Trabalho Completo Micro E Pequenas Empresas

Micro E Pequenas Empresas

Imprimir Trabalho!
Cadastre-se - Buscar 155 000+ Trabalhos e Monografias

Categoria: Outras

Enviado por: Josu 26 setembro 2013

Palavras: 5949 | Páginas: 24

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO........................................................................................................4

DESENVOLVIMENTO

1.0 Como se define Micro e Pequena empresa...................................................... 5

2.0 Desafios do micro e pequeno empreendedor................................................... 6

3.0 Riscos de abrir um novo negocio......................................................................7

4.0 Estrutura de Capital.............................................................................|...........10

5.0 Como administrar uma Micro e pequena empresa..........................................13

6.0 A importância do capital de giro da Micro e Pequena Empresa.....................15

7.0 Custeio variável...............................................................................................16

8.0 Relatório Final de Gestão das Micro e Pequenas Empresas............................21

CONCLUSÃO.......................................................................................................24

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...............................................................25

Introdução

O objetivo deste desafio é fazer uma explanação sobre micro e pequena empresa respondendo algumas questões sobre definição da micro e pequena empresa, os desafios do micro e pequeno empreendedor o os riscos de abrir um negócio.Como administrar uma pequena empresa, saber planejar ações, organizar atividades, dirigir e controlar toda uma gama de recursos que devem ser bem distribuídos.A tabela contendo os elementos da estrutura de capital informa os componentes e uma explicação sobre sua finalidade. Onde a estrutura de capital é a proporção de capital próprio e de terceiros que uma empresa usa para financiar suas operações. Uma análise sobre a importância do capital de giro de uma pequena empresa, onde o capital de giro tem importante participação no desempenho operacional das empresas.O sistema de custeio variável fundamenta-se na separação dos gastos em gastos variáveis e fixos, isto é, em gastos que oscilam proporcionalmente ao volume da produção/venda e gastos que se mantêm estáveis perante volumes de produção/venda oscilantes dentro de certos limites.A Importância na tomada de decisão sobre o mix de produtos na micro e pequena empresa, uma prática importante para a constante avaliação do correto mix de produtos é a utilização adequada dos materiais de merchandising e demais recursos promocionais à disposição do varejista.

1.0 Como se define Micro e Pequena empresa

Há algumas limitações básicas para que uma empresa seja considerada uma micro ou pequena empresa (MPEs) no Brasil e, como consequência, aproveitar algumas vantagens desse status como, por exemplo, a inclusão no super simples. Atualmente, há pelo menos três definições utilizadas para limitar o que seria uma pequena ou micro empresa.

A definição, mais comum e mais utilizada, é a que está na lei geral para micro e pequenas empresas. De acordo com essa lei, que foi promulgada em dezembro de 2006, as micro empresas são as que possuem um faturamento anual de, no máximo, R$ 240 mil por ano. As pequenas devem faturar entre R$ 240.000,01 e R$ 2,4 milhões anualmente para ser enquadradas.

. Outra definição vem do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE). A entidade limita as micro às que empregam até nove pessoas no caso do comércio e serviços, ou até 19, no caso dos setores industrial ou de construção. Já as pequenas são definidas como as que empregam de 10 a 49 pessoas, no caso de comércio e serviços, e 20 a 99 pessoas, no caso de indústria e empresas de construção.

Já órgãos federais como Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) têm outro parâmetro para a concessão de créditos. Nessa instituição de fomento, uma microempresa deve ter receita bruta anual de até R$ 1,2 milhão; as pequenas empresas, superior a R$ 1,2 milhão e inferior a R$ 10,5 milhões. Os parâmetros do BNDES foram estabelecidos em cima dos parâmetros de criação do MERCOSUL. Com a nova lei, os limites, a princípio, não devem mudar, mas haverá adequações estatísticas, segundo o BNDES.

Além da definição legal das Micro e Pequenas Empresas (MPE), é importante ter em mente qual o perfil desse micro ou pequeno empresário, que é cada vez mais importante na estrutura capitalista atual. Genericamente, seu nome é o empreendedor.

