Trabalho Completo Manual De Segurança No Laboratório

Manual De Segurança No Laboratório

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Categoria: Biologia e Medicina

Enviado por: Lorena 01 dezembro 2011

Palavras: 8504 | Páginas: 35

...

7

8.3 Permanganato de Potássio 8

8.3.3Descarte dos líquidos 8

8.3.4Descarte dos resíduos sólidos 8

8.4 Peróxido de Hidrogênio

8.4.1Descarte de vazamento/derramamento 8

8.4.2 Descarte de resíduos sólidos 8

8.5 Formol ou Formaldeído 8

8.6 Ácido Oxálico 9

8.6.1Descarte de vazamento/derramamento 9

8.6.2 Descarte de resíduos sólidos 9

8.7 Mercúrio 9

8.7.1 Descarte de vazamento/derramamento 9

8.7.2Descarte de resíduos sólidos

8.8 Hexano 9

8.8.1 Descarte de vazamento/derramamento 9

8.8.2 Descarte de resíduos sólidos 9

8.9 Iodo 10

8.9.1 Descarte de vazamento/derramamento 10

8.9.2 Descarte de resíduos sólidos 10

9 Metais finamente divididos 10

9.1 Ácidos e Bases 10

9.2 Metais Pesados 10

9.3 Aminas aromáticas 10

9.4- RESÍDUOS QUE PODEM SER DESCARTADOS DIRETAMENTE NA PIA 11

9.5 Alguns compostos que podem ser descartados diretamente na pia 11

9.5.1 Orgânicos 11

9.5.2 Inorgânicos 11

9.6 Materiais assemelhados a resíduos domésticos 11

9.7 ALGUNS COMPOSTOS QUE PODEM SER DESCARTADOS NO LIXO 12

9.7.1Orgânicos 12

9.7.2 Inorgânicos 12

9.7.3 Outros materiais de laboratório não contaminados com produtos químicos perigosos:12

10 PROCEDIMENTOS GERAIS DE DESCARTE 12

11.Tabela de Incompatibilidade das principais substâncias 13

11 Conclusão 15

12 Bibliografia

1- INTRODUÇÃO

O laboratório é um lugar no qual são realizadas tarefas

específicas numa determinada área de conhecimento. Sendo

assim, difere de outros locais por ser necessário adotar

procedimentos especiais nas atividades que lá se realizam e,

por esta razão, é um local de risco.

Os riscos oferecidos por um laboratório químico são

devidos a vários fatores, entre os quais podem ser citados a

absorção cumulativa, pelo organismo, de pequenas

quantidades de substâncias presentes na atmosfera laboratorial

(seja por inalação, absorção cutânea ou ingestão), a

contaminação em grande escala por acidentes com produtos

químicos (explosões, projeção de ácidos, etc.) e a má

utilização de materiais de vidro, equipamentos elétricos e

outros.

O profissional que exerce funções nestes locais, seja de

que natureza forem, deve tomar consciência de que a atividade

ali exercida deve ser precedida das orientações necessárias

para diminuir ao máximo a possibilidade de acidentes

Neste contexto, a observância das orientações e das

norma de segurança é muito importante, ainda mais se

estiverem relacionadas com laboratórios escolares. A

compreensão dos riscos decorrentes do manuseio das

substâncias e materiais químicos é fundamental para a

observação de medidas de prevenção inerentes ao uso seguro

do laboratório.

2- Objetivo

Fornecer um guia geral e regras básicas consideradas mínimas para o funcionamento seguro dos laboratórios de aulas práticas. Proteger os técnicos, alunos e professores de riscos e acidentes de laboratório.

3-Tipos de Risco

3.1 Riscos de Acidentes

Qualquer fator que coloque o trabalhador em situação vulnerável e possa afetar sua integridade, e seu bem estar físico e psíquico. São exemplos de risco de acidente: as máquinas e equipamentos sem proteção, probabilidade de incêndio e explosão, arranjo físico inadequado, armazenamento inadequado, etc.

3.2 RISCOS FÍSICOS

São aqueles gerados por máquinas e condições físicas características do local de trabalho, que podem

causar danos à saúde do trabalhador. São eles: ssss FÍSICOS

Ruídos, Vibrações, calor, Radiações ionizantes, radiações não ionizantes, Umidade, Frio, Pressões anormais

3.3 RISCOS QUÍMICOS

São aqueles representados pelas substâncias químicas que se encontram nas formas líquida, sólida e gasosa, e quando absorvidos pelo organismo, podem produzir reações tóxicas e danos à saúde. São eles:

Poeiras, Névoas, gases e vapores (substâncias compostas ou produtos químicos em geral).

3.4 RISCOS BIOLÓGICOS

São aqueles causados por microorganismos como bactérias, fungos, vírus e outros. São capazes de desencadear doenças devido à contaminação e pela própria natureza do trabalho.

São eles:

Vírus, bactérias e protozoários, Fungos e bacilos e Parasitas.

3.5 RISCOS ERGONÔMICOS

Estes riscos são contrários às técnicas de ergonomia, que exigem que os ambientes de trabalho se

adaptem ao homem, proporcionando bem estar físico e psicológico.

