Trabalho Completo Padronização Da Solução De NaOH De Normalidade Teórica 0,1N

Padronização Da Solução De NaOH De Normalidade Teórica 0,1N

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Categoria: Outras

Enviado por: tekicasu 18 junho 2013

Palavras: 3972 | Páginas: 16

Padronização da solução de NaOH de normalidade teórica 0,1N

Resende - RJ Junho/2013

Roteiro de Química

Resende, 14/ 06/ 2013.

Relatório apresentado ao Professor Geraldo Gutian da disciplina Química Laboratório do curso de Engenharia Civil

Alunos:

Diego de Oliveira Gomes – 21377026

Lissandro Marlon da Silva - 21377048

Resende - RJ Junho/2013

Conteúdo

1 Introdução 4

2 OBJETIVO: 5

2.1.1 Padronização da solução de NaOH de normalidade teórica 0,1 N. 5

3 Os Materiais utilizados no laboratório serão descritos abaixo, conforme sua eficiência de medição. 5

3.1 Reagentes 5

4 Verificação experimental 5

5 Valores Obtidos 7

6 Questoes de Quimíca Propostas 8

6.1 O que é densidade ? 8

6.2 O que é titulo? 9

6.3 O que é molaridade? 9

6.4 O que é normalidade? 10

6.5 Quais relaçoes entre normalidade e a molaridade? 10

6.6 Quais aspectos entre as molaridades das misturas de duas soluções? 10

6.7 Quais as relações entre as normalidades da mistura de 2 soluções? 10

7 CONCLUSÃO 11

8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 12

1 Introdução

A queda livre é uma particularização do movimento uniformemente variado (MRUV). O movimento de queda livre foi estudado primeiramente por Aristóteles. Ele foi um grande filósofo grego que viveu aproximadamente 300 a.C. Aristóteles afirmava que se duas pedras caíssem de uma mesma altura, a mais pesada atingiria o solo primeiro. Tal afirmação foi aceita durante vários séculos tanto por Aristóteles quanto por seus seguidores, pois não tiveram a preocupação de verificar tal afirmação.

Séculos mais tarde, mais precisamente no século XVII, um famoso físico e astrônomo italiano chamado Galileu Galilei, introduziu o método experimental e acabou por descobrir que o que Aristóteles havia dito não se verificava na prática. Considerado o pai da experimentação, Galileu acreditava que qualquer afirmativa só poderia ser confirmada após a realização de experimentos e a sua comprovação. No seu experimento mais famoso ele, Galileu Galilei, repetiu o feito de Aristóteles. Estando na Torre de Pisa, abandonou ao mesmo tempo esferas de mesmo peso e verificou que elas chegavam ao solo no mesmo instante. Por fazer grandes descobertas e pregar ideias revolucionárias ele chegou a ser perseguido.

Quando Galileu realizou o experimento na Torre de Pisa e fez a confirmação de que Aristóteles estava errado, ele percebeu que existia a ação de uma força que retardava o movimento do corpo. Assim sendo, ele lançou a hipótese de que o ar exercesse grande influência sobre a queda de corpos.

Quando dois corpos quaisquer são abandonados, no vácuo ou no ar com resistência desprezível, da mesma altura, o tempo de queda é o mesmo para ambos, mesmo que eles possuam pesos diferentes.

O movimento de queda livre, como já foi dito, é uma particularidade do movimento uniformemente variado. Sendo assim, trata-se de um movimento acelerado, fato esse que o próprio Galileu conseguiu provar. Esse movimento sofre a ação da aceleração da gravidade, aceleração essa que é representada por g e é variável para cada ponto da superfície da Terra.

2 OBJETIVO:

2.1.1 Padronização da solução de NaOH de normalidade teórica 0,1 N.

3 Os Materiais utilizados no laboratório serão descritos abaixo, conforme sua eficiência de medição.

• Béquer de 50 e 100 mL (2)

• Bastão de Vidro (1)

• Balão volumétrico de 250 mL (1)

• Erlenmeyer de 250 mL (1)

• Béquer de 100 mL (1)• Bureta de 50 mL (1)

• Proveta de 50 mL (1)

3.1 Reagentes

• Hidróxido de sódio (NaOH)

• Fenolftaleína (C20H14O4 )

• Ácido Clorídrico (HCl)

4 Verificação experimental

Uma bureta de 50 mL foi pressa a um suporte universal e abaixo destes foi posto um erlenmeyer de 250 mL sobre uma folha de papel toalha. Foi colocada 20 mL da solução hidróxido de sódio (NaOH) no erlenmeyer, onde foi dissolvido em 20 mL de água destilada e adicionado 10 gotas de fenolftaleína a 1%, e a solução ficou rosada.