Elas são 99,2% das empresas brasileiras. Empregam cerca de 60% das pessoas economicamente ativas do País, mas respondem por apenas 20% do Produto Interno Bruto brasileiro. Lá estão o padeiro, o cabeleireiro, o consultor de informática, o advogado, o contador, a costureira, o consultor econômico ou o dono da pousada. Essenciais para a economia brasileira, as micro e pequenas empresas (MPEs) têm sido cada vez mais alvo de políticas específicas para facilitar sua sobrevivência, como, por exemplo, a Lei Geral para Micro e Pequenas Empresas, que cria facilidades tributárias como o Super Simples. As medidas, que vêm de encontro à constatação que boa parte das MPEs morrem prematuramente, têm surtido efeito: 78% dos empreendimentos abertos no período de 2003 a 2005 permaneceram no mercado, segundo pesquisa do Sebrae realizada em agosto de 2007 (o índice anterior era 50,6%). Essa política também espera tirar uma série de empreendedores da informalidade no Brasil. Quem são as micro e pequenas empresas.Há algumas limitações básicas para que uma empresa seja considerada uma micro ou pequena empresa (MPEs) no Brasil e, como consequência, aproveitar algumas vantagens desse status como, por exemplo, a inclusão no Super Simples. Atualmente, há pelo menos três definições utilizadas para limitar o que seria uma pequena ou micro empresa.

2.0 Desafios do micro e pequeno empreendedor

Todos os dias iniciam-se milhares de empresas, porém, poucas têm chance de prosperar. A maioria não passará da mediocridade e muitas irão fracassar, pois são muitos os desafios que envolvem a atividade empreendedora.

Alguns dos principais desafios enfrentados pelo empreendedor,

a) Desenvolver o conceito de si: a empresa reflete a imagem de seu criador, portanto, é essencial que seu criador se conheça, para saber o que vai criar, os recursos internos de que dispõe, quais deverá adquirir através de seu próprio desenvolvimento ou através de pessoas que o complementem O autor ressalta que as pessoas só realizam algo caso se julguem capazes de fazê-lo.

b) Perfil Empreendedor: a importância de se desenvolver ou aprimorar o próprio perfil como empreendedor, no sentido de usar as características individuais para obter sucesso na atividade empreendedora, utilizando-se dos pontos fortes, mudando ou represando pontos fracos, buscando complementaridade com sócios ou colaboradores.

c) Aumento da Criatividade: as pequenas empresas surgem principalmente da identificação e aproveitamento de oportunidades relacionadas a nichos de mercado, onde existem oportunidades total ou parcialmente insatisfeitas e para atender a tais necessidades é preciso inovar, criar ou introduzir algo que provavelmente ainda não exista ou adaptar, modificar ou melhorar algo já existente. Portanto, para o autor, a criatividade tem papel essencial na atividade empreendedora.

d) Processo Visionário: identificar oportunidades é a essência da atividade empreendedora e não acontece somente quando alguém cria uma empresa. O empreendedor passa a vida toda identificando oportunidades, ou seja, o processo visionário além de ser uma forma de identificar boas oportunidades, é também uma forma de se agarrá-las e buscar recursos para transformá-las em um bom negócio.

e) Avaliação das Condições para Iniciar o Plano de Negócios: o pré-empreendedor deve avaliar se reúne as condições necessárias para elaborar seu Plano de Negócios, que incluem tanto aspectos pessoais, como motivação e disposição para enfrentar a atividade empreendedora, adequação da ideia à personalidade, quanto aspectos relativos ao negócio, como desenvolvimento da ideia, do produto, grau de conhecimento do setor. Ou seja, é necessário verificar se ele está preparado para fazer o Plano de Negócios.

f) Capacitação para Negociar e Apresentar uma Ideia:, a negociação é entendida como a cooperação entre pessoas, parceiros, ou empresas, para alcançar objetivos de tal forma que todos saiam ganhando. Negociar é uma atividade do dia-a-dia do empreendedor.

3.0 Riscos de abrir um novo negocio

• Risco diversificável: aquele risco que pode (e deve) ser evitado, seja através de ações direcionadas, planos de ação ou estratégias diferenciadas. É o risco inerente ao próprio negócio. Problemas com fornecedores, questões de prazo de pagamento que podem afetar o capital de giro são alguns exemplos.

• Risco não diversificável: risco que não pode ser evitado, muitas vezes porque não pode sequer ser imaginado. Como exemplo, imagine o efeito que uma guerra pode trazer aos negócios de um país. Trata-se de um risco não diversificável.

Podemos citar pelo menos 4 tipos de riscos com os quais o empreendedor deverá lidar no seu futuro negócio, a saber:

1- Riscos inerentes ao próprio negócio, ou seja, aquele que faz parte do exercício normal de uma determinada atividade. Por exemplo, numa empresa cuja atividade seja o transporte de cargas perigosas, o risco de acidentes é inerente;

2- Riscos envolvendo fornecedores. Um exemplo desse tipo de risco são os possíveis atrasos na entrega das mercadorias adquiridas;

3- Riscos envolvendo consumidores, cujo melhor exemplo é a inadimplência;

4- Riscos apresentados pelos concorrentes, tais como menores preços e melhores condições de pagamento que estes possam oferecer aos consumidores.

