Trabalho Completo Memorial Do Processo De Institucionalização Do Serviço Social

Memorial Do Processo De Institucionalização Do Serviço Social

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Categoria: Ciências Sociais

Enviado por: deinhamoura1 20 setembro 2013

Palavras: 5304 | Páginas: 22

SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

CURSO SUPERIOR SERVIÇO SOCIAL – MÓDULO VII

MARIA DE FÁTIMA GONÇALVES MOURA DE OLIVEIRA

TRABALHO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

DA DISCIPLINA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO III

Senhor do Bonfim

2013.

MARIA DE FÁTIMA GONÇALVES MOURA DE OLIVEIRA

TRABALHO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

DA DISCIPLINA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO III

Trabalho apresentado ao curso superior Serviço Social 7º semestre da Universidade Norte do Paraná - Unopar, como requisito de avaliação da disciplina Estágio Supervisionado III

Senhor do Bonfim

2013.

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO 4

2. DESENVOLVIMENTO 6

3. CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................................................................................10

4. REFERENCIAS .................................................................................................................12

5. ANEXOS .............................................................................................................................13

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO III

1. INTRODUÇÃO:

O desenvolvimento do projeto pretende esboçar um quadro sucinto quanto ao percurso da Assistência Social no Município de Jaguarari, tendo em vista se tratar de um elemento chave na configuração de um efetivo processo de desenvolvimento.

É necessário lembrar que a política pública no país a partir da Constituição federal 1988, passando a compor o tripé da Seguridade Social, junto a Saúde e a Previdência Social.

Por tratar de um direito do cidadão e um dever do Estado. E a política de Seguridade Social não contributiva, que será prestada “ a quem necessitar”, ou seja, pessoas com vulnerabilidade e risco social, conforme preconiza a Lei Orgânica de Assistência Social – LOAS.

Cabe ressaltar que o MDS, através da secretaria Nacional de Assistência Social vem articulando ações e encaminhamento necessário para implementação do referido sistema do país.

Desse modo apresenta suas determinações não só de ser órgão público responsável pela provisão de necessidades oriundas dos riscos e vulnerabilidade, mas, sobretudo de se tornar fomentadora do desenvolvimento a partir da redistribuição de renda, ou melhor, da capacidade de acesso a bens de recursos.

Tem como missão implantar políticas públicas para a população em situação de exclusão social, por meio de ações e programas baseados nos princípios fundamentais dos Direitos Humanos, contribuindo para melhoria da qualidade de vida e consolidando sua autonomia, fortalecendo a democratização do Estado para a transformações sociais, visando afiançar seguranças sociais para prevenção, proteção e enfrentamento de situações de vulnerabilidade e risco e a promoção e defesa de direitos, suas ações desenvolvidas buscam articular as transferências de renda com os serviços sociassistencial para oferecer mais possibilidade de desenvolvimento de individuo famílias e comunidades. Protegendo de situações de risco as famílias e indivíduos cujos direitos tenha sido violadas e, ou, que já tenham ocorrido rompimento dos laços familiares e comunitários, decorrente substanciais psicoativas, cumprimento de socioeducativas, situação de rua, situação do trabalho infantil , dentre outros.

Após uma investigação na SEDES/ Jaguarari, ao constatar a grande procura de usuários ao BPC, que fui sensibilizando a pesquisar mais sobre a forma de vida desses usuários. A questão levou-me a reflexão sobre as variadas situações que fazem essas pessoas idosas e deficientes físicas ou mentais buscarem a secretaria uma solução ou iniciativa na geração de trabalho e renda.

A pretensão de descrever o tema Alto indicie de procura ao BPC, teve como intenção orientar sobre os direitos do cidadão a um salário mínimo às pessoas com deficiência e as pessoas com 65 anos ou mais que não tenham condições de prover a própria manutenção ou tê-la provida por sua família.

2. DESENVOLVIMENTO

Este projeto foi destinado aos usuários do BPC- Beneficio de Prestação Continuada.