Os riscos ergonômicos estão ligados também a fatores externos (do ambiente) e internos (do plano

emocional), em síntese, quando há disfunção entre o indivíduo e seu posto de trabalho.

São eles:

Esforço físico, levantamento e transporte manual de pesos, exigências de posturas, ritmos excessivos, trabalho de turno e noturno, monotonia e repetitividade, outras situações (conflitos, ansiedade, responsabilidade)

4- Normas de segurança

4.1 PRINCÍPIOS GERAIS DE SEGURANÇA

* Não consumir alimentos e bebidas no laboratório.

* Usar os equipamentos do laboratório apenas para seu propósito designado.

* Assegurar-se que o líder de laboratório esteja informado de qualquer condição de falta de segurança.

* Conhecer a localização e o uso correto dos equipamentos de segurança disponíveis.

* Determinar causas de risco potenciais e as precauções de segurança apropriadas antes de começar a utilizar novos equipamentos ou implantar novas técnicas no laboratório e confirmar se existem condições e equipamentos de segurança suficientes para implantação do novo procedimento.

* Evitar perturbar ou distrair quem esteja realizando algum trabalho no laboratório.

* Assegurar-se que todos os agentes que ofereçam algum risco estejam rotulados e estocados corretamente.

* Consultar os dados de segurança existentes antes de utilizar reagentes químicos com os quais não esteja familiarizado e seguir os procedimentos apropriados ao manusear ou manipular agentes perigosos.

* Seguir os procedimentos de descarte adequados para cada reagente ou material de laboratório.

* Nunca pipetar ou sugar diretamente com a boca materiais biológicos, perigosos, cáusticos, tóxicos, radioativos ou cancerígenos.

* Utilização correta dos equipamentos de proteção individual.

* Não cheirar e nem provar produtos químicos.

* As áreas de trabalho devem estar limpas e livres de obstruções.

* Não se devem usar escadas e saguões para estocagem de materiais ou equipamentos de laboratório. Isto se aplica também a equipamentos de uso pessoal (por exemplo, bicicletas, rádios, etc.).

* Todos os frascos e recipientes devem ser mantidos fechados.

* Use pinças e materiais de tamanho adequado e em perfeito estado de conservação.

* Manter recipientes separados para vidrarias contaminadas e descontaminadas.

* Os acessos aos equipamentos e saídas de emergência nunca devem estar bloqueados.

* Os equipamentos e os reagentes químicos devem ser estocados de forma apropriada.

* Reagentes derramados devem ser limpos imediatamente de maneira segura.

* Rotule imediatamente qualquer reagente, solução preparada e as amostras coletadas.

* Materiais usados ou não etiquetados não devem ser acumulados no interior do laboratório e devem ser descartados imediatamente após sua identificação, seguindo os métodos adequados para descarte de material de laboratório.

* Desligue todos os aparelhos e feche a água após a execução de cada tarefa.

5 -Compostos Tóxicos

Um grande número de compostos orgânicos e inorgânicos são tóxicos. Manipule-os

com cuidado. Evitando a inalação ou contato direto. Muitos produtos que eram

manipulados pelos químicos, sem receio, hoje são considerados nocivos à saúde e

não há dúvidas de que a lista de produtos tóxicos deva aumentar.

A relação abaixo compreende alguns produtos tóxicos de uso comum em laboratório:

5.1 Compostos Altamente Tóxicos

São aqueles que podem provocar rapidamente, graves lesões ou até mesmo a morte.

Compostos arsênicos

Cianetos Inorgânicos

Compostos de mercúrio

Ácidos oxálico e seus sais

Selênio e seus complexos

Pentóxido de vanádio

Monóxido de carbono

Cloro, Flúor, Bromo, Iodo

5.2 Líquidos Tóxicos e Irritantes aos Olhos e Sistema Respiratório.

Cloreto de acetila - Bromo

Alquil e arilnitrilas - Bromometano

Benzeno - Dissulfito de Carbono

Brometo e cloreto de benzila - Sulfato de metila

Ácido fluorbórico - Sulfato de dietila

Cloridrina etilênica - Acroleina.

5.3 Compostos Potencialmente Nocivos por Exposição Prolongada

a) Brometos e cloretos de alquila: Bromometano, bromofórmio, tetracloreto de carbono,

diclorometano, iodometano.

b) Aminas alifáticas e aromáticas: anilinas substituídas ou não dimetilamina, trietilamina,

diisopropilamina.

c) Fenóis e composto aromáticos nitrados: Fenóis substituídos ou não cresóis, catecol,_

5.4 Substâncias Carcinogênicas

Muitos composto causam tumores cancerosos no ser humano. Deve-se ter todo o

cuidado no manuseio de compostos suspeitos de causarem câncer, evitando-se a

todo custo a inalação de vapores e o contato com a pele. Devem ser manipulados

exclusivamente em capelas e com uso de luvas protetoras. Entre os grupos de

compostos comuns em laboratório incluem:

a) Aminas aromáticas e seus derivados: anilinas N-substituídas ou não. naftilaminas,

benzidinas, 2-naftilamina e azoderivados.

