Trabalho Completo Atps Gestão Do Conhecimento

Atps Gestão Do Conhecimento

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Categoria: Outras

Enviado por: AdaoFoster 15 março 2013

Palavras: 3194 | Páginas: 13

FACULDADE ANHANGUERA DE PELOTAS

ADMINISTRAÇÃO

ADÃO LUIZ LOPES FOSTER RA 1299889740

ADRIANE MARQUES DA SILVA RA 4571870999

HELINES BASSUALDO CABREIRA RA 3830703196

JÚLIO CESAR GLENZEL RA 3326044381

LUCIEMA ESPINOSA SPECHT RA 3806600727

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

GESTÃO DO CONHECIMENTO

PELOTAS - RS

2012

FACULDADE ANHANGUERA DE PELOTAS

ADMINISTRAÇÃO

ADÃO LUIZ LOPES FOSTER RA 1299889740

ADRIANE MARQUES DA SILVA RA 4571870999

HELINES BASSUALDO CABREIRA RA 3830703196

JÚLIO CESAR GLENZEL RA 3326044381

LUCIEMA ESPINOSA SPECHT RA 3806600727

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

GESTÃO DO CONHECIMENTO

Dissertação apresentada à Faculdade Anhanguera de Pelotas, para obtenção de competências e habilidades na área Gestão do Conhecimento, provendo o estudo das atividades propostas.

Professor EAD: Me. Rodrigo Rodrigues

PELOTAS - RS

2012

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO.............................................................................................................3

1 CAPÍTULO I

GESTÃO DO CONHECIMENTO..................................................................................4

2 CAPÍTULO II

BASES DA GESTÃO CO CONHECIMENTO ..............................................................7

3 CAPÍTULO III

DIFERENÇA ENTRE VISÃO TRADICIONAL E GC.....................................................8

GC COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA NAS ORGANIZAÇÕES.........................9

4 CAPÍTULO IV

ENTREVISTA COM AS EMPRESAS PESQUISADAS 10

5 CAPÍTULO V

CLUSTER 11

6 CAPÍTULO VI

RELATÓRIO - CONCEITOS ESTUDADOS 13

CONCLUSÃO 14

REFERÊNCIAS 15

INTRODUÇÃO

Tendo em vista o conhecimento do conceito de Gestão do Conhecimento (GC) sabemos que ela representa um conjunto interdependente de práticas organizacionais destinadas a promover a criação, o compartilhamento e o uso efetivo dos saberes individuais e coletivos das pessoas que trabalham em uma comunidade.

Este trabalho visa o estudo da GC e suas práticas de forma consciente ou informal, a GC é uma atividade fundamental no processo de maturação de uma organização, pública ou privada, qualquer que seja o seu setor de atividade. Ela contribui para transformar as experiências individuais e coletivas em informações estratégicas da organização e para construir o seu patrimônio principal: o corpus humano com uma inteligência direcionada para o cumprimento de sua missão na sociedade.

Veremos que a GC também facilita a construção de um modelo de maturidade adequado para a organização e permite o desenvolvimento colaborativo dos recursos humanos e materiais necessários para o crescimento coletivo de acordo com esse modelo.

Contudo, ao terminar esta introdução observaremos a importância dos conceitos básicos e as principais tendências da Gestão de Conhecimento, tendo como foco os seguintes aspectos: processos, áreas de conhecimento, organização, infra-estrutura tecnológica, gerenciamento e fatores chave de sucesso. Também são apresentados conceitos de Workflow, uma ferramenta de suporte tecnológico necessária para a implantação de uma estratégia de Gestão do Conhecimento.

CAPÍTULO I

1. GESTÃO DO CONHECIMENTO (Knowledge Management “KM”)

Refere-se à criação, identificação, integração, recuperação, compartilhamento e utilização do conhecimento dentro da empresa. O “KM”, como é conhecido, é considerado um sistema de gerenciamento corporativo. Tendo em vista as mudanças ocorridas, como a globalização da economia, o avanço tecnológico, o conhecimento tornou-se valioso. As empresas passaram por três etapas: era industrial clássica, era industrial neoclássica e era da informação.

