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Categoria: Outras

Enviado por: admim 02 maio 2013

Palavras: 3057 | Páginas: 13

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO PÚBLICA

3º SEMESTRE

Maria Izabel Barbosa Correa – Ra 364150

Nilmar Nunes de Freitas – Ra 400493

Oséias Alves Nilo - Ra 386925

Rubens Carlos Correa – Ra 377025

Said Francisco Canam – RA 355505

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

PROFESSOR EAD. MSc. Monica Satolani

PROFESSOR-TUTOR PRESENCIAL: Ivonete

PROFESSOR-TUTOR EAD LEONARDO TAKAMASA OTSUKA

Rondonópolis-MT

2013

SUMÁRIO

1.Introdução 2

2. Etapa 1 – Administração Pública 3

2.1. Definição do burocrata atual 3

2.2. Visão de mundo do burocrata 4

2.3 Cara e coroa, os dois lados da burocracia . 4

2.4 Visão do grupo .................................................................................... 5

3. Etapa 2 – Correlações de poder na gestão pública 6

3.1. Teoria do dente de engrenagem 6

3.2. Consequências 6

4. Etapa 3 – Novos Modelos de Gestão pública 7

4.1. Perfil do agente público 7

4.1. As capacitações do agente público 8

4.1. Correlações do texto “De olho no futuro do país, jovens mudam a cara do funcionalismo público” 8

5. Etapa 4 – Modelos de gestão pública 9

5.1. Modelo de Gestão pública brasileira 9

5.2. Modelo de Gestão pública no exterior 10

5.2. A Implementação e suas adaptações 10

6. Considerações Finais 12

Referências 13

.

1 INTRODUÇÃO

Na elaboração desta atividade vem de encontro com a flexibilidade diante de inovações, também para a importância na gestão pública, pois, uma vez que a organização pública é direcionada ao cidadão e ao bem-estar da sociedade como um todo, ela pode e deve conviver concomitantemente com as inovações e com a estrutura legal e específica da sua realidade.

A partir dessa contextualização, Bond (2007) a administração pública tem passado por diversas mudanças, ou seja, a gestão pública passou a se preocupar mais com o desempenho de seus servidores, com os seus resultados e a buscar padrões para obter uma melhoria contínua.

No entanto, tais mudanças decorrem da grande crise da década de 1980, quando houve a abertura da economia ao mercado, ao capitalismo e a globalização, fatos que acabaram redefinidos as funções do Estado e da burocracia (BOND, 2007). Embora, que a gestão pública atual apresenta uma tendência à inovação da administração, incorporando técnicas do setor privado, porém, adaptando-as às suas características próprias.

Assim, partimos para explorar os assuntos ministrados nesta disciplina, cujo os alunos buscou aprimorar os conhecimentos, quanto o avanço da gestão pública, e das práticas de gestão no cotidiano das empresas ligadas a administração pública, substituindo o paradigma burocrático, legitimando a descentralização da tomada de decisões gerenciais e separando a função da elaboração e de exercício das políticas públicas.

Dessa maneira, a gestão pública através de sua administração pública deve corresponder plenamente a todas as exigências estabelecidas em leis, pois deve retratar o comportamento moral e ético de uma sociedade, já que reflete a imagem da nação (BOND, 2007). Inicialmente a administração pública consiste na estruturação de entidades que irão desempenhar as atividades prestadas á coletividade, através de agentes públicos.

2. ETAPA 1 – ADIMNISTRAÇÃO PÚBLICA

2.1. Definição do burocrata atual

Neste contexto, a burocracia é uma forma de organização humana que se baseia na racionalidade, isto é, na adequação dos meios aos objetivos pretendidos, a fim de garantir a máxima eficiência possível no alcance desses objetivos. Através da concepção de Marx Weber, a organização burocrática, maximizando a racionalização, torna-se mais eficientes resistindo melhor ao personalismo e subjetivismo dos administradores.