b) Compostos N-nitroso, nitrosoaminas (R’-N(NO)-R) e nitrozoamidas.

c) Agentes alquilantes: diazometano, sulfato de dimetila, iodeto de metila, propiolactona,

óxido de etileno.

d) Hidrocarbonetos aromáticos policíclicos: benzopireno, dibenzoantraceno.

e) Compostos que contém enxofre: tiocetamida, tiouréia.

f) Benzeno: É um composto carcinogênico cuja concentração mínima tolerável é inferior

aquela normalmente percebida pelo olfato humano. Se você sente cheiro de

benzeno é porque a sua concentração no ambiente é superior ao mínimo tolerável.

Evite usá-lo como solvente e sempre que possível substitua por outro solvente

semelhante e menos tóxico (por ex. tolueno).

g) Amianto: A inalação por via respiratória de amianto pode conduzir a uma doença de

pulmão, a asbesto, uma moléstia dos pulmões que aleija e eventualmente mata. Em

estágios mais adiantados geralmente se transforma em câncer dos pulmões.

6 MANUSEIO DA VIDRARIA DE LABORATÓRIO

1. Vidraria danificada deve sempre ser consertada ou descartada.

2. Ao trabalhar com tubos ou conexões de vidro, deve-se utilizar uma proteção adequada para as mãos.

3. Utilizar proteção adequada nas mãos ao manusear vidros quebrados.

4. Familiarizar-se com as instruções apropriadas ao utilizar vidraria para fins específicos.

5. Descartar vidraria quebrada em recipientes plásticos ou de metal etiquetados e que não sejam utilizados para coleta de outros tipos de materiais de descarte.

Descartar a vidraria contaminada como recomendado. Por exemplo, quando utilizada em microbiologia, a vidraria quebrada deve ser esterilizada em autoclave antes de ser dispensada para coleta em recipiente apropriado. Materiais cirúrgicos usados (agulhas, seringas, lâminas, giletes, etc.) devem ser descartados em caixa de descarte para materiais perfuro cortantes com símbolo indicando material infectante e perigo. Lâmpadas fluorescentes e resíduos químicos não devem ser jogados nos coletores de lixo tradicionais, devem ser descartados em recipientes diferentes e identificados com etiquetas.

7 Armazenamento de reagentes Químicos

1. Todos os reagentes químicos, soluções, solventes e sais utilizados no laboratório devem ser etiquetados apropriadamente e guardados de acordo com sua compatibilidade.

2. Todos os frascos contendo soluções ou reagentes devem ser rotulados com o nome do produto, a data de aquisição ou preparação, validade e responsável pela solução. Quando necessário adicionar informações sobre o risco, perigo e condições de segurança em seu manuseio.

3. As prateleiras para estoque devem ser apropriadas para conter os frascos de reagentes e serem feitas de material resistente aos produtos químicos a serem guardados. Bandejas de plástico resistentes podem ser utilizadas para estocar reagentes que possuam propriedades químicas especiais.

4. É aconselhável que as prateleiras possuam uma borda ou algo equivalente que evite que os frascos possam escorregar e cair das prateleiras.

5. Reagentes perigosos em frascos quebráveis como: materiais altamente tóxicos (cianetos, neurotoxinas), inflamáveis (dietil-éter, acetona), líquidos corrosivos (ácidos) ou materiais sensíveis a impactos (percloratos) devem ser estocados de tal maneira que o risco de quebra seja minimizado. É aconselhável que reagentes químicos em frascos de vidro ou pesando mais de 500g não sejam estocados a mais de 2 metros do chão.

6. Devem-se comprar apenas quantidades limitadas de reagentes químicos, somente para uso imediato. Não é aconselhável guardar reagentes químicos por períodos de tempo muitos longos por risco de perder suas propriedades físico-químicas.

7. Deve-se manter um controle de estoque de almoxarifado. As condições dos materiais estocados devem ser verificadas anualmente. Materiais que não estejam mais sendo utilizados devem ser descartados o mais rápido possível.

8. Não estocar reagentes químicos diretamente sob a luz solar ou próximo a fontes de calor.

9. Não se devem estocar reagentes inflamáveis na geladeira. Quando necessário deve ser feito por períodos muito curtos. Os refrigeradores domésticos contem fontes de ignição como a luz de abertura de porta e o termostato. Quando necessário, devem-se utilizar refrigeradores especialmente fabricados ou modificados para excluir as fontes de ignição do interior da cabine refrigerada onde os solventes serão guardados.

10. Solventes inflamáveis e bases e ácidos altamente corrosivos devem ser transportados em frascos apropriados.

7.1 Armazenamento de vidrarias

Seque buretas, pipetas e provetas etc., deixando-as em pé sobre um papel toalha dobrado. Proteja o material de vidro limpo contra poeira. A melhor maneira de fazer isto é tapá-lo com um chumaço de algodão, rolha de cortiça, colocando um pedaço de papel grosso ao redor da tampa ou colocando o material em um armário à prova de poeira.

