Trabalho Completo Fonologia - O Estudo Dos Sons Que Formam As Palavras

Fonologia - O Estudo Dos Sons Que Formam As Palavras

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Categoria: Língua Portuguesa

Enviado por: jaquee 29 novembro 2012

Palavras: 2494 | Páginas: 10

1 - Fonologia - O estudo dos sons que formam as palavras

1.1 - Introdução

Palavra Fonologia tem origem nos radicais gregos fono (som) e logia (estudo), e trata do estudo dos diversos sons de uma determinada língua.

É justamente através da combinação de cada um desses sons, chamados fonemas, que são criadas toda a palavra usada na nossa língua.

Cada palavra, portanto, é formada por um conjunto de vários fonemas. A simples troca de um dos fonemas de uma palavra irá transformá-la em outra, de significado completamente diferente. Isso ocorre, por exemplo, com as palavras camelo e cabelo. Assim, com poucos fonemas, é possível criar milhares de palavras.

1.2 - Fonemas x Letras

Na linguagem escrita, os fonemas são representados por sinais gráficos, aos quais chamamos de letras. Entretanto, não há uma correspondência simples entre letras e fonemas.

Há casos em que a mesma letra representa fonemas (sons) diferentes, como é o caso da letra c em cegonha e cabelo. Há outros casos em que letras diferentes representam o mesmo fonema, como ocorrem com as letras s e c que representam o mesmo som em sala e cenoura.

Também é possível que uma só letra represente dois fonemas, como o x que soa como ks em táxi, ou que duas letras representem um só som, como rr em carro, ou até mesmo casos em que uma letra não represente nenhum fonema, como o h de hotel.

É por isso que surgem tantas dúvidas na hora de escrever as palavras.

1.3 - Exercício:

Analise as palavras abaixo e descubra quantas letras e fonemas existem em cada uma delas:

hélice

anexo

coelho

acesso

Confira as respostas:

hélice - 6 letras - 5 fonemas (h - não representa nenhum fonema)

anexo - 5 letras - 6 fonemas (x - representa 2 fonemas: ks)

coelho - 6 letras - 5 fonemas (lh - representa 1 fonema)

acesso - 6 letras - 5 fonemas (ss - representa 1 fonema)

1.4 - Sílabas

Quando um ou mais fonemas são pronunciados numa mesma emissão de voz, dizemos que formam uma sílaba.

Os fonemas que formam as sílabas das palavras da língua portuguesa são classificados em vogais, semivogais e consoantes.

1.5 - Vogais

As vogais são os únicos fonemas do alfabeto que podem ser pronunciados sozinhos, sem o auxílio de outro fonema.

As vogais sempre desempenham o papel de núcleo das sílabas. Em termos práticos, isso significa que em toda sílaba há necessariamente uma única vogal.

Na escrita, as vogais são representadas pelas letras a, e, i, o, u e, com o Novo Acordo Ortográfico, também o y, que foi reintroduzido em nosso alfabeto e se comporta da mesma forma que a letra i, e o w, que, dependendo da língua original do vocábulo, pode ser consoante (quando pronunciado com som de V) ou vogal (quando pronunciado com som de U).

1.6 - Semivogais

As semivogais podem ser representadas pelas letras "e", "i", "o", "u", sendo que as letras "e" e "o", quando semivogais, apresentam som de "i" e "u". Lembramos que, com o Novo Acordo Ortográfico, também o y e o w, que foram reintroduzidos em nosso alfabeto, poderão fazer o papel de semivogal, já que se comportam da mesma forma que as letras "i" e "u" respectivamente (lembramos que se o w for pronunciado como v, será consoante).

As semivogais sempre acompanham alguma vogal, com a qual formam uma sílaba. Portanto, nunca haverá uma sílaba com apenas uma semivogal. Desta forma, as semivogais nunca farão o papel de núcleo da sílaba, que é sempre desempenhado por uma vogal.