A Tecnologia da Informação aliada à Gestão do Conhecimento, torna-se um meio e não um fim, para o sucesso de uma estratégia. Com a adoção do “KM”, um dos principais benefícios, além de outros, é o melhor aproveitamento do conhecimento já existente na empresa. Agregando valores às pessoas e à empresa. Constatado que a principal fonte de conhecimento já se encontra na própria empresa, faz-se necessário o seu gerenciamento. Não menosprezando esta fonte, existem outras fontes complementares, que devem ser reconhecidas, como por exemplo: fornecedores, Internet, consultorias, relatórios financeiros de concorrentes e universidades. Cada vez mais, a Gestão do Conhecimento é uma realidade no mundo dos negócios, pois o conhecimento numa empresa não a torna mais competitiva, e sim o seu gerenciamento que faz a diferença.

Trata-se de uma mudança de comportamento para se agregar valores, o segredo está nas pessoas, nada mais é que criação de valor. A gestão do conhecimento é definida como o processo que cria continuamente novos conhecimentos, os dissemina e os perpetua por toda a organização. Ela também pode ser entendida como a arte de criar valor a partir dos ativos intangíveis das organizações

2. GESTÃO DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CRESCIMENTO

Com base no link sugerido, respondemos as perguntas abaixo.

Link disponível em: http://xa.yimg.com/kq/groups/16987402/305194573/name/GC_NaturaCosméticos.pdf

2.1 Como favorecer a criação de conhecimento novo na empresa?

Procurando sempre cultivar relações, harmonizar e interagir, compartilhar e ousar de maneira a inovar, se deixar conhecer e buscar o aperfeiçoamento através do conhecimento, senão a mais autêntica expressão e prática da gestão do conhecimento, sempre com humanismo, equilíbrio, transparência e criatividade.

2.2 Como fazer com que todos os colaboradores se apropriem deste conhecimento novo?

Para que todos os nossos colaboradores fiquem sempre por dentro de todas as informações do que acontece de novo damos o valor e a importância estratégica da informação para a gestão do negócio fez com que em 1992 a Natura implantasse o primeiro sistema virtual de informações do país, hoje conhecido também como a primeira biblioteca virtual que, contrariando os tradicionais sistemas armazenadores de informação, prima pela busca ágil e inteligente de dados e informações sintonizados com o contexto dos conceitos, crenças e valores da empresa e com a busca constante de inovação. O diferencial do sistema virtual das informações da Natura é permitir o acompanhamento do quê de mais moderno e inovador está acontecendo no mundo, nas áreas de interesse do negócio, como cosméticos e cosmetologia, venda direta, dermatologia, moda, processos de fabricação de cosméticos, embalagens, qualidade, proteção à biodiversidade e meio ambiente, fitoterapia, psicologia, hábitos de consumo, acompanhamento de empresas concorrentes, entre outros.

2.3 Como reter o conhecimento do funcionário que se afasta da organização?

Com á biblioteca virtual que, contrariando os tradicionais sistemas armazenadores de informação, prima pela busca ágil e inteligente de dados e informações sintonizados com o contexto dos conceitos, crenças e valores da empresa e com a busca constante de inovação.

2.4 Descreva os quatro processos de conversão do conhecimento (Processo SECI) e faça um desenho ilustrativo.

1. De conhecimento tácito em conhecimento tácito, que chamamos de Socialização. A socialização é um processo de compartilhamento de experiências e, a partir daí, da criação do conhecimento tácito, como modelos mentais e habilidades técnicas compartilhadas. Um indivíduo pode adquirir conhecimento tácito diretamente de outros indivíduos, sem usar a linguagem. Os aprendizes trabalham com seus mestres e aprendem sua arte não através da linguagem, mas sim através da observação, imitação e prática.