A bureta foi preenchida com o acido ácido clorídrico (HCℓ) e aferida corretamente, anotou-se o volume inicial, necessariamente sendo o zero como referência.

A solução de HCl foi sendo adicionada aos poucos ao erlenmeyer e este foi sendo agitado suavemente, a fim de homogeneizar a solução.Depois de 12 ml, adicionamos gota a gota o ácido no erlenmeyer averiguamos que a coloração Rosada foi se transformando em incolor depois de uma determinada quantidade lançada na base . Foi anotado o volume final da solução de HCl indicado na bureta.

O mesmo processo foi repetido com mais uma amostra. Neste processo faz-se reagir um ácido com uma base para que se atinja o ponto de equivalência, que é o ponto onde todo ácido e base adicionados se neutralizaram. Genericamente os reagentes são totalmente convertidos ao produto final. À medida que é adicionado o titulante ao titulado, o pH da solução (titulante+titulado) vai variar, sendo possível construir um gráfico desta variação, ao qual se dá o nome de curva de titulação.

Figura 1. Titulação ácido-base com elaboração de uma curva de titulação.

Neste tipo de titulação, o ponto de equivalência se dá aproximadamente em pH 7, pois o ácido ioniza-se praticamente na totalidade e a base se dissocia praticamente na totalidade. Quando os íons H3O+ e OH- reagem, formam água.

HCl(aq) → Cl-(aq) + H3O+(aq) (ionização do ácido)

NaOH(aq) → Na+(aq) + OH-(aq) (dissociação da base)

OH-(aq) + H3O+(aq) ↔ 2H2O(l) (a reação de neutralização que ocorre na titulação)

O Na+ e Cl- resultante da reação entre o ácido forte HCl (ácido clorídrico) e a base forte (hidróxido de sódio) são considerados íons neutros em solução, pois não sofrem hidrólise ácida ou básica.

HCl(aq) + NaOH(aq) → Na+(aq) + Cl-(aq) + 2H2O(l)

Numa titulação de uma base forte com um ácido forte ocorre o mesmo tipo de reações e o ponto de equivalência é o mesmo, tendo como diferença a forma da curva de titulação (em vez de ser crescente é decrescente).Ex:

Quando ingerimos um antiácido, neutraliza o HCl (ácido clorídrico) responsável pela azia. Os íons OH- responsáveis por esse efeito são provenientes da dissociação da base Mg (OH)2.

A fenolftaleína é um indicador de pH com a fórmula C20H14O4. É Isolúvel em água, porém solúvel em Alcool etílico e ou Etanol. Utilizada frequentemente em titulações, na forma de suas soluções alcoólicas. Esta solução é um indicador sintético que ao se dissolver em água se ioniza originando íons. Os íons liberados são H+ e OH- que estabelecem um equilíbrio em meio aquoso.

Quando se adiciona fenolftaleína em uma solução incolor, esta ao entrar em contato com uma base ou ácido muda de cor. Se adicionarmos solução de fenolftaleína em um meio ácido ela fica incolor, pois o aumento da concentração de H+ desloca o equilíbrio. Por outro lado, se o meio for básico, a solução de fenolftaleína se torna rosa claro a rosa escuro. A sua cor muda a valores de pH entre pH 8,2 e pH 9,8. Se a concentração do indicador for particularmente forte, pode tomar uma cor carmim. Observamos a figura abaixo:

Fenolftaleína (indicador de pH)

pH abaixo de 8 pH entre 8,0 e 10,0 pH entre 10,0 e 12,0

incolor ⇌ rosa ⇌ carmim ou roxa

Figura 2 Indicador de PH

5 Valores Obtidos

O valor adquirido no primeiro experimento como o ácido caindo gota a gota até que a solução do erlenmeyer se descolorasse foi V1= 19,5 ml.

O valor da segunda titulação.Volume gasto:V2 19,8 ml.

A diferença entre os volumes gastos foi calculado por meio de media aritmética somando V1 e V2 e dividindo por dois. M=V1+V2 /2

M= 19,5+19,80/2 =16,65 M=19,65 ml

Com os valores obtidos, calculamos a normalidade real (Nr) da solução de NaOH cuja normalidade teórica é 0,1.

