Trabalho Completo Como As Ferramentas De Gestão BSC E Seis Sigma Estão Relacionadas à Gestão Estratégica E à Gestão Pela Qualidade.

Como As Ferramentas De Gestão BSC E Seis Sigma Estão Relacionadas à Gestão Estratégica E à Gestão Pela Qualidade.

Imprimir Trabalho!
Cadastre-se - Buscar 155 000+ Trabalhos e Monografias

Categoria: Outras

Enviado por: mpsan 27 maio 2013

Palavras: 1863 | Páginas: 8

INTRODUÇÃO

PROCESSOS ADMINISTRATIVOS

Administrar uma organização é sem dúvida, uma das atividades mais complexas da atualidade. Por constituírem uma das mais complexas invenções do homem, sua complexidade surge na medida em que são vistas de maneira global e abrangente. Evidentemente podemos concluir que, se trata de uma tarefa bastante crucial e que implica no desenvolvimento de habilidades e competências gerais e específicas.

Talvez uma das maneiras mais práticas de se interpretar o que significa administrar uma empresa, seja através das atividades do processo administrativo. Obviamente, temos no processo administrativo, quatro fases bem distintas entre si. A primeira delas, o planejamento é na verdade, o alicerce do processo administrativo. É ele que determina a existência das demais atividades do negócio.

Vamos ver alguns dos principais fatores da Administração e a sua importância dentro da organização.

Conceito: Procedimento destinado a apurar responsabilidade de servidor por infração praticada no exercício de suas funções ou relacionada com as atribuições do seu cargo e a ele estão sujeitos todos os servidores públicos estatutários, ainda que em estágio probatório, podendo resultar nas seguintes.

Penalidades: Advertência,aplicada por escrito em faltas de menor gravidade suspensão;demissão;cassação da aposentadoria ou da disponibilidade.

A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada

a promover sua imediata apuração,mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar.

Sindicância

A sindicância,de rito sumário,é instaurada para apurar a existência de fatos irregulares e determinar os responsáveis, podendo resultar em: Arquivamento do processo,quando não for apurada irregularidade. Aplicação de penalidade de menor gravidade(advertência ou suspensão de até 30 dias);Instauração de processo disciplinar.

1. PLANEJAMENTO

O planejamento nada mais é, do que unir um conjunto de decisões que o administrador toma para realizar o futuro de seu empreendimento. É uma atividade que envolve a identificação das oportunidades, ameaças, forças e fraquezas que afetam o negócio.Planejar é pensar antes, qual o melhor caminho para se chegar aos resultados desejados. O planejamento deve ser flexível, afim de superar os problemas que eventualmente surjam no caminho. Vamos entender melhor essas expressões:

• Oportunidades – são situações externas, atuais ou futuras que, se adequadamen- te aproveitadas pelo administrador, podem influenciá-lo positivamente.

Por exemplo: novas políticas de governo, novos fornecedores, etc.

• Ameaças – são situações externas, atuais ou futuras que, se não evitadas ou eliminadas, podem afetar o negócio.Por exemplo: concorrência forte, roubos, incêndios,etc.

• Forças – são características do administrador que podem fortalecer e aperfeiçoar o seu negócio, dando-lhe destaque frente aos concorrentes.Tais como: habilidades de liderança motivacional, reconhecimento, etc. Ou tecnicamente, pode-se considerar: a eficiência dos colaboradores, a credibilidade dos fornecedores e a qualidade dos produtos.

• Fraquezas – são características do administrador que devem ser minimizadas, a fim de evitar influências negativas sobre o desempenho da organização.

Por exemplo: autoritarismo, individualismo, pouca ou nenhuma comunicação com os colaboradores. Tecnicamente podemos sugerir, a pressão dos fornecedores, colaboradores sem compromisso com o negócio.

Elementos de um bom planejamento:

1. Diagnóstico – é o conhecimento exato da realidade presente. Ou seja, o administrador deve analisar a fundo a situação da empresa, para identificar seus problemas, desenvolver estratégias e estabelecer as prioridades.Para maior precisão, o diagnóstico deve ser sempre bem observado de maneira .

• Realista (ver as coisas como elas são, sem falsas ilusões).