2. De conhecimento tácito em conhecimento explícito, que denominamos de Externalização. A externalização é um processo de articulação do conhecimento tácito em conceitos explícitos. Pode ser definido também como um processo de criação do conhecimento perfeito, nas medidas em que o conhecimento tácito se torna explícito, expresso na forma de metáforas, analogias, conceitos, hipóteses ou modelos.

3. De conhecimento explícito em conhecimento explícito, ou Combinação. Os indivíduos trocam e combinam conhecimentos através de meios como documentos, reuniões, conversas ao telefone ou redes de comunicação computadorizadas. A reconfiguração das informações existentes através da classificação, do acréscimo, da combinação e da categorização do conhecimento explícito pode levar a novos conhecimentos. A criação do conhecimento realizada através da educação e do treinamento formal nas escolas normalmente assume esta forma.

4. De conhecimento explícito para conhecimento tácito, ou Internalização. A internalização é o processo de incorporação do conhecimento explícito no conhecimento tácito e está intimamente relacionada ao “aprender fazendo”. Quando são internalizadas nas bases de conhecimento tácito dos indivíduos sob a forma de modelos mentais ou know-how técnico compartilhado, as experiências através da socialização, externalização e combinação tornam-se ativos e valiosos. No entanto, para viabilizar a criação do conhecimento organizacional, o conhecimento tácito acumulado precisa ser socializado com os outros membros da organização, iniciando assim uma nova espiral de criação do conhecimento.

DESENHO ILUSTRATIVO

3. BASES DA GESTÃO DO CONHECIMENTO

Motivações para a Gestão do Conhecimento: Grandes empresas em todo o mundo estão abraçando iniciativas de Gestão de Conhecimento no intuito de explorar de maneira inteligente o seu capital intelectual. Vários executivos estão reconhecendo que a sua mais importante vantagem competitiva é o ‘capital humano’ ou ‘brainware’. As empresas estão sendo compelidas a alavancar o conhecimento interna e externamente para poderem manter-se competitivas. As estratégias dos negócios, públicos ou privados, devem definir as competências essenciais no presente e no futuro para gerar vantagens competitivas sustentáveis. Elas são formadas por capacidades chaves que podem ser divididas em áreas de conhecimento – disciplinas e assuntos de áreas especializadas. A Gestão do Conhecimento lida com a conceituação, revisão, consolidação, criação, combinação, coordenação e pesquisa do conhecimento – (Liebowitz [5]). Inicialmente o foco maior estava na coleta de informações e construção de bases de conhecimento, formando ilhas de conhecimento. Com a ‘conectividade’ viabilizada pelas redes de computadores e as tecnologias baseadas na Web, tornou-se viável o compartilhamento efetivo de conhecimento.

Conceitos Elementares de GC: Os principais conceitos envolvidos são a definição e conhecimento, a diferenciação entre conhecimento e outras representações dos saberes individual e coletivo e a própria definição de gestão do conhecimento.

Definição de Conhecimento: Existem várias definições sobre conhecimento variando de visões conceituais para mais práticas. Seguem algumas destas definições relevantes para a Gestão do Conhecimento:

a) Conhecimento é a informação organizada aplicada à resolução de problemas – Woolf

b) Conhecimento é a informação que foi organizada e analisada para que fosse compreensível e aplicável à resolução de problemas ou tomada de decisão – Turban

c) Conhecimento consiste nas verdades e crenças, perspectivas e conceitos, julgamentos e expectativas,metodologias e know-how – Wiig

d) Conhecimento é o conjunto de ‘insights’, experiências, e procedimentos que são considerados corretos e verdadeiros e que guiam pensamentos, comportamentos e a comunicação entre pessoas – Van der Spek and Spijkervet

e) Conhecimento é informação aplicada que leva ativamente à execução de tarefas, resolução de problemas e à tomada de decisões. - Liebowitz

f) Conhecimento é qualquer texto, fato, exemplo, evento, regra, hipótese ou modelo que aumente a compreensão ou o desempenho numa área ou disciplina – Liebowitz

Para efeito deste trabalho consideraremos como definição de conhecimento: Conhecimento é o conjunto de ‘insights’, experiências, e procedimentos que são considerados corretos e verdadeiros e que guiam pensamentos, comportamentos e a comunicação entre pessoas e que aumentam a compreensão ou o desempenho numa área ou disciplina.