Nr = Vm x Nt HCL x f HCL / V V = 20 ml

Valor de Nr que é Nr= Vm x Nt HCL x f HCL/V

Vm= 19,65 ml

Nt HCL= 0,1

F HCL= 0,986

V= 20 ml

Nr= 0,10

Cálculo de fator de correção

O fator de correção ( f ) de uma solução é a relação entre sua normalidade real e sua normalidade teórica: f = Nr / Nt f =

Calculo de fator de correção f= Nr/ Nt

• Nr=0,10

• Nt= 0,1

• f= 0,97

• Guarde a solução de NaOH com rótulo indicando a sua normalidade real.

6 Questoes de Quimíca Propostas

6.1 O que é densidade ?

R:Densidade absoluta é a analogia, entre a massa e o volume de algum elemento, pode ser chamada também de massa específica, e é representada na seguinte formula:

d=m/v

A densidade depende de diversos fatores

Massa do núcleo, dimensão do átomo, se esses átomos estão comprimidos ou não;

Portanto podemos concluir que a densidade do elemento irá depender tanto do volume dos poros deixados pelos átomos, quanto da densidade dos átomos.

6.2 O que é titulo?

É a relação entre a massa do soluto e a massa da solução. É uma grandeza adimensional.

Massa da solução = massa do soluto + massa do solvente.

O que é concentração comum?

A concentração comum (C) de uma solução química é a relação entre a massa do soluto (m1) e o volume da solução (v). A sua unidade no Sistema Internacional em gramas por litro (g/mL).

6.3 O que é molaridade?

Molaridade e concentração molar

Em Química as quantidades são, quase sempre, expressas em mols ou moles (plural de mol). É a partir dai que se pode calcular a concentração molar. Chamamos de concentração porque ela está sempre relacionada à quantidade de soluto por volume e molar porque essa quantidade não será expressa em quantidade de massa, mas sim em moles.

A molaridade nada mais é então que a relação entre a quantidade de soluto expressa em moles e o volume da solução.

M = n / v

6.4 O que é normalidade?

A normalidade é uma forma de expressar a concentração de uma solução. A normalidade indica o número de equivalentes-grama do soluto em 1 (um) litro de solução. Esta é calculada através do quociente entre o número de equivalente-grama (eg) de soluto dissolvidos e o volume de solução em litros.

6.5 Quais relaçoes entre normalidade e a molaridade?

Molaridade é a relação entre o número de moles do soluto e o volume da solução, em litros.

Normalidade é a relação entre o número de equivalentes-gramas do soluto e o volume da solução, em litros

N = M . x

6.6 Quais aspectos entre as molaridades das misturas de duas soluções?

De diferente soluto que reagem entre si: ocorre reação entre as substâncias que compõe a mistura. Para que a reção seja completa entre os solutos, os volumes misturados devem obedecer a proporção estequiométrica que corresponde à reação química.

Veja as fórmulas utilizadas:

Reação de Neutralização:

6.7 Quais as relações entre as normalidades da mistura de 2 soluções?

Mistura de soluções de mesmo soluto, sem ocorrência de reação química: Imagine que misturamos duas soluções de cloreto de sódio, uma com a concentração de 2,0 g/L em 60,0 ml de solução e a outra com 2,5 g/l em 80 ml de volume de solução.

7 CONCLUSÃO

Para uma análise quantitativa, a padronização é essencial, a curva de titulação apresenta com precisão os resultados e também nos mostra os erros cometidos através de fatores como: má calibração da vidraria. Esses fatores influenciam o resultado final das análises e exige que encontremos a diferença entre o teórico e o real, nos fazendo entender que a teoria apresenta uma exatidão que nós, na prática, conseguimos alcançar com pouca diferença de precisão e isso exige que as técnicas em laboratório sejam aprimoradas para que os erros sejam os mínimos possíveis.

8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

• http://www.brasilescola.com - página visitada em 12/09/13

• http://www.brasilescola.com/quimica/indicadores-ph.htm -Por Líria Alves

Graduada em Química - página visitada em 12/09/13

• http://www.soq.com.br/conteudos/em/solucoes/p7.http://www.colegioweb.com.br/quimica - página visitada em 12/09/13.