1.7 - Como diferenciar as Vogais das Semivogais

Como as letras que representam as semivogais são as mesmas que representam as vogais, pode haver certa dificuldade para diferenciá-las, mas para isso basta atentar para o seguinte:

Se na sílaba só há uma letra que representa vogal (a, e, i, o, u, w, y), esta é necessariamente uma vogal, pois as semivogais não aparecem sozinhas na sílaba, mas apenas acompanhadas por uma vogal.

Outra dica simples é observar se na mesma sílaba houver uma letra "a" e outra letra que representa semivogal, pois dessa forma, esta outra será semivogal, pois o "a" sempre será vogal.

As vogais sempre possuem som mais forte em relação às semivogais. Assim, se na mesma sílaba houver duas ou três letras que representam semivogais (e, i, o, u, w, y), a vogal será sempre a que tiver som de "e" ou "o" (som mais forte), enquanto as semivogais serão as que tem som de "i" ou "u" (som mais fraco).

Caso haja uma sequência de letras que representam vogais e os sons de "i" e "u" sejam tão fortes como os outros sons ("a", "e", "o"), estas letras não estarão na mesma sílaba e formarão um hiato, como veremos mais tarde.

1.8 - Exercícios

Verifique se as letras sublinhadas são vogais ou semivogais:

Fios

Portais

Vaca

Averiguei

Voltou

Campeões

Água

Confira:

Fios - o: vogal (i também é vogal - i-o: hiato)

Portais - i: semivogal (a é vogal - ai: ditongo decrescente)

Vaca - a: vogal (a sempre é vogal)

Averiguei - e: vogal (u e i são semivogais - uei: tritongo)

Voltou - u: semivogal (o é vogal - ou: ditongo decrescente)

Campeões - o: vogal (e é semivogal - õe: ditongo decrescente)

Água - u: semivogal (a é vogal - ua: ditongo crescente)

1.9 - Encontros Vocálicos

Os encontros vocálicos são agrupamentos de vogais e semivogais, sem consoantes intermediárias.

É importante reconhecê-los para fazermos a correta divisão silábica dos vocábulos.

Existem 3 tipos de encontros vocálicos: ditongos,tritongos e hiatos.

Ditongo é o encontro de uma vogal com uma semivogal ou de uma semivogal com uma vogal. Em ambos os casos, vogal e semivogal pertencem a uma mesma sílaba.

Os ditongos podem ser classificados de duas formas:

Quanto à posição da Vogal e Semivogal:crescentes ou decrescentes;

Quanto à Pronúncia: orais ou nasais.

Ditongos crescentes: ditongos em que a semivogal vem antes da vogal.

Exemplos: água, qual, mágoa, glória, mandioca, pátria, sério.

Ditongos decrescentes: ditongos em que a vogal vem antes da semivogal.

Exemplos: moita, cai, mói, mãe, céu, caule.

Ditongos orais: ditongos que podem ter pronúncia fechada.

Exemplos: meu, doido

... ou aberta.

Exemplos: ideia, rói

Ditongos nasais: ditongos com som nasalizado e pronúncia fechada. Podem ser representados por vogal e semivogal ou pelas vogais A e E seguidas de M no final da palavra.

Exemplos: mãe, pão, falam (fálãu), batem (bátêi), alguém (alguêi)

Tritongo é a sequência formada por uma semivogal, uma vogal e uma semivogal, sempre nesta ordem. O tritongo pertence a uma única sílaba:

Exemplos: Pa-ra-guai, quão

Podem ser, de acordo com a natureza da vogal, orais...

Exemplos: Uruguai, averiguei, redarguiu, enxaguou

Ou nasais...

Exemplos: saguão, enxáguam, enxáguem, saguões

Hiato é o encontro de duas vogais numa mesma palavra.

Como em uma sílaba só pode haver uma única vogal, os hiatos são sempre separados na separação silábica.

Exemplos: sa-í-da, mo-o, ru-im, pa-ís, ci-ú-me.

1.10 - Consoantes

Os outros fonemas denominam-se consoantes, e apenas são pronunciados quando combinados com alguma vogal.

O termo consoante também é usado para classificar as letras do alfabeto, por causa dos sons que elas representam.

