Trabalho Completo O Estudo De Matemática E Ciências Naturais No Ensino Fundamental: Um Convite À Interdisciplinaridade

O Estudo De Matemática E Ciências Naturais No Ensino Fundamental: Um Convite À Interdisciplinaridade

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Categoria: Ciências

Enviado por: Mariana 26 dezembro 2011

Palavras: 3688 | Páginas: 15

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çar a carreira de professor, bem como, melhor intermediar a aprendizagem dos acadêmicos.

Melhor definindo, aqui serão trabalhados: um apanhado histórico, as principais características e um retrospecto da caminhada da Matemática e o Ensino Fundamental; a trajetória do Ensino de Ciências, algumas de suas principais concepções e especificidades e o papel do ensino de Ciências no Ensino Fundamental; abordagens do conceito de interdisciplinaridade e o seu papel no Ensino Fundamental; mais especificamente, uma abordagem interdisciplinar no ensino de Ciências Naturais e de Matemática nesse mesmo ensino.

Sobre os objetivos dessa Produção de Aprendizagem, quanto ao objetivo geral, é possibilitar ao aluno de Pedagogia, compreender em aspectos históricos, teóricos e práticos, as metodologias do ensino dessas Ciências. Já quanto aos objetivos específicos, pode-se enumerar: mergulhar pela trajetória histórica do conhecimento matemático e das ciências naturais, enriquecer quanto à caminhada evolutiva do ensino dessas disciplinas e, por fim, melhor compreender a prática interdisciplinar nesse nível de ensino.

Em se tratando da justificativa da importância de se construir esta PA para a formação pedagógica do Docente ou Pedagogo, trata-se da oportunidade de aprofundar-se em temas específicos com suas concepções teóricas, históricas e conceitos que, sem dúvida, instrumentalizam os conhecimentos e a prática profissional.

A metodologia, aqui, empregada, consistir-se-á da leitura integral e revisão teórica baseada nos livros e textos indicados para essa Unidade Temática de Aprendizagem, sendo os principais: Metodologia do Ensino de Matemática de Lopes, Viana e Lopes (2005) e os PCNs de Matemática (1997); Metodologia do Ensino de Ciências Biológicas e da Natureza de Salles (2007) e os PCNs de Ciências Naturais (1997); Ensino Fundamental: caminhos para uma formação integral de Couto (2010) e Fazenda (Diversos Anos), e decorrente desse estudo amplo, ocorrerão às reflexões solicitadas (textos de cunho pessoal) para a articulação teórico-prática.

Por fim, não se olvida, portanto, que essa UTA está composta das seguintes disciplinas: Metodologia do Ensino da Matemática, Metodologia do Ensino de Ciências Biológicas e da Natureza e Pesquisa e Prática Profissional – Ensino Fundamental, cujos conteúdos já foram mencionados.

2 O ESTUDO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS NATURAIS NO ENSINO FUNDAMENTAL: UM CONVITE À INTERDISCIPLINARIDADE

Nesse momento, no final da primeira década do século XXI, quando as avançadíssimas tecnologias estão envolvidas em todos os setores; o ser humano depara-se com muitos paradoxos envolvendo, sobretudo, Ciência e Conhecimento Científico. A Ciência é um conjunto de conhecimentos sobre fatos e aspectos da realidade; esses conhecimentos devem ser sistemáticos e ponderados, para então serem submetidos à verificação de sua verdade; ocupa-se dos fenômenos que ocorrem na natureza, nos objetos ideais e nos acontecimentos culturais. É fundamental conhecer a ciência, pois assim ela nos ajudará a entender com clareza fatos que ocorrem no universo, que muitas vezes são de difícil compreensão. Para que haja essa compreensão, utiliza-se o Conhecimento Científico que tem como objetivo estudar e esclarecer esses fatos, através de métodos científicos.

