Trabalho Completo Gestao Industrial

Gestao Industrial

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Categoria: Outras

Enviado por:  08 maio 2013

Palavras: 2527 | Páginas: 11

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 3

2 PROJEÇÃO DE RESGATE 5

3 INVENTÁRIO PERMANENTE – CONTROLE DE ESTOQUE 6

4 CONTABILIZAÇÃO 8

4.1 LANÇAMENTOS DO LIVRO DIARIO 8

4.2 REGISTRO NO LIVRO RAZAO 11

5 BALANCETE DE VERIFICAÇÃO 18

6 REGIONALIZANDO 19

7 CONCLUSAO 20

REFERÊNCIAS 21

1 INTRODUÇÃO

A Contabilidade de Custos vem, ao longo de sua história, aprimorando os métodos de

custeamento em busca de um sistema que possibilite aos usuários identificar não somente os

custos incorridos, mas a alocação devida dos mesmos e o que cada item de custos representa

para a entidade e/ou produto.

Dentre os métodos de custeamento tem-se o custeio por absorção que, segundo

Martins (2001, p.41-42), “consiste na apropriação de todos os custos de produção aos bens

elaborados, e só os de produção; todos os gastos relativos ao esforço de fabricação são

distribuídos para todos os produtos feitos”. Esta apropriação se dá de modo estimado e

proporcional ao critério de rateio empregado. No entanto, a alocação dos custos indiretos

ocorre, na maioria das vezes, com grande grau de subjetividade. Nem sempre os critérios de

rateio são confiáveis e a análise dos dados fica comprometida. Isto ocorre não somente com o

custeio por absorção, mas também com outros métodos de custeamento; daí a necessidade de

utilização de recursos matemáticos e estatísticos como forma de reduzir a arbitrariedade dos

critérios.

É com interesse em aprofundar as formas de análise através da estatística que se utiliza

o Trabalho de Conclusão de Curso de Vilceu Egewarth, realizado em 2001, sob o título 14

“UMA ANÁLISE DE CORRELAÇÃO E REGRESSÃO DOS CRITÉRIOS DE RATEIO NO

MÉTODO DE CUSTEIO POR ABSORÇÃO: UM ESTUDO DE CASO”. Salienta-se que os

dados e informações analisadas são retirados do mesmo e que, nesta continuidade, a ênfase é

dada à análise de regressão. Utiliza-se esta metodologia como base para testar e verificar os

dados apresentados.

1

Pela própria definição, custos indiretos são aqueles que não podem ser

mensurados aos produtos, podendo, portanto ser apropriados somente de

forma indireta, mediante uma estimativa de gasto.

As estimativas feitas para apropriar esses custos contêm certo grau de

subjetivismo, dependendo do critério utilizado para distribuir o custo.

Alguns gastos podem ser classificados como custo ou despesa, dependendo

de sua utilização. Por exemplo, no seguro do prédio de uma empresa que

abriga a área industrial e a área de administração, pode-se utilizar a área

ocupada por cada setor ou a importância segurada de cada setor, se esta

for de maior relevância.

2 DEFINIÇÕES TEXTUAIS:

2.1 CRITERIOS DE RATEIOS DOS CUSTOS INDIRETOS;

Custos indiretos são, segundo, Bernardi (1998, p. 51), “(...) custos imputados aos

produtos de forma indireta, ou seja, não há, por razões técnicas, operacionais ou de relevância,

possibilidade de medição objetiva individual e conseqüentemente apropriação direta”.

Consubstanciando o que foi dito anteriormente Crepaldi (1998, p. 59) diz que os

custos indiretos “são os que, para serem incorporados aos produtos, necessitam da utilização

de algum critério de rateio. Exemplos: aluguel, iluminação, depreciação, salário de

supervisores, etc.”.

Leone (2000, p.49) complementa que “por causa de sua não-relevância, alguns custos

são alocados aos objetos do custeio através de rateios”.

Do mesmo modo Martins (2001, p. 53) cita: “cada vez que é necessário utilizar

qualquer fator de rateio para a apropriação ou cada vez que há o uso de estimativas e não de

medição direta, fica o custo incluído como indireto.”

Sendo assim, tais custos necessitam de técnicas de rateio que permitam a alocação

mais adequada aos itens identificados. É em busca do melhor critério de rateio que, mais

adiante, se apresenta a análise de regressão múltipla. Por ora, dá-se continuidade ao

embasamento teórico da Contabilidade, seguindo-se as designações de Sistema de Custos.

2.2 CUSTEIO POR ABSORÇÃO;

O método de custeio por absorção é derivado da aplicação dos princípios contábeis

geralm

Crepal

Primeiro, é preciso separar os custos de produto do custo do período. Segundo, os

custos diretos de produto são atribuídos aos produtos específicos, enquanto os custos

Quanto a tal processo, Martins (2001, p.61), apresenta um esquema simplificado:

“a) sep

retamente aos produtos;

ente aceitos. Martins (2001, p.41), cita que este “consiste na apropriação de todos os

custos de produção aos bens elaborados, e só os de produção”. No Brasil, este método é

adotado pelas legislações comercial e fiscal e, de acordo com Crepaldi (1998, p.83), “é válido

para a apresentação de demonstrações financeiras e para o pagamento do imposto de renda”.

