Trabalho Completo Ferramentas Da Qualidade

Ferramentas Da Qualidade

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Categoria: Tecnologia

Enviado por: CarlosSandrini 16 maio 2013

Palavras: 3582 | Páginas: 15

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

Escola Senai “Roberto Mange”

Curso: Inspetor de Qualidade

FERRAMENTAS DA QUALIDADE

Aluno: Carlos Eduardo Sandrini

Instrutor: Paulo Nujo

Turma: Sábado Integral

Campinas – SP, 18 de Maio de 2013

Sumario:

1. Introdução.

2. Ferramentas da Qualidade.

3. Brainstorming.

4. Fluxograma.

5. Folha de Verificação.

6. Diagrama de Pareto.

7. Diagrama de Causa e Efeito.

8. Histograma.

9. Grafico de Controle e Grafico de Dispersão.

10. Conclusão.

11. Bibliografia.

INTRODUÇÃO.

A seguir, com base em conceitos abordados em sala de aula e de, fontes pesquisadas na internet, estudaremos Ferramentas da qualidade, um assunto de fundamental importancia na gestão da qualidade, que é tratada de forma especifica nas grandes industrias. Conheceremos alguns de seus idealizadores, quais são as ferramentas basicas da qualidade e ao final deste trabalho mostraremos a aplicação pratica de uma delas.

FERRAMENTAS DA QUALIDADE.

Ferramnetas da qualidade são as técnicas usadas nos processos de Gestão da Qualidade, começaram a ser utilizadas nos meados da década de 50, com base em conceitos e práticas , aplicando a Estatística.

As ferramentas da qualidade são gerenciais e possibilitam as análises de fatos e tomada de decisão com base em dados, certificando de que a decisão é a mais indicada.

A seguir conheceremos um pouco dos principais idealizadores das ferramentas da qualidade.

JURAN E DEMING

Pioneiros no emprego da qualidade. Para os Japoneses foram os responsáveis pela evolução da industria japonesa, que iniciou-se na década de 50. Suas ideologias tornaram-se a fundamentação do crescimento da qualidade.

14 PASSOS DE DEMING:

Os 14 passos recomendados por Deming são:

1- Crie uma visão consistente para a melhoria de um produto ou serviço.

2- Adote a nova filosofia e assuma a sua liderança na empresa.

3- Termine com a dependência da inspeção como via para a qualidade.

4- Minimize os custos com a seleção de um fornecedor preferencial.

5- Melhore de uma forma constante e contínua cada processo.

6- Promova a aprendizagem no terreno (training on the job).

7- Encare a liderança como algo que todos podem aprender.

8- Não lidere com base no medo. Evite usar um estilo autoritário de gestão.

9- Destrua as barreiras entre os departamentos funcionais.

10- Elimine as campanhas ou slogans com base na imposição de metas.

11- Abandone a gestão por objetivos com base em indicadores quantitativos.

12- Não classifique o desempenho dos trabalhadores ordenando-os por ranking.

13- Crie um ambicioso programa de formação para todos os empregadores.

14- Imponha a mudança como sendo uma tarefa de todos os trabalhadores.

PHILIP CROSBY:

Nos Estados Unidos , Philip Crosby idealizou a sua teoria dos zero defeitos (lançada em 1961) sua teoria enfatizava “fazer bem à primeira vez”, esta teoria primava pela conformidade com especificações. Sendo o objetivo é ter zero defeitos, essa meta irá encorajar as pessoas a melhorarem continuamente. Para Crosby zero defeitos , não é só um slogan, melhor dizendo é um standart de desempenho da gestão. Crosby fundamenta sua teoria dizendo que os responsáveis pela falta de qualidade são os gestores, e não os colaboradores. Para ele todas as iniciativas de qualidade devem vir de cima para baixo, e devem ser lideradas, reforçando que para isso faz-se necessário o empenhamento da gestão de topo e a capacitação técnica dos empregados em instrumentos de melhoria da qualidade, sendo também de igual importância a criação de um grupo estratégico de especialistas da qualidade nas empresas. Empenha-se em três pontos básicos:Determinação, formação e liderança. Idealizou os 14 pontos de melhoria da qualidade

ARMAND FEIGENBAUM

foi o idealizador do conceito de controle total da qualidade.