• Completo (considerando a realidade do negócio e do mercado no qual atua).

2. Objetivos definidos - são os resultados que o administrador se propõe a alcançar, num determinado período.

Tais objetivos podem ser:

• De curto prazo (os que devem ser realizados nos próximos seis meses).

• De médio prazo (os que devem ser realizados nos próximos cinco amos).

• De longo prazo (aqueles que devem ser realizados além dos próximos cinco anos).

• Concretos (especificados de maneira precisa).

• Claros (definir como podem ser realizados).

• Factíveis (possíveis de ser realizados).

• Associados ao tempo (quando e em quanto tempo?).

• Mensuráveis (que se pode medir até o ponto em que foi realizado).

3. Estratégias – são as ações que o administrador se propõe a realizar para atingir seus objetivos. As estratégias são caminhos que o administrador deve seguir em direção aos seus objetivos. Existem muitos caminhos que levam a uma mesma meta. Escolher uma estratégia envolve entre outras coisas, os aspectos relacionados com:

• Prazos previstos;

• Recursos disponíveis;

• Locais determinados;

• Indicação de tarefas;

• Contratação de pessoal, etc.

4. Critérios de avaliação – são critérios que medem se cada um dos planos foi realizado e se os resultados foram realmente atingidos.

O administrador deve determinar com precisão, o que espera obter em cada passo do que foi planejado. O planejamento envolve todas as atividades do negócio, por isso quando o gestor formular o seu projeto, ele precisa definir também as estratégias para atuar em todas as atividades da empresa.

2. ORGANIZAÇÃO

Organização no negócio, significa o ordenamento dos recursos e das funções a fim de facilitar o trabalho e criar uma nova visão da empresa.

Organizar o negócio é ordenar:

1. O espaço:

Um lugar para cada coisa e cada coisa em seu devido lugar.

2. O tempo:

Um tempo para cada tarefa e cada tarefa em seu devido tempo.

A organização do tempo requer:

• Uma agenda para controlar os compromissos;

• Ter em mente as prioridades;

• Pontualidade para executar tudo o que foi programado.

3. O trabalho:

A organização do trabalho, pode ser bem mais simples do que imaginamos. Uma boa ideia seria, fazer uma lista de todas as tarefas que se realizam na empresa, agrupando-as da maneira mais lógica. A sequencia mais adequada é aquela que permite realizar as tarefas de forma eficiente e no menor tempo possível.

Ou seja:

• Listar as tarefas que se realizam na empresa e, agrupá-las por atividade;

• Determinar quem são os responsáveis por cada tarefa.

4. As pessoas:

Para que haja uma boa organização no negócio, este deve possuir unidade de comando e unidade de direção. De modo que, na unidade de comando cada pessoa recebe atribuições e é orientada para ao fim de suas atividades, prestarem contas com seu supervisor. Na unidade de direção, todas as tarefas são designadas a um responsável permanente.

5. Os recursos financeiros:

Implica na distribuição correta dos recursos financeiros da empresa para obter a partir dos mesmos, o maior rendimento possível.

3. DIREÇÃO

O administrador atua como um gestor de pessoas. Nota-se que, ele desempenha bem o seu papel quando assume a responsabilidade de orientar os seus colaboradores na realização de suas atividades, na solução de conflitos interpessoais e inter-setoriais. Ou seja, quando promove o envolvimento participativo de todos, seja estabelecendo objetivos e metas ou conduzindo processos.

O profissional da área de gestão, deve possuir uma visão íntegro-renovadora, que ativa a percepção e o entendimento de que é através de um perfeito equilíbrio entre os líderes e as equipes integradas (gestão participativa), na valorização dos colaboradores (políticas de recursos humanos) e numa boa liderança (os colaboradores reconhecem que ele está preparado e transmite confiança e segurança) que ele será bem sucedido e a organização só terá a ganhar.

Para o administrador exercer uma boa liderança, ele precisa desenvolver as seguintes habilidades dentro da organização aplicando tais processos.