Segundo Salles (2007), alguns pontos fundamentais da história de ciência, passaram-se a partir da década de 1920, quando o ensino era voltado para as verdades clássicas e o método de ensino seguia o trinômio “exposição-memorização-repetição”. Foi na década de 1930 que começou a formação dos professores de ciências para as escolas de primeiro e segundo graus e na década de 1950 o modelo tradicional passou a predominar, dando ênfase a repetição e a memorização; também nessa década percebeu-se a necessidade da valorização do experimento. A partir de 1960 após a Guerra Fria, o ensino de ciências voltou-se para a solução de problemas pelo método científico. A conquista da década de 1970 foi a obrigatoriedade do ensino de Ciências também para as terceiras e quartas séries ginasiais, promulgada pela Lei nº 5692 de 11 de agosto de 1971. Na década de 1980 em decorrência do descontrole em relação à natureza percebeu-se a necessidade de mudanças no ensino de ciências. Com a intensificação dos problemas ambientais, na década de 1990 passou-se a discutir a necessidade do caráter interdisciplinar do ensino de ciências.

Sendo o Ensino Fundamental o nível de escolarização obrigatório no Brasil, para a formação do aluno a importância da disciplina de Ciências Naturais é o de colaborar para a formação de um cidadão crítico e participativo numa sociedade em que o conhecimento científico é cada vez mais valorizado e ajudar na compreensão do mundo e suas transformações, situando o Homem como parte integrante no Universo. A disciplina de Matemática desempenha um papel que permite resolver problemas da vida cotidiana, funciona como um instrumento essencial para a construção de conhecimentos em outras áreas curriculares. Do mesmo modo, interfere fortemente na formação de capacidades intelectuais, na estruturação do pensamento e na rapidez do raciocínio dedutivo.

2.1 A MATEMÁTICA E O ENSINO FUNDAMENTAL

A história conta que a Matemática surgiu da necessidade do homem em contar ou verificar determinadas quantidades, mais exatidão nos negócios e, até mesmo, como ferramenta da sobrevivência humana durante milênios. Com o passar do tempo deu-se o desenvolvimento humano e a concomitante evolução da Matemática, de forma que, em boa parte se tornou essencial e abstrata. Mas, essa história trilhou um longo percurso, por distintos lugares e tempos diferentes, até o ponto em que a necessidade de contar começou quando o homem deixou de ser nômade para fixar-se no solo, conforme Lopes, Viana e Lopes, (2007, p.21).

De acordo com os PCNs: Matemática (1997, p. 23-24), sobre as principais características do conhecimento matemático, mesmo com sapiência superficial, é possível reconhecer nele alguns traços que o caracterizam: abstração, precisão, rigor lógico, caráter irrefutável de suas conclusões, e o extenso campo de aplicações. Dessas características, a abstração é identificada no estudo das relações quantitativas e das formas espaciais, o que a destaca das outras propriedades dos objetos.

O conhecimento matemático é resultado de um processo em que fazem parte a imaginação, os contra-exemplos, as conjecturas, as críticas, os erros e acertos, e é apresentado de forma atemporal, descontextualizada em geral, já que o matemático comunica resultados e não os processos pelos quais eles foram alcançados. Assim, a matemática desenvolve-se a partir de um processo conflitivo entre vários elementos contrastantes como: concreto e abstrato, particular e geral, formal e informal, finito e infinito, discreto e contínuo, o que precisa tornar-se significativo para o estudante, segundo Lopes, Viana e Lopes, (2007, p.31).

No que toca a trajetória do ensino da Matemática, os PCNs: Matemática (1997, p.20-23) afirmam que essa está atrelada as reformas curriculares ocorridas nos últimos anos. Entre os anos 60 e 70, houve o advento da “Matemática Moderna”, movimento que influenciou o ensino em vários países, que acreditavam que associada às Ciências Naturais, a Matemática constituir-se-ia em acesso privilegiado ao pensamento científico e tecnológico. Todavia, o que se exigia estava fora, principalmente, do alcance dos alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental, pois esse ensino preocupava-se mais com a teoria que com a prática.

Em 1980, o norte-americano NCTM (National Council of Tacher of Matematics) refere-se num documento chamado de “Agenda para Ação” a resolução de problemas como foco do ensino da Matemática, além da compreensão da importância dos aspectos sociais, antropológicos, lingüísticos nesse ensino, propostas essas que influenciaram reformas por todo o mundo e consequentes discussões curriculares.