TAORU ISHIKAWA E GENICHI TAGUCHI:

Ishikawa saiu na frente , aproveitou os ensinamentos de Deming e Juran e criou as sete famosas ferramentas do controle estatístico da qualidade. Também idealizou os círculos de qualidade que são: análise de Pareto; diagramas de causa-efeito (hoje denominado de Ishikawa); histogramas; folhas de controle; diagramas de escada; gráficos de controle; e fluxos de controle). Pela sua teoria dos círculos cerca de 95% dos problemas de qualidade poderão ser resolvidos por meio destas sete ferramentas da qualidade.. Taguchi foi o idealizador do design industrial, marcando ponto na evolução do movimento da qualidade nipônica. Na teoria de Taguchi, a qualidade e o custo de um produto são determinados em grande medida pelo seu design e pelo seu processo de fabricação.

OUTROS “GURUS” DA QUALIDADE:

Massaaki Imai - criador da filosofia Kaisen, Teoria da melhoria contínua;

James Harrington- idealizou vários passos dentro da melhoria ;

Richard Schonberger – realizou a transição de técnicas japonesas como o just-in-time, para o mundo ocidental.

BRAINSTORMING

(Tempestade de idéias)

Brainstorming é uma técnica que visa desinibir os participantes de uma reunião/equipe para que dêem o maior número possível de idéias, encorajando o pensamento criativo de todos.

Objetivos

1. Gerar uma ampla variedade de idéias. Esta meta é baseada no princípio de que o brainstorming é sinérgico - isto é, produz um efeito total maior do que aquele que pode ser produzido por esforços individuais.

2. Assegurar que todos os membros da equipe se envolvam no processo de solução do problema. Todas as idéias geradas pela equipe são potencialmente válidas e cada participante deve estar certo de que pode dar sua contribuição.

3. Assegurar que nada é deixado de lado. O brainstorming se preocupa em incluir todas as idéias possíveis. Se as regras básicas forem seguidas, os participantes estarão confiantes em que cada idéia possível para o problemas foi enunciada e levada em consideração.

4. Criar uma atmosfera de criatividade e abertura. Funcionando corretamente, uma sessão de brainstorming pode desbloquear mentes geralmente fechadas em relação à área de criatividade.

Aplicação

1. Busca de problemas, por meio da análise de áreas problemáticas;

2. Busca de fatos que levem à definição de um problema;

3. Busca de idéias que ajudem na solução de problemas;

4. Busca de critérios para avaliação de soluções de problemas.

O brainstorming pode ser usado de duas formas:

1.Estruturado - nesta forma, todas as pessoas da equipe devem dar uma idéia a cada rodada ou "passar" até que chegue a sua vez.

Vantagem: obriga até mesmo os tímidos a participarem.

Desvantagem: pode gerar certa pressão sobre a pessoa.

2.Não-estruturado - nesta forma, os membros da equipe simplesmente dão idéias conforme elas surgem em suas mente.

Vantagem: pode criar uma atmosfera mais relaxada. Desvantagem: há risco de dominação/monopolização pelos participantes mais extrovertidos.

Para participar como membro de uma sessão de brainstorming, observe

primeiramente suas regras básicas:

Regras básicas

1. Não é permitido críticas. Não deverá ocorrer avaliação ou críticas às idéias de terceiros durante o processo. Críticas só irão inibir a receptividade da equipe em relação às suas próprias idéias. Respeite as diferentes opiniões. Suspenda préjulgamentos.

2. Cada pessoa tem igual oportunidade para expressar idéias. Nenhuma pessoa deve predominar na exposição de idéias. Isto poderá ser conseguido, dando a vez a cada pessoa, de forma ordenada.

3. Quantidade acima da qualidade. Devem ser geradas tantas idéias quanto possíveis. Idéias geram outras idéias.

4. Estímulo a debates e troca de idéias. Estes termos significam que os membros da equipe tentam extrair idéias a partir das idéias dos demais. Freqüentemente, a idéia de alguém irá desencadear outra idéia ligeiramente diferente por parte de outro participante. É permitido "pegar carona" na idéia do outro.

