Trabalho Completo Planejamento Financeiro

Planejamento Financeiro

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Categoria: Negócios

Enviado por: lucascosta003 31 março 2013

Palavras: 3878 | Páginas: 16

ETAPA 1 PASSO 1

1 PLANEJAMENTO FINANCEIRO

O planejamento se faz necessário em todas as atividades da empresa, mas principalmente nas atividades da área financeira, cuja gestão eficaz tornou-se atualmente um fator crítico de sucesso. Para ZDANOWICZ (2001) “o planejamento financeiro nas organizações ocorre pela necessidade que estas têm de crescer, de forma ordenada e tendo em vista a implantação e a adequação de padrões, princípios, métodos, técnicas, procedimentos racionais e práticas competitivas no tempo”.

HALLORAN (1994), sobre o planejamento financeiro, presume a sua elaboração e resume que, embora as projeções financeiras sejam apenas uma estimativa, elas tornam-se mais concretas à medida que você colhe um numero maior de informações. Tal estimativa, segundo ZDANOWICZ (2001), leva a projeção financeira ser procedida de atitudes dentro da empresa. Projeção para o futuro, a apresentação do orçamento determinará as novas condições de trabalho como as estimativas: das vendas, dos custos de aquisições de matéria prima, das contratações de mão de obra, dos demais custos indiretos de fabricação e das despesas operacionais da empresa. Desta forma, a projeção deverá especificar o quanto e quando as atividades deverão concretizar-se, considerando, em parte, o presente para projetar o futuro. O planejamento financeiro determina as diretrizes de mudança de uma empresa. Sendo ele necessário uma vez que (1) faz com que sejam estabelecidas as metas da empresa para motivar a organização e gerar marcos de referência para a avaliação de desempenho, (2) as decisões de investimento e financiamento da empresa não são independentes, sendo necessário identificar sua interação, e (3) num mundo incerto a empresa deve esperar mudanças de variáveis dentro do cenário projetado.

Nesse contexto, planejamento financeiro é o processo formal que conduz a administração da empresa a acompanhar as diretrizes de mudanças e a rever, quando necessário, as metas já estabelecidas. Assim, poderá a administração visualizar com antecedência as possibilidades de investimento, o grau de endividamento e o montante de dinheiro que considere necessário manter em caixa, visando seu crescimento e sua rentabilidade.

Na visão de WELSCH (1996), o planejamento e o controle de disponibilidades normalmente devem estar relacionados a três dimensões temporais diferentes: (1) Planejamento de longo prazo quando a ocorrência de fluxos corresponde às dimensões dos projetos de investimento e à dimensão temporal do plano de resultados de longo prazo (geralmente de cinco anos). (2) Planejamento de curto prazo quando a ocorrência de fluxos está enquadrada no plano anual de resultados. (3) Planejamento operacional, em que as entradas e saídas de caixa são projetadas para o mês, a semana ou o dia seguinte.

O planejamento financeiro de longo prazo busca conhecer antecipadamente o impacto da implementação de ações projetadas sobre a situação financeira da empresa, indicando ao gestor se haverá excesso ou insuficiência de recursos financeiros. O planejamento financeiro de curto prazo reflete a preocupação de estimar detalhadamente as entradas e saídas de dinheiro geradas pela própria atividade da empresa. E o planejamento operacional destina-se ao controle preciso das disponibilidades, a fim de minimizar os encargos financeiros dos empréstimos e maximizar os rendimentos das aplicações dos excessos. O sucesso e a solvência de uma empresa não podem ser garantidos meramente por projetos rentáveis e pelo aumento das vendas. "A crise de liquidez", isto é, a falta de caixa para pagar as obrigações financeiras sempre põe em perigo uma companhia.

Neste panorama, o fluxo de caixa tem-se apresentado como uma das ferramentas mais eficazes na gestão financeira das empresas, como afirma ZDANOWICZ (2001) "O fluxo de caixa é o instrumento que permite ao administrador financeiro planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar os recursos financeiros de sua empresa para um determinado período." Ele possibilita ao gestor programar e acompanhar as entradas (recebimentos) e as saídas (pagamentos) de recursos financeiros, de forma que a empresa possa operar de acordo com os objetivos e as metas determinadas, de curto e de longo prazo. De curto prazo para gerenciar o capital de giro e de longo prazo para fins de investimentos.

2 A INTERFERÊNCIA DO TEMPO SOBRE A MOEDA

Poder de compra é o valor de uma moeda, expresso em termos da quantidade de bens ou serviços que uma unidade dessa moeda pode pagar. Quando se consegue comprar a mesma quantidade de bens ou serviços em duas moedas diferentes fazendo o câmbio de uma para a outra, diz-se que a taxa de câmbio expressa paridade do poder de compra entre as duas moedas.

Se o rendimento em dinheiro se mantém constante, mas o nível de preços aumenta (portanto verifica-se inflação), o poder de compra desse rendimento diminui, porque o mesmo rendimento compra agora menos dos mesmos bens e serviços. A inflação, por si só, nem sempre implica a queda do poder de compra do rendimento real, posto que o rendimento pode subir mais rapidamente do que a inflação.