Existem também definições de ‘conhecimento organizacional’ centrada na visão de capital intelectual: Conhecimento Organizacional é a informação processada e embutida em rotinas e processos que possibilitam ações. É também o conhecimento capturado pelos sistemas, processos, produtos, regras e cultura da organização – Myers. Vale ressaltar que expertise difere de conhecimento em grau de resultados e compreensão. Experts aprendem rapidamente com a experiência, evitando erros anteriores e melhorando o desempenho. Têm habilidade para resolver casos únicos e pouco usuais, a partir de princípios básicos ou de um modelo, ou a partir de experiências estruturadas em casos ou regras; encontram soluções mesmo na incerteza e usam bom senso e conhecimentos gerais numa dada situação.

CAPÍTULO III

DIFERENÇA ENTRE VISÃO TRADICIONAL E GESTÃO DO CONHECIMENTO

A VISÃO TRADICIONAL DE UMA ORGANIZAÇÃO: Esta visão tradicional conduz a um estilo de gerenciamento centrado na visão vertical do negócio, onde normalmente são estabelecidos independentemente os objetivos de cada função. A administração passa a ser sustentada por silos que impedem que assuntos sejam resolvidos nos escalões inferiores, sendo necessário que o gerente daquele nível discuta a solução do problema com o gerente do outro silo para posteriormente comunicar a solução para a área onde o trabalho será executado.

A GESTÃO DO CONHECIMENTO: Utilizando a gestão do conhecimento a empresa diminui os gastos em produtos e começa a investir em capital intelectual, o que tem um melhor custo-benefício. A Gestão do conhecimento possui ainda o objetivo de controlar, facilitar o acesso e manter um gerenciamento integrado sobre as informações em seus diversos meios.

GESTÃO DO CONHECIMENTO COMO FERRAMENTA DE ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL.

Artigo disponível em: <http://sare.unianhanguera.edu.br/index.php/rcger/article/view/69/67/>

Com base no artigo disponível acima, podemos aplicá-los na prática, em nosso cotidiano profissional conceito os conceitos abaixo:

Espiral do Conhecimento: as empresas citadas no artigo possuem imensa base de dados de transformação de conhecimento tácito em explícito, aproveitando o know-how, busca constante da inovação, reinvenção dos conhecimentos da empresa e até mesmo do mundo.

Os efeitos da inovação: as empresas citadas utilizam com muita frequência o know-how da empresa que nada mais é do que os diversos “case” de sucesso na produção de seus produtos armazenados em uma ferramenta específica de gestão de conhecimento organizacional. Além disso, se utilizam muito do know-why (fonte de inovação), na busca constante de melhorias dos seus produtos.

Gestão do Conhecimento: nas empresas citadas, fica evidente que com a Globalização as grandes empresas têm investido fortemente em ferramentas específicas de GC. Elas utilizam das mais diversas fontes para aprimorar seu conhecimento, tais como, a própria empresa e seus funcionários, os clientes, agências de publicações e negócios, fornecedores, internet, consultorias, relatórios financeiros dos concorrentes, universidades, agentes de relacionamento, etc.

CAPÍTULO IV

BENCHMARKING SOBRE GC, ENTREVISTA COM EMPRESAS

EMPRESA 1

Esta empresa aplica e entende a Gestão do Conhecimento, seu conceito é investir nos colaboradores da empresa, pois um funcionário bem treinado, interessado, bem remunerado e focado no seu trabalho além satisfazer as necessidades da empresa, trazendo lucros, também estará satisfeito em sua vida pessoal, o que para a sociedade é muito válida para o progresso geral.

As condições que favorecem a criação do conhecimeno na empresa é

o investimento em cursos profissionalizantes, palestras, treinamentos em geral, reuniões periódicas, metas comissionadas, incentivo de estudantes no mercado, por exemplo contrato com o CIEE. Ela entende que algumas barreiras no conhecimento pode ser a falta de incentivo, limitações financeiras, falta de diálogo em algumas empresas. Ambiente BA da organização: Observamos neste empresa que a criatividade depende fortemente de algumas condições, como o ambiente no qual se encontram os indivíduos e o conhecimento criado e compartilhado entre eles. A importância do ambiente de criação de conhecimento e de compartilhamento de experiências, o “BA”, para o desenvolvimento de atividades e processos criativos. A empresa entrevistada é uma loja veterinária com pet shop e possui o ambiente “BA” adequado para exercer suas atividades profissionais, tanto de vendas, quanto no banho e tosa.

EMPRESA 2

Ambos os entrevistados buscam armazenar o maior número de informações necessárias para o bom desempenho da empresa. Como por exemplo: controle total de estoque, financeiro, relatórios mensais de receitas e despesas (balancetes), busca de melhores preços que a concorrência, qualidade nos produtos, no atendimento ao cliente, incentivando a especialização dos funcionários e sempre aceitando novas idéias a serem postas em prática ou não.

Inovações de Mercado: comprometimento dos funcionários em querer buscar novas idéias e aceitar as condições necessárias para tal, liberdade de criação aos mesmos, permitindo a motivação, compartilhamento de informações e a criação de novos conhecimentos, garantir o acesso rápido a ampla variedade de informações necessárias percorrendo o mínimo de passos. As três barreiras mais difíceis de transpor são a ambiguidade causal, a falta de capacidade de absorção pelos receptores e a ausência de relacionamentos "íntimos" entre fontes e receptores.

CAPÍTULO V

CLUSTER

"Cluster" é um grupo de coisas ou de atividades semelhantes que se desenvolvem conjuntamente. Assim sendo, o conceito sugere a ideia de junção, união, agregação, integração. Na atividade econômica pode ser considerada como a reunião de pequenas ou médias empresas, às vezes até mesmo as de maior porte, que estão situadas num mesmo local e que apresentam grandes níveis de entrosamento entre si, e constituem o que hoje existe de mais moderno em modelo de desenvolvimento local. Economicamente, arranjos produtivos podem ser definidos como aglomerados de atividades produtivas afins, localizadas em determinado espaço geográfico e desenvolvidas por empresas autônomas de pequeno, médio e até de grande porte, intensamente articuladas, constituindo ambiente de negócios onde prevalecem relações de recíproca confiança entre as diferentes partes envolvidas. Tais empresas são apoiadas por instituições provedoras de recursos humanos, de recursos financeiros, de infraestrutura, etc.

EXEMPLOS DE CLUSTERS NO BRASIL

PEDREIRA:

• Cluster de revestimentos cerâmicos;

• 37 empresas;

• Vende para quase todos os estados;

• Produção de 18 a 19 milhões de ms² por mês;

• Maior concorrente é Criciúma – SC

LIMEIRA:

• Produção de mudas cítricas;

• Concentra 60% da produção brasileira;

• Aproximadamente 400 produtores;

• Mais de 20 mil empregos.

LIMEIRA:

• Pólo de fabricação de folheados; Semi jóias e bijuterias

• 205 filiados ao Sindijóias;

• 450 empresas;

• 60% da produção nacional;

• Emprega 10% da população,

SANTA RITA DO SAPUCAÍ:

• Concentra atividades dos ramos de microeletrônica e telecomunicações;

• Presença de RH com cultura tecnológica graças a instituições locais;

• Efeitos de escala, mão de obra e cooperativismo.

LARANJAL PAULISTA:

• 16 fábricas de brinquedos;

• Ocupam 25% da população local;

• 20 milhões de bonecas/ano, vendidas em todo o Brasil;

• Atinge cidades vizinhas.

HOLAMBRA:

• Região de Campinas;

• Produção de flores;

• 200 produtores;

• Concentra 1/3 da produção nacional;

• Vendas em um leilão.

OPINIÃO DAS EMPRESAS PESQUISADAS

1. Como é feita a Gestão do Conhecimento?

Empresa 1: Através do contato diferenciada aplicado a colaboradores e clientes, qualidade no atendimento, investimento em cursos e especializações aos colaboradores, incentivo a novas ideias, diálogo, contato direto com gestores da empresa, etc.

EMPRESA 2: É feita através do armazenamento de todas as informações em banco de dados específico, reuniões periódicas, diálogos constantes entre os funcionários, novas idéias, recepção de clientes, fornecedores antigos e novos.

2. Há o incentivo para a Gestão do Conhecimento na empresa? Ambas as empresas responderam que sim, que existe o incentivo através do seu diferencial e foco nos colaboradores, que são o maior bem das empresas.

CAPÍTULO VI

RELATÓRIO DOS CONCEITOS ESTUDADO

TRABALHO EM EQUIPE

Entendemos a necessidade do homem em somar esforços para alcançar seus objetivos, que isoladamente não seriam alcançados ou seria de forma mais trabalhosa em inadequada. A imposição que o desenvolvimento a complexidade do mundo moderno tem imposto ao processo gerando relações de dependência ou complementaridade de conhecimentos e habilidades para o alcance dos objetivos. O trabalho em equipe pode ser entendido como uma estratégia, para melhorar a efetividade do trabalho e elevar o grau de satisfação do trabalhador.

CRIAÇÃO DO CONHECIMENTO

A criação de conhecimentos por meio de espaços para a contínua conversão entre o formato tácito e explícito forma o núcleo central de uma das principais abordagens sobre GC, desenvolvida pelo trabalho dos pesquisadores Ikuhiro Nonaka e Hirotaka Takeuchi, que detalharam esta conversão de conhecimentos entre os formatos tácito / explícito em quatro modos. A gestão do conhecimento pode ser definida como a aquisição, troca e uso do conhecimento dentro das organizações, incluindo os processos de aprendizado e os sistemas de informação, requerendo a transformação do conhecimento pessoal em conhecimento corporativo de forma a ser compartilhado e apropriadamente aplicado, sendo sua sistematização vital às organizações.

GESTÃO DO CONHECIMENTO

Promove, com visão integrada, o gerenciamento e compartilhamento de todo o ativo de informação possuído pela organização. Esta informação pode situar-se em bancos de dados, documentos, processos, bem como em pessoas, através de suas experiências e habilidades. Ela é necessária para organização do capital intelectual, permitindo acessibilidade a grandes quantidades de informações corporativas, identificação e mapeamento de ativos de conhecimento além das melhores práticas, apoio para a geração de novos conhecimentos, organização de dados, e evitar cometer erros repetidos e manutenção da memória organizacional.

CONCLUSÃO

Concluímos que a gestão do conhecimento é responsável pelo fluxo de conhecimento na organização. Os gestores do conhecimento devem garantir que o fluxo de conhecimento aconteça por completo na empresa: socialização, externalização, combinação e internalização do conhecimento.

As empresas que adotam abordagens bem-sucedidas à administração do conhecimento “selecionam seus alvos”identificando processos de alto retorno para os quais uma melhor administração do conhecimento é capaz de render resultados empresariais significativos (por exemplo, no processo de desenvolvimento do produto). Em muitos casos, é preciso modificar os processos da empresa para poder acrescentar valor por meio de uma melhor administração do conhecimento.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Nonaka, I. e H. Takeuchi. Criação de Conhecimento na Empresa: como as empresas japonesas geram a dinâmica da inovação: Campus.

Gestão do Conhecimento. Porto Alegre: Bookman. 2008 Fonte: http://www.artigonal.com/gestao-artigos/conceitos-da-gestao-do-conhecimento.

RUMMLER, G. A.; BRACHE, A. P. Melhores desempenhos das empresas: Uma abordagem prática para transformar as organizações através de reengenharia. São Paulo: akron Books, 1994, 263 p.

DAVENPORT, T. H., PRUSAK, L.. Conhecimento empresarial. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

DAVIDOW, W. H. & MALLONE, M. S. A.. Corporação virtual. São Paulo: Pioneira, 1993.