Trabalho Completo Internet Na Atualidade

Internet Na Atualidade

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Categoria: Tecnologia

Enviado por: 93518282 09 outubro 2013

Palavras: 3203 | Páginas: 13

INTRODUÇÃO

O Trabalho, ora proposto, tem por objetivo expor a proporção do envolvimento e importância da internet na vida dos seres humano na atualidade. Evidenciando acontecimento ocorrido no dia a dia do nosso pais deixando evidente que no Brasil, a cada dia que se avança somos mais dependente da internet. Aonde esta chegando ao ponto das empresas, instituições financeiras entrarem em colapso se houver a falta da internet. Esclarecer que devido à necessidade nas escolas o uso vem se tornando mais precoce junto às crianças, que devido a falta de amadurecimento e o uso indevido das redes sociais, poderá acarretar problemas graves, chegando ao ponto de cometimento de crimes virtuais e sexuais. Mostrar que apesar da necessidade e a influencia da internet em determinados pais, em outros o uso ainda é bem tímido chegando em alguns serem totalmente proibidos o uso pela população.

INTERNET

Internet, palavra de substantivo feminino, composta de três silabas, de origem inglesa, aonde inter vem de internacional e net significa rede. Já no Brasil é definida em dicionário como “rede mundial de computadores. Rede telemática internacional que une computadores de particulares, organizações de pesquisa, institutos de cultura, institutos militares, bibliotecas, corporações de todos os tamanhos.” Onde no ano de 1993, deixou de ser utilizada apenas por governos e de natureza acadêmica e passou a estarem presentes nos diversos segmentos de empresas públicas, privadas, instituições financeiras, residências, etc. Aonde desde então vem evoluindo com muitas rapidezes, e recebendo um grande investimento financeiro e tecnológico por empresários do seguimento, que em sua maioria são muitos jovens com mentes voltadas para modernidade e transformações voltadas para a praticidade. Vem apresentando tanta praticidade, que vem assumindo muitos papeis na vida da humanidade, em diferente níveis de idade, espertando precocemente interesse nas crianças e atingindo também os idosos. Justificasse estes comportamentos devido o acesso à internet se tornar um dente necessário da engrenagem para movimentar o sistema de vida que vivemos na atualidade. Para quase tudo que vamos realizar hoje, se faz necessário o uso diretamente ou indiretamente a internet. Dessa forma, podemos afirmar que a internet tem uma grande influencia na vida dos seres humanos e até mesmo dos animais irracionais. Internet permitir o acesso a informações de todos os tipos e de muitas transferências de dados, além de grandes variedade de recursos e serviços como e-mails, serviços de comunicações instantânea, compartilhamento de arquivos como músicas, fotos, redes sociais e uma infinidade de outros temas.

OS VÁRIOS PAPEIS DA INTERNET DURANTE AS RECENTES MANIFESTAÇÕES NO BRASIL

A discussão do que “a internet” pode fazer pela política, em suas diversas nuances, é um debate injusto com a própria internet. Primeiro, porque não há “a internet”; há, sim, uma variedade de apropriações sociais a partir de um dispositivo tecnológico tão versátil. Segundo, porque a internet não pode ser mais entendida como descolada da vida social das pessoas; não há o virtual e o real, palavras tão propagadas ao longo dos últimos anos.

Especificamente sobre as manifestações de São Paulo e do resto do país – que, imagino todos já devem estar cientes e, portanto, não vale mais explicações a respeito –, incomoda-me uma redução que se faz hoje da internet para simplesmente “redes sociais”, como se só essas últimas existissem e fosse relevantes.

Claro que o “ponto de encontro” das manifestações é o Facebook ou o Twitter, é o locus da comunicação digital atual, transformando-se numa verdadeira plataforma: de um lado, é onde você se encontra com outras pessoas e, do outro, é de onde você parte para outras fontes de informação. Mas, no que tange aos protestos dos últimos dias, foi possível avaliar que essa premissa das redes sociais como plataforma comunicativa se acentuou.

Consequentemente, se as redes sociais funcionam dessa forma, verifica-se também a importância de outras formas de comunicação na internet, com funções específicas que contribuem para as manifestações de diversas formas.