Tornar-se um empreendedor pode significar independência para muitos profissionais, que procuram renunciar às ordens de um chefe e querem planejar e administrar negócios por conta própria. Porém, ao decidir empreender, a pessoa deve levar em conta alguns riscos que podem surgir pelo caminho e serem determinantes para o sucesso.

“Os riscos existem em todos os negócios. Na verdade, aceitá-los é considerada uma das principais características do empreendedor de sucesso. Só o fato de se tornar empreendedor já pode ser considerado um risco. Porém, saber calcular onde e quando arriscar, além de ficar atento às dicas que o mercado nos proporciona, pode suavizar as dificuldades”, afirma o executivo."Os riscos principais dos empreendedores são não ter muito claro se o negócio faz sentido em sua vida, não definir com muita clareza quais são os objetivos sociais do negócio e, por fim, as questões de planejamento", completa.

Prudência

Administrar uma empresa, determinar as estratégias que serão adotadas para alavancar o negócio e manter a companhia são apenas alguns desafios para o ínicio da gestão, os empreendedores devem centrar-se nos seguintes tópicos:

Autoconfiança: se o empresário não acreditar em seu próprio negócio, quem acreditará? Ao mesmo tempo, é fundamental reforçar que autoconfiança excessiva pode ser um risco para o sucesso. Opiniões de colaboradores e externas podem ser muito úteis antes de qualquer decisão;

Planejamento: antes de iniciar qualquer atividade, seja nos negócios ou em sua vida particular, é essencial planejar. Prevenindo eventuais riscos e preparando-se para enfrentar dificuldades, a chance de naufragar seus investimentos diminui consideravelmente;

Comprometimento: ao abrir seu negócio, seja uma empresa com dois ou dez funcionários, é vital ter o comprometimento de todos, inclusive o seu. Assumir os desafios e focar em superá-los, além de deixar você por dentro das atividades de sua equipe, colabora para evitar surpresas repentinas;

Iniciativa: antecipar-se às tendências, precaver-se sobre o que o mercado espera, realizar as coisas antes de ser forçado pelas circunstâncias. Sua iniciativa pode revelar muito aonde você quer chegar. Ser pró-ativo é fundamental.

Se no papel, você não enxerga o seu próprio negócio, na prática esse desempenho será ainda mais difícil, Segundo ele, muitas vezes os empresários não percebem a concorrência excessiva ou a falta de demanda pelo serviço que vão oferecer. É muito comum ver novos empreendedores que, por estarem tão ansiosos, acabam perdendo muito dinheiro. O segredo na arte de empreender é ter controle emocional, descreve.

4.0 Estrutura de capital

A estrutura de capital se refere a proporção de capital próprio e de terceiros que uma firma usa para financiar suas operações. De acordo com as teorias convencionais, mediante uma combinação adequada das fontes de financiamento, uma empresa pode definir um valor mínimo para seu custo total de capital, que maximiza a riqueza dos acionistas.

Estrutura de Capital

Endividamento O primeiro índice calculado, Participação de Capital de Terceiros (endividamento), indica quanto à empresa tomou emprestado de capital de terceiros para cada $ 100 de capital próprio e, no caso da Deten, este índice passou de 209, em 2008, para 134, em 2009; que ainda não é um índice favorável apesar da redução; a tendência é que a redução se acentue nos exercícios seguintes.

Com relação ao endividamento, os resultados apontam que as empresas brasileiras dão maior preferência ao endividamento de curto prazo (Circ. / A. Total = 32,57%) do que o endividamento de longo prazo (Exg. LP / A. Total = 24,43%). Os valores encontrados no endividamento de longo prazo se alinham as pesquisas de Brito, Corrar e Batistella (2007) na qual os autores encontraram resultados próximos dos 30,3 % e 22,6% respectivamente para as fontes de financiamento de curto e longo prazo. A investigação de Brito, Corrar e Batistella (2007) abrangeu os anos de 1998 a 2002 período esse no Brasil ainda marcado por políticas monetárias que envolviam altas taxas básicas de juros e restrições ao crédito.

Liquidez. Pelo percentual da Liquidez Geral, índice que mede quanto a empresa tem no seu Ativo Circulante mais o ARLP para cada R$1,00 de divida registrada no seu Passivo Circulante mais o PELP; observamos uma melhora tímida passando dos 1,28 para 1,45 2008 para 2009; aumento de 13% não é um índice ruim mas esperamos evoluir para um patamar maior.