• www.wikipedia.com - página visitada em 12/09/13

• www.ebah.com.br - página visitada em 12/09/13

• RUSSELL, John B.; Química Geral vol.1, São Paulo: Pearson Education do Brasil, Makron Books, 1994.

Padronização da solução de NaOH de normalidade teórica 0,1N

Resende - RJ Junho/2013

Roteiro de Química

Resende, 14/ 06/ 2013.

Relatório apresentado ao Professor Geraldo Gutian da disciplina Química Laboratório do curso de Engenharia Civil

Alunos:

Diego de Oliveira Gomes – 21377026

Lissandro Marlon da Silva - 21377048

Resende - RJ Junho/2013

Conteúdo

1 Introdução 4

2 OBJETIVO: 5

2.1.1 Padronização da solução de NaOH de normalidade teórica 0,1 N. 5

3 Os Materiais utilizados no laboratório serão descritos abaixo, conforme sua eficiência de medição. 5

3.1 Reagentes 5

4 Verificação experimental 5

5 Valores Obtidos 7

6 Questoes de Quimíca Propostas 8

6.1 O que é densidade ? 8

6.2 O que é titulo? 9

6.3 O que é molaridade? 9

6.4 O que é normalidade? 10

6.5 Quais relaçoes entre normalidade e a molaridade? 10

6.6 Quais aspectos entre as molaridades das misturas de duas soluções? 10

6.7 Quais as relações entre as normalidades da mistura de 2 soluções? 10

7 CONCLUSÃO 11

8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 12

1 Introdução

A queda livre é uma particularização do movimento uniformemente variado (MRUV). O movimento de queda livre foi estudado primeiramente por Aristóteles. Ele foi um grande filósofo grego que viveu aproximadamente 300 a.C. Aristóteles afirmava que se duas pedras caíssem de uma mesma altura, a mais pesada atingiria o solo primeiro. Tal afirmação foi aceita durante vários séculos tanto por Aristóteles quanto por seus seguidores, pois não tiveram a preocupação de verificar tal afirmação.

Séculos mais tarde, mais precisamente no século XVII, um famoso físico e astrônomo italiano chamado Galileu Galilei, introduziu o método experimental e acabou por descobrir que o que Aristóteles havia dito não se verificava na prática. Considerado o pai da experimentação, Galileu acreditava que qualquer afirmativa só poderia ser confirmada após a realização de experimentos e a sua comprovação. No seu experimento mais famoso ele, Galileu Galilei, repetiu o feito de Aristóteles. Estando na Torre de Pisa, abandonou ao mesmo tempo esferas de mesmo peso e verificou que elas chegavam ao solo no mesmo instante. Por fazer grandes descobertas e pregar ideias revolucionárias ele chegou a ser perseguido.

Quando Galileu realizou o experimento na Torre de Pisa e fez a confirmação de que Aristóteles estava errado, ele percebeu que existia a ação de uma força que retardava o movimento do corpo. Assim sendo, ele lançou a hipótese de que o ar exercesse grande influência sobre a queda de corpos.

Quando dois corpos quaisquer são abandonados, no vácuo ou no ar com resistência desprezível, da mesma altura, o tempo de queda é o mesmo para ambos, mesmo que eles possuam pesos diferentes.

O movimento de queda livre, como já foi dito, é uma particularidade do movimento uniformemente variado. Sendo assim, trata-se de um movimento acelerado, fato esse que o próprio Galileu conseguiu provar. Esse movimento sofre a ação da aceleração da gravidade, aceleração essa que é representada por g e é variável para cada ponto da superfície da Terra.

2 OBJETIVO:

2.1.1 Padronização da solução de NaOH de normalidade teórica 0,1 N.

3 Os Materiais utilizados no laboratório serão descritos abaixo, conforme sua eficiência de medição.

• Béquer de 50 e 100 mL (2)

• Bastão de Vidro (1)

• Balão volumétrico de 250 mL (1)

• Erlenmeyer de 250 mL (1)

• Béquer de 100 mL (1)• Bureta de 50 mL (1)

• Proveta de 50 mL (1)

3.1 Reagentes

• Hidróxido de sódio (NaOH)

• Fenolftaleína (C20H14O4 )

• Ácido Clorídrico (HCl)

4 Verificação experimental

Uma bureta de 50 mL foi pressa a um suporte universal e abaixo destes foi posto um erlenmeyer de 250 mL sobre uma folha de papel toalha. Foi colocada 20 mL da solução hidróxido de sódio (NaOH) no erlenmeyer, onde foi dissolvido em 20 mL de água destilada e adicionado 10 gotas de fenolftaleína a 1%, e a solução ficou rosada.