Para a aplicação deste custeio deve-se realizar o processo de três passos, descritos em

di (1998, p.84):

indiretos são atribuídos a centros de custos. Terceiro, os custos indiretos são

distribuídos do centro aos produtos de acordo com seu uso. A soma de custos diretos

e custos indiretos distribuídos forma o custo do produto.

aração entre Custo e Despesa;

b) apropriação dos custos Diretos e di28

c) rateio dos Custos Indiretos”.

Desta forma, segundo Egewarth (2001), a eficiência deste método está associada ao

terceiro

os só

podem

sta será

feita de

Todos os custos indiretos só podem ser apropriados, por sua própria definição, de formaindireta aos produtos, ou seja, mediante estimativas, critérios de rateio, previsão decomportamento de custos, etc.Sabemos que ao estabelecer critérios de rateio para alocação de custos aos produtos,estes vêm carregados com certo grau de subjetivismo e com isso, a arbitrariedadesempre existirá nas alocações.Em alguns a arbitrariedade existente ocorrerá em nível aceitável, noutras só será aceitapor não haver alternativas.Existem recursos matemáticos e estatísticos capazes de solucionar esses problemas,mas nem sempre é possível sua utilização.A subjetividade já começa ao separarmos os custos das despesas quando realizamosessa tarefa para atribuir custos aos produtos.

Exemplo:

-

A empresa tem seus prédios e instalações alugadas, todos sob um contrato único ese vê obrigada a separar a parte que corresponde à produção e aos demais setores.Isso pode resultar em alguns critérios de rateio, mas o primeiro a ser lembrado, é o derateio por m² ocupado por setor ou departamento. Porém alguns problemas poderão seguir;

2.3 PRODUTOS EM PROCESSO;

2.4 PRODUTOS ACABADOS;

3 UNIDADES EQUIVALENTES DE PRODUÇÃO

Quanto uma unidade em processamento equivale

em relação a uma unidade totalmente acabada? A

resposta a essa questão é dada através do percentual

do grau de acabamento da unidade em processamento.

Com a utilização do percentual de grau de acabamento

é possível fazer uma equivalência entre as unidades

que se encontram em processamento e essas mesmas

unidades, considerando o momento em que elas

estejam totalmente acabadas. Assim, em um

determinado período, o montante de unidades

equivalentes de produção corresponde ao montante

de unidades em processamento convertidas em

unidades prontas por meio da aplicação do grau de

acabamento definido.

Na apuração de Custos por Processo, os gastos da produção são acumulados por período para apropriação às unidades feitas. Suponhamos, num primeiro caso extremamente simples, que um único produto seja elaborado, e que os seguintes dados estejam disponíveis:

Custos de Produção do Período (Diretos e Indiretos): $5.000.000

Unidades produzidas: 20.000 (iniciadas e acabadas no período)

Suponhamos que no período seguinte existam esses outros dados:

Custos de Produção do Período: $5.544.000

Unidades iniciadas no período: 23.000

Acabadas: 21.000

Em elaboração no fim do 2 período: 2.000

Essas 2.000 unidades em elaboração estão “meio acabadas”, isto é, cada uma delas recebeu metade de todo o processamento necessário.

Para se calcular agora o custo médio por unidade, não podemos dividir os $5.544.000 nem por 21.000 nem por 23.000 unidades; é necessário o seguinte raciocínio:

21.000 acabadas vão entrar no cálculo pelo valor integral ----------------------------- 21.000

2.000 semi-acabadas receberam cada uma metade do

processamento; isto significa que se todo o

custo aplicado nessas 2.000 unidades fosse

utilizado para início e término de outro lote,

ter-se-ia conseguido iniciar e acabar 1.000

unidades; logo, o equivalente em acabadas

de 2.000 unidades “meio acabadas” é ------------------------------------------------- 1.000

Equivalente Total de Produção -------------------------------------------------------------------- 22.000

Custo médio de cada unidade totalmente acabada:

Os $5.544.000 serão então distribuídos:

Produção Acabada: 21.000 un. x $252/un. ------------------------------- $5.292.00

Produção em Andamento: 2.000 un. x 1/2 x $252 ---------------------- $ 252.00

Total ---------------------------------------------------------------------------------- $5.544.00

Suponhamos agora que no terceiro período ocorra:

Custos de Produção no Período: $5.278.000 v’ Unidades novas iniciadas: 20.500

Unidades em elaboração no fim do 3º período: 1.800, “1/3 acabadas”

Unidades acabadas: 2.000 (iniciadas no 2º período) + 20.500 (iniciadas no 3º período) — 1.800 (não

acabadas) = 20.700

O número total de unidades trabalhadas no 3º período será de 22.500 (término das 2.000 anteriores mais 20.500 novas iniciadas), mas o Equivalente de Produção terá que ser calculado:

Para término das 2.000 unidades iniciadas no 2º período,

gastaram-se os primeiros reais do 3º; e esse gasto para

fazer a segunda metade das 2.000 seria o necessário

para iniciar e terminar outras 1.000; logo, 2.000 x 1/2 --------------------------------------- 1.000 un.