Na Liquidez corrente que indica quanto a Deten possui no seu Ativo Circulante para cada R$1,00 de divida registrada no seu Passivo Circulante percebe-se uma realidade bem diferente em 2009 da verificada em 2008; em 2008 ela possuía R$5,90 para cada R$1,00 de divida circulante; em 2009 esse valor caiu para apenas R$1,36. Novamente verificamos aqui as conseqüências do parcelamento do seu passivo tributário em curto prazo que em 2008 se encontrava no PELP.

Agora podemos ver mais nitidamente os efeitos do parcelamento tributário feito pela Deten no índice de Liquidez Seca, em que a sociedade verifica suas disponibilidades (dinheiro e depósitos a vista) mais seu contas a receber e outros ativos de rápida conversibilidade (aplicações de curto prazo) para saldar seu passivo Circulante. A companhia não dispõe de capital suficiente caso fosse saldar suas dividas de curto prazo em 31/12/2009, para cada R$1,00 da divida ela dispõe de apenas R$0,82; em 2008 ela tinha R$4,27; uma situação bem desagradável para a Deten, seus credores vão exigir maiores garantias caso esta venha necessitar de capital de terceiros nos próximos 12 meses.

Rentabilidade. Giro do Ativo, indica quanto à empresa faturou (vendeu) para cada R$1,00 investido no Ativo; na Deten percebemos tanto em 2008 (R$0,79) quanto em 2009 (R$0,88) um desempenho a desejar, os investimentos no Ativo não estão gerando as receitas desejáveis, embora houvesse queda nas receitas liquidas do ano de 2008 para 2009 o índice do giro subiu 11%, em consequência ao decréscimo de 28,43% do Ativo Total.

Margem Liquida indica quanto uma empresa obtém de lucro para cada R$100 em vendidos; aqui observamos fato curioso, enquanto em 2008 a Deten teve uma receita superior a de 2009 sua Margem Liquida foi menor (R$11,00); em 2009 com uma receita menor sua margem foi de R$ 26,00. A resposta está no resultado financeiro liquido em 2009 que em 2008 representava apenas cerca de 15% do verificado em 2009.

5.0 Como administrar uma Micro e pequena empresa

Para administrar bem uma empresa é necessário dinamizar o fluxo de trabalho, estar sempre em dia com informações, tanto você como os funcionários. Criar um ambiente que proporcione bem estar aos funcionários ajuda a melhorar a qualidade do serviço que eles prestam à empresa, saber gerenciar as finanças com qualidade e competência, ganhar clientes, fidelizá-los e fazer com que s marca com a qual você trabalha seja protegida e se estabilize no mercado. Acima de tudo, ter organização, pois somente ela proporciona qualidade e controle sobre o trabalho que está sendo realizado..

Toda empresa deve preservar hábitos saudáveis, devendo fazer exames periódicos para avaliar como andam os seus processos, pois ao diagnosticar falhas logo no início fica muito mais fácil corrigi-los a tempo de não onerar os serviços e desprezar tempo precioso, agir com o máximo de profissionalismo é essencial, como também foco na melhoria contínua. O profissional que não está atento a novas formas de fazer, às tendências atuais e perspectivas futuras, está parado, inerte, só esperando a movimentação do mercado e com certeza o que virá nãoserá bom para ele.

Administrar bem é saber planejar ações, organizar atividades, dirigir e controlar toda uma gama de recursos que devem ser bem distribuídos, na hora certa, para a pessoa ou departamento correto, com todos os requisitos propostos pelo cliente, para que venha contribuir com ótimos resultados, sejam financeiros, operacionais, logísticos, de imagem, enfim, sendo uma empresa com claras condições de concorrer em igualdade com qualquer outra seja outra, seja nacional ou multinacional.

Desperte o empreendedor que existe em você. Primeiramente você precisa entender que existem três personalidades em todo aquele que entra no mundo dos negócios. Quando cada uma dessas personalidades em apenas uma pessoa só há conflito. É uma batalha que nenhum deles pode vencer. Quando você iniciou sua empresa a personalidade empreendedora é que exerceu o poder. No início de suas atividades a personalidade operária assume o poder. A tendência é que sua personalidade de gerente tente assumir o poder quando os problemas começam a aparecer. Mas a personalidade mais importante, a responsável pela existência de sua empresa, precisa voltar e assumir o poder. O método que desenvolvemos fará com que a personalidade do empreendedor volte e assuma o posto que lhe seja devido.

Descubra sua missão de vida. Por que estamos vivos aqui nesse planeta? Porque estamos trabalhando? O quero de minha vida? Antes de criar sua empresa, antes de descobrir qual a missão de seu empreendimento, ou seja, qual o objetivo de usa empresa existir, você precisa descobrir o que você vai ser neste mundo, a sua missão pessoal, o seu objetivo de vida.