5. Ouça sem preconceitos. Todos, independente de função, devem ser ouvidos e terem suas opiniões sobre o tema.

6. Não tenha receio de dar idéias. Antes de ser selecionada, a sua idéia tem a mesma importância do que a dos outros.

7. Tenha o pensamento flexível. Deixe fluir o seu pensamento. Olhe o problema sob vários pontos de vistas.

8. Seja ousado nas sugestões de melhoria. Pense diferente, inove.

Como desenvolver uma sessão de brainstorming

1. Escolha um secretário ou um mediador. Esta pessoa registra as idéias na medida em que são geradas, e certificar-se de que a equipe não viole quaisquer regras básicas.

2. Gere idéias. Inicie a geração de idéias de modo ordenado, permitindo uma idéia por pessoa. Um elemento da equipe com mais de uma idéia deve escrevê-las para depois colocá-las quando chegada a sua vez. Se os participantes não tiverem idéias a acrescentar, eles poderão passar a palavra ao colega mais próximo.

3. Registre as idéias. À medida que as idéias são geradas, o secretário as registra numa folha de "flip chart”. É importante que as idéias sejam apresentadas de tal modo que a equipe possa vê-las. Assim que as folhas do "flip chart" são preenchidas, devemser fixadas na parede. Sete a dez minutos é o tempo recomendável para uma sessão de brainstorming.

Tempo para uma sessão de brainstorming: 5 a 15 minutos são suficientes.

O brainstorming é utilizado para a geração de idéias, porém deve ser combinada com outras ferramentas para a classificação e seleção (priorização) das idéias a serem trabalhadas.

FLUXOGRAMA.

É uma configuração (desenho) que contem as indicações passo a passo das etapas ou atividades de um processo de produção ou execução de um serviço.

Representa uma seqüência de trabalho, de forma detalhada ou macro na qual asoperações ou os responsáveis e os departamentos envolvidos são visualizados nos processo.É conhecido também com os nomes de flow-chart , carta de fluxo do processo, gráficode seqüência, gráfico de processamento dentre outros. É uma ferramenta para a avaliação de processos administrativos e produção, que pode ser utilizada para a melhoria de processos. É utilizada nas etapas de observação e padronização

do PDCA de melhoria deprocessos.

Benefícios do fluxograma:

Um fluxograma traz os seguintes benefícios

-Oferece compreensão única do processo

- Possibilita a correção / eliminação de anormalidades ou etapas

-Permite a visualização das:

• Etapas que necessitam padronização

• Relações interdepartamentais

• Relações entre etapas e fases

Principais objetivos

-Padronização na representação dos métodos e os procedimentos operacionaise administrativos;

-Descrever com maior rapidez os métodos operacionais e administrativos;

-Facilita a leitura e o entendimento das rotinas operacionais e administrativas

FOLHA DE VERIFICAÇÃO

A folha de verificação é uma das sete ferramentas da qualidade e é considerada a mais simples das ferramentas. Apresenta uma maneira de se organizar e apresentar os dados em forma de um quadro, tabela ou planilha, facilitando desta forma a coleta e análise dos dados.

A utilização da folha de verificação economiza tempo, eliminando o trabalho de se desenhar figuras ou escrever números repetitivos, não comprometendo a análise dos dados.

A seguir, apresentamos um exemplo de folha de verificação utilizada no levantamento da produção mensal de uma fábrica de biscoitos. Esta folha de verificação é capaz de proporcionar evidência objetiva para análises de eventuais problemas envolvendo a produção de diferentes biscoitos.

Folha de verificação

De acordo com o exemplo acima, podemos perceber que a produção do biscoito tipo waffer vem diminuindo semana a semana, o que pode ou não, ser indício de um problema. Portanto, a folha de verificação tem grande aplicação para levantamento e verificação de dados e fatos.

Na administração da qualidade, não é possível tomar decisões acertadas ou propor planos de melhoria com base apenas em suposições e argumentos que não estejam fundamentadas em fatos e dados. Por exemplo, quando um funcionário comenta que o serviço de entrega está ruim, não é possível saber se isso é fato ou opinião, não suportada por qualquer evidência objetiva. Mas, se o funcionário informa que, de acordo com levantamento realizado, das 1500 entregas feitas no mês de setembro, foram registradas 50 reclamações de clientes, o que significa que para cada 30 entregas, uma entrega apresentou problema, ele está comprovando um fato para que uma decisão seja tomada. Mas, para dispor desses dados, é necessário que eles tenham sido coletados. Daí a importância das folhas de verificação: elas possibilitam a coleta dos dados e a sua disponibilidade (são evidências objetivas) para análise e solução de eventuais problemas.