Rodrigo Carneiro, levantou algumas funções da internet para a manutenção e a propagação de informações sobre as manifestações:

Alerta e informação – é a função mais simples e talvez a mais tangencial, isto é, por “informação” entende-se bastante coisa.

Mas, do ponto de vista da esfera pública, essa função tem a ver com aparelhar o cidadão com conteúdo diversificado a respeito de determinado assunto.

A pessoa lê diversas fontes, acompanha algumas hashtags, comenta eventualmente alguma coisa, passa a seguir alguns perfis, participa de alguma comunidade no facebook, visita sites e blogs que ela não tinha conhecimento, dentre outros.

Nesse caso, qualquer fonte digital pode ter a função de divulgar informação, seja ela uma fonte da mídia tradicional, seja de blogs e perfis de desconhecidos.

No caso do alerta, posts de blogs ressurgiram e passaram a ser compartilhados, como aquele que explica didaticamente como lidar com gás lacrimogênio ou aquele que mostra como fazer em casa uma máscara de gás.

Monitoramento – não só perfis do Twitter atuaram de forma a monitorar casos de violência ou os locais de manifestação. Alguns mapas colaborativos (como esse aqui e esse aqui) surgiram a fim de mapear e monitorar a localização exata dos protestos, com o intuito de informar o cidadão que queria participar ou àquela pessoa que poderia evitar ruas e avenidas próximas.

Seguindo minha premissa, as redes sociais funcionaram como plataforma de distribuição dessas informações, mas o verdadeiro conteúdo estava em blogs e mapas colaborativos.

O Tumblr ganhou bastante espaço nesse período e também funcionou como agregador de casos de violência, isto é, também teve papel no monitoramento dos excessos da polícia – e com o adendo de que é possível publicar fotos e vídeos no mesmo espaço.

As comunidades do facebook também tiveram essa função, uma vez que eram usadas para concentrar informação de interesse e monitorar outras manifestações ao redor do Brasil.

Protesto – essa função é utilizada largamente por pessoas que não têm interesse em se envolver diretamente nos protestos “físicos”, mas nutrem apoio às causas defendidas.

Por isso, podem compartilhar informações das mais diversas ou adotar addons em seus perfis nas redes sociais. Exemplo: bandeira do Brasil como foto principal ou algum “carimbo” pró-manifestação.

É uma forma de protesto tímida, é verdade, mas não deve ser desconsiderada. Afinal, mesmo sem estar presente a pessoa contribui para que aquelas informações ganhem mais visibilidade.

As hashtags também são utilizadas nesse sentido e são demonstrações de apoio (atenção para as hashtags do Facebook, recentemente lançadas oficialmente e que passam a ser uma forma de expressão a ser considerada).

Cobertura alternativa – essa forma de cobertura advém do viés tradicional da esquerda de que os meios de comunicação tradicionais são inimigos e não mostram a realidade. Logo, é preciso modos alternativos para mostrar a “verdade”.

Para essa função o Twitter parece ser o dispositivo ideal, já que tem como característica a instantaneidade e a facilidade de alimentação (140 caracteres).

Por meio das hashtags é possível acompanhar o que está acontecendo ao vivo durante os movimentos.

Vídeos passaram a integrar de alguma forma essa função, mesmo que timidamente. Como as conexões estão cada vez melhores (do ponto de vista dos últimos anos), já é possível fazer um vídeo e subir com mais agilidade – e, nesse sentido, não só o youtube deu as caras: o Vine, plataforma de vídeos do próprio Twitter e que só permite arquivos com no máximo 6 segundos, também foi utilizado por manifestantes. Sites de empresas jornalísticas também seguiram essa onda, como o Terra, que no domingo transmitiu ao vivo parte das manifestações no Rio de Janeiro.

Um pouco menos instantâneo, mas igualmente eficaz, os blogs são utilizados para cobertura alternativa e oferecem, geralmente ao final do dia, um relato mais detalhado dos acontecimentos.

Articulação em rede – o Facebook tomou para si essa função por dois motivos. Primeiro, é “onde” todos estão, desde cidadãos à entidades civis organizadas. Segundo, ele permite a criação de eventos e convocação de milhões de pessoas em poucos segundos.