No alfabeto português são chamadas de consoantes: B, C, D, F, G, H, J, K, L, M, N, P, Q, R, S, T, V, X, Z. Dependendo da língua original do vocábulo, o W pode ser consoante (quando pronunciado com som de V) ou vogal (quando pronunciado com som de U).

1.11 - Encontros Consonantais

Ocorre encontro consonantal quando há, em uma palavra, uma sequência de fonemas consonantais, sem nenhuma vogal intermediária.

Os encontros consonantais são Perfeitos quando aparecem numa mesma sílaba, normalmente quando uma consoante é seguida por "r" ou "l" ou em grupos consonantais que aparecem no ínicio de palavras.

Exemplos: pra-to, fla-tu-lên-cia, bro-to, fro-ta, pneu-má-ti-co, gno-mo, psi-co-lo-gia

São chamados Imperfeitos quando aparecem em sílabas diferentes.

Exemplos: cor-ja, ad-vo-ga-do, ab-du-zir, sub-so-lo, rit-mo, al-ge-mar, cos-tas

Alguns encontros consonantais merecem especial cuidado porque, na pronúncia despreocupada, tendem a constituir duas sílabas pela intercalação de uma vogal.

Exemplos desses enganos:

• adivogado e adevogado ao invés de advogado;

• abissoluto ao invés de absoluto;

• adimirar ao invés de admirar;

• áfita ao invés de afta;

• rítimo ao invés de ritmo;

• pineu e peneu ao invés de pneu;

• indíguino ao invés de indigno;

Mas atenção: o desejo de corrigir o engano anterior leva, muitas vezes, a omissão de vogal de certos vocábulos.

Exemplos desses enganos:

• advinhar ao invés de adivinhar;

• subtender ao invés de subentender;

1.12 - Dígrafos

Dígrafo, do grego di (dois) e grafo (escrever), também conhecido por digrama (di - dois e gramma - letra), ocorre quando duas letras representam um único fonema.

Apesar de alguns dígrafos serem compostos por duas consoantes, eles não formam um encontro consonantal, pois representam um só fonema.

Podemos dividir os dígrafos da língua portuguesa em dois grupos: os dígrafosconsonantais (que representam consoantes) e os dígrafos vocálicos (que representam vogais nasais).

Dígrafos Consonantais Inseparáveis

(pertencem à mesma sílaba)

CH - cachorro, chuva, China, cheio;

LH - pilha, galho, velho, malha;

NH - banha, ganhar, vinho, sonho;

GU - guerra, seguinte, águia, guitarra;

QU - leque, quebra, aquilo, questão.

Dígrafos Consonantais Separáveis

(por convenção, se separam na divisão silábica)

RR - bairro, erro, burro, carro;

SS - asseio, passo, assunto, pássaro;

SC - descer, piscina, ascensão, descendente;

SÇ - desça, cresço, nasço, nasça;

XC - excitado, exceção, exceder, exceto;

XS - exsuar e exsudar (sinônimos de transpirar);

Em palavras em que as letras GU, QU, SC e XC se pronunciam, não há dígrafo, como nos exemplos abaixo:

GU - aguentar, linguiça, água, agudo;

QU - cinquenta, frequente, aquarela, aquoso;

SC - escada, escalada, fusca, escama;

XC - exclamar, exclusivo, excluir;

Obs. 1: As letras GU e QU só serão dígrafos quando, seguidas por E ou I, o U não for pronunciado.

Obs. 2: Com o Novo Acordo Ortográfico, o trema não será mais usado sobre o Upara indicar que é pronunciado nos grupos GU e QU seguidos por E ou I.

Dígrafos Vocálicos (que representam vogais nasais)

AM - tampa, rampa, bamba, campo;

AN - santa, janta, sangue, mangue;

EM - tempo, sempre, lembro, templo;

EN - venda, tento, sente, vento;

IM - limpo, limbo, ímpeto, imparcial;

IN - tingir, linda, finta, ginga;

OM - ombro, rombo, computador, comprometido;

ON - sonda, ronda, tonto, fronte;

UM - jejum, nenhum, tumba, cumprir;

UN - mundo, fundo, nunca, sunga;

Lembre-se:

Como já foi dito anteriormente, quando o AM e EMaparecem no final de uma palavra, não são dígrafos, e sim ditongos nasais.