Mas, na concepção de Baldo (2013) nesse novo perfil delineado para o Estado, prima por sua evolução no tempo e por sua modificação no espaço prejudicando a análise comparativa, que se quer fazer entre burocracia e gestão pública. Por outro lado, quando trazemos a burocracia por os dias atuais, padece de um esquecimento e desprestígio tal que, nem parece ter sido, no passado uma estratégia bem intencionada de gestão, concebida por Weber. A partir da compreensão desse sentido subjetivamente visado pelos homens de sua época é que Weber diagnosticou os valores característicos da modernidade ocidental.

Já no cenário atual, a burocracia apresenta e representa uma montanha de papel, como também teria viciosa de passos desnecessários para se resolver um problema, sobretudo, o grande instrumento dos nossos governantes, principalmente nos procedimentos aplicado para atender suas obrigações diante do público.

Isso significa que o capitalismo racional moderno seria o reflexo, na seara da economia, de um processo maior, a racionalização (BALDO, 2013). Já na esfera administrativa, essa centralização coube a burocracia estatal, cujo funcionamento estava limitado por regras jurídicas, de modo a viabilizar a calculabilidade capitalista. Dessa forma, o desenvolvimento da burocracia moderna partiu do processo de desapropriação dos meios de produção.

2.2. Visão de mundo do burocrata

Através de uma reflexão, Medeiros do artigo cara e coroa, constitui dizer que no atual momento observamos que a burocracia está presente em toda organização. Pois, o desenvolvimento da burocracia em âmbito mundial segue o crescimento socioeconômico, sendo que tal situação apresenta-se necessária devido ao alto grau de complexidade estabelecendo na sociedade moderna.

Diante dessa concepção, a burocracia significa o tipo de organização humana onde a racionalidade atinge o seu mais elevado grau. Segundo Baldo (2013) hoje num mundo dominado pelo ideal de abundância, conforme os desígnios do labor, o termo processo tornou-se essencial a acumulação de riquezas, fazendo com que o trabalho fabricação deixasse de visar a durabilidade do mundo para se transformar em trabalho-labor.

Mas, para Ribeiro (2004) a burocracia é um processo conservador e contrário a inovação, o burocrata comporta-se como um ritualista apegado a regras e voltado par ao deslocamento de objetivos. A partir desse contexto, entende-se que a burocracia foi a resposta as condições do século XX, mas está sendo levada ao desaparecimento por novas e diferentes condições do mundo moderno.

Na visão de mundo, constitui dizer que houve mudanças radicais, principalmente no comportamento administrativo e na filosofia dos negócios, impondo a necessidade de maior flexibilidade da organização. Com isso, a racionalidade burocrática, a omissão das pessoas que participam da organização e os próprios dilemas da burocracia, apontados por Weber, constituem problemas que a burocracia não consegue resolver adequadamente (CHIAVENATO, 2006).

2.3 Cara e coroa, os dois lados da burocracia

Ao refletir esse artigo, o quanto é possível perceber que todo ser humano é usuário de algum sistema burocrático. Segundo o conceito popular, a burocracia é visualizada geralmente como uma empresa ou organização onde o papelório se multiplica [...], impedindo as soluções rápidas ou eficientes (CHIAVENATO, 1993).

Diante dessa concepção, o conceito popular observado pela premissa de Weber está equivocado, pois o verdadeiro sentido da burocracia é a organização eficiente por excelência, ou seja, uma organização na qual o indivíduo procura oferecer resposta as suas necessidades, e para atingir a eficiência precisa-se do entendimento a cerca de suas características.

Quando se faz comparação com o artigo e o livro da disciplina, a visão que temos e semelhança ocorrem na questão da burocracia e na administração pública. Entende-se que a burocracia é uma organização que fixa as regras e normas técnicas para o desempenho de cada cargo. Para isso, a administração pública consiste na estruturação de entidades que irão desempenhar as atividades prestadas á coletividade, através de agentes públicos.

Embora, os dois lados da burocracia, ocorre ambas antagônicas, pois, a questão do sistema ideal está relacionada a necessidade da organização, ou seja, a capacidade de notar qual o meio para se obter o fim. Considera-se que também não existe um sistema ideal para todas as organizações, com isso, o sistema burocrático acaba sendo maleável para cada empresa.

Diante da concepção que o artigo nos mostra que a ação de um sistema burocrático em uma organização, requer uma análise não apenas do ambiente interno, mas no externo, principalmente em procedimentos de expansão e comunicação.