Dessa forma, foi possível verificar a articulação rápida de movimentos e manifestações em diversas cidades do Brasil e até do mundo.

Os perfis, páginas e eventos correlatos se multiplicaram e ajudaram o movimento, que antes era pequeno e concentrado em São Paulo, a se articular sem aparente centralização ou qualquer tipo de controle.

Lúdica – pode até parecer uma função inferior, mas é preciso pelo menos levar em consideração os possíveis efeitos de conteúdo lúdico na política.

No caso das manifestações, alguns tumblrs surgiram nesse sentido, aplicando um filtro de humor a um assunto tão sério (como esse aqui).

Seja na publicação de charges, seja na publicação de fotos e montagens, esses tumblrs atuam pelo viés do entretenimento e são facilmente compartilhados pelas redes sociais.

Hacktivismo – é uma forma de ação política, mesmo que seja condenada por muitas pessoas.

No Brasil, o grupo Annonymous também tem representantes e, no período das manifestações, invadiu de perfis de Twitter a sites governamentais.

Estes últimos foram derrubados por um período, enquanto o perfil da revista Veja no Twitter foi “tomado” pelos ativistas e mensagens de apoio às manifestações foram postadas para mais de 2 milhões de seguidores.

Portanto, é possível verificar que diversos dispositivos digitais foram utilizados para dar força às manifestações, para protestar, para informar, para cobrir e tantas outras funções.

Sites de redes sociais, embora grandes agregadores de pessoas, não fazem sozinhos tudo que é possível nem tudo o que as pessoas querem fazer.

Outras formas de comunicação são necessárias para dar conta da demanda cidadã por ações informativas que seguem lógicas diferentes. Monitorar sites como Twitter e Facebook é uma ferramenta importante para entender a dinâmica das conversações em rede – como fizeram esses dois posts aqui e aqui.

No entanto, a dimensão da circulação da informação é diversa e requer mais estudos que contemplem que conteúdo é esse e qual sua importância para a política em contextos democráticos.

Fonte: Rodrigo Carreiro é doutorando em comunicação e cultura contemporâneas, na linha comunicação e política (UFBA) e pesquisador do CEADD. Artigo divulgado em http://www.ceadd.com.br/os-varios-papeis-da-internet-durante-as-recentes-manifestacoes-no-brasil/. PUBLICADO POR NAVE.ORG EM FERRAMENTAS DE TRANSPARÊNCIA, 18 terça-feira JUN. 2013.

INTERNET NA VIDA DOS JOVENS E CRIANÇAS

A tecnologia está cada vez mais avançada, é uma das coisas que está mexendo com a cabeça de pessoas do mundo inteiro, Internet foi considerada uma das maiores invenções do século XX. Ao criar uma rede de troca de informação a nível mundial, a Internet veio encurtar as distâncias, contribuir para a ideia de uma aldeia global principalmente das crianças e jovens, assim as pessoas começaram a comunicar em tempo real, a um preço acessível, de certo lugar para qualquer ponto do globo, permitiu uma troca de informação a nível global, é uma aproximação dos amigos e da família que estava longe. Assim, é uma forma de fazer novos amigos, conhecer novas culturas, idiomas, ou mesmo tirar uma dúvida com um professor Ela é muito útil e importante para nosso desenvolvimento, pois nos proporciona uma fonte de pesquisas para a realização das nossas atividades pessoais. Quem nunca acessou a internet para pesquisar, ler as notícias, ver imagens, “visitar” museus ou bibliotecas, conhecer e conversar com pessoas do mundo inteiro? Creio que um grande percentual de jovens já usufruiu dessa tecnologia tão eficiente. Porém ela não tem só seu lado positivo. A maioria dos jovens e crianças não tem maturidade o suficiente para escolherem quais sites vai acessar e “navegam” sem saber onde esta viagem irá levá-los. Conhecemos inúmeros casos de crimes cometidos através de pessoas sem nenhum escrúpulo que faz uso da internet para cometer absurdos, e um deles é sem dúvida a pedofilia. Por isso é importante o conhecimento dos pais, eles precisam participar da vida dos seus filhos, está atentos as suas escolhas, suas companhias e embora pareça chato, precisam acompanhar seus filhos até a lanhouse ou até mesmo em suas casas ficarem atentos aos sites os quais eles utilizam e assim dificultará a ação de pessoas que usam a rede para o mal.

