contemporaneamente? Tópicos importantes a seguir:

Os seres humanos desde a pré-história temem a infelicidade, não tem como prever, mas através da ajuda mútua, conseguem diminuir as perdas e satisfazerem as necessidades do grupo.

Ao tentar se proteger dos riscos e se preservar dos grupos rivais, formavam se então a cadeia conhecida como mutualismo.

Segundo Silva A. (1999, p. 33) o mutualismo:

Está relacionado à união de esforços de muitos em favor de alguns elementos do grupo, já que estes, isoladamente, não teriam condições de suportar prejuízo de monta. É o sentido mais simples e natural da união de esforços. Evidentemente. Em cada grupo deve estar presente o interesse comum.

O primeiro atuário da História foi Domitius Ulpiames, que deu os primeiros passos para desenvolver o Seguro de vida, foi ele quem estudou sobre os nascimentos e as mortes.

O primeiro curso de Ciências Atuariais no Brasil, com formação universitária, obrigatória a todos os atuários, aconteceu no ano de 1940, a profissão foi regulamentada em 1970, através do Decreto Federal nº 66.408 de 03 de Abril de 1970.

A origem da Ciência Atuarial aconteceu após a falência dos sistemas de seguros no século XV, onde não tiveram o domínio nem as técnicas atuariais, apresentando dificuldades financeiras.

Conforme Ramos (2002, p. 7), a partir daí, alguns matemáticos se interessaram em estudar estes problemas. Assim, com essas dificuldades as companhias de seguros instigaram alguns estudiosos matemáticos a pesquisar a frequência de ocorrência de óbitos e doenças.

Segundo o Decreto-lei nº. 806, de 04/09/69, o atuário é o técnico especializado em matemática superior que atua, de modo geral, no mercado econômico-financeiro, promovendo pesquisas e estabelecendo planos e políticas de investimentos e amortizações e em seguro privado e social, calculando probabilidades de eventos, avaliando riscos e fixando prêmios, indenizações, benefícios e reservas matemáticas.

Sendo assim, o atuário é o profissional capacitado para solucionar os problemas sobre as aplicações de seguros, é competente para emitir qualquer parecer e avaliar todos os assuntos atuariais. Podendo também assinar balanços das empresas de seguros e de capitalização, e os balanços técnicos das caixas mutuarias de pecúlios ou sorteios, quando forem publicados.

O Instituto Brasileiro de Atuária – IBA é o órgão que representa os atuários, onde os desafios principais são as pesquisas, o desenvolvimento e o aperfeiçoamento da ciência e da tecnologia dos fatos aleatórios econômicos, financeiros e biométricos.

2.4.1 O que é a Atuária?

As ciências atuariais ou atuária é toda área onde analisa os riscos e as expectativas tanto financeiros quanto os econômicos administram também os seguros e pensões.

As metodologias mais tradicionais são as teorias econômicas trazendo suas análises, num contexto empresarial. No entanto, atuária é uma área onde há conhecimento e domínio na economia, administração, contabilidade, matemática, finanças e estatística sendo extremamente conhecedor dos modelos atuariais.

a) Ciências atuariais estuda o que e objetiva o que?

As Ciências atuariais estudam e analisam os riscos, analisam também as áreas de previdência, planos de saúde e capitalização. Estudam também os riscos que ocorrem na administração dos seguros e fundos de pensão. Por isso eles utilizam os conhecimentos nas áreas de matemática, estatística e financeira.

Através dessas áreas os atuários estudam o nível de incidências de doenças, falecimentos, acidentes de trabalho, de trânsito e perdas que acontecem por fenômenos naturais.

Todo atuário é envolvido no controle e planejamento dos riscos financeiros que ocorrem de curto, médio e longo prazo.

Seu objetivo é encontrar a probabilidade de danos e perdas nas empresas de seguros e nas previdências.

O atuário é um profissional que define o nível de reservas, onde cada empresa deve ter uma garantia para o pagamento dos seguros contratados pelos clientes.

3 PARA QUEM A ATUÁRIA PRESTA SERVIÇOS?

A atuária presta serviços a muitos Fundos de Pensão entre eles a Previ do Branco do Brasil, Petros da Petrobrás, Fundação CESP da Cesp e Eletropaulo, Sistel das empresas de Telecomunicações, Ceres da Embrapa, Previndus da Firjan, Previnor das Empresas do Pólo Petroquímico de Camaçari em Seguradoras e entidades abertas de Previdência privada entre outras.

a. O profissional atuário?

É ele quem calcula, quanto que uma pessoa deve receber quando se aposentar e também o custo de um plano de saúde.

a) Quais as principais características do profissional atuário?

Para ser um atuário é importante que o profissional se identifique com matérias exatas e domine muito bem a matemática e economia. Outras características interessantes são: ser responsável, capacidade de observar, visão de projeto, capaz de se concentrar, ter interesse pelo mercado financeiro e pelo mundo dos negócios, ter facilidade em aprender, ter capacidade de gerenciar e muito mais.

b. O mercado para esse profissional está em crescimento?

No Instituto Brasileiro de Atuária – IBA estão registrados poucos profissionais já nos Estados Unidos são muito mais conforme as pesquisas.

Com poucos profissionais na praça, é um mercado que está crescendo aos poucos, em alguns estados não tem o profissional qualificado, portanto é um mercado que está aberto.

Em alguns lugares esse profissional ainda é desconhecido, então é um mercado que precisa ser conquistado, isso acontece com toda profissão.

d) SUSEP

O órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização é a SUSEP ( Superintendência de Seguros Privados) .

a) Para que serve a SUSEP?

Ela serve para fiscalizar a constituição, como funciona e opera as Sociedades Seguradoras, organização, capitalização e as Entidades de Previdência Privada Aberta, onde protege a captação de poupança que é efetuada no seguro.

Também zela pela defesa dos interesses dos consumidores dos mercados que são supervisionados, acompanha os investimentos das entidades entre outras.

b) Qual a relação da SUSEP com o trabalho do atuário?

O papel da SUSEP é ir à defesa dos direitos dos consumidores, tem forte preocupação com a solvência das empresas, verificar os riscos que a seguradora está submetida entre outras.

Quanto ao atuário ele deve comunicar a SUSEP se houver alguma irregularidade de natureza grave e se tiverem evidências que demonstrem que a entidade está sob o risco de descontinuidade.

4 CONCLUSÃO

É importante, nesta conclusão dizer que, a perícia contábil é uma definição simples e também prática, ou seja, é a busca da verdade ou fato, por meio de procedimentos técnicos.

A auditoria é um exame que é feito nas empresas ou alguns setores da empresa, onde podem ser verificadas se elas estão de acordo com o que foi planejado.

O objetivo principal da controladoria, é que a empresa seja avaliada, com o resultado positivo deve ser comparado com o das outras empresas que tem o mesmo ramo, apresentando aos gestores como poderia estar melhor e fazer devidas correções, onde o resultado não está bom.

O planejamento tributário é a prevenção dos tributos e seus efeitos dentro da entidade, visando obter a economia dos impostos, adotando procedimentos dentro dos trâmites legais.

O importante papel do atuário na área que analisam os riscos e a expectativa financeira e econômica nos seguros, pensões e aposentadorias.