Mais formalmente, poder de compra é o montante de valor de um bem ou serviço, comparado com o montante pago em moeda. Neste contexto, moeda pode ser uma moeda-commodity, como o ouro ou a prata, ou uma moeda fiduciária como euros ou dólares, sendo o dólar a moeda de reserva mundial.

Inflação é o aumento persistente dos preços e envolve toda a economia de um país. Isso, consequentemente, resulta numa contínua perda do poder aquisitivo da moeda local. Em sua forma mais extrema (chamada hiperinflação), os preços aumentam tanto que as pessoas procuram não reter dinheiro consigo, nem mesmo por poucos dias, dada a rapidez com que o dinheiro diminui o seu poder de compra.

O tempo é sem sombra de dúvidas um fator diretamente proporcional ao valor do dinheiro. Assim, podemos afirmar plenamente que quanto maior o período, maiores serão as influencias dos agentes externos, ou ainda, as influencias do macroambiente em relação ao poder de compra da moeda específica.

A inflação presente em toda e qualquer economia capitalista é um exemplo claro desta relação entre o tempo e o dinheiro, pois, prova que R$100,00 em janeiro não possui o mesmo poder de compra que R$100,00 em dezembro do mesmo ano. Para exemplificar vamos supor que uma pessoa deseja comprar uma motocicleta no valor de R$ 12.000,00 em dezembro do ano x1. Supondo que em janeiro deste mesmo ano ela tenha em mãos o valor correspondente ao valor total da motocicleta e não aplique este capital em um banco, neste período a inflação acumulada foi de 10%, qual o poder de compra do dinheiro em dezembro de x1?

Sabendo que a inflação reduz o poder de compra de uma moeda específica, cabe esclarecer que a inflação não reduz o montante do dinheiro, ou seja, em dezembro o montante que é representado por capital corrigido por juros será os mesmos R$ 12.000,00 de janeiro, porém, com poder de compra reduzido. Neste caso, com uma inflação no período de 10% a desvalorização do poder de compra do montante de R$ 12.000,00 seria de R$ 1.200,00, assim, em dezembro do mesmo ano o poder de compra seria correspondente ao valor de R$ R$ 10.800,00. Existe ainda outra forma de compreensão para este fato. Considerando que a inflação significa aumento geral de preços, o valor da motocicleta acompanha os aumentos de preços na economia, assim, se a inflação do período foi de 10% o preço corrigido para dezembro do ano x1 será de R$ 13.200,00 permanecendo o consumidor com os mesmos R$ 12.000,00 por não ter aplicado o capital. Assim, existe ainda uma redução no poder de compra do dinheiro no valor de R$ 1.200,00 no período.

Pode-se concluir então que um capital de R$ 12.000,00 em janeiro do ano x1 submetido a uma inflação de 10% no período sofre uma desvalorização referente ao seu poder de compra no valor de R$ 1.200,00. Prova-se que o ambiente externo possui uma grande influencia sobre o valor do dinheiro no tempo, sendo ainda, um fator não controlável por empresários e pessoas físicas, ou seja, os impactos da economia acontecem a todo o momento, cabe cada um encontrar uma forma de proteger seu capital e minimizar os riscos de mercado.

2.1 Um caso ‘Real”.

O Real completou em 1º de julho, 18 anos de circulação. E o que temos? Uma inflação acumulada segundo o IBGE em quase 300%. A moeda criada em 1994, com a promessa de garantir e estabilizar o poder de compra do brasileiro, na lógica não parece ser tão real.

Na época, cada CR$ 2.750 foi trocado por R$ 1. De lá para cá, a Inflação oficial medida pelo Índice de preços ao Consumidor Amplo (IPCA) vem acumulando alta%. Para você ter noção, entre julho de 1994 e maio de 2011, o acumulo foi de 286%, segundo dados do IBGE. Ou seja: um produto que naquele mês custava R$ 10, hoje sai em torno de quase R$ 40,00. O real perdeu poder de compra desde a sua criação, mas em ritmo bem mais lento do que o que ocorria antes do plano. Demorou 17 anos para ter uma perda que antes acontecia em um trimestre. Para o professor, os mais pobres foram os mais beneficiados pela estabilização da inflação, já que são os mais penalizados em tempos de alta dos preços. Em entrevista concedida a imprensa nacional, Castelar lembrou que na época da Inflação descontrolada, conheceu uma fábrica no interior de São Paulo em que os funcionários pediram para não saber em que dia eles receberiam o salário, porque todos os supermercados aumentavam os preços no dia do pagamento. O IBGE aponta como vilões da inflação nestes 18 anos, por exemplo, os preços dos combustíveis que bateu (790,36%), comunicação (700,70%), aluguel e taxas (634,17%), transporte público (586, 78%). Na outra ponta os que menos sofreram influências: frutas (-8,49%) e TV, som e informática (-32,31), ficaram mais baratos desde julho de 1994.

De acordo com levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) itens apreciados pelos brasileiros que tiveram aumentos acima da Inflação média: o pão francês teve alta de 399,11%. O Preço da alcatra subiu 291,36%. O frango, que se tornou símbolo do Plano Real quando era vendido a R$