Depois de criar a sua missão de vida, visão e valores pessoais, de saber como você quer viver neste mundo, você poderá voltar a pensar em seu restaurante que o ajudará a desenvolver sua missão. Agora é momento de dedicar-se ao desenvolvimento da missão, visão e valores de sua empresa. Estas diretrizes refletirão claramente no que seu restaurante precisa fazer para lhe ajudar a alcançar sua missão vida. Olhando por este prisma, seu restaurante, será apenas um meio pelo qual você vai viver seus sonhos e não o seu sonho de vida. Ele será um veículo que vai alimentar e não sugar a sua vida.

6.0 A importância do capital de giro da Micro e Pequena Empresa

O termo giro refere-se aos recursos correntes (curto prazo) da empresa, geralmente identificados como aqueles capazes de serem convertidos em caixa no prazo máximo de ano. Na análise dos autores citados, o capital de giro tem importante participação no desempenho operacional das empresas, já que os recursos do capital de giro geralmente cobrem mais da metade dos ativos totais investidos nas organizações. A administração ineficiente do capital de giro acarreta sérios problemas financeiros para a organização, principalmente relacionados à liquidez. Por exemplo, a política de concessão de crédito descriteriosa ocasiona a elevação da inadimplência e o não recebimento das vendas, afetando a liquidez da empresa. A administração do capital de giro está diretamente relacionada ao gerenciamento dos ativos e passivos correntes com decisões interdependentes. A importância e o volume de capital de giro para uma empresa são determinados principalmente por fatores como: o volume de vendas, identificado pelo volume de estoques, contas a receber e geração de caixa; sazonalidade dos negócios, determinando a necessidade de recursos financeiros para financiar a operação da empresa ao longo do período; contexto econômico, variações de mercado e recessão econômica; tecnologia, englobando custos e tempo de produção; e política de negócios, centradas em alterações de vendas, de crédito, produção, entre outros.

Esses fatores são contextualizados à realidade da organização através do estudo do nível de estoques adequados à empresa, a política de concessão de crédito aos clientes, critérios na gestão de caixa e a estrutura dos passivos correntes, com o objetivo de obter a consistência na operação dos negócios da empresa, de forma a manter um nível desejado de liquidez e rentabilidade.

7.0 Custeio variável

Custeio variável: São aqueles cujos valores variam de acordo com o volume de produção, quanto mais se produz maior a necessidade. Exemplo de Custos Variáveis, Energia Elétrica consumida na produção.(Ferreira,2009). Acompanham diretamente o ritmo da produção, em relação a cada unidade produzida os custos variáveis permanecem constantes.

È o método de custeio, segundo o qual aos produtos fabricados são alocados somente os gastos variáveis. Os gastos fixos são tratados como despesas do período. Os custos fixos têm o mesmo tratamento das Despesas, pois são considerados despesas do período independentemente se os produtos foram vendidos ou não.

Esse método de custeio é chamado também de Custeio Direto e não deve ser confundido com Custo Direto, que é a soma do Material Direto e Mão de Obra Direta.

Observe que o conceito apresentado aborda dois parâmetros importantes. Inicialmente o conceito trata de gastos, o que abrange os custos e as despesas. A seguir o conceito informa que os produtos devem ser alocados somente os gastos variáveis (aqueles que variam proporcionalmente às variações dos volumes de atividades da empresa), sendo que os gastos fixos não compõem a valorização dos produtos pois devem ser tratados como despesas do período.

Este é o método de custeio indicado para tomada de decisões, tais como:

• Determinar quais produtos devem ter suas vendas incentivadas, reduzidas ou mesmo ser excluídos da linha de produção;

• Determinar que produtos proporcionam a melhor rentabilidade quando existirem fatores que restringem a produção;

• Qual o preço mínimo a ser praticado em condições especiais, tal como venda de capacidade ociosa;

• Decisão entre comprar ou fabricar

• Determinação do nível mínimo de atividades em que o negócio passa a ser rentável;

• Definição, em uma negociação com o cliente, de qual o limite de descontos permitido.

O objetivo destinado ao método de custeio em uma pequena empresa não é diferente do método de custeio desempenhado na grande empresa, ou seja, a responsabilidade pela estruturação de um sistema de informações de apoio à decisão para auxiliar a empresa na busca pela melhor utilização dos recursos para o alcance da eficácia empresarial.