IMPORTANCIA DA INTERNETE NAS EMPRESAS

A internet é importante para todos os segmentos, porém, no caso de empresas ela tem um papel extremamente estratégico atualmente, pois elas dependem de posicionamento, marketing, canais de comunicação, entre outros, e a internet parece representar muito bem tudo isso.

Mas será que as empresas estão usando corretamente todo esse potencial que a grande rede oferece? A importância da internet nas empresas é singular, saber tirar proveito dela tem sido um desafio para os atuais gestores.

Fiz uma pequena análise e concluí que a importância da internet nas empresas concentra-se principalmente nos pontos abaixo.

Novos mercados geográficos

Melhor dizendo, novos mercados sem geografia. A internet permitiu e permite que empresas possam atender mercados distantes e inatingíveis se não fosse por esse canal. Vender na sua cidade, em outro estado ou até fora do Brasil acaba tendo pouca diferença para muitas empresas na internet, já que os custos de operação variam muito pouco e o acesso aos produtos e serviços acaba sendo o mesmo para quem está na mesma cidade ou em outro país.

Novas modalidades de vendas

A venda pela internet foi questionada, discutida e até rejeitada por certo tempo. O medo de comprar por este novo canal assombrou muita gente, mas hoje o mercado é sólido e cresce tanto em volume de venda como em novos e-consumidores. Para as empresas, vender pela internet não é apenas colocar o produto com as fotos no site ou na loja virtual e esperar os pedidos chegarem. É preciso aprender a trabalhar nesse novo canal que tem desafios na mesma dose que oportunidades.

Novos modelos de trabalho

A internet trouxe também um novo modelo de trabalho onde funcionários conseguem conversar com vários clientes e fornecedores pelo MSN ao mesmo tempo, ao invés de atender apenas um pelo telefone, por exemplo.

O uso do email como principal ferramenta de comunicação já é adotada em muitas empresas, o MSN tem sido usado de forma produtiva no ambiente de trabalho, as redes sociais, quem diria, agora já é vista em algumas empresas como ferramenta de trabalho.

Redução de custos

A importância da internet nas empresas não é voltada apenas para a oportunidade de vendas, mas principalmente pela possibilidade de redução de custos. Entre os itens que podem gerar redução de custos com o uso de enternet, estão:

• Redução de custos com telefonia;

• Redução de custos com comunicação impressa, como: folders, mala direta, catálogos, entre outros;

• Redução de custos com equipes de vendas;

• Em diversas outras áreas é possível obter redução de custos com o auxílio da internet.

Acompanhar tendências do mercado

Este é um ponto onde a importância da internet nas empresas se destaca. Ficar para trás, perder o bonde, não acompanhar o mercado é algo que não interessa a nenhuma empresa e para não correr o risco que ficar defasado no mercado, muitos tem usado a internet para acompanhar tendências do mercado ou analisar as estratégias dos concorrentes. http://www.luis.blog.br/importancia-da-internet-nas-empresas.aspx

A Internet nos Negócios Bancários

Segundo Albertin (1998), o setor bancário continua sendo considerado como um dos que mais investem em TI, que causa redução de custos e considerável vantagem competitiva. Assim, seja pelo seu novo ambiente, seja por força dos concorrentes, o setor bancário é um dos mais afetados pela nova realidade do comércio eletrônico. Esta situação tem exigido grande esforço para a assimilação e utilização das TI referentes a comércio eletrônico, na sua operacionalização e na sua estratégia competitiva.

De maneira geral, os bancos que oferecem serviços via Internet mantêm um padrão relativamente semelhante de atividades oferecidas, tais como consultas de saldos e extratos, transações entre contas, pagamento de faturas, entre tantas outras. Os que entram inicialmente na automação via rede oferecem as mesmas opções; quando apresentam uma inovação, esta é logo seguida. Isto pode ser creditado ao fato de que é mais fácil praticar a inteligência competitiva, pesquisando pela Internet; no entanto pode-se destacar que há distinções entre os grandes bancos que primeiro investiram intensamente, como o Bradesco, o Itaú e, seguindo de perto, o Banco do Brasil (BB) e a Caixa Econômica Federal (CEF).