Exemplos: falam (fálãu), batem (bátêi), alguém (alguêi)

Regras Antigas para o Emprego do Hífen

1 - Ortografia - Emprego do Hífen

1.1 - Introdução

O uso do hífen sempre é motivo de incerteza para aqueles que vão redigir um texto. Muitos acham até que não há regras específicas para seu uso, tamanha a quantidade de dúvidas.

Neste curso veremos quais eram as regras aplicadas antes do Novo Acordo Ortográfico. Lembramos que essas regras antigas conviverão com as novas até o final de 2012. A partir de 2013, apenas as novas regras vigorarão.

1.2 - Verbos + Pronomes Oblíquos

Começaremos com o caso mais fácil: emprega-se o hífen (-) para ligar pronomes oblíquos aos verbos com que se relacionam:

• • Ofereceram-me;

• Retive-o;

• Deixa-o;

• Obedecer-lhe;

• Levá-la-ei (mesóclise);

• Chamar-se-á (mesóclise);

• Mostre-se-lhe (dois pronomes relacionados ao mesmo verbo).

1.3 - Palavras Compostas

Para palavras compostas, a regra geral é que se deve empregar o hífen apenas se os seus elementos formadores (palavras que formam o composto) perderam sua significação individual para que a palavra composta adquirisse um significado único.

Isso pode ser visto claramente nos seguintes exemplos:

• • Abaixo assinado x abaixo-assinado

• Mesa redonda x mesa-redonda

• Testa-de-ferro x testa de ferro

Repare que sem o hífen, as palavras mantém seu significado individual:

• • Abaixo assinado: é o indivíduo que subscreve, que assina abaixo de um texto ou reivindicação.

• • Mesa redonda: é uma mesa de formato redondo

• • Testa de ferro: testa que é feita de ferro (robô, por exemplo) ou, no sentido figurado, testa dura como o ferro.

Já nas palavras compostas, nas quais o hífen é usado, repare que os elementos formadores perdem sua significação individual para que a palavra composta formada adquira um significado completamente novo:

• • Abaixo-assinado: é o documento, que normalmente contém um texto ou reivindicação, que várias pessoas subscrevem.

• • Mesa-redonda: é uma reunião destinada a debater determinado assunto

• • Testa-de-ferro: é o índivíduo que se apresenta como responsável por atos de outra pessoa.

Veja alguns outros exemplos de palavras compostas nas quais o hífen é usado:

• • Amor-perfeito;

• Água-marinha;

• Beija-flor;

• Arco-íris;

• Quinta-feira;

• Pára-choque;

• Corre-corre;

• Sempre-viva;

• Bel-prazer;

• Bem-te-vi;

• Pé-de-meia.

Atenção:

Em alguns casos, nos compostos nos quais a noção da composição se enfraqueceu ou se perdeu por completo, ou mesmo quando houve perda fonética, aí então a palavra se escreve aglutinadamente, sem hífen, como nos exemplos abaixo:

• • aguardente,

• girassol,

• passatempo,

• reviravolta,

• embaixo,

• porventura.

Emprega-se o hífen também em elementos compostos com o primeiro elemento de forma adjetiva, reduzida ou não:

• Afro-asiático;

• Greco-romano;

• Greco-latino;

• Verde-amarelo;

• Histórico-geográfico;

• Latino-americano;

• Luso-brasileiro;

• Azul-turquesa;;

• Cor-de-rosa;

• Sem-vergonha;

• Rio-grandense.

Emprega-se o hífen (-) em vocábulos formados pelos adjetivos de origem tupi açu,guaçu, mirim, se o primeiro elemento acabar em vogal acentuada graficamente ou por tônica nasal:

Andá-açu; Cajá-mirim; Sabiá-guaçu; Amoré-guaçu; Capim-açu; Arumã-mirim; Socó-mirim.

Os demais vocábulos são usados sem hífen:

Jiboiaçu; Cajumirim; Mojimirim.

1.4 - Prefixos e radicais

Geralmente, o prefixo acopla-se diretamente à palavra.