Entendendo que a Matemática comporta amplo campo de relações, regularidades e coerências que incitam à curiosidade e a capacidade de generalizar, prever, projetar e abstrair em prol da estruturação do pensamento, e o desenvolvimento racional lógico, convém que o conhecimento matemático seja explorado desde o Ensino Fundamental de forma bem ampla, desde que desenvolva, de maneira equilibrada e indissociável do seu papel na formação de capacidades intelectuais, na estruturação do pensamento, na agilização do raciocínio dedutivo do aluno, na aplicação a problemas, nas situações de vida cotidiana e atividades do mundo do trabalho e no apoio à construção de conhecimentos em outras áreas curriculares (PCNs: Matemática, 1997, p. 24-25).

2.2 CIÊNCIAS NATURAIS E O ENSINO FUNDAMENTAL

Segundo os PCNs: Ciências Naturais (1997, p.19), com a promulgação da LDB n.º 4.024/61, as aulas de Ciências Naturais foram estendidas a todas as séries do curso ginasial e, mais tarde com a Lei n.º 5.692, em 1971, a disciplina passou a ser ministrada nas oito séries do primeiro grau; deste momento em diante houve a preocupação em desenvolver atividades práticas e passou a ser efetivo nos projetos de ensino e nos cursos de formação de professores, sendo essas atividades conhecidas como solução para o processo de transmissão do saber científico.

Quando foi promulgada a LDB nº 4.024/61, o cenário escolar era dominado pelo ensino Tradicional, no qual o conhecimento científico era neutro e não se opunha a verdade científica, a qualidade do curso tinha base nos conteúdos trabalhados e a avaliação, feita por meio de questionários sobre as idéias do professor ou sobre o livro-texto. A necessidade de o currículo tratar do avanço científico e as demandas vindas da tendência escolanovista (mudança dos aspectos dos processos pedagógicos, valorizando a participação ativa do aluno nesses processos, além da ênfase às atividades práticas) nortearam os debates para a confecção dessa nova lei. Inicia-se, então, a mudança do plano teórico, buscando novos objetivos para o ensino de Ciências Naturais, desde os aspectos psicológicos com Piaget, Vygostsky ou Wallon (Salles, 2007, p.31), devido às diferentes culturas.

Na pedagogia geral, surgem as concepções progressistas e dentre elas a Educação Libertadora e a Pedagogia Crítico-Social dos Conteúdos, tendências essas que influenciaram o ensino de Ciências, paralelamente, à CTS. Se por um lado isso outorgou importância aos conteúdos socialmente relevantes, não houve mudanças, porém, com relação aos métodos de ensino: as idéias ainda estavam nos anos 60. Ainda, nesse período, a produção de programas pela justaposição de conteúdos de Biologia, Física, Química e Geociências passou a dar lugar ao ensino integrado de diferentes conteúdos, chegando-se ao caráter interdisciplinar, um desafio para a didática da área. Das muitas mudanças, a crítica ao ensino de Ciências ainda voltava à atualização dos conteúdos, as formas inadequadas de transmissão do conhecimento e a estruturação da área.

Nos anos 80, concluiu-se o experimento não garantia o conhecimento científico e, o processo educacional passou a ter como tônica, a construção desse conhecimento pelo aluno. Surge ali a tendência construtivista. Ao mesmo tempo aumenta à produção acadêmica de pesquisas voltadas a investigação das pré-concepções de crianças e adolescentes sobre os fenômenos naturais e suas relações com os conceitos científicos. Surgem importantes trabalhos sobre conceitos intuitivos (Piaget) dentro e fora do Brasil, que influenciam o construtivismo. Sendo assim, entende-se o papel do ensino de Ciências no Ensino Fundamental como:

Mostrar a Ciência como um conhecimento que colabora para a compreensão do mundo e suas transformações, para conhecer o homem como parte do universo e como indivíduo. A apropriação de seus conceitos e procedimentos pode contribuir para o para o questionamento do que se vê e ouve, para a ampliação das explicações acerca dos fenômenos da natureza, para a compreensão e valorização dos modos de intervir na natureza e de utilizar seus recursos, para a compreensão dos recursos tecnológicos que realizam essas mediações, para a reflexão sobre questões étnicas implícitas nas relações entre Ciências, Sociedade e Tecnologia (PCNs: Ciências Naturais, 1997, p. 21-22).