2.4 Visão do grupo

Na verdade, buscando confrontar as ideias de cada um, percebe-se que o papel do gestor público tem que incluir um alto grau de responsabilidade em relação à gestão de inovação em organizações, programas e projetos públicos. Mas, levando em conta, as reflexões dos conteúdos até o momento, embora, haja tantas mudanças nos dias atuais, mas a burocracia continua de uma forma maleável, com isso gerando demora, hoje para se abrir uma empresa é um transtorno terrível, imagina em outros procedimentos, que compete a documentação, liberação. Contudo, a burocracia faz parte da exigência de controle para o funcionalmente satisfatório, assim ela propicia no funcionário uma pressão sobre seu comportamento, possibilitando-o ser disciplinado, prudente e metódico.

3. ETAPA 2 – CORRELAÇÕES DE PODER NA GESTÃO PÚBLICA

3.1. Teoria do dente de engrenagem

De acordo com a teoria Hannah Arendt apud Baldo (2013) a teoria do dente da engrenagem, cada dente da engrenagem, isto é, cada pessoa, deve ser descartável sem mudar o sistema, uma pressuposição subjacente a todas as burocracia, a todo serviço público e a todas as funções propriamente ditas. Contudo, a burocracia demanda a alocação de responsabilidade em cargos e não em pessoas, as ações e omissões administrativas tendem a encontrar abrigo nas “falhas” do sistema burocrático. Embora, a visão de Hannah Arendt, seja através de uma fuga do homem em relação ao mundo das aparências, acaba sendo corroborada pela dúvida cartesisanas.

3.2. Consequências

Acredita-se dizer nos dias atuais, que as exigências do cidadão estão cada vez maiores, com relação aos atendimentos, à higiene, ao bem-estar, á segurança pessoal e profissional, aos preços razoáveis, enfim ao que a sociedade pode oferecer de melhor para a satisfação de suas necessidades e respeitando seus direitos, portanto, exige de um gestor além de administrar, cuidar da sociedade em si.

Portanto, as consequências disso, acabam sendo que o burocrata procura seguir estritamente as regras abstratas que orientam o sentido da sua ação, em detrimento da singularidade de cada situação fática.

Na medida em que o indivíduo se isola na subjetividade abstrata, no entanto, ele procura reduzir, por processos cognitivos, assim, o homem deixa de construir ativamente seu mundo artificio, outro momento, ocorre ao invés de delimitar o espaço de atuação livres dos homens. De acordo com Baldo (2013), que as leis acabam por uniformizar o comportamento do sujeito abstrato em benefício da previsibilidade rotineira. A teoria do dente de engrenagem nos levou a comprovar que antigamente, as organizações eram e ainda são impessoais.

4. Etapa 3 – Novos Modelos de Gestão pública

4.1. Perfil do agente público

Para Bond (2007) o papel do gestor público tem que incluir um alto grau de responsabilidade em relação à gestão de inovação em organizações, programas e projetos públicos.

Diante desse contexto, o agente público é todo mundo que atua em nome do poder público ainda que temporariamente. O agente público são todas as pessoas físicas que de algum modo exercem a função pública, de maneira definitiva ou transitória, independentemente do vínculo que possuem com o Estado.

Segundo Baldo (2013) com o olhar voltado a atitude da sociedade, esta deve ter o papel não somente de financiadora, más também de fiscalizadora e cobrar através de sugestões ou reclamações encaminhadas aos órgãos competentes ou de imediato por meio de ouvidorias, exigindo o cumprimento do dever por parte do agente, o servidor público.

Desse modo, o perfil do agente público é ser responsável no relacionamento com sua equipe, ciente de que cada pessoa tem sua maneira de trabalhar, pois o que importa são os valores e o desempenho de uma sociedade.

4.2. As capacitações do agente público

De acordo com Baldo (2013), preceituada que a capacitação do agente público coordena-se com a estratégia do controle, em razão da descentralização das decisões para os níveis hierárquicos menores. Assim, a expressão agentes públicos é usada de forma genérica a todos que exercem a função pública.