A Secretaria de Desenvolvimento Social, é responsável pela Politica Municipal de Assistência Social, tem como objetivo promover desenvolvimento social, em consonância com os órgãos executores, fiscalizadores e financiadores de assistência social, tendo como centralidade e articulação da Rede de Proteção Social na implantação de politicas públicas, programas, projetos, ações e benefícios que compõem a estratégia municipal para enfrentar a vulnerabilidade e exclusão social.

De forma geral, os programas municipais estão distribuídos segundo a natureza do público- alvo, ou seja o segmento populacional a que se destinam. A partir do principio da dignidade da pessoa humana, portanto são legitimadas as ordens constitucionais e concretizadas os direitos fundamentais como exemplo os direitos sociais, que garantem um mínimo de recurso para que a pessoa possa desenvolver a sua personalidade, autonomia e autodeterminação.

O Projeto de Intervenção foi realizada na SEDES/ Jaguarari, onde se propões a ajudar e orientar, por meios de atendimentos individuais e especializado a idosos com 65 anos ou mais e deficientes físicos ou mentais.

Esclarecendo que o benefício é financiado com recursos de Seguridade Social na forma do art. 195 de CF/88, isto é, pelo orçamento dos entes federados e pelas contribuições sociais, alocados no Fundo Nacional de Assistência Social ( FNAS). Sendo implementado, coordenado, financiado e monitorado ao benefícios pelo ministério de Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS) apesar de se tratar de um autarquia previdenciária o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é responsável pela operacionalização desse beneficio ( concessão, revisão, cancelamento, etc.), tendo, inclusive, legitimidade passiva exclusiva demandas judiciais de benefícios assistenciais.

A metodologia utilizada foram feitas com bastante dinamismo, intervenção, participação e respeito mútuo por se tratar de um tema que aguça a curiosidade na promoção humana, como objetivo de valorizar, estimular a criação de autoestima, com ações descontraídas, promovendo liberdade de expressão, satisfazendo as necessidades com relação às curiosidades da todos os participantes.

De acordo com a metodologia desenvolvida referenciou-se por meio das seguintes etapas:

• Encontro com Agentes de Saúde, com a participação das

Assistentes Sociais da SEDES/Jaguarari, estagiárias de Serviço Social, para divulgar e convidar usuários a participarem da palestra com tema proposto.

• Palestra com o tema BPC – Um direito nosso! A qual teve como mediadora a Estagiária de Serviço Social Maria de Fátima Gonçalves Moura de Oliveira e a Assistente Social Elisangela Pereira.

• Momentos de interação e integração do grupo por meio de depoimentos

• Além de seminários, apresentações de vídeos sobre o tema, mensagem reflexiva, músicas relacionadas com o tema, bem como dinâmicas grupais para descontrair os participantes, houve também entrevistas com os idosos e deficientes explicitando o tema BPC- um direito nosso!, utilização do data show para visualização do tema proposto, estudos de casos envolvendo os direitos dos idosos e deficientes físicos e mentais, explicitando o que é BPC, quem pode receber o BPC, como saber se você tem direito ao BPC, como calcular a renda familiar, como requerer o BPC, documentos necessários, caso não tenha condições físicas ou mentais escolher uma pessoa de confiança para lhe representar, esclarecimento do requerimento do BPC for autorizado como BPC é pago, Direito de mais uma pessoa receber o BPC na mesma família , o BPC não é vitalício, de onde vem o dinheiro do BPC, as leis que garantem ao BPC, sempre atualizar os dados e onde encontra mais informações sobre o BPC.

Para desenvolver o projeto, no primeiro momento o valor da escuta, ouviu –se os usuários para analisar as reais necessidades do usuário, para poder alcançar os objetivos e propostas a serem alcançados foi ouvido cerca de 40 pessoas entre elas idosos e deficientes que recebiam ou estavam a procura de informações do BPC. É importante ressaltar que esse numero foi apenas de usuários residente na sede de Jaguarari.

No segundo momento foi marcada uma conversa informal “bate-papo” com os agentes de saúde, onde pedia-se sua colaboração e contribuição na divulgação da palestra informativa, foi muito significates pois os mesmo tem um convívio maior com os usuários, conhecendo melhor a realidade de cada um, deixando já marcada a data da atividade.