Das 20.500 novas, 1.800 não foram acabadas; assim, foram

iniciadas e terminadas no 3º período (20.500 — 1.800) ------------------------------------- 18.700 un.

O que se gastou para fazer 1/3 de 1.800 unidades equivaleria,

em termos de iniciadas e totalmente acabadas, a 1/3 x 1.800 un. ------------------------- 600 un.

Equivalente Total de Produção ------------------------------------------------------------------------ 20.300 un.

Custo Unitário do 3º Período:

Produção Acabada no 3° Período: 20.700 un., sendo:

> 2.000 un. anteriores, já tendo recebido

no 2º período um total de -------------------------------------------------------------- $252.000

> mais o necessário ao seu término no 3º de:

2.000 un. x 1/2 x $260/un. ------------------------------------------------------------- $260.000 $ 512.000

> 18.700 novas: 18.700 un. x $260/un. ------------------------------------------------------------------- $4.862.000

Total Produção Acabada ------------------------------------------------------------------------------------- $5.374.000

A contabilização nesse 3º período apareceria:

Produção em Andamento no final:

> 1.800 un. x 1/3 x $260 ------------------------------------ $156.000

4 FOMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

4.1 MARGEM DE CONTIBUIÇÃO

4.2 PONTO DE EQUILÍBRIO

5 ANÁLISE CUSTOS/ VOLUME/ LUCRO

6 IMPORTÂNCIA DE UM SISTEMA INTEGRADO PARA GERAR INFORMAÇÕES

6.1 A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA INTEGRADO PARA GESTÃO INDUSTRIAL;

7 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

7.1 CONCEITUE CINCO DEMONSTRAÇÕES CONTABÉIS OBRIGATÓRIAS;

8 CONCLUSAO

A contabilidade de custos é um ramo de atividade que propicia o controle físico e monetário de

bens ou serviços. Com o crescimento industrial e o avanço tecnológico, custos passou a ter

função relevante no auxílio ao controle e à tomada de decisão. Cabe ao profissional da área

estabelecer padrões coerentes para a identificação dos custos incorridos. Neste contexto, este

trabalho demonstra uma alternativa para o estudo dos critérios de rateio dos custos indiretos. Usase o caso de uma empresa prestadora de serviços para verificar os benefícios da análise de

regressão como suporte na escolha dos critérios de rateio. Desta forma, apresentam-se os

conceitos referentes à contabilidade de custos, infere-se a questão da arbitrariedade dos critérios

de rateio e a necessidade do uso da estatística. Por fim, o estudo prático, onde são testados os

critérios de rateio por meio da análise de regressão, incorre-se à análise e verificação dos

resultados.

O custeio por absorção é duramente criticado pela maneira como trata os custos

indiretos de produção. É conhecido que a escolha dos critérios de rateio destes custos se dá

com al

sto é

um pro

ente, os custos indiretos. Porém, para ilustrar de

forma

.7.1 Análise de regressão

écnica estatística que, segundo Angelini e Milone (1995, p.83),

permite montar os modelos e avaliar sua qualidade na chamada análise de regressão”.

Basead

to grau de subjetividade, e isto se deve à forma como se alocam os itens de custo.

De acordo com Iudícibus (1995, p.33): “o selecionamento das possíveis variáveis

independentes ou fatores que condicionam o comportamento de determinado item de cu

cesso bastante delicado e que depende mais do discernimento do analista”. Ressalvado

o direito de se considerar a experiência do profissional de custos, pondera-se que o próprio

autor defende a insuficiência da análise por meio de regras simples. Observa-se, conforme

Iudícibus (1995), que uma só variável independente, [...] não seria suficiente para explicar de

forma convincente a variação da variável dependente. Em outras palavras, mais de um fator

influencia o elemento de custo estudado.

REFERÊNCIAS

MARION, José Carlos; IUDÍCIBUS, Sérgio de. Contabilidade Comercial. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1990.

http://arquivos.unama.br/professores/iuvb/contabilidade/CCO/aula09.pdf

http://tcc.bu.ufsc.br/Contabeis295531

http://universitariocontador.blogspot.com.br/2012/03/resumo-sobre-equivalente-de-producao.html

http://www.biblioteca.sebrae.com.br/bds/BDS.nsf/C4185BD3D85F204683256F88004E90CD/$File/NT000A3106.pdf

https://www.webcontabil.com.br/ver_noticia_publica.php?v1=92604&v2=www.sevilha.com.br

http://www.portaldecontabilidade.com.br/tematicas/balancete-de-verificacao.htm

http://www.portaldecontabilidade.com.br/obrigacoes/livrodiario.htm

http://www.econeteditora.com.br/index.asp?url=inicial.php

http://www.controle-de-estoque.com/estoque/estoque.htm

http://pt.scribd.com/doc/4606002/Contabilidade-Aula-05-Es