Trabalho Completo Ordem Imprudente

Ordem Imprudente

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Categoria: Tecnologia

Enviado por: klaudiuz 09 outubro 2013

Palavras: 1008 | Páginas: 5

1 INTRODUÇÃO

A elaboração deste trabalho, visa a fixação e textualização dos conhecimento teóricos adquiridos nas disciplinas deste semestre por meio do texto “Ordem Imprudente”.

Após análise aprofundada do referido texto, apresentaremos respostas para questões relacionadas ao texto proposto por esta instituição de ensino superior, voltadas as disciplinas de Introdução à Tecnologia em Segurança do Trabalho e Relações Interpessoais.

Com a principal finalidade, trazer ao acadêmico, integração maior a fatos reais e aplicação das normas regulamentadoras aplicáveis a situação atual.

2 QUESTÕES PROPOSTAS

Nesse semestre o foco do nosso estudo está baseado no eixo integrador denominado “Fundamentos Introdutórios”, sendo assim todas as disciplinas possuem esse objetivo. O texto apresenta um caso de acidente envolvendo uma violenta explosão.

1. Com base no texto e na disciplina de Introdução à Tecnologia em Segurança do Trabalho responda as questões abaixo:

a. Quais as ações e medidas poderiam ser adotadas para evitar a explosão?

b. Com base nas Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego, quais normas poderiam ser aplicadas para evitar a explosão? De que forma o Tecnólogo poderia aplicar as referidas normas?

2. Na disciplina de Relações Interpessoais você percebeu que a comunicação e os conflitos interferem influenciam diretamente o sistema de gestão existente nas organizações e nas relações interpessoais. Assim, de acordo com o texto “Ordem Imprudente”, responda:

a. Qual a responsabilidade do encarregado da obra no acidente ocorrido?

b. A Comunicação foi clara para a realização das atividades atribuídas ao empregado? Justifique sua resposta.

c. O acidente ocasionou um “dano psicológico”. Este dano traduz qual o tipo de conflito? Justifique sua resposta.

3 RESPOSTAS

a. Quais as ações e medidas poderiam ser adotadas para evitar a explosão?

A primeira medida a ser adotada, seria a não utilização de profissional adverso ao daquela função. Ou seja, utilizaram um profissional treinado e contratado para desempenhar a função de alinhador, função exclusiva para alinhar os fios nos postes e para concluir tal função, subia nos mesmos e com uma catraca concluía sua real função. Ao observarmos o desempenho desta função, observamos que a vítima, não possuía treinamento ou até mesmo conhecimento técnico para lidar com artefatos explosivos, sendo esta a principal medida abandonada pelo encarregado da obra. Havendo aí um desvio da função. Outra medida que poderia ter sido adotada, o qual o texto enfatiza, foi à falta de Equipamento de Proteção Individual – EPI e o Equipamento de Proteção Coletiva – EPC. Bem como a utilização de explosivo líquido, o que torna sua manipulação mais volátil e de alto risco para que se venha a desenrolar acidentes grave. Principalmente pela utilização de Mão de obra não especializada para tal função de alto risco.

b. Com base nas Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego, quais normas poderiam ser aplicadas para evitar a explosão? De que forma o Tecnólogo poderia aplicar as referidas normas?

As normas que deveriam ser observadas e foram desprezadas são a NR 19, que trata da regulamentação de uso de explosivos, bem como, a NR 33, que trata do desempenho de função em espaço confinado. Uma vez que na fotografia apresentada no escopo do texto, mostra que a aplicação do explosivo se deu em um buraco com a finalidade de explodir uma rocha, que estaria interferindo na locação dos postes.

Um Tecnólogo, a priori, não deveria permitir que um funcionário, treinado e contratado para desempenhar uma função tão diferente, alinhador, viesse a desempenhar uma de incompatibilidade tão gigantesca. Outrossim, no escopo do texto, há o relato da inexistência de EPI e EPC, o que também contraria as Normas Regulamentadoras do MTE. A principal atitude de aplicar as referidas normas, seriam com o acompanhamento e fiscalização de uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, também com a rigorosa fiscalização e proibição de desempenho de certas funções por profissionais não treinados para desenvolvimento das atividades contrárias.

a. Qual a responsabilidade do encarregado da obra no acidente ocorrido?

A de “mandar” funcionário que não estava devidamente treinado, e equipado para lhe dar com tal situação. Com o simples interesse de cumprir ordens superiores sem observar os riscos e perigos conseqüentes de uma ordem totalmente imprudente e inconseqüente. O que de fato veio a ocorrer uma explosão, gerando um vítima que obrigada por outro profissional totalmente despreparado e sem treinamento algum, tanto na área técnica quanto na relação interpessoal. Já que o mesmo determinou, mandou, de forma arbitraria e imprudente.

b. A Comunicação foi clara para a realização das atividades atribuídas ao empregado? Justifique sua resposta.

A comunicação sim foi clara. No entanto, de forma totalmente errada. Pois houve uma imposição, “... como o serviço teria que ser executado quando então foi informado que seria feito uma detonação com clorato e não com dinamite.” Ou seja, o serviço teria de ser feito a qualquer custo, infelizmente o preço fora alto demais para a vítima. A claridade da comunicação deu-se por obrigação de fazer o que mando, e pronto.

c. O acidente ocasionou um “dano psicológico”. Este dano traduz qual o tipo de conflito? Justifique sua resposta.

Traduz sim, o conflito intergrupal, através da repressão. Pois não houve a mínima preocupação na segurança individual ou coletiva do grupo ou de apenas um dos membros, mas sim a imposição, a ordem de fazer, pois teria de ser feito. Deixando o interesse do grupo alheio ao de um único indivíduo naquele momento, o do encarregado perante seus subordinados.

4 CONCLUSÃO

Após a conclusão tanto do trabalho textual, como também o de responder as questões elencados no trabalho, cheguei a conclusão, que a ausência de Tecnólogo em uma obra, tanto pequena, entre aspas, simples, pode vir a ser um fator de contribuição a acidentes sérios. Tanto no âmbito individual como no coletivo. Uma vez que a explosão poderia ter alcançados mais vítimas.

Várias foram as falhas, mas a comunicação arbitrária, em mandar alguém despreparado, sem treinamento algum para desempenhar uma função tão perigosa contribuiu e muito para o acidente.

Outras falhas que não podem deixar de lado fora a falta da aplicação correta e supervisionada das Normas Regulamentadoras. Dentre outros que apenas cumularam, permitindo assim a ocorrência de um acidente tão perigoso, que poderia resultar num desastre muito maior.

REFERÊNCIAS

RIBEIRO, Fábio Henrique. Qualidade de vida e segurança no trabalho. Paraná: Pearson, 2013.

OLIVEIRA, Elisete A. Z.. Relações Interpessoais. Paraná: Pearson, 2013.