Trabalho Completo Contexto Empresarial

Contexto Empresarial

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Categoria: Outras

Enviado por: Driebel 07 junho 2013

Palavras: 1303 | Páginas: 6

A administração é definida como o processo de trabalhar com pessoas e recursos na busca de objetivos de alguma organização. Em um mundo moderno, globalizado e complexo, faz-se necessário ter uma base de conhecimentos sólidos para que a organização continue competitiva no mercado, nesse sentido uma análise organizacional é de muita importância.

É necessário que o gestor tenha em mente as funções administrativas de planejar, organizar, dirigir e controlar, compreendendo quanto uma organização como um todo pode levar a obter resultados eficazes. Planejar significa pensar antecipadamente nos objetivos e nas ações, e que os atos devem ser baseados em métodos, planos ou lógicas, e não em palpites. Organizar é o processo de arrumar e alocar o trabalho, a autoridade e os recursos entre os membros de uma organização, de modo que eles possam alcançar eficientemente os objetivos da mesma. No que se refere à liderança em administração, ressalta que dirigir significa, influenciar e motivar os empregados a realizar tarefas essenciais. Já a função de controlar é certificar-se de que os atos dos membros da organização levam-na, de fato, em direção aos objetivos estabelecidos. A empresa necessita dar a maior importância às ferramentas e as técnicas da administração.

A análise ambiental é como um processo de monitoração do ambiente organizacional para identificar os riscos e oportunidades, tanto presentes como futuros, que possam influenciar a capacidade das empresas de atingir suas metas. Entende-se por ambiente organizacional o conjunto de fatores externos e internos que inevitavelmente afetam de forma positiva ou negativa as decisões empresariais.

Fatores externos que influenciam nas organizações:

-Variáveis Econômicas: Produto Nacional Bruto (PNB), Produto interno Bruto (PIB), taxa de inflação, taxa de juros, taxa de emprego e tributos são exemplos variáveis econômicas presentes no dia-a-dia. Freeman e Stoner considerem que as tendências e o entendimento dessas variáveis são críticas para o sucesso de uma organização, porém todas variam com tempo, o que torna complicado o seu acompanhamento e suas previsões.

A importância das organizações e acompanhar essas mudanças devem-se ao fato de apresentarem grandes riscos e oportunidades para seus investimentos.

A administração deve assegurar que a informação recebida com o exame dessas variáveis seja resumida e analisada para determinar quais riscos e oportunidades a empresa deve escolher.

-Variáveis Sociais: Mudanças nos aspectos demográficos e no estilo de vida afetam a composição, a localização e as expectativas do suprimento de mão de obra e do cliente de uma organização (Freeman e Stoner). A composição demográfica e cultural, por exemplo, determinam o perfil da clientela interna e externa de uma organização e como essa deve se comportar diante das expectativas de demanda.

Essas mudanças sociais não afetam somente o perfil da clientela da empresa, ela também afeta os funcionários da empresa. Essas modificações podem afetar o comportamento das relações internas podendo isso ajudar ou até mesmo atrapalhar o bom andamento do trabalho interno, uma vez que, as relações entre as pessoas interferem diretamente na produtividade. Por esses motivos é que as empresas, na atualidade, prezam muito pelo bom relacionamento dos seus colaboradores.

-Variáveis Políticas: Incluem o tipo de governo, atitude de governo sobre ás várias industrias, entre outros. A política de governo pode inibir ou incentivar a liberdade de ação das organizações. As variáveis políticas são umas das principais variáveis que interferem nas empresas, além de ser a mais lembrada e comentada pelos empresários. Elas não são somente projetos de leis, mas também aqueles acordos feitos entre o governo nacional e outros estados, facilitando assim as transações internacionais e incrementando a balança comercial do país.