No terceiro momento foi realizada uma palestra descontraída, com um jogo de perguntas e respostas, deixando uma manha descontraída e produtivas com uma conversa que fluía, e as duvidas eram postas e esclarecidas, a troca de informações enriqueceu cada vez mais o encontro.

A palestra teve a duração de 50 minutos e foi feita de modo horizontal pela estagiaria de Serviço Social, tinha um roteiro e era descritivo para o discorrimento dos encontros, porém os idosos e deficientes participaram da conversa, pois estimulavam do inicio ai fim, por serem instigados quase que imperceptivelmente a conversar sem terem vergonha e medo, pois percebiam que realmente eram acolhidos e informados como deveriam ser, compreendidos e orientados, com respeito e de forma agradável.

A palestra foi muito bem aproveitada pelos idosos e deficientes ao termino estavam todos satisfeito com a palestra. Suas dúvidas foram esclarecidas sendo assim os usuários foram beneficiados com informações proveitosas.

No terceiro momento, foi realizada uma simples confraternização. Neste encontro todos os usuários foram munidos de mensagem com auto estima, lembrancinha e uma cartilha do BPC, onde poderão sempre consultar quando tiverem possíveis duvidas.

Foi servido um lanche para o publico, que colaboraram com a realização deste projeto e os agradecimento vieram foi reciproco tanto do lado do publico colaborador como dos idosos e deficientes.

3. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A partir dessa pesquisa, verifica-se que o beneficio de prestação continuada da Assistência Social é um instrumento de grande valia, já que se trata de uma garantia constitucional de um mínimo existencial, uma vida com dignidade aqueles idosos e pessoas com deficiência que se encontra na miséria, cujas famílias não possam auxiliá-los sem o prejuízo próprio.

Todavia, nos estágios I, II e II foi de grande aprendizado e amplitude no que concerne conhecimentos que conduzirão no dia-a-dia do assistente social, conclui-se que o dispositivo legal visa proteger os idosos e o deficientes.

Obtive uma grande oportunidade de conhecer um pouco mais a realidade do município de Jaguarari, como não seria tão diferente de outros municípios, pois há todo contraste socioeconômico ético-politico e cultural de acordo com o meio e o convívio familiar.

Deve-se ter em mente que CF/88 possibilitou um padrão mínimo de vida para os idosos e pessoas com deficiência miseráveis e vulneráveis, protegendo a sua dignidade não se pode esquecer que A. S. não é contributiva. Consequentemente cabe o poder legislador, e não ao judiciário, definir entre os seus beneficiários aqueles considerados de atendimento urgente, frente e recursos financeiros limitados. O reconhecimento de seus direitos como cidadão vivenciar a realidade dando a cada membro subsídios para levar a sociedade viver com mais qualidade de vida.

Nesse sentido, as equipes da SEDES/Jaguarari são importantes atores, mapeando periodicamente a incidência de beneficiários, realizando estudos da realidade e monitoramento da demanda, atualizando periodicamente o diagnostico aos serviços socioassistenciais necessário para atendimento das famílias, garantindo uma rede de proteção social., um conjunto de serviços, projetos e benefícios atendendo a necessidade de população usuária.

Ao realizar este projeto percebe-se que o beneficio assistencial é uma medida emergencial sendo que não deverá ser vista com estimulo para que o necessitado continue na posição que se encontra, como complementação de renda as pessoas pobres, tampouco como incentivo a informalidade das atividades laborais, mas que veio dar uma melhor orientação e um horizonte, para que seja feita a efetivação de seus direitos que na maioria das vezes é levada a vulnerabilidade e a situação de risco, pelo não conhecimento e ate mesmo pela falta de amparo.

De acordo com oque foi programada pela estagiária que desenvolveu este projeto de intervenção o publico alvo avaliou de forma positiva e pertinente puderam perceber resgatar a capacidade de compreender não só a ação politica mas também a garantia do acesso ao beneficio, fortalecendo seus direitos a cidadania.