A bureta foi preenchida com o acido ácido clorídrico (HCℓ) e aferida corretamente, anotou-se o volume inicial, necessariamente sendo o zero como referência.

A solução de HCl foi sendo adicionada aos poucos ao erlenmeyer e este foi sendo agitado suavemente, a fim de homogeneizar a solução.Depois de 12 ml, adicionamos gota a gota o ácido no erlenmeyer averiguamos que a coloração Rosada foi se transformando em incolor depois de uma determinada quantidade lançada na base . Foi anotado o volume final da solução de HCl indicado na bureta.

O mesmo processo foi repetido com mais uma amostra. Neste processo faz-se reagir um ácido com uma base para que se atinja o ponto de equivalência, que é o ponto onde todo ácido e base adicionados se neutralizaram. Genericamente os reagentes são totalmente convertidos ao produto final. À medida que é adicionado o titulante ao titulado, o pH da solução (titulante+titulado) vai variar, sendo possível construir um gráfico desta variação, ao qual se dá o nome de curva de titulação.

Figura 1. Titulação ácido-base com elaboração de uma curva de titulação.

Neste tipo de titulação, o ponto de equivalência se dá aproximadamente em pH 7, pois o ácido ioniza-se praticamente na totalidade e a base se dissocia praticamente na totalidade. Quando os íons H3O+ e OH- reagem, formam água.

HCl(aq) → Cl-(aq) + H3O+(aq) (ionização do ácido)

NaOH(aq) → Na+(aq) + OH-(aq) (dissociação da base)

OH-(aq) + H3O+(aq) ↔ 2H2O(l) (a reação de neutralização que ocorre na titulação)

O Na+ e Cl- resultante da reação entre o ácido forte HCl (ácido clorídrico) e a base forte (hidróxido de sódio) são considerados íons neutros em solução, pois não sofrem hidrólise ácida ou básica.

HCl(aq) + NaOH(aq) → Na+(aq) + Cl-(aq) + 2H2O(l)

Numa titulação de uma base forte com um ácido forte ocorre o mesmo tipo de reações e o ponto de equivalência é o mesmo, tendo como diferença a forma da curva de titulação (em vez de ser crescente é decrescente).Ex:

Quando ingerimos um antiácido, neutraliza o HCl (ácido clorídrico) responsável pela azia. Os íons OH- responsáveis por esse efeito são provenientes da dissociação da base Mg (OH)2.

A fenolftaleína é um indicador de pH com a fórmula C20H14O4. É Isolúvel em água, porém solúvel em Alcool etílico e ou Etanol. Utilizada frequentemente em titulações, na forma de suas soluções alcoólicas. Esta solução é um indicador sintético que ao se dissolver em água se ioniza originando íons. Os íons liberados são H+ e OH- que estabelecem um equilíbrio em meio aquoso.

Quando se adiciona fenolftaleína em uma solução incolor, esta ao entrar em contato com uma base ou ácido muda de cor. Se adicionarmos solução de fenolftaleína em um meio ácido ela fica incolor, pois o aumento da concentração de H+ desloca o equilíbrio. Por outro lado, se o meio for básico, a solução de fenolftaleína se torna rosa claro a rosa escuro. A sua cor muda a valores de pH entre pH 8,2 e pH 9,8. Se a concentração do indicador for particularmente forte, pode tomar uma cor carmim. Observamos a figura abaixo:

Fenolftaleína (indicador de pH)

pH abaixo de 8 pH entre 8,0 e 10,0 pH entre 10,0 e 12,0

incolor ⇌ rosa ⇌ carmim ou roxa

Figura 2 Indicador de PH

5 Valores Obtidos

O valor adquirido no primeiro experimento como o ácido caindo gota a gota até que a solução do erlenmeyer se descolorasse foi V1= 19,5 ml.

O valor da segunda titulação.Volume gasto:V2 19,8 ml.

A diferença entre os volumes gastos foi calculado por meio de media aritmética somando V1 e V2 e dividindo por dois. M=V1+V2 /2

M= 19,5+19,80/2 =16,65 M=19,65 ml

Com os valores obtidos, calculamos a normalidade real (Nr) da solução de NaOH cuja normalidade teórica é 0,1.