Acredita-se, portanto, com relação ao Ensino Fundamental, não pensar o ensino de Ciência para depois, sendo que a criança é cidadã hoje e, conhecer Ciência agora, é aumentar a possibilidade de participação social e viabilizar a capacidade de produção social no futuro.

2.3 INTERDISCIPLINARIDADE: UM CAMINHO POSSÍVEL PARA O ENRIQUECIMENTO DO ATO DE PENSAR A ESCOLA

Para Fazenda (1994), a interdisciplinaridade se revela mais como processo que produto, ou seja, corresponde ao ato de construir pontes entre as diferentes disciplinas permitindo que o conhecimento produzido ultrapasse os limites disciplinares.

Na escola se caracteriza pelo grau de interação real entre as disciplinas, sendo uma tentativa de integração entre as diferentes ciências, é um processo integrador e articulado. Está presente na educação desde que começou a ser aplicada na ciência, sua função é superar a fragmentação do conhecimento, a falta de uma relação deste com a realidade do aluno e a fragmentação do conhecimento escolar.

O trabalho com a interdisciplinaridade na escola começa já nas séries iniciais do Ensino Fundamental, onde tem um papel importante, quando os professores devem incentivar os alunos a construírem relações entre os diferentes conteúdos das diversas disciplinas do currículo; a interdisciplinaridade é desenvolvida através de um trabalho pedagógico que são os projetos didáticos. Por meio desses projetos os professores podem introduzir o estudo de temas que não pertencem a uma disciplina específica, mas que envolvem duas ou mais delas e são feitos com o propósito de construir boas situações de aprendizagem.

2.4 UMA ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR DO ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS E MATEMÁTICA DO ENSINO FUNDAMENTAL

Várias são as possibilidades de trabalhar Ciências Naturais e Matemática conjuntamente. Sugere-se como possibilidade de trabalhar com o 4º e 5º Ano em perspectiva interdisciplinar, “Grandezas e Medidas” e tendo como assunto às Inundações, que no momento assolam o Brasil e outros países.

Essa atividade tem como objetivo resolver questões que envolvam medidas de tempo (duração dos eventos), contagens diversas, e outras medidas e conversões necessárias e, ainda, o cálculo mental. O tempo previsto são 06 aulas, sendo necessários os seguintes materiais: lápis, papel, cartolinas, cola, fotos ou recortes de jornais, ou ainda, gravações em DVDs de vídeos jornalísticos ou sites informativos, mapa estadual ou regional, mapa da cidade, transferidor e bússola.

O desenvolvimento da atividade dar-se-á:

- Verificar e/ou orientar as crianças quanto à relação hora-minuto e converter horas em minutos e minutos em horas; litros, cm³ e mm³ e suas conversões; centímetros, metros, quilômetros e suas conversões;

- Propor que cada aluno anote em uma folha de papel os dados numéricos do acontecido como: tempo de chuva, quantidade em milímetros da precipitação, locais mais atingidos, quanto subiu o rio ou córrego local, quantos desabrigados, quais os números da defesa civil, do corpo de bombeiros, a estimativa de prejuízos mencionada pelo prefeito, o tempo para limpar as casas, o tempo previsto para a reconstrução de certos locais; quais as doenças podem surgir ou aumentar com a inundação; quais as dificuldades encontradas pela população quanto à alimentação, água (qualidade, quantidade e como fazer para torná-la potável), atendimento médico, transporte, telefonia, telhas e metros de lonas (para cobrir as casas), etc;

- Verificar o local do fato (município), a que distância esse município fica da capital do estado, em que região do estado e em qual região do município; se é zona rural ou urbana;

- Reunir as crianças em grupo para discutir o assunto a partir dos dados coletados;

- Propor que cada grupo construa uma redação de 30 linhas (por exemplo), com o que foi analisado e apurado sobre o episódio;

- Recolher o material e analisar as estratégias de cada grupo, o envolvimento de cada aluno, as dificuldades de cada um, colocando-as em discussão no quadro, incluindo os equívocos, orientando sobre a organização das informações coletadas e como sistematizá-las, pedir que as crianças expliquem como chegaram àquele resultado e, por fim, que construam cartazes para o Jornal-Mural.