REFERÊNCIAS

KULCSAR, Rosa. O estágio supervisionado como atividade integradora. In FAZENDA, Ivani Arantes... [et al] ; PICONEZ, Stela C. Bertholo (coord.). A prática de ensino e o estagio supervisionado. 2ª Ed. São Paulo Papirus, 1994;

FERRARINE, Adriane Vieira. Processo de trabalho do serviço social II. Canoas; Ulbra, 2003 (Cadernos Universitários, nº 72)

BRASIL, Constituição da República Federativa do Brasil 1988 – texto constitucional de 5 de outubro de 1988 com alterações adotadas pelas Emendas Constitucionais de Revisão de nº 1 a 6, de 1994 , - 17 Ed. – Brasília 405 p. ( Séreis textos básicos; nº 25).

BRASIL, Lei Federal nº 11788 de 25/09 de 2009, dispõe sobre o estagio de estudantes. Altera a redação do art. 428 da Consolidação do Trabalho CLT aprovado pelo Decreto , lei nº 5452

AMENCAR, Subsidios Complementares ao Planejamento Estratégico. Caderno de Estudo Recife, 1997;

SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

CURSO SUPERIOR SERVIÇO SOCIAL – MÓDULO VII

MARIA DE FÁTIMA GONÇALVES MOURA DE OLIVEIRA

TRABALHO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

DA DISCIPLINA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO III

Senhor do Bonfim

2013.

MARIA DE FÁTIMA GONÇALVES MOURA DE OLIVEIRA

TRABALHO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

DA DISCIPLINA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO III

Trabalho apresentado ao curso superior Serviço Social 7º semestre da Universidade Norte do Paraná - Unopar, como requisito de avaliação da disciplina Estágio Supervisionado III

Senhor do Bonfim

2013.

SUMÁRIO

ANEXO I 4

1. IDENTIFICAÇÃO 4

2. JUSTIFICATIVA 4

.

3. OBJETIVOS 5

3.1 OBJETIVOS GERAL 5

3.2 OBJETIVOS PEDAGÓGICOS 5

4. SUPERVISÃO DE CAMPO 6

5.ORIENTAÇÃO ACADÊMICA 6

6. AVALIAÇÃO ........................................................................................................................6

ANEXO II ................................................................................................................................7

ANEXO III ................................................................................................................................8

ANEXO IV 11

AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR III .....................................................................11

REFERENCIAS 17

ANEXO I

1.IDENTIFICAÇÃO

Estagiária - Maria de Fátima Gonçalves Moura de Oliveira, ead 00441035

Prefeitura Municipal de Jaguarari - Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SEDES)

Projeto – O auto índice de procura do BPC em Jaguarari e seus distritos

Supervisor de Campo – Elisângela Pereira da Silva Santos- CRESS BA 7420

Período Previsto para realização do estágio - 01/03/2013 á 16/04/2013

Dias e horários de estágio - Terça, Quarta, Quinta e Sexta-feiras das 08:00 às 12:00 e das 14:00 às 16:00.

Orientações acadêmicas - Quartas e Sextas das 19:20 às 22:00

2. JUSTIFICATIVA

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social é parte integrada da Prefeitura Municipal de Jaguarari – Bahia e configura –se então como órgão diretamente responsável pela Política de Assistência Social do município, criada a partir da Lei nº 793/2011, em 08 de agosto de 2011 que dispõe sobre alteração na Lei 700/2009 de fevereiro de 2009 e da outras providências, autorizando as modificações da Lei 700/2009 do artigo 32 a34. A referida Lei do artigo 34 se lê “departamentos”, leia-se “Diretoria”, de acordo com o artigo 2º são desmembradas as diretorias de Proteção Social Básica e de Proteção Especial e com o artigo 3º acrescentados as seguintes diretorias: Diretoria de Políticas Para a Juventude; Diretoria de Renda e Promoção do Bem Estar Social; Departamento Financeiro e Assessoria Técnica do Gabinete.

Desse modo apresenta suas determinações não só de ser órgão público responsável pela provisão de necessidades oriundas dos riscos e vulnerabilidade, mas, sobretudo de se tornar fomentadora do desenvolvimento a partir da redistribuição de renda, ou melhor, da capacidade de acesso a bens de recursos.