Uma diferença marcante é que os sistemas de apoio à decisão nas grandes empresas tendem a ser complexos e completos, no intuito da descrição de suas operações, contando com um

grupo de especialistas que auxiliam o gestor no momento da decisão. Na maioria das vezes,

estes sistemas são informatizados, fornecendo informações em tempos hábeis.

Nas pequenas empresas, os sistemas de informações de apoio à decisão não são

obrigatoriamente complexos, mas há necessidade da compreensão de como a estrutura da

empresa realiza os gastos e o que reverte em maior lucro, entretanto, apesar da sua

importância, as pequenas empresas não têm ou não mantêm esta ferramenta de auxílio à

gestão.

O SEBRAE – São Paulo (2002) realizou uma pesquisa que objetivou a identificação de como as micro e pequenas empresas se organizam em termos de gestão de custos; o grau de controle

e domínio que essas empresas mantêm sobre os custos e como formam os preços finais que

praticam. Para isso, utilizou-se de uma pesquisa amostral planejada de 450 empresas do

universo das MPEs paulistas, identificadas e classificadas como 150 do setor da indústria de

transformação, 150 do setor do comércio e 150 do setor de serviços, podendo-se observar

que as empresas do mesmo segmento podem apresentar estruturas distintas de custo (e mecanismo de controle), dependendo da tecnologia aplicada, do grau de terceirização das atividades, das características dos recursos disponíveis para cada empresa e, ainda, empresas de segmentos diferentes podem apresentar características mais distintas ainda.

Importância na tomada de decisão sobre o mix de produtos na micro e peque empresa

A definição de um correto mix de produtos é um fator crítico de sucesso para o varejo e encontra eco sobre tudo diante do que é considerado um dos piores problemas que o varejo pode ter Ruptura.No Brasil, pesquisas demonstram que podemos encontrar índices de ruptura superiores a 20%, o que significa além de uma imensa perda imediata, um grande risco futuro se considerarmos que uma experiência repetida de ruptura pode estimular o cliente a optar por procurar por outra loja

.Além disso, a ruptura, por vezes, é um mal silencioso, pois no caso de produtos cuja maior parte das vendas é por impulso (e lembre-se que 85% das compras aproximadamente são por impulso) a ausência de determinado produto na gôndola inibe o impulso que resultaria na compra e lucro

Neste sentido, o varejista precisa ficar atento a grande armadilha que é definir qual o seu mix de produtos em função do seu gosto pessoal e padrão de compras e consumo. Parece pouco óbvio, mas a verdade é que em muitas pesquisas é possível constatar que o varejista, em muitos casos, decide o que comprar com base na sua percepção intuitiva e geralmente empírica a respeito “do que sai ou do que não sai”.

Uma prática importante para a constante avaliação do correto mix de produtos é a utilização adequada dos materiais de merchandising e demais recursos promocionais à disposição do varejista, como, por exemplo, degustações, combos entre outras ações promocionais diversas. Este tipo de comportamento vai ajudar a fazer da sua loja um local de experimentação de novos produtos (lançamentos), introdução de novos padrões e hábitos e consumo e vai estimular a compra por impulso

A interceptação (quando um funcionário intercepta / aborda o cliente) é outra prática importante para o estímulo ao consumo de determinados produtos, pois uma parte expressiva dos consumidores são considerados passivos e habitualmente só introduzem um novo produto no seu carrinho de compras a partir de um estímulo ativo e direto, que pode ser feito por ou outro cliente, promotor da indústria ou mesmo o funcionário da loja.

Evidentemente, que para o “cross merchandising” funcionar, tanto a exposição como a comunicação devem estar muito bem planejadas a fim de se beneficiar da sinergia entre os produtos.

Centímetros e Metros que valem compras

Um dos aspectos de extrema importância para o varejo é compreender a utilização do seu espaço de loja e identificar oportunidades relacionadas a melhor utilização do espaço.

Quanto menor o espaço do varejo mais importante a correta utilização do mesmo. Uma boa forma de se observar oportunidades de melhoria é calcular o retorno obtido em um determinado espaço em um determinado período de tempo. Quanto de lucro será obtido naquele espaço em uma função de “cash margem unitário” (lucro bruto por produto) versus o giro do produto em um determinado período de tempo.

Dessa forma, o varejista poderá perceber se aquele espaço poderia trabalhar melhor para o varejo e proporcionar maior faturamento e rentabilidade.

Always Low Prices, Always – Sempre o Menor Preço, Sempre

Esta história começou há muitos anos no Wal Mart e de lá para cá o assunto “preços” sempre foi tema de muitas discussões.

Observando o comportamento do consumidor, fica claro que de fato o preço é um importante aspecto na formulação da decisão de compra, mas além de não ser o único não obedece a crenças universais como, por exemplo, a de que só o menor preço vende.