Numa restrospectiva histórica, há apenas 4 anos o panorama nacional dos bancos mostrava-se incipiente. O CCF, por exemplo, um banco até hoje desconhecido, existe no país há 30 anos e na Internet desde maio de 1996. Naquele momento se definia como um banco que apostava apenas no repasse de informações via Internet aos seus clientes, por meio de correio eletrônico ou de recursos visuais, e evitava envolver-se em negócios por meio da rede. No mesmo período, em outros bancos, como o Itaú e o HSBC, a filosofia era usar a internet como canal alternativo de comunicação, sobretudo para quem estava fora do país. Em ambos, a estratégia era manter a expansão, para oferecer no futuro as mesmas facilidades disponíveis na Web (Internet World, 1997).

Por outro lado, o Bradesco, por exemplo, tornou-se a primeira instituição financeira no Brasil a usar a Internet para oferecer serviços bancários. Em 1997 já atingia 1,5 milhão de acessos por mês, tendo sido o primeiro a disponibilizar aos clientes um canal para conferência de saldos, extratos, transferências, tendo ainda como estratégia de serviços incentivar o uso do Internet banking, oferecendo financiamentos de microcomputadores e convênios com provedores da rede. Foi também inovador em oferecer o acesso gratuito à Internet a seus correntistas. Já o Banco do Brasil oferecia serviços similares, porém restritos a um público-alvo, como funcionários de empresas. Por exemplo, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), através de uma parceria entre o núcleo de computação da universidade e o banco, todos os que eram correntistas poderiam conferir seu extrato, mas pagamentos, aplicações e resgates ainda não estavam disponíveis naquele momento. No ano seguinte nascia o serviço de homebanking pela Internet.

Numa perspectiva mais atual, observa-se um crescimento de transações bancárias pela Internet, reflexo do aumento da confiabilidade por parte dos usuários. Cada vez mais correntistas acessam os diversos serviços de Internet banking existentes. No Bradesco, através do BradescoNet, 350.000 de seus 440.000 clientes online usam os serviços pela Internet, em vez do serviço original do próprio banco, com crescimento de 12% ao mês, o que representa mais de 7% do total das transações (Gates, 1999). No Unibanco, além de transações, abrem-se mais de 1.000 contas por dia. No Banco do Brasil 5,5% das transações já são através do personal banking (Infoexame, 1998).

Os bancos têm investido bastante para se atualizar tecnologicamente. Em 1998, quatro grandes bancos (BB, CEF, Itaú e Bradesco) investiram quase US$1,3 bilhão em tecnologia de informação, sendo previsto cerca de US$1 bilhão para o ano de 1999. O BB, por exemplo, vem investindo em infra-estrutura e tecnologia nos últimos quatro anos, algo em torno de R$ 1 bilhão, considerado o maior investimento em tecnologia de processamento de dados e automação de todo o setor bancário brasileiro (Banco do Brasil, 1998). Tudo isso demonstra que a tecnologia da informação é de suma importância para as instituições bancárias. Novos produtos e serviços, com o formato certo para a utilização via computador, estão sendo produzidos pelos bancos, como forma de se manter no mercado, captando recursos e gerando receitas.

De acordo com Gates (1999), os serviços bancários online foram mais rapidamente difundidos no Brasil do que em qualquer outro país. Em 1997, os banqueiros gastaram 230 milhões em tecnologia e automação bancária, o que corresponde a 28% do lucro daquele ano. O Banco do Brasil, no mesmo ano, investiu no setor 261,8 milhões (Exame, 1998). As instituições financeiras passam a adequar os seus produtos e serviços, com vistas a efetivar a sua comercialização eletrônica, como por exemplo, as linhas de financiamento direto aos consumidores, os CDCs do Banco do Brasil, que podem ser formalizados via Internet ou terminais de auto-atendimento (Banco do Brasil, 1999). http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1415-65552000000300008&script=sci_arttext