Tem como missão implantar políticas públicas para a população em situação de exclusão social, por meio de ações e programas baseados nos princípios fundamentais dos Direitos Humanos, contribuindo para melhoria da qualidade de vida e consolidando sua autonomia, fortalecendo a democratização do Estado para as transformações sociais, visando afiançar seguranças sociais para prevenção, proteção e o enfrentamento de situações de vulnerabilidade e risco e a promoção e defesa de direitos, suas ações desenvolvidas buscam articular as transferências de renda com os serviços socioassistencialpara oferecer mais possibilidade de desenvolvimento de individuo, famílias e comunidades. Protegendo de situações de risco as famílias e indivíduos cujos direitos tenha sido violados e, ou, que já tenham ocorrido rompimento dos laços familiares e comunitários, decorrente da ocorrência e abandono, maus tratos físicos, ou, psíquicos, abuso sexual, uso de substâncias psicoativas, cumprimento de socioeducativas, situação de rua, situação de trabalho infantil, dentre outros.

Promove a universalização do direito dos cidadãos a proteção e a inclusão social, garantindo a proteção integral às pessoas e seus familiares em situações de vulnerabilidade e risco pessoal e social através de ações socioeducativas, de programas de transparência de renda de acolhimento e convívio, baseado na Constituição de 1988 e na Lei Orgânica as assistência Social (LOAS) o Sistema Único da Assistência Social (SUAS) , visando garantir que a política pública na área da assistência social o ultrapasse o caráter caritativo e fragmentado e contemple a universalização dos direitos sociais , sempre na perspectiva de mudança de enfoque do individuo para a família.

3. OBJETIVOS

3.1 OBJETIVO GERAL

Executar o Projeto de Intervenção levando conhecimento às famílias sobre o BPC realizando o esclarecimento referente ao índice de procura ao beneficio em Jaguarari.

3.2 OBJETIVOS PEDAGÓGICOS

• Possibilitar ao aluno a identificação do espaço de intervenção profissional;

• Possibilitar a aproximação do exercício profissional e sua importância para a população usuária do serviço social;

• Identificar as políticas sociais implantadas na instituição e sua importância para a instrumentalização do exercício profissional;

• Relacionar às expressões das questões social no município em que o aluno está inserido.

4. SUPERVISÃO DE CAMPO

O Estágio Curricular Supervisionado III acontecerá na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social de Jaguarari, no período compreendido, abrangendo todo o acompanhamento necessário para execução do Projeto de intervenção.

A finalidade é proporcionar o enriquecimento do ensino e da aprendizagem, constituindo treinamento prático, aperfeiçoamento técnico cultural, cientifico e relacionamento humano.

Sendo realizado nos dias terça, quarta, quinta e sexta – feiras nos horários matutino das 8H ás 12H e vespertino das 14h às 16h.

5. ORIENTAÇÃO ACADÊMICA

A orientação acadêmica realizou-se de forma grupal àssextas –feiras, das 19:20 às 22:00, buscando elucidar todas as duvidas, tornando um ambiente de discussão bibliográfica, focando no serviço social e suas reais vertentes inseridas no campo de estágio.

6. AVALIAÇÃO

A supervisão tem como solo a formação profissional e é considerada como uma das atividades indispensáveis e integradora do currículo disciplinar. Entretanto neste viés o estagio supervisionado teve o objetivo de propiciar ao acadêmico um olhar critico e reflexivo da efetivação da competência profissional no processo de formação, onde o mesmo pode experimentar e correlacionar a teoria com pratica do serviço social.

Para melhor apreensão da realidade e compreensão da intervenção foram utilizadas as técnicas da escuta para que o estagiário pudesse compreender, identificar e constatar uma determinada situação. As visitas domiciliares realizadas sobre supervisão levaram-no a conhecer as condições em que vivem os usuários e os aspectos que fogem da entrevista no gabinete.

Através do atendimento individualizado puderam entender o papel da observação no ouvir com atenção e principalmente a não fazer pré - julgamentos.