A avaliação acontecerá com uma série de questões quantos aos cálculos, incluindo os cálculos mentais, a verificação dos resultados errados e que esses sejam refeitos perante o entendimento do contexto, além do envolvimento pessoal e coletivo no projeto.

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Os conhecimentos interagem entre si (relacionando com a interdisciplinaridade), é importante saber que, historicamente, a ciência e o conhecimento científico devem muito da sua evolução ao filósofo francês René Descartes (1596-1650), sobre o qual Luciene Félix, professora de Filosofia e Mitologia descreve no artigo, Descartes: o método cartesiano:

Considerado o “Pai do Realismo”, empreendeu significativa revolução na epistemologia que nada mais é que o conjunto de conhecimentos que tem por objeto o conhecimento científico, visando a explicar os seus condicionamentos, sistematizar suas relações, esclarecer os seus vínculos, avaliar os seus resultados e aplicações.

A escola precisa ser o lugar em que se faz ciência, que se constrói conhecimento e que prepara o indivíduo para sua autonomia. Entende-se, pois, que fazer ciência demanda: métodos científicos; recursos materiais, técnicos e financeiros; vontade política em entender e viabilizar a formação de cientistas e, é claro, de uma sociedade co-gestora em todo esse processo dito “educacional”.

O papel do ensino das Ciências Naturais e Matemática no Ensino Fundamental deve ser de um processo que se prolongará pela vida inteira, contribuindo para a compreensão da realidade e preparando para o exercício pleno da cidadania.

As idéias fundamentais sobre a importância da interdisciplinaridade foram revisitadas do ponto de vista da área de Ciências da Natureza e Matemática. Nesta área, a necessidade natural de se construir uma linguagem simbólica que permita o registro das idéias, a utilização de experimentações e a busca por explicações de fenômenos, suas demonstrações ou justificativas funcionam como fatores integradores naturais.

Os objetivos propostos para a realização desta Produção de Aprendizagem foram alcançados, pois promoveu aos futuros profissionais um maior entendimento quanto ao aprendizado, que tem seu ponto de partida no universo vivencial, pois o conhecimento prévio dos alunos é relevante para o aprendizado científico e matemático, sendo importante levar em conta esses conhecimentos, porque o efetivo diálogo pedagógico só se verifica quando há uma confrontação verdadeira de visões e opiniões.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Lei nº. 4.024 de 20 de dezembro de 1961. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília, 20 de dez de 1961.

______. Lei nº. 5692 de 11 de Agosto de 1971. Fixa Diretrizes e Bases para o ensino de 1° e 2º graus, e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília, 11 de ago de 1971.

______. Secretaria de Educação Fundamental - Parâmetros curriculares nacionais: ciências naturais. Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997.

______. Secretaria de Educação Fundamental - Parâmetros curriculares nacionais: matemática. Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997.

COUTO, Ana Cristina Ribeiro. Ensino Fundamental: caminhos para uma formação integral. Curitiba: Ibpex, 2010.

FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Interdisciplinaridade: História, Teoria e Pesquisa. 11 ed. Campinas: Papirus, 2003 (1994).

FÉLIX, Luciene. Descartes: o método cartesiano. Disponível em: Acesso em: 02 jul 2010.

LOPES, Sérgio Roberto; VIANA, Ricardo Luiz; LOPES, Shiderlene V. de Almeida. Metodologia do Ensino de Matemática. 20 ed. Curitiba: Ibpex, 2007.

SALLES, Gilsane Dalzoto. Metodologia do Ensino de Ciências Biológicas e da Natureza. 20 ed. Curitiba: Ibpex, 2007.