Porém, existem casos em que a ligação dos dois elementos deve ser feita com o emprego do hífen.

Emprega-se o hífen nos compostos com os radicais (ou pseudoprefixos) abaixo, mas somente se a outra palavra se iniciar por vogal, "h", "r" ou "s":

• auto-,

• contra-,

• extra-,

• infra-,

• intra-,

• neo-,

• proto-,

• pseudo-,

• semi-,

• supra-,

• ultra-

Veja alguns exemplos do prefixo auto- com palavras iniciadas por vogal, "h", "r" ou "s":

Auto-análise; Auto-estrada; Auto-escola; Auto-estima; Auto-hemoterapia; Auto-infecção; Auto-ônibus; Auto-retrato; Auto-suficiente; Auto-sugestão.

Não se usa hífen, portanto, nas palavras:

Autobiografia, autocensura, autocolante, autocombustão, autodestruição, autodidata, autofecundação, autogoverno, autolimpante, automóvel, autopeça, autotransformação, autovia.

Veja alguns exemplos do prefixo contra- com palavras iniciadas por vogal, "h", "r" ou "s":

Contra-ataque; Contra-regra; Contra-revolução; Contra-senso; Contra-almirante; Contra-atacar; Contra-indicação; Contra-reforma; Contra-oferta; Contra-senha.

Não se usa hífen, portanto, nas palavras:

Contrabalançar, contradomínio, contrafilé, contragolpe, contragosto, contraluz, contramão; contrapartida; contrapé; contratempo; contravento.

Veja alguns exemplos do prefixo neo- com palavras iniciadas vogal, "h", "r" ou "s":

Neo-humanismo; Neo-romantismo; Neo-realista; Neo-expressionismo; Neo-republicano.

Não se usa hífen, portanto, nas palavras:

Neobarroco; neociência; neoclássico; neofacismo; neogótico; neolatino; neomórfico; neonazismo; neopositivismo; neozelandês.

Veja alguns exemplos do prefixo pseudo- com palavras iniciadas por vogal, "h", "r" ou "s":

Pseudo-sábio; Pseudo-herói; Pseudo-revelação; Pseudo-esférico.

Não se usa hífen, portanto, nas palavras:

Pseudociência; pseudodiamante; pseudofilosofia; pseudológico; pseudomembrana; pseudoproposição; pseudotrabalhar.

Veja alguns exemplos do prefixo proto- com palavras iniciadas por vogal, "h", "r" ou "s":

Proto-árico; Proto-histórico; Proto-renascença; Proto-sulfureto; Proto-revolucionário.

Não se usa hífen, portanto, nas palavras:

Protobrânquia; protocientífico; protocordado; protogaláxia; protominério; protoplasma; protozoologia.

Veja alguns exemplos do prefixo semi- com palavras iniciadas por vogal, "h", "r" ou "s":

Semi-selvagem; Semi-analfabeto; Semi-homem; Semi-eixo; Semi-reta; Semi-aberto; Semi-oculto; Semi-úmido.

Não se usa hífen, portanto, nas palavras:

Semibranco; semicerrado; semideus; semifinalista; semilúcido; semimorto; seminatural; semiplano; semipermeável; semitransparente; semivogal.

Veja alguns exemplos do prefixo supra- com palavras iniciadas por vogal, "h", "r" ou "s":

Supra-renal; Supra-hepático, Supra-sumo; Supra-esofágico.

Não se usa hífen, portanto, nas palavras:

Supracitado; supradivino; suprafacial; supranacional; suprapartidário; supratemporal.

Veja alguns exemplos do prefixo ultra- com palavras iniciadas por vogal, "h", "r" ou "s":

Ultra-sensível; Ultra-realismo; Ultra-som; Ultra-humano; Ultra-especial; Ultra-romântico.

Não se usa hífen, portanto, nas palavras:

Ultraconservador; ultrademocrático; ultrafino; ultraleve; ultramarino; ultrapassado; ultravioleta.

Emprega-se o hífen nos vocábulos

formados pelos prefixos ante-, anti-, arqui-

e sobre-,

antes de "h", "r" ou "s".