As prateleiras devem ser estáveis, resistentes e devidamente presas às paredes. Devem estar sempre limpas, libertadas de poeiras e de contaminação dos químicos.

Quando for armazenar peças, coloque-as em suportes desenhados especialmente para elas. Assegure-se de que as peças não se toquem, para evitar choques mecânicos.

8 Resíduos gerados nos laboratórios

Princípios a serem observados:

Reduzir ao mínimo o consumo de amostras e reagentes (micro análises e análise

instrumental)

Não jogar resíduos tóxicos no esgoto.

IMPORTANTE!

Nunca misturar resíduos de produtos químicos diferentes sem conhecimento, pois

podem gerar gases nocivos ou reações violentas.

8.1 Tratamento dos resíduos de níquel e de manganês

O resíduo de níquel é tratado com NaOH até pH 7 e, a seguir, com solução de carbonato de sódio em excesso. Filtra-se e na solução restante testa-se o elemento com dimetil-glioxima14-17 (resultado negativo). Neutraliza-se a solução com HCl (sem a formação de precipitados). O mesmo é feito para o resíduo de manganês. O uso de carbonato de sódio visava impedir alguma ressolubilização de outros metais presentes nos resíduos dos elementos em estudo (Zn) quando da precipitação do Ni ou do Mn.

As reações são:

8.2 Tratamento de resíduos contendo prata

Dado o elevado volume de resíduo processado adiciona-se NaOH até pH 8-9, precipitando a prata solúvel existente. A solução, incolor, foi neutralizada com HCl. No resíduo sólido adiciona-se, paulatinamente, HNO3 concentrado, sob aquecimento (100 oC). Concentra-se a solução até aproximadamente 50 mL. Permanece um resíduo branco fosco, que mostrou ser solúvel em NH4OH (tratava-se do AgCl). Assim, trabalha-se com dois tipos de solução contendo prata: meio ácido e amoniacal. Adiciona-se, vagarosamente, Na2S2O5sólido à solução amoniacal até completa redução (60 oC). Filtra-se e lava-se o precipitado com água destilada à temperatura ambiente (até filtrado com pH neutro). Na solução ácida, adicionou-se água e concentra-se para remover o excesso de NO2. Adicionou-se vagarosamente Na2S2O5 sólido até completa redução (60 oC) e centrifugou-se em seguida. A redução da prata se dá segundo

Os dois precipitados são lavados com água destilada a 60 oC. Os resíduos finais em meio amoniacal e em meio ácido foram reunidos (teste para Ag negativo14-17) e neutralizados com HCl formando-se um precipitado branco (contendo zinco).

8.3 Permanganato de Potássio

8.3.3Descarte dos líquidos

Use óculos de proteção, avental, luvas de borracha nitrílica. Cubra o vazamento com carbonato de sódio ou carbonato de cálcio, areia de gato de argila (bentonita) e areia, na proporção de peso de 1:1: 1. Adicione um béquer de água (aproximadamente 20 ml/g de permanganato). Na capela, adicione uma gota de ácido sulfúrico concentrado para cada 10 ml de solução. Lentamente, e com agitação, adicione bissulfato de sódio 10% até que a cor do permanganato fique mais clara e a cor inicial marrom do precipitado de dióxido de manganês dissolva (aproximadamente 13 ml de solução de bissulfato/10 ml da solução de permanganato). Neutralize com carbonato de sódio. Deixe em repouso até assentar. Decante o líquido no ralo com pelo menos 50 vezes seu volume de água. O resíduo sólido pode ser jogado fora como resíduo comum.

8.3.4Descarte dos resíduos sólidos

Use óculos de proteção, avental, luvas de borracha nitrílica. Trabalhe na capela. Prepare uma solução aquosa saturada da sobra do permanganato de potássio (aproximadamente 5g de sal dissolvem-se em 100 ml de água a 20º C). Para cada 10 ml da solução, adicione uma gota de ácido sulfúrico concentrado. Na capela, lentamente, e agitando, adicione solução de bissulfato de sódio 10% até que a cor do permanganato fique mais clara e o precipitado marrom inicial do dióxido de manganês dissolva-se. Aproximadamente 13 ml da solução da solução de bissulfato são necessários para cada 10 ml da solução de permanganato. Neutralize com carbonato de sódio, se preciso. Escoe a solução resultante incolor no ralo com pelo menos 50 vezes seu volume de água.

8.4 Peróxido de Hidrogênio

8.4.1Descarte de vazamento/derramamento

Use proteção facial e óculos, avental e luvas de borracha butílica. Cubra o líquido derramado com uma mistura 1:1: 1 por peso de carbonato de sódio ou carbonato de cálcio, areia de gato de argila (bentonita) e areia. Usando uma colher grande de plástico, transfira a mistura para um recipiente. Transporte para a capela. Lentamente adicione a um balde de água fria. Gradualmente adicione a um excesso de solução aquosa de metabissulfito de sódio. Decante o líquido no ralo. Trate os resíduos sólidos como lixo normal.