No caso do varejo a prestação de serviços, o atendimento dos funcionários, o próprio mix de produtos, a praticidade e conveniência, entre outros fatores permitem diferenciações na gestão de preços adotada por diferentes varejistas.

No caso dos produtos, um aspecto importante a ser considerado é o valor da marca, que qualifica o produto e pode levá-lo a condição de ter um maior custo diante de outros concorrentes. Porém, está comprovado que errar na estratégia de precificação pode ser um erro grave para o varejo, pois adotar preços acima da faixa de referencia do mercado vai resultar na formação da imagem de “careiro”, e na consequente fuga de clientes da loja.

Outro aspecto a se considerar, é que o valor da marca só pode ser adequadamente explorado quando existe uma identificação clara e uma distinção entre os diferentes produtos. Isso é muito importante sobre tudo no balcão a granel, onde ao escolher por determinado produto, o cliente só se sensibiliza pelo valor da marca ao confiar de que se trata realmente daquela marca,naquele produto.

Além disso, na visão do consumidor existem determinados aspectos muito peculiares: da mesma forma que o brasileiro não pensa em taxa de juro ao financiar um bem (ele pensa no valor da parcela), no caso dos produtos vendidos a peso o consumidor também não pensa no preço do quilo, ele pensa no custo que determinada pesagem (seu consumo) vaicustar.

Esta inclusive é uma boa razão para gerir adequadamente os preços, pois pequenos ajustes no preço para baixo podem levá-lo a um melhor posicionamento, que vai estimular consumo mais frequente e em maior quantidade, aumentando o giro e os lucros.

Uma loja de varejo deve ser um ambiente especialmente projetado para estimular a visão. Uma boa parte do nosso impulso de compras começa pelos olhos (há também o estímulo olfativo, táctil, entre outros) e a loja deve proporcionar ao consumidor a condição de ver aquilo que ele desejaria consumir

Produtos escondidos, em quantidade inferior (face) ao potencial de consumo da loja, mal acondicionados e sem a devida sinalização e comunicação ao invés de estimular o consumo,inibem.

Da mesma forma, produtos e marcas com baixo apelo promocional, sem presença em mídia e desconhecidos do público, não atingem o potencial de estímulo ao desejo necessários ao impulso de compras e, por conseguinte, disputam espaço com marcas importantes que tem o maior poder de transformar visitantes em compradores.

Além disso, o consumidor nem sempre está totalmente apto a identificar os produtos na gôndola tão facilmente, o que torna ainda mais importante o uso de materiais que identifiquem os produtos e comuniquem adequadamente a mensagem de marketing.

Relatório Final de Gestão da Micro e pequenas Empresas

Os primeiros dois anos de existência, Segundo o estudo “Taxa de Sobrevivência das Empresas no Brasil”, feito pelo SEBRAE e 73,1% das micro e pequenas empresas, sabendo que a media de empregabilidade dessas empresas é de três/quatro empregados,no mínimo.Conforme vimos ser empreendedor, faz parte de uma grande importância ao nosso pais, mas nossos representantes não dão importância suficiente ainda. O Brasil sendo o maior país de empreendedores do mundo, isso significa que a micro e pequenas empresas têm papel fundamental para alavancar o crescimento do País. Os pequenos negócios são de fundamental importância para fomentar o desenvolvimento e contribuir com o avanço do Brasil. A expectativa do BNDES é que a economia cresça acima de 5% nos próximos cinco anos, que a geração de empregos formais dobre em 2010, que a massa salarial das famílias brasileiras atinja R$ 1,38 trilhão e que os investimentos internos cresçam a uma taxa de 9,6% ao ano até 2013. O Brasil está muito bem e a micro e pequena empresa é a principal mola impulsionadora da redução das desigualdades sociais. Um vetor importante para a continuidade do crescimento é a necessidade de expansão do crédito. A pequena empresa precisa de crédito e o desafio é suprir com condições compatíveis com a situação brasileira. Como contribuição, o BNDES possui dois canais de liberação de recursos para fomento dos pequenos negócios, que têm registrado aumento no volume resgatado. No primeiro semestre deste ano, 24,5% do volume total emprestado pelo banco teve como destino micro e pequenas empresas, contra 12,2% registrados no mesmo período de 2009. A expectativa do BNDES é que neste ano sejam criados 2,2 milhões de empregos formais, contra 995 mil registrados em 2009. As micro e pequenas empresas são responsáveis por 52,3% do emprego formal em todo o País, segundo os dados do banco, o que equivale a 13 milhões trabalhadores. A massa salarial deve atingir R$ 1,38 trilhão ao fim deste ano. Números mostram um aumento do poder de compra das classes mais baixas, o que impulsiona as micro e pequenas empresas. Em 2002, 58% do consumo era feito pelas classes A e B. As famílias das classes C e D representavam 36% do total. Apenas oito anos depois, a participação se inverteu. Em 2010, as classes C e D são responsáveis por 59%, enquanto os mais abastados das classes A e B compram 40% dos R$ 1,38 trilhão consumidos no País. Esse é um mercado muito bom para a pequena empresa, que está mais próxima dos consumidores das classes C e D, portanto, vale a pena ficar de olhe nesse nicho.