-Variáveis Tecnológicas: Se refere a estrutura tributária, logística e infra-estrutura, custo de capital, capacitação de fornecedores,entre outros. As variáveis tecnológicas são cada vez mais determinantes da competitividade. A capacidade competitiva das empresas estará cada vez mais dependente da geração sistemática e continuada de inovações e não somente as de caráter incremental. Qualquer empresa envolve inúmeras tecnológicas. Tudo o que ela faz envolve algum tipo de tecnologia, apesar do fato que pode parecer que uma ou mais tecnologias dominem o produto ou o processo de produção. A importância de uma tecnologia para a concorrência não é função de seu mérito cientifico ou de uma proeminência do produto físico. Qualquer uma das tecnologias envolvidas em uma empresa pode ter um impacto significativo sobre a concorrência. Uma tecnologia é importante para a concorrência se afeta de uma forma significativa a vantagem competitiva de uma empresa ou estrutura industrial.

A contabilidade passou a ser definida como uma obrigação legal, auxiliando o empresário somente na apuração de seus impostos e não pela necessidade de se manter um controle formal e padronizado de controle do patrimônio. É notório a intensa utilização das informações contábeis por parte dos órgãos públicos em função da padronização e uniformização dos procedimentos adotados pelos contadores, afinal o governo possui total interesse em conhecer as empresas e não existe melhor ferramenta do que o balanço patrimonial, ferramenta está na qual estão descritos a totalidade dos ativos, passivos, receitas e despesas da empresa em um determinado período, considerando ainda que muitas empresas devem apresentar outras demonstrativos financeiros como complemento das informações contábeis.

Em virtude de tantas obrigações governamentais, exigências legais e falta de conhecimento muitos empresários, perderam ou não possuem interesse nas informações contábeis e acabam por não controlar o patrimônio da empresa, aliado ao fato de muitos escritórios contábeis cometer o grande erro, em oferecer serviços somente com foco nas obrigações fiscais e deixando de lado a visão gerencial, objetivo este primordial para a origem da contabilidade.

Gestão Social Interna consiste em proporcionar um bom ambiente de trabalho, motivando os colaboradores para a produtividade e contribuindo para o bem estar coletividade. São muitas as maneiras de se desenvolver um bom clima na empresa, exemplos disso são os programas de benefícios sociais, vale alimentação, vale transporte, assistência médica e social, qualificação, participação nos lucros. Há também os programas de voluntariado, onde os funcionários participam e se sentem valorizados por contribuir e ensinar outras pessoas, que talvez não tivesse o mesmo acesso a cultura, estudo, lazer.

O ambiente muda, a empresa muda, os funcionários mudam, pois cria um clima onde todos se ajudam, a empresa ajuda os funcionários com investimentos no seu quadro de pessoal e os funcionários retribuem esses investimentos com qualidade na produção, satisfação no trabalho, pontualidade, assiduidade, comprimento de regras, entre outros. O trabalhador passa a se sentir satisfeito se é reconhecido por seu trabalho.

Melo Neto e Froes (1999) afirmam que o foco da gestão social externa está na comunidade, através de ações sociais voltadas, principalmente, para as áreas de educação, saúde, assistência social e ecologia. Visa um maior retorno social, de imagem, publicitário e para os acionistas. Ainda conforme o autor, atualmente, o empresariado deve buscar continuidade, melhorar sua relação com a comunidade, visando alcançar sempre maior justiça social. Isso é necessário para a empresa manter-se competitiva nesse mercado tão acirrado.

A responsabilidade social externa é composta de desenvolvimento de projetos e programas sociais, parcerias com o governo, ONGs e a sociedade civil, aplicação de recursos em programas de preservação ambiental, capacitação para o trabalho através de programas de voluntariado, entre outros.

Gestão social cidadã, abrange questões de bem estar social. A empresa inseriu-se socialmente na comunidade, promove o desenvolvimento social e atua no campo da cidadania, mediante ações de filantropia e a implementação de seus projetos sociais. Neste estágio a empresa desenvolve ações sociais que extrapolam o âmbito da comunidade local e que se estendem à sociedade como um todo. Através da descrição destes estágios é possível perceber a amplitude das ações internas e externas que as organizações devem desenvolver para serem consideradas socialmente responsáveis.

GARAY (2001) salienta que as organizações ao agirem adicionam a suas competências básicas um comportamento ético e político, através da participação junto ao Estado, a sociedade civil organizada e grupos de cidadãos, das decisões e ações relativas a construção de formas de melhor enfrentar os problemas sociais que hoje atingem a todos.