8.4.2 Descarte de resíduos sólidos

Use luvas de borracha butílica, óculos de proteção e avental. Uma proteção corporal deve ser providenciada. Na capela, prepare uma solução diluída (5%) de peróxido através da adição cuidadosa a um grande volume de água. Gradualmente, mexendo, adicione a um excesso aquoso de 50% de metabissulfito de sódio em um frasco de fundo redondo equipado com um termômetro. Um aumento na temperatura indica que a reação está acontecendo. Acidifique a reação caso ela não aconteça espontaneamente. Neutralize a mistura de reação e leve no ralo.

8.5 Formol ou Formaldeído

Este procedimento deve ser realizado em capela com exaustão. Antes de começar, quem for fazer a neutralização deve ter o seguinte equipamento pronto para um eventual derramamento: material absorvente, aparelho de proteção respiratória adequado, avental ou jaleco, óculos de segurança e luvas de neoprene. Também deverá ter um medidor de pH (pH-metro) ou papel indicador de pH. Um galão (3, 785 litros) de formalina a 10% (3,7% de formaldeído) tem aproximadamente 140 gramas de formaldeído. Para neutralizar essa quantidade, são necessários 212 gramas de hidróxido de amônio (chamada também solução de amônia) a 26%; se for um galão de formalina a 5%, será necessário 106 gramas de amônia a 26%. A reação é a seguinte: 6 CH2O + 4 NH3 ------> C6H12N4 (Hexametilenotramina) + 6 H2O Misture lenta e adequadamente. A reação pode liberar calor. Deixe em repouso por 12 horas com a capela ligada. A mistura resultante pode ser usada como fertilizante. Inicialmente, o pH da solução de formaldeído será de aproximadamente 6. Na medida em que a amônia é adicionada e misturada, é produzido um precipitado branco. A adição de amônia suficiente vai elevar o pH para ao redor de 8; a constatação de pH alcalino (básico) mostra que foi adicionada amônia em excesso. CUIDADO: Não ultrapasse os 5 galões no tratamento (1060 gramas para formalina a 10%, 530 gramas para formalina a 5%), e trabalhe seguindo as recomendações acima. Observação: pessoas que manipulam formol costumam se referir à solução comercial como sendo 100%, daí as expressões usadas no texto relativas às concentrações das soluções.

8.6 Ácido Oxálico

8.6.1 Descarte de vazamento/derramamento

Use luvas de borracha nitrílica, avental, proteção ocular e protetor facial. Cubra o vazamento com carbonato de sódio ou carbonato de cálcio, areia de gato de argila (bentonita) e areia, na proporção de peso de 1:1:1. Deposite a mistura num balde plástico e, na capela, adicione lentamente a mistura a um balde de água fria. Deixe em repouso por 24 horas. Teste o pH da solução e neutralize, se necessário, com carbonato de sódio. Escoe a solução no ralo. Trate o resíduo sólido como resíduo comum.

8.6.2 Descarte de resíduos sólidos

O ácido oxálico pode ser colocado num recipiente rotulado separado para reciclagem ou incineração. Pequenas quantidades. O ácido oxálico é decomposto em dióxido de carbono, monóxido de carbono e água pelo aquecimento em ácido sulfúrico concentrado. Use luvas de borracha nitrílica, avental e proteção ocular. Na capela, o ácido oxálico (5g) é adicionado a 25 ml de ácido sulfúrico concentrado num frasco de 100 ml de fundo arredondado. Usando-se manta de aquecimento, a mistura é mantida a 80-100º C durante 30 minutos. O ácido sulfúrico pode ser usado novamente para o mesmo procedimento desde que o único produto não volátil da decomposição seja uma pequena quantidade de água. Do contrário, deixe a mistura da reação esfriar em temperatura ambiente, então, lenta e cuidadosamente, despeje o ácido sulfúrico num balde de água fria (ou água fria e gelo), neutralize com carbonato de sódio e leve ao ralo.

8.7 Mercúrio

8.7.1 Descarte de vazamento/derramamento

Devido à alta toxicidade do vapor de mercúrio, é importante limpar o mercúrio da melhor forma possível, especialmente em áreas confinadas. Use luvas de borracha nitrílica, avental e óculos de proteção. Um aparelho de respiração autônoma será necessário para grandes vazamentos/derramamentos. Um aspirador pequeno com um tubo capilar conectado a uma bomba pode ser usado para sugar gotas de mercúrio. Para gotas pequenas em lugares de difícil acesso, trate com Merconvap ou use um kit desenvolvido para essa finalidade. Combine gotas de mercúrio coletadas em uma garrafa de polietileno de alta densidade, com paredes espessas e bem vedada e envie para o descarte.

8.7.2Descarte de resíduos sólidos

CUIDADO: A toxicidade do mercúrio é tal que o elemento e seus componentes não devem contaminar o ar ou a água. Use luvas de borracha nitrílica, aparelho de respiração autônoma e avental. Colete todas as gotas e poças o mais rápido possível utilizando uma bomba de sucção e uma garrafa aspiradora com um longo tubo capilar. Cubra as gotas menores que estejam em lugares de difícil acesso com Merconvap ou use um kit desenvolvido para essa finalidade. Combine todo o mercúrio contaminado em uma garrafa bem vedada. Retorne ao fabricante para reciclagem.