Nr = Vm x Nt HCL x f HCL / V V = 20 ml

Valor de Nr que é Nr= Vm x Nt HCL x f HCL/V

Vm= 19,65 ml

Nt HCL= 0,1

F HCL= 0,986

V= 20 ml

Nr= 0,10

Cálculo de fator de correção

O fator de correção ( f ) de uma solução é a relação entre sua normalidade real e sua normalidade teórica: f = Nr / Nt f =

Calculo de fator de correção f= Nr/ Nt

• Nr=0,10

• Nt= 0,1

• f= 0,97

• Guarde a solução de NaOH com rótulo indicando a sua normalidade real.

6 Questoes de Quimíca Propostas

6.1 O que é densidade ?

R:Densidade absoluta é a analogia, entre a massa e o volume de algum elemento, pode ser chamada também de massa específica, e é representada na seguinte formula:

d=m/v

A densidade depende de diversos fatores

Massa do núcleo, dimensão do átomo, se esses átomos estão comprimidos ou não;

Portanto podemos concluir que a densidade do elemento irá depender tanto do volume dos poros deixados pelos átomos, quanto da densidade dos átomos.

6.2 O que é titulo?

É a relação entre a massa do soluto e a massa da solução. É uma grandeza adimensional.

Massa da solução = massa do soluto + massa do solvente.

O que é concentração comum?

A concentração comum (C) de uma solução química é a relação entre a massa do soluto (m1) e o volume da solução (v). A sua unidade no Sistema Internacional em gramas por litro (g/mL).

6.3 O que é molaridade?

Molaridade e concentração molar

Em Química as quantidades são, quase sempre, expressas em mols ou moles (plural de mol). É a partir dai que se pode calcular a concentração molar. Chamamos de concentração porque ela está sempre relacionada à quantidade de soluto por volume e molar porque essa quantidade não será expressa em quantidade de massa, mas sim em moles.

A molaridade nada mais é então que a relação entre a quantidade de soluto expressa em moles e o volume da solução.

M = n / v

6.4 O que é normalidade?

A normalidade é uma forma de expressar a concentração de uma solução. A normalidade indica o número de equivalentes-grama do soluto em 1 (um) litro de solução. Esta é calculada através do quociente entre o número de equivalente-grama (eg) de soluto dissolvidos e o volume de solução em litros.

6.5 Quais relaçoes entre normalidade e a molaridade?

Molaridade é a relação entre o número de moles do soluto e o volume da solução, em litros.

Normalidade é a relação entre o número de equivalentes-gramas do soluto e o volume da solução, em litros

N = M . x

6.6 Quais aspectos entre as molaridades das misturas de duas soluções?

De diferente soluto que reagem entre si: ocorre reação entre as substâncias que compõe a mistura. Para que a reção seja completa entre os solutos, os volumes misturados devem obedecer a proporção estequiométrica que corresponde à reação química.

Veja as fórmulas utilizadas:

Reação de Neutralização:

6.7 Quais as relações entre as normalidades da mistura de 2 soluções?

Mistura de soluções de mesmo soluto, sem ocorrência de reação química: Imagine que misturamos duas soluções de cloreto de sódio, uma com a concentração de 2,0 g/L em 60,0 ml de solução e a outra com 2,5 g/l em 80 ml de volume de solução.

7 CONCLUSÃO

Para uma análise quantitativa, a padronização é essencial, a curva de titulação apresenta com precisão os resultados e também nos mostra os erros cometidos através de fatores como: má calibração da vidraria. Esses fatores influenciam o resultado final das análises e exige que encontremos a diferença entre o teórico e o real, nos fazendo entender que a teoria apresenta uma exatidão que nós, na prática, conseguimos alcançar com pouca diferença de precisão e isso exige que as técnicas em laboratório sejam aprimoradas para que os erros sejam os mínimos possíveis.

8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

• http://www.brasilescola.com - página visitada em 12/09/13

• http://www.brasilescola.com/quimica/indicadores-ph.htm -Por Líria Alves

Graduada em Química - página visitada em 12/09/13

• http://www.soq.com.br/conteudos/em/solucoes/p7.http://www.colegioweb.com.br/quimica - página visitada em 12/09/13.

• www.wikipedia.com - página visitada em 12/09/13

• www.ebah.com.br - página visitada em 12/09/13

• RUSSELL, John B.; Química Geral vol.1, São Paulo: Pearson Education do Brasil, Makron Books, 1994.