Outro fator avaliativo de grande relevância foram as palestras sócio-educativas realizadas pelas acadêmicas onde puderam ter contato com a realidade de transferir informações por meio de uma das atribuições do Assistente Social que é a orientação dos usuários na garantia de seus direitos.

Senhor do Bonfim, 30 de maio de 2013.

______________________________ ________________________ ________________________

Elisângela Pereira da Silva Santos Adriana Lima dos Santos Maria de Fátima G.Moura de Oliveira

CRESS-Ba 7420 CRESS-Ba 3732

ANEXO II

Ficha de Supervisão de Campo e Orientação Acadêmica

ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO EM SERVIÇO SOCIAL III.

Nome do aluno: Maria de Fátima Gonçalves Moura de Oliveira

Mês/ano:Março de 2013

DIA HORÁRIO ASSUNTOS TRATADOS

08 19:20 às 22:00 Informações sobre inicio de estágio

15 19:20 às 22:00 Informações sobre apresentação do projeto.

22 19:20 às 22:00 Orientação para apresentação do projeto de intervenção

ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO EM SERVIÇO SOCIAL III.

Nome do aluno: Maria de Fátima Gonçalves Moura de Oliveira

Mês/ano: Abril de 2013

DIA HORÁRIO ASSUNTOS TRATADOS

05 19:20 às 22:00 Orientação para elaboração do projeto de intervenção a

12 19:20 às 22:00 Orientação para elaboração do plano de estágio.

19 19:20 às 22:00 Orientação acadêmica.

26 19:20 às 22:00 Orientação acadêmica.

ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO EM SERVIÇO SOCIAL III.

Nome do aluno: Maria de Fátima Gonçalves Moura de Oliveira

Mês/ano: Maio de 2013

DIA HORÁRIO ASSUNTOS TRATADOS

03 19:20 às 22:00 Orientação acadêmica.

10 19:20 às 22:00 Revisão do projeto de intervenção.

17 19:20 às 22:00 Revisão do plano de estagio.

________________________________ ____________________________

Elisângela Pereira da Silva Santos Adriana Lima dos Santos

CRESS-Ba 7420 CRESS-Ba 3732

ANEXO III

Ficha de Acompanhamento de Estágio

ESTÁGIO OBRIGATORIO EM SERVIÇO SOCIAL III

Nome do aluno: Maria de Fátima Gonçalves Moura de Oliveira Mês/ano: Março /2013

DIA ENTRADA SAÍDA ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

1 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Apresentação da carta de estagio

2 Sábado

3 Domingo

4

5 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Reunião para elaboração da apresentação do projeto

6 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Acompanhamento a visitas domiciliar

7 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Preenchimento de fichas de encaminhamento

8 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Atendimento ao BPC

9 Sábado

10 Domingo

11

12 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Preenchimento de fichas de encaminhamento

13 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Atendimento de Beneficio Eventual

14 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Acompanhamento de visitas domiciliar

15 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Acompanhamento de visitas domiciliar

16 Sábado

17 Domingo

18

19 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Inicio da elaboração do projeto de intervenção

20 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Elaboração do projeto de intervenção

21 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Elaboração do projeto de intervenção

22 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Reunião com a supervisora de campo sobre a execução do projeto de intervenção

23 Sábado

24 Domingo

25

26 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Visita ao local onde o projeto será apresentado

27 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Reunião com os agentes comunitários no PSF do Bairro Odilon Gonçalves

28 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Reunião com os agentes comunitários no PSF do Bairro Populares

29 Feriado

30 Sábado

31

Total de horas realizadas: ___96_H____________

________________________ ____________________________

Elisângela Pereira da Silva Santos Adriana Lima dos Santos

CRESS-Ba 7420 CRESS-Ba 3732

ESTÁGIO OBRIGATORIO EM SERVIÇO SOCIAL III

Nome do aluno: Maria de Fátima Gonçalves Moura de Oliveira Mês/ano: Março /2013

DIA ENTRADA SAÍDA ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

1

2 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Orientação sobre a metodologia adequada ao projeto de intervenção

3 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Reunião com os agentes comunitários para entrega dos convites