8.8 Hexano

8.8.1 Descarte de vazamento/derramamento

Remova todas as fontes de ignição. Evacue a área. Use aparelho de respiração autônoma, luvas de borracha nitrílica e avental. Cubra o líquido derramado com uma solução 1:1: 1 por peso de carbonato de sódio, areia de gato de argila (bentonita) e areia. Quando todo o líquido tiver sido absorvido, transfira para dentro de um balde ou outro recipiente de boca larga e coloque na capela. Se o regulamento local permitir, deixe repousar na capela por vários dias até que todo o hexano tenha evaporado. Descarte o resíduo sólido com o lixo normal. Senão, embale e rotule o resíduo sólido para encaminhar para o descarte.

8.8.2 Descarte de resíduos sólidos

Grandes quantidades: Destile para reutilização ou rotule para eliminação por incineração.

Pequenas quantidades: Se o regulamento local permitir, coloque em um prato ou béquer evaporador na capela e deixe que evapore. Assegure-se de que não há nenhuma chama ou outra fonte de ignição presente. Senão, embale e rotule para encaminhar para descarte.

8.9 Iodo

8.9.1 Descarte de vazamento/derramamento

Use luvas de borracha nitrílica, avental e óculos de proteção. Se o vazamento/derramamento for grande e dentro de uma área confinada, um aparelho de respiração deve ser usado. Grandes quantidades são melhor descartadas varrendo-se o líquido misturado com areia e enterrando-se os resíduos em terreno baldio. Pequenas quantidades podem ser descartadas dissolvendo-se em tiossulfato de sódio ou metabissulfito de sódio e lavando-se a solução no ralo. Manchas de iodeto no chão podem ser removidas com o uso de um pano embebido em uma solução de tiossulfato ou metabissulfito.

8.9.2 Descarte de resíduos sólidos

Grandes quantidades. Coloque em um recipiente separado e rotulado para reciclagem ou reutilização. Pequenas quantidades. Use luvas de borracha nitrílica, óculos de proteção e avental. Na capela, cautelosamente adicione iodeto (5 g) a uma solução de tiossulfato de sódio (300 ml a 4%) contendo carbonato de sódio (0,1 g). Mexa até todo o iodeto estar dissolvido (a solução é incolor), e então neutralize com carbonato de sódio. Quando a redução estiver completa, adicione carbonato de sódio ou ácido clorídrico diluído para neutralizar a solução. Leve no ralo

9 Metais finamente divididos

(Al, Co, Fe, Mg, Mn, Ni, Pd, Pt, Ti, Sn, U, Zn, Zr, e suas ligas)

-suspender o pó em água, até formar uma pasta

-colocar em um recipiente metálico formando uma camada fina deixar secar ao ar.

- Conforme a mistura for secando, formar-se-ão, óxidos que não são pirofóricos

-Descartar como resíduos de metal ou recuperar, dependendo do metal.

Outra alternativa: solubilizar com ácido e depois descartar como resíduo de metais.

9.1 Ácidos e Bases

Neutralizar com NaOH ou H2SO4 , respectivamente, utilizar papel indicador ou gotas de fenolftaleína, para garantir que o pH da solução resultante situe-se entre 6 e 8. Após a neutralização, descartar lentamente na pia sob água corrente. Para soluções extremamente ácidas, como mistura sulfonítrica, por exemplo, utilizar cal na neutralização.

Resíduos de ácidos devem ser descartados em frascos de vidro.

Resíduos de base devem ser descartados em frascos de polietileno(plástico)

9.2 Metais Pesados

Tanto os resíduos de metais pesados em solução quanto os residuos de metais pesados no estado sólido, devem ser tratados antes de serem descartados.

Deve-se tratá-los com soda cáustica (NaOH + Na2CO3) em excesso.

Descartar a mistura nos tambores apropriados ou bombonas.

9.3 Aminas aromáticas

Destruição em laboratório: oxidação por KMnO4 em meio ácido

0,2 mol KMnO4 para 0,01 mol de amina, em H2SO4 2 mol.l-1

Temperatura ambiente por 8 horas

NaHSO4, para destruir o excesso de MnO4-

Neutralizar com NaOH, diluir e descartar na pia sob água corrente.

9.4 - RESÍDUOS QUE PODEM SER DESCARTADOS DIRETAMENTE NA PIA

Em geral, podem ser descartados diretamente na pia (após diluição-100x e sob água corrente) os compostos solúveis em água (pelo menos 0,1g ou 0,1ml/3 ml de água) e com baixa toxicidade. Para os orgânicos é preciso que também sejam facilmente biodegradáveis. Quantidade máxima recomendável: 100 g ou 100 ml, por ponto, por dia.