Sobre os fatos é que devem se basear as decisões empresariais, levando-se em conta a melhoria da qualidade de produtos, processos produtivos e serviços. As opiniões devem ser motivadoras e capazes de proporcionar as evidências objetivas onde as decisões precisam se apoiar.

DIAGRAMA DE PARETO.

O princípio de Pareto apresenta para várias situações 80% das consequências vem de 20% das causas. Isso pode ser muito útil para tratar não conformidades, identificar pontos de melhoria e definir que planos de ação devem ser atacados primeiro no que diz respeito a prioridade.

Estabelece que os problemas referentes a qualidade de produtos e processos, que resultam em perdas, podem ser classificados da seguinte maneira:

• Poucos vitais: representam poucos problemas que resultam em grandes perdas.

• Muitos triviais: representam muitos problemas que resultam em poucas perdas.

O Diagrama de Pareto é uma ferramenta que apresenta um gráfico de barras que permite determinar, por exemplo, as prioridades dos problemas a serem resolvidos, através das frequências das ocorrências, da maior para a menor, permitindo a priorização dos problemas, pois na maioria das vezes há muitos problemas menores diante de outros mais graves.

Como fazer o Diagrama de Pareto

• Determine o tipo de perda que você quer investigar;

• Especifique o aspecto de interesse do tipo de perda que você quer investigar;

• Organize uma folha de verificação com as categorias do aspecto que você decidiu investigar;

• Preencha a folha de verificação;

• Faça as contagens, organize as categorias por ordem decrescente de frequência, agrupe aquelas que ocorrem com baixa frequência sob denominação “outros” e calcule o total;

• Calcule as frequências relativas e as frequências acumuladas.

EXEMPLO

Uma empresa fabrica e entrega seus produtos para várias lojas de varejo e quer diminuir o número de devoluções. Para isto, investigou o número de ocorrências geradoras de devolução da entrega no último semestre, conforme apresentado na tabela abaixo:

Passos para Construção do Diagrama de Pareto

Primeiro passo: refazer a folha de verificação ordenando os valores por ordem decrescente de grandeza.

Segundo passo: acrescentar mais uma coluna indicando os valores acumulados.

Terceiro passo: acrescentar mais uma coluna onde serão colocados os valores percentuais referentes a cada tipo de ocorrência.

O cálculo é feito dividindo-se o número de ocorrências de um determinado tipo pelo total de ocorrências no período.

Quarto passo: acumulam-se estes percentuais em uma última coluna.

Com estes dados pode ser construído o gráfico de Pareto, apresentado a seguir:

Conforme apresentado no gráfico acima, para diminuir o problema de devolução de produtos será necessário criar um programa de ação para a empresa diminuir os atrasos de entrega da fábrica e da transportadora. Com isso, 53% do problema será resolvido.

O diagrama de pareto é um recurso gráfico utilizado para estabelecer uma ordenação nas causas de perdas que devem ser sanadas, auxiliando na identificação dos problemas, priorizando-os para que sejam resolvidos de acordo com sua importância. Isso não quer dizer que nem todos os problemas são importantes, mas sim que alguns precisam ser solucionados com maior urgência.

O diagrama de pareto faz parte das sete ferramentas da qualidade e permite uma fácil visualização e identificação das causas ou problemas mais importantes, possibilitando a concentração de esforços para saná-los.

DIAGRAMAS DE CAUSA E EFEITO (DIAGRAMA DE ISHIKAWA)

Esta ferramenta é uma representação gráfica que nos possibilita organizar informações, auxiliando na identificação das possíveis causas de um determinado problema (efeito).

Considerada uma das 7 ferramentas da Qualidade, sendo uma importante ferramenta para o gerenciamento do controle da Qualidade, criada pelo engenheiro químico Kaoru Ishikawa em 1943.

Você deve utilizar quando necessário identificando todas as possíveis causas que contribuem para o problema (efeito) no processo.