4 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Confecção do material a ser utilizado na palestra ( folder,

mensagem, lembrancinhas e slide)

5 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Confecção do material a ser utilizado na palestra ( folder,

mensagem, lembrancinhas e slide)

6 Sábado

7 Domingo

8

9 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Apresentação do projeto de intervenção sobre o BPC

10 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Acompanhando e auxiliandoa palestra sobre o Beneficio Eventual

11 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Elaboração do relatório com a supervisora de campo

12 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Elaboração do relatório com a supervisora de campo

13 Sábado

14 Domingo

15

16 08:00 /14:00 12:00 / 16:00 Finalização do projeto de intervenção e plano de estagio

17

18

19

20

21

22

23

24

25

26

27

28

29

30

Total de horas realizadas:_54 H

________________________________ ____________________________

Elisângela Pereira da Silva Santos Adriana Lima dos Santos

CRESS-Ba 7420 CRESS-Ba 3732

ANEXO IV

AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR III

I – IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO

1. Aluno/Estagiária: Maria de Fátima Gonçalves Moura de Oliveira, ead 00441035

2. Data do estágio: 01/03/2013 à 16/04/2013

3. Semestre Letivo: 7º semestre

II – IDENTIFICAÇÃO DO LOCAL DO ESTÁGIO

1–Nome: Secretaria Municipal de Desenvolvimento social de Jaguarari (SEDES/Jaguarari),Praça Alfredo Viana, 02 Centro de Jaguarari - BA

2–Supervisor de Campo: Elisângela Pereira da Silva Santos - CRESS-Ba 7420

3- Orientador Acadêmico: Adriana Lima dos Santos - CRESS-Ba 3732

III - AVALIAÇÃO

Esta avaliação objetiva verificar:

1 – Atitudes do aluno estagiário: frente ao estágio curricular obrigatório I, a supervisão, a formação profissional e a realidade social.

2 – O processo de ensino aprendizagem em relação a teoria/prática, entendimento do processo de supervisão.

IV – CONCEITOS

EX – Excelente - entre 90% e 100%;

MB – Muito Bom - entre 80% e 89%;

B – Bom - entre 70% e 79%;

S – Suficiente - entre 50% e 69%;

I – Insuficiente - até 49%.

V – Quanto à Capacidade de Operacionalizar a Ação Planejada:

Autonomia para tomar decisões:

( ) Excelente (X) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de passar da intenção para a ação:

( ) Excelente (X) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de aplicar instrumental técnico:

( ) Excelente (X) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de elaborar e apresentar documentação:

( ) Excelente (X) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de administrar serviços implantados (organização, coordenação e supervisão):

( ) Excelente ( ) Muito bom (X) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Prospecção ( capacidade de prever fatos e situações de modo a eliminar possíveis falhas na execução das tarefas):

( ) Excelente ( ) Muito bom (X) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

VI - Quanto ao Conhecimento e à Atitude Profissional:

Capacidade de definir referencial teórico:

( ) Excelente (X) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de identificar tendências metodológicas adequadas ao campo da ação:

( ) Excelente ( ) Muito bom (X) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Discernimento e postura profissional, embasada em referencial teórico:

( ) Excelente (X) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Habilidade no trato com o usuário:

( ) Excelente (X) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de diagnosticar em diferentes situações:

( ) Excelente ( ) Muito bom (X) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de estabelecer a relação teoria/prática:

( ) Excelente (X) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

VII - Quanto às Condições Pessoais:

Espírito Inquisitivo:

(X) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Criatividade:

(X) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Persistência:

( ) Excelente (X) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Flexibilidade:

( ) Excelente (X) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de trabalho individual:

(X) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de trabalhar em equipe:

(X) Excelente ( ) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de criar espaço para a especificidade do Serviço Social:

( ) Excelente (X) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Iniciativa:

( ) Excelente (X) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Senso prático:

( ) Excelente (X) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Pontualidade e Assiduidade:

( ) Excelente (X) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Comprometimento

( ) Excelente (X) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Foco nos resultados

( ) Excelente ( ) Muito bom (X) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

VIII - Quanto à Capacidade de Avaliação:

Capacidade de avaliar quantitativa e qualitativamente a intervenção planejada:

( ) Excelente (X) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

Capacidade de propor alternativas em função dos resultados obtidos:

( ) Excelente (X) Muito bom ( ) Bom ( ) Suficiente ( ) Insuficiente

CONSIDERAÇÕES FINAIS DO SUPERVISOR DE CAMPO SOBRE O ESTÁGIO III.