Compostos com PE <50oC não devem ser descartados na pia, mesmo que extremamente solúveis em água e pouco tóxicos

Misturas contendo compostos pouco solúveis em água, em concentrações abaixo de 2% podem ser descartadas na pia

9.5 Alguns compostos que podem ser descartados diretamente na pia

ATENÇÃO:

Considerar sempre a toxicidade (aguda e crônica), inflamabilidade e reatividade, além da quantidade e concentração, obviamente.

Compostos com características ácido - base pronunciadas (pH < 6 ou pH > 8) deverão ser neutralizados antes do descarte.

Compostos com odor forte devem ser neutralizados/destruídos, diluídos pelo menos 1000 vezes com água e depois descartados sob água corrente

9.5.1 Orgânicos

-Álcoois com menos de 5 carbonos

-Dióis com menos de 8 carbonos

-Glicerol

-Açúcares

-Aldeídos alifáticos com menos de 7 carbonos

-Amidas: RCONH2 e RCONHR c/menos de 5 carbonos

-RCONR2 c/ menos de 11 carbonos

-Aminas alifáticas com menos de 7 carbonos

-Ácidos carboxílicos com menos de 6 carbonos e seus sais de NH4+, Na+ e K+

-Ésteres com menos de 5 carbonos

-Cetonas com menos de 6 carbonos

9.5.2 Inorgânicos

Cátions: Al(III), Ca(II), Cu(II), Fe(II), Fe(III), Li(I), Mg(II), Na(I), NH4+, Sn(II), Sr(II), Zn(II), Zr (II)

Ânions: BO33- , B4O72-, Br-, CO32-, Cl-, HSO3-, I-, NO3-, SO42-, SCN-, SO32-, OCN-

OBS: apesar do fosfato (PO43-) não ter toxicidade pronunciada seu descarte na pia deve ser encarado com muito cuidado por seu potencial eutrofizante nos corpos d’água.

9.6 Materiais assemelhados a resíduos domésticos

Compostos com DL50 > 500 mg/Kg, não inflamáveis ou reativos, toxicidade crônica baixa.

9.7 ALGUNS COMPOSTOS QUE PODEM SER DESCARTADOS NO LIXO

9.7.1Orgânicos:

Açúcares, amido, aminoácidos e sais de ocorrência natural ácido cítrico e seus sais (Na, K, Mg, Ca, NH4); ácido lático e seus sais (Na, K, Mg, Ca, NH4)

9.7.2 Inorgânicos

- Sulfatos, fosfatos, carbonatos: Na, K, Mg, Ca, Sr, Ba, NH4

- Óxidos: B, Mg, Ca, Sr, Al, Si, Ti, Mn, Fe, Co, Cu, Zn

- Cloretos: Na, K, Mg

- Fluoretos: Ca

-Boratos: Na, K, Mg, Ca

9.7.3 Outros materiais de laboratório não contaminados com produtos químicos perigosos:

Adsorventes cromatográficos: sílica, alumina, etc.

Material de vidro.

Papel de filtro.

Luvas e outros materiais descartáveis.

10 PROCEDIMENTOS GERAIS DE DESCARTE

Resíduos inorgânicos ácidos e suas soluções aquosas – Diluir com água, neutralizar

com bases diluídas e, descartar na pia em água corrente.

Resíduos inorgânicos básicos e suas soluções aquosas – Diluir com água,

neutralizar com ácidos diluídos e descartar na pia em água corrente.

Resíduos inorgânicos neutros e suas soluções aquosas – Diluir com água e descartar

na pia em água corrente.

Resíduos inorgânicos insolúveis em água:

Com risco de contaminação ao meio ambiente – armazenar em frascos etiquetados e

de conteúdo similar, para posterior recolhimento.

Sem risco de contaminação ao meio ambiente – coletar em saco plástico e descartar

como lixo comum.

Resíduos orgânicos e suas soluções aquosas tóxicas – coletar em frascos etiquetados

e de conteúdo similar para posterior recolhimento.

Resíduos orgânicos ácidos e suas soluções aquosas – diluir com água, neutralizar

com ácidos diluídos e descartar na pia em água corrente.

Resíduos orgânicos básicos e suas soluções aquosas – diluir com água, neutralizar

com ácidos diluídos e descartar na pia em água corrente.

Resíduos orgânicos neutros e suas soluções aquosas – diluir com água e descartar na

pia em água corrente.

Resíduos orgânicos sólidos insolúveis em água:

Com risco de contaminação ao meio ambiente – armazenar em frascos etiquetados e

de conteúdo similar para posterior recolhimento.

Sem risco de contaminação ao meio ambiente – coletar em sacos plásticos e

descartar em lixo comum.

Resíduos de solventes orgânicos:

Solventes halogenados puros ou em mistura – armazenar em frascos etiquetados e

de conteúdo similar para posterior recolhimento.

Solventes isentos de halogenados, puros ou em mistura – coletar em frascos

etiquetados e de conteúdo similar, para posterior incineração.