São coisas os fatores determinantes dessa mortalidade, os próprios empresários apontaram como principais causas do fracasso questões relacionadas com falhas gerenciais na condução do negócio expressas nas razões: falta de capital de giro (indicando descontrole de fluxo de caixa e/ou “sangria” financeira da empresa), problemas financeiros (situação de alto endividamento), ponto inadequado (falhas no planejamento inicial) e falta de conhecimentos gerenciais. Em segundo lugar, predominam as causas econômicas conjunturais, como falta de clientes, maus pagadores e recessão econômica no País. O pequeno empresário de um poderoso instrumento administrativos , afirma que o domínio de suas melhores práticas, a gestão financeira nos remete a afirmar que o domínio de suas melhores práticas é crucial para a potencializarão de qualquer projeto micro empresarial. O termo capital de giro precisa ser entendido como o valor líquido investidoras atividade operacionais correntes dos pequenos negócio. Mais detalhadamente, nas sua formulação tradicional em termos absoluto, trata-se da diferença algébrica entre o ativo circulante menos o passivo circulante (AC-PC). O capital circulante ou giro ás vezes é compreendido como o valor do ativo circulante, nesse caso , a formula( AC-PC).

O custo do capital é a taxa de retorno dos investimentos que uma empresa tem de obter para satisfazer seus credores e proprietários, em palavras mais abrangentes , o custo de capital é o rendimento necessário á remuneração dos recursos utilizados no financiamento dos pequenos negócios de modo a manter inalterado o valor atual do patrimônio líquido.

Quando tratamos das micro e pequenas empresas, o suporte na área contábil-administrativa e financeira pode ser o fator responsável pelo sucesso ou falência desse empreendimento. E essa é uma realidade vivida por mais de seis milhões de empresas existentes no Brasil, sendo 99% classificadas como micro, pequenos e médios empreendimentos, de acordo com o IBGE.

Só que alguns fatores como a complexibilidade nas legislações brasileiras, nas burocracias existentes e a própria falta de organização financeira da organização, fazem muitas empresas, principalmente as de pequeno porte, encontrarem dificuldades no gerenciamento dessas tarefas específicas.

Conclusão

Ao concluir o desenvolvimento desta proposta de estudo que teve como objetivo principal a analise de micro e pequenas empresas, com base nos questionários respondidos, obsevamos que uma micro empresa são classificado como micro e pequenas em função do número de empregados, e a maioria das entidades definidoras estabelece como micro empresas, aquelas que têm apenas 10 empregados; pequena, até 100, média, até 500; e grande, acima de 500 empregados. Outro critério de classificação é o do faturamento, a classificação estaria ligada ao volume de recursos obtidos durante o período de um ano. As pequenas empresas se organizam na forma de sociedade por cotas, com responsabilidade limitada ou não, ou sob a forma de sociedades anônimas de capital fechado. Habitualmente a direção, nas pequenas empresas, é entregue aos proprietários.

O objetivo deste trabalho é analisar as características das Micro e Pequenas Empresas,como administrar uma empresa, estrutura de capital e apresentar um breve estudo acerca das dificuldades e principais problemas enfrentados por estes dois grupo empresas, e como esses problemas influenciam sobre sua sobrevivência no mercado.

Referências Bibliográficas

Fhttp://www.faeso.edu.br/horus/artigos%20anteriores/2011/1ArtigoHorusDanielAmorim2011.pdf

SEBRAE Serviço Brasileiro de apoio a micro e pequenas empresas- www.sebrae.com.br.

Criação de Novos Negócios - Gestão de Micro e Pequenas Empresas - Tachizawa, Takeshy (8522503680)

www.administradores.com.br/.

Simples nacional – Estatuto nacional das Micro Empresas - me e das empresa de pequeno porte epp - 2ª EDIÇÃO – 2013Àudio Camargo Fabretti, Denise Fabretti e Dilene Ramos Fabretti- Editora Atlas