Nesta etapa do estagio buscou-se propiciar ao acadêmico um olhar critico, investigativo e reflexivo do cotidiano profissional na perspectiva de efetivar direitos coletivos dos usuários. Com bom aproveitamento acadêmico pode conhecer os diferentes instrumentos técnicos demonstrando apreensão entre pratica e teoria.

CONSIDERAÇÕES FINAIS DO ORIENTADOR ACADÊMICO SOBRE O ESTÁGIO III.

Concreta ao contribuir afirmando que o estágio é essencial na formação do acadêmico, enquanto este lhe proporcione momentos específico de aprendizagem, uma reflexão sobre a ação profissional, uma visão crítica da dinâmica das relações existentes na instituição. Apoiados na supervisão como processo dinâmico e criativo, tendo em vista sempre possibilitar a elaboração de novos conhecimentos.

Proporcionando a complementação do ensino e da aprendizagem, a serem planejados, executados, acompanhados e avaliados, a fim de se constituírem em instrumentos de integração, em termos de treinamentos práticos aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e relacionamento humano.

Compartilhando conhecimentos especializados e experiência prática ao nível teórico-metodologico, adquirindo através de constante preparo profissional e de exercício refletindo sobre a prática.

CONSIDERAÇÕES FINAIS DO ALUNO ESTAGIÁRIO SOBRE O ESTÁGIO II.

Através do Estagio Curricular Supervisionado III, tive a oportunidade de demonstrar todo conhecimento adquirido aprofundando, sistematizando, realizando na pratica todo aprendizado teórico, vivenciado no decorrer do estagio.

( X ) APROVADO

( ) REPROVADO

Data: 30/04/2013

___________________________ _____________________ ________________________

Elisângela Pereira da Silva Santos Adriana Lima dos Santos Maria de Fátima G.Moura de Oliveira

CRESS-Ba 7420 CRESS-Ba 3732

REFERÊNCIAS

KULCSAR, Rosa. O estágio supervisionado como atividade integradora. In FAZENDA, Ivani Arantes... [et al] ; PICONEZ, Stela C. Bertholo (coord.). A prática de ensino e o estagio supervisionado. 2ª Ed. São Paulo Papirus, 1994;

FERRARINE, Adriane Vieira. Processo de trabalho do serviço social II. Canoas; Ulbra, 2003 (Cadernos Universitários, nº 72)

BRASIL, Constituição da República Federativa do Brasil 1988 – texto constitucional de 5 de outubro de 1988 com alterações adotadas pelas Emendas Constitucionais de Revisão de nº 1 a 6, de 1994 , - 17 Ed. – Brasília 405 p. ( Séreis textos básicos; nº 25).

BRASIL, Lei Federal nº 11788 de 25/09 de 2009, dispõe sobre o estagio de estudantes. Altera a redação do art. 428 da Consolidação do Trabalho CLT aprovado pelo Decreto , lei nº 5452

AMENCAR, Subsidios Complementares ao Planejamento Estratégico. Caderno de Estudo Recife, 1997;

BURIOLA, Marta , A.F. Supervisão em Serviço Social o supervisor, suas relações e seus papéis. São Paulo. Cortez. 1999.

Resolução CONSEPE nº 121/2009. Regulamento de Estagio Curricular Obrigatório e Supervisionado do Curso de Serviço Social. UNOPAR, 2009

FERRARINE, Adriane Vieira. Processo de trabalho do serviço social II. Canoas; Ulbra, 2003 (Cadernos Universitários, nº 72)

PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria do Socorro Lucena. Estágio e docência. Coleção docência em formação. Série saberes pedagógicos. São Paulo: Cortez, 2004