11.Tabela de Incompatibilidade das principais substâncias

Substância | Incompatível com |

Acetileno | Cloro, Bromo, Flúor , Cobre, Prata, Mercúrio |

Ácido acético | Ácido crômico , Ácido perclórico , peróxidos, permanganatos , Ácido nítrico, etilenoglicol |

Acetona | Misturas de Ácidos sulfúrico e nítrico concentrados, Peróxido de hidrogênio. |

Ácido crômico | Ácido acético, naftaleno, cânfora, glicerol, turpentine, álcool, outros líquidos inflamáveis |

Ácido hidrociânico | Ácido nítrico, álcalis |

Ácido fluorídrico anidro, fluoreto de hidrogênio | Amônia (aquosa ou anidra) |

Àcido nítrico concentrado | Ácido cianídrico, anilinas, Óxidos de cromo VI, Sulfeto de hidrogênio, líquidos e gases combustíveis, ácido acético, ácido crômico. |

Ácido oxálico | Prata e Mercúrio |

Ácido perclórico | Anidrido acético, álcoois, Bismuto e suas ligas, papel, madeira |

Ácido sulfúrico | Cloratos, percloratos, permanganatos e água |

Alquil alumínio | Água |

Amônia anidra | Mercúrio, Cloro, Hipoclorito de cálcio, Iodo, Bromo, Ácido fluorídrico |

Anidrido acético | Compostos contendo hidroxil tais como etilenoglicol, Ácido perclórico |

Anilina | Ácido nítrico, Peróxido de hidrogênio |

Azida sódica | Chumbo, Cobre e outros metais |

Bromo e Cloro | Benzeno, Hidróxido de amônio, benzina de petróleo, Hidrogênio, acetileno, etano, propano, butadienos, pós-metálicos. |

Carvão ativo | Dicromatos, permanganatos, Ácido nítrico, Ácido sulfúrico, Hipoclorito de sódio |

Cloro | Amônia, acetileno, butadieno, butano, outros gases de petróleo, Hidrogênio, Carbeto de sódio, turpentine, benzeno, metais finamente divididos, benzinas e outras frações do petróleo. |

Cianetos | Ácidos e álcalis |

Cloratos, percloratos, clorato de potássio | Sais de amônio, ácidos, metais em pó, matérias orgânicas particuladas, substâncias combustíveis |

Cobre metálico | Acetileno, Peróxido de hidrogênio, azidas |

Dióxido de cloro | Amônia, metano, Fósforo, Sulfeto de hidrogênio |

Flúor | Isolado de tudo |

Fósforo | Enxofre, compostos oxigenados, cloratos, percloratos, nitratos, permanganatos |

Halogênios (Flúor, Cloro, Bromo e Iodo) | Amoníaco, acetileno e hidrocarbonetos |

Hidrazida | Peróxido de hidrogênio, ácido nítrico e outros oxidantes |

Hidrocarbonetos (butano, propano, tolueno) | Ácido crômico, flúor, cloro, bromo, peróxidos |

Iodo | Acetileno, Hidróxido de amônio, Hidrogênio |

Líquidos inflamáveis | Ácido nítrico, Nitrato de amônio, Óxido de cromo VI, peróxidos, Flúor, Cloro, Bromo, Hidrogênio , |

Mercúrio | Acetileno, Ácido fulmínico, amônia. |

Metais alcalinos | Dióxido de carbono, Tetracloreto de carbono, outros hidrocarbonetos clorados |

Nitrato de amônio | Ácidos, pós-metálicos, líquidos inflamáveis, cloretos, Enxofre, compostos orgânicos em pó. |

Nitrato de sódio | Nitrato de amônio e outros sais de amônio |

Óxido de cálcio | Água |

Óxido de cromo VI | Ácido acético, glicerina, benzina de petróleo, líquidos inflamáveis, naftaleno, |

Oxigênio | Óleos, graxas, Hidrogênio, líquidos, sólidos e gases inflamáveis |

Perclorato de potássio | Ácidos |

Permanganato de potássio | Glicerina, etilenoglicol, Ácido sulfúrico |

Peróxido de hidrogênio | Cobre, Cromo, Ferro, álcoois, acetonas, substâncias combustíveis |

Peróxido de sódio | Ácido acético, Anidrido acético, benzaldeído, etanol, metanol, etilenoglicol, Acetatos de metila e etila, furfural |

Prata e sais de Prata | Acetileno, Ácido tartárico, Ácido oxálico, compostos de amônio. |

Sódio | Dióxido de carbono, Tetracloreto de carbono, outros hidrocarbonetos clorados |

Sulfeto de hidrogênio | Ácido nítrico fumegante, gases oxidantes |

11 Conclusão

Toda e qualquer atividade prática a ser desenvolvida dentro de um laboratório apresenta riscos e estão sujeitos a acidentes. Devemos então utilizar normas de conduta para assegurar a integridade das pessoas, instalações e equipamentos. É importante manusear corretamente as substâncias químicas e equipamentos com os quais se vai trabalhar a fim de evitar acidentes pessoais ou danos materiais. Este manual é destinado ao curso técnico de química e tem por finalidade conscientizá-los quanto as normas de segurança, requisito básico para garantir a qualidade e a segurança no laboratório.

12 Bibliografia

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http://www.unifal-mg.edu.br/riscosquimicos/?q=metaispesados

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