Através da concepção do autor, a meta de todas as organizações passa a ser a capacitação dos saberes e do desempenho de cada pessoa. Segundo Baldo (2013) o trabalhador do conhecimento precisa gerenciar a si mesmo, verificando-se as missões da organização que são compatíveis com seus valores pessoais.

Quanto os teorizadores, alegam que as regras burocráticas sufocam tanto o exercício das capacidades inventivas do agente público, quanto o trabalho de equipe inspirado na pluralidade e no respeito da diferença (BALDO, 2013). Para isto, se a burocracia afiliava-se ao sujeito abstrato, o agente público visado pela gestão pública reflete a mudança da própria individualidade histórica.

4.2. Correlações do texto “De olho no futuro do país, jovens mudam a cara do funcionalismo público”

Através da reflexão obtida nos textos, cabe dizer que o novo modelo da gestão pública, na prática de um servidor, vai além da importância de melhoria, mas é preciso e deve ser compreendida a diversos fatores, principalmente a respeito dos sistemas políticos contemporâneos.

Mas, muitas das vezes, encontramos funcionários mal-humorado, esse perfil negativo do serviço público, embora, fortemente disseminado, esta mudando. E, se depender da nova geração de candidatos as vagas em órgãos públicos, ele já não coincide mais com a realidade (MENDONÇA, 2010).

Considera-se dizer também que hoje já temos uma nova geração de servidores mira alto. Ainda que persista o desejo de ser um dos condutores do futuro do País, obstáculos ainda devem surgir.

Nessa busca de se tornar ator de destaque nas mudanças, esses jovens podem se frustrar. “Isso acontece em qualquer setor”, afirma Baubeta. “Ele vai ter altos e baixos em qualquer área”. Witt concorda e vai além: “No funcionalismo ou nas empresas privadas, a evolução da sua carreira é determinada pela sua atitude e comprometimento”.(MENDONÇA, 2010).

5. Etapa 4 – Modelos de gestão pública

5.1. Modelo de Gestão pública brasileira

Através da reflexão obtida nos conteúdos, entende-se a gestão pública, não pode ter uma visão reducionista e focada, deve ser holística, ampla e sistêmica. Portanto, os princípios da gestão pública preocupam-se essencialmente com as formas de gestão em relação as exigências legais e éticas de uma sociedade.

Segundo Bond (2007), a gestão pública deve compreender plenamente a todas as exigências estabelecidas em leis, pois deve retratar o comportamento moral e ético de uma sociedade, já que reflete a imagem da nação (BOND, 2007).

Ainda na concepção de Bond (2007), a gestão pública, o modelo gerencial é voltado para a realização da eficiência administrativa e não substitui por completo o modelo burocrático, mas cumpre papel importante na evolução organizacional da sociedade, inovando e agregando conceitos antes desconhecidos, ou ao menos impensados, a administração pública.

Sendo assim, a administração pública gerencial constitui um avanço, e até certo ponto um rompimento com a administração publica burocrática, isto não significa, entretanto, que negue todos os seus princípios.

Considerando essa concepção, percebe-se que numa sintética reconstrução histórica quanto nos ideais recentes da nova gestão pública, procura-se aqui ter um olhar crítico sobre o passado recente com vistas a criação de uma agenda efetiva e de longo prazo em torno da gestão pública. Diante disso, com a democratização ao governo Lula que o processo recente de reforma do Estado no Brasil começou com o fim do período militar, a descentralização foi outra demanda construída nos anos de luta contra o autoritarismo e que ganhou enorme relevância na Constituição de 1988, complementa a chamada reforma do Serviço civil, por meio da profissionalização da burocracia.

Todas essas mudanças trouxeram ganhos a administração pública brasileira, porém, o sentido de cada uma delas não se concretizou completamente por conta de uma serie de problemas. No entanto, o Brasil criou uma serie de instrumentos e arenas participativas capazes de estabelecer controle político e social dos agentes governamentais.

5.2. Modelo de Gestão pública no exterior

Baldo (2013) em Nova Zelândia, o modelo de gestão pública, aplica-se a gestão empresarial, aos órgãos públicos que podem ser dirigidos como uma empresa privada, desde se desacoplem as atividades comerciais do ius imperil, fazendo com que eles fiquem a mercê de clientes internos e externos.