Primeiramente você deve seguir 5 passos para a aplicação desta ferramenta

1. Definir o problema sob estudo;

2. Criar a espinha de peixe identificando o problema (efeito) analisado;

3. Identificar as causas mais prováveis do problema (efeito), utilizando para esta avaliação o trabalho do grupo como pesquisa de campo, classificando pelo grau de criticidade identificado pelo Gráfico de Pareto;

4. Relacionar cada problema (efeito) para uma espinha de peixe;

5. Analisar estas causas e planejar ações.

O Diagrama de Causa-e-Efeito, também conhecido por espinha de peixe ou Ishikawa, é utilizado para facilitar a visualização entre os fatores que causam o problema, e o seu efeito.

Normalmente é elaborado a partir de um “brainstorming”, e permite que sejam colocados através de grupos as possíveis causas do problema.

Estes grupos podem ser associados ao 6M´s:

1. Máquina

2. Método

3. Mão de obra

4. Matéria prima

5. Meio ambiente

6. Medição

Dica: O Brainstorming ou tempestade de ideias é a prática do trabalho em grupo, onde todos os participantes contribuem com sua opinião dentro do assunto abordado.

Na imagem abaixo criei a espinha de peixe ou Ishikawa, este modelo para melhor uso deve ser utilizado na hora da reunião em grupo e preenchido a mão, facilitando para todos acompanhar o preenchimento.

• Método: Qual o formato do processo, detalhar as informações relacionadas ao sistema de trabalho;

• Máquina: Realacionar todos os equipamentos utilizado durante este trabalho;

• Medida: Como medido o processo e seu formato;

• Meio ambiente: Especificar quais as características físicas do ambiente de trabalho (temperatura, ruídos, iluminação,motivação, remuneração, relação entre diferentes níveis hierárquicos);

• Matéria-prima: Quais as característica dos insumos para a realização do processo;

• Mão de obra: Quais as especificações relacionadas ao comportamento dos colaboradores envolvidos no processo;

• Efeito: O efeito do conjunto de fatores, desejáveis e não-desejáveis, listados acima.

Dicas para o melhor desempenho do estudo através do Diagrama de Causa e Efeito

• Reunir todas as pessoas envolvidas no processo identificado para estudo;

• Reunir informações baseadas nas causas;

• Objetividade no estudo.

Esta ferramenta facilita o estudo e identificação da causa que gera o efeito, tornando-se o início de um trabalho que origina a ação, Portanto envolva toda a equipe deste processo para melhor aproveitamento deste estudo, a sua aplicação poderá ser mais ampla conforme a necessidade do estudo a ser aplicado

HISTOGRAMA

Na estatística, um histograma é uma representação gráfica da distribuição de frequências de uma massa de medições, normalmente um gráfico de barras verticais. É uma das Sete Ferramentas da Qualidade.

O histograma é um gráfico composto por retângulos justapostos em que a base de cada um deles corresponde ao intervalo de classe e a sua altura à respectiva freqüência. Quando o número de dados aumenta indefinidamente e o intervalo de classe tende a zero, a distribuição de freqüência passa para uma distribuição de densidade de probabilidades.

A construção de histogramas tem caráter preliminar em qualquer estudo e é um importante indicador da distribuição de dados. Podem indicar se uma distribuição aproxima-se de uma função normal, como pode indicar mistura de populações quando se apresentam bimodais.

Histograma:

Gráfico composto por duas linhas perpendiculares onde a altura representa o valor da grandeza, e as grandezas são colocadas na linha horizontal. Sobre cada uma levanta-se uma barra que termina na altura relativa ao valor de sua grandeza. Conhecido também como gráfico de barras.

Representação histográfica, constituída de uma série de retângulos justapostos que têm por base o intervalo de classe. A área de cada retângulo é proporcional à freqüência da classe correspondente e tem grande aceitação nos casos de distribuição contínua de freqüência.

O campo da computação, chamado, processamento de imagem, é um exemplo prático de como histogramas podem ser utilizados. Numa imagem a informação da quantidade de vezes que uma determinada cor se repete representa o histograma dessa imagem. Como as possibilidades de cores são altas, esse tipo de histograma é gerado com base numa foto preto e branco.Uma informação assim sobre a imagem é importante pois pode gerar parâmetros para a avaliação da qualidade da mesma, como nitidez, luminosidade e profundidade.

Etimologia

A etimologia da palavra histograma é incerta. Algumas vezes é dito que essa palavra deriva do termo grego histos "não erguido" (como os mastros do navio ou as barras verticais do histograma) egramma "desenhar, escrever, gravar". Também se fala que a palavra deriva de "historical diagram", Karl Pearson teria introduzido o termo em 1895.