1. Habilidades de comunicação - para atingir seus objetivos sua comunicação precisa ser clara e precisa (para que não haja distorções), respeitosa e sincera (para fortalecer a integração das equipes no ambiente de trabalho);

2. Habilidades para motivar os colaboradores - deve preocupar-se com alguns fatores importantes (como a necessidade que os colaboradores têm de reconhecimento, ser justo na solução e no gerenciamento de conflitos, permitir que todos tomem parte nas decisões e contribuam com ideias inovadoras);

3. Habilidades para exercer autoridade - é interessante que seus colaboradores encontrem nele, qualidades dignas de admiração e de respeito (os colaboradores o vejam como um exemplo a ser seguido);

4. Habilidades para avaliar desempenhos - capacidade de identificar, desenvolver e reter novos talentos (através de avaliação psicológica, treinamento com ênfase no resultado).

5. Habilidades para tomar decisões – tomar uma decisão significa, entre outras palavras, escolher uma entre várias alternativas (obviamente, aquela que ofereça maiores benefícios e com menos riscos).

Competência – nada mais é, do que o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que, quando integrados e utilizados estrategicamente pelo indivíduo, permite-lhe atingir com êxito os resultados que dela são esperados pela alta-administração.

Dentre as principais competências desenvolvidas pelo gestor de pessoas podemos citar:

1. Administração de mudanças (desenho de cargos, avaliação de desempenho, desenvolvimento de talentos).

2. Credibilidade pessoal (relações humanas, motivação, liderança).

3. Domínio do negócio (conhecimento específico de gestão, dos processos, desenvolvimento de estratégias).

As competências dependem de três fatores externos fundamentais:

1. A tarefa - desenhar e redesenhar, permanentemente postos de trabalho e funções, avaliando a capacidade das pessoas, sua inteligência, sua autonomia e seu sentido de responsabilidade;

2. O contexto da função - desenvolver formas de organização inovadoras, leves, flexíveis e interdependentes. Com chefias bem preparadas que utilizam o diálogo, a participação e a cooperação, como autênticas ferramentas de trabalho;

3. O contexto da organização - definir missões e objetivos de forma clara, praticar uma liderança efetiva e criar políticas de recursos humanos geradoras de motivação para as pessoas.

4. CONTROLE

O controle é a comparação dos planos com os resultados, para se verificar se foram cumpridos e para corrigir eventuais falhas na realização dos projetos.Consiste em realizar as seguintes atividades.

• Retomar as metas que foram estabelecidas;

• Recolher informações sobre os resultados;

• Comparar as metas com os resultados obtidos;

• Corrigir as distorções ou possíveis falhas.

Portanto, podemos afirmar que a função de controle tem os seguintes aspectos:

1. Controle- medir o desempenho - comparar com o planejamento

2. Controle - corrigir o desempenho - identificar as falhas

A partir do que foi exposto, chegamos à conclusão de que “ O melhor controle é aquele que se aplica desde o início do processo.

Diante dessa nova realidade econômica, podemos constatar que as empresas brasileiras, a exemplo das multinacionais americanas e europeias estão buscando estratégias e adotando métodos para se reinventar. Através da reengenharia, redesenharam e automatizaram seus processos. Lançaram mão do downsizing e enxugaram as suas estruturas, fechando fábricas, eliminaram operações deficitárias, reduzindo cargos e salários, cortando empregos. Além de investirem continuamente em máquinas modernas e no uso de novas tecnologias e de novos produtos, numa velocidade impressionante.Tudo isso surge como consequência de uma concorrência predatória entre os mercados e cuja tendência é de tornar-se cada vez mais acirrada. Não obstante, tendo como pano de fundo a globalização da economia. O que se pode afirmar com toda a certeza é que, numa economia aberta e sem fronteiras, não existem mercados seguros, consumidores fiéis ou garantia de estabilidade no emprego. Neste caso, podemos estar certos de que a atividade de gestão é extremamente importante para o sucesso das organizações. Pois ela agrega três fatores decisivos: eficácia, eficiência e efetividade. Os três fatores aplicadas , fazem toda diferença nos dias atuais.

Fontes bibliográficas:

CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos: O capital humano das organizações, 8° Ed. São Paulo: Atlas, 2004;

CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004;

TELES, Antonio Xavier. Psicologia Moderna, 35° Ed. Editora: Ática, 1999