Advertem ainda, que esse modelo é possível de aplicação apenas nos casos em que a organização consegue sustentar-se mediante a confiança de taxas ou tarifas.

Mas, por uma realidade latino-americana, o sucesso da aplicação prática de gestão pública transcende a mera importação teórica e exige não só a adaptação a cultura historicamente informada por colonizações e explorações, mas também, a aferição de seu viéis democrático, em busca de uma gestão social.

Por meio da comparação, as representações brasileira de mundo serão confrontadas ora com o paradigma burocrático da modernidade ocidental, ora com o paradigma prós-burocrático, referente as propostas de gestão pública que foram anteriormente elencadas (BALDO, 2013).

5.3. A Implementação e suas adaptações

Através de uma implementação e adaptações, considera que a gestão pública se atém a eficiência, ao modo de fazer as coisas, para conquistar a eficácia.

Mas, as teorias de gestão pública percebe-se a questão das reformas administrativas, os aspectos culturais de cada sociedade, a importação dessas teorias não poderia desconsiderar que a própria identidade cultural brasileira quiça, foi por muito tempo, dependente da importação, desajustada de ideias oriundas da tradição teórica central (BALDO, 2013).

Entende-se que hoje as implementações e adaptações dos modelos de gestão, ocorrem ao promover a integração entre as visões das áreas jurídicas e de gestão, na análise crítica das atuais dificuldades encontradas pelo Estado na consecução dos objetivos da sociedade Brasileira, e na formulação e inovação de novos referenciais comum para a atuação estatal.

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Ao concluir esta atividade, percebe-se que a gestão pública favorece a sua contextualização, pois não podemos imaginá-la isolada do seu contexto social, econômico e político. Ao contrário disso, deve estar totalmente inter-relacionada nesse cenário. Sendo assim, ocorrem através de uma abordagem sistêmica oferece uma compreensão melhor de toda gestão, ou seja, é possível perceber com mais facilidade as inter-relações e os resultados do gerenciamento público.

Mas, quando deparamos com os princípios da gestão pública preocupam-se essencialmente com as formas de gestão em relação as exigências legais e éticas de uma sociedade. Desse modo, a gestão pública deve compreender plenamente a todas as exigências estabelecidas em leis, pois deve retratar o comportamento moral e ético de uma sociedade, já que reflete a imagem da nação.

No contexto da burocracia, no atual momento, percebemos que ela esta presente em toda organização, assim, o desenvolvimento da burocracia em âmbito mundial segue o crescimento socioenconomico, onde essa situação apresenta-se necessária devido ao alto grau de complexidade estabelecido na sociedade moderna, principalmente, na inovação da tecnologia, com isso, um sistema burocrático, onde acaba influenciando diretamente nas vidas dos indivíduos que utilizam e depende do sistema.

REFERÊNCIAS

BOND, Maria Thereza. Práticas profissionais na gestão pública. Curitiba: IBPEX, 2007.

BALDO, Rafael Antonio. Novos horizontes para a gestão pública. Rafael Antonio Baldo/1. Ed. (ano, 2009), 3ªreimpr/Curitiba, Juruá, 2013.

CHIAVENATO, Idalberto. Príncipios da Administração. Rio De Janeiro: Elsevier, 2006.

RIBEIRO, Antônio De Lima. Teoria Da Administração. 1º edição; São Paulo: Saraiva, 2004.

MENDONÇA, Camila F. de. De olho no futuro do país, jovens mudam a cara do funcionalismo público. 2010. Disponível em: < http://noticias.bol.uol.com.br/economia/2010/05/06/de-olho-no-futuro-do-pais-jovens-mudam-a-cara-do-funcionalismo-publico.jhtm>. Acesso em:março, 2013.

MEDEIROS, Jefferson Bruno S. de; DANTAS, João Antonio da N. LIMA, Robson Antonio M. de. Cara e coroa: os dois lados da burocracia. Disponível em: < http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/cara-e-coroa-os-dois-lados-da-burocracia/31989/>.acesso em: março de 2013.