GRAFICO DE CONTROLE E GRAFICO DE DISPERÇÃO

Diagrama de Dispersão

O diagrama de dispersão é a etapa seguinte do diagrama de causa e efeito, pois verifica-se se há uma possível relação entre as causas, isto é, nos mostra se existe uma relação, e em que intensidade.

Visa também identificar a existência de tendência na variação conjunta (correlação) entre duas ou mais variáveis.

Na prática do dia-a-dia é, muitas vezes, essencial estudar-se a relação entre duas variáveis correspondentes.

Muitas vezes o diagramna de dispersão é utilizado para estudar a Relação entre Característica de Qualidade e fator que a afeta, Relação entre duas Características de qualidade e Dois fatores relacionados a uma única característica de qualidade.

Gráfico de Controle ou Carta de Controle

Walter Shewhart propôs em 1926 o primeiro gráfico de controle que permitia formular um caminho para tomar dados de um processo, permitindo nos informar se a variação do processo é estável, eliminando uma variação anormal e estimando seu significado e desvio padrão.

São gráficos para examinar se o processo está ou não sob controle. Sintetizam um amplo conjunto de dados, usando métodos estatísticos para observar as mudanças dentro do processo, baseado em dados de amostragem.

Pode nos informar em determinado tempo como o processo está se comportando, se ele está dentro dos limites pre-estabelecidos, sinalizando assim a necessidade de procurar a causa da variação, mas não nos mostrando como eliminá-la.

APLICAÇÃO DE UMA FERRAMENTA DA QUALIDADE

A seguir explicaremos a palicação pratica de uma das 7 ferramentas basicas da qualidade, neste caso escolhemos a folha de verificação. A folha de verificação consiste em expor de forma simples pratica e organizada dados a serem analizados, fazendo assim desnecessario a utilização de figuras ou numero, evitando assim desperdicio de tempo, ela funciona por exemplo como um check list de atividades,ou de materias de estoque etc.

Consideramos um centro de distribuição de uma multi-nacional, em que a organização esta passando por uma reestruturação organizacional e, faz-se necessario a realização de um inventario, onde sera feita a contabilidade de PA’s( produtos acabados). È feita uam relação com os produtos constantes no CD, descriminados por marca, modeo, cor e quantidade:

Marca Modelo Cor Qtde

Continental FGCT004PSGDA0BR/02 BRANCO 7.000

DAKO FGDK004SUPDA0AR/02 AREIA 150

GE ELETRONIC FGGE005INVDA2IN/02 INOX 600

Podemos considerar este exemplo de check list de estoque de fogões como uma folha de verificação que sera empregada com fonte de informação de produtos constantes no CD, e após conferencia de produtos sera anotado um confere, caso a quantidade esteja batendo com o informado na folha de verificação.

CONCLUSÃO

Concliumos ao final deste estudo, que as 7 ferramentas basicas da qualidades são de fundamental importancia para organização e gestão de processos produtivos das organizações, a fins de controle estatistico, identificação e correção de problemas, identificação e organização de processos e por fim soluções de problemas apresentados. Ao aprofundar- se no conhecimento de cada uma delas e de suas aplicações podemos conclir que não só na gestão de qualidade ,mas tambem na gestão de processo e de pessoas podemos aplicar estas ferramentas, como por exemplo brainstorm para treinamento de pessoal, fluxograma para organização de processos, diagrama de pareto para organização de materias, folha de verificação para controle de estoque e produção.

REFERENCIA BIBLIOGRAFICA

http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAs9UAA/ferramentas-qualidade-resumo

http://pt.scribd.com/doc/46162876/Ferramenta-de-Gestao-da-Qualidade-Brainstorming-Tempestade-Cerebral

http://pt.scribd.com/doc/46353373/Ferramentas-de-Gestao-da-Qualidade-Fluxograma

http://www.blogdaqualidade.com.br/folha-de-verificacao/

http://www.blogdaqualidade.com.br/diagrama-de-pareto/

http://www.qualidadebrasil.com.br/noticia/qualidade_diagramas_de_causa_e_efeito

http://www.qualidadebrasil.com.br/noticia/o_que_e_histograma

http://h2ac.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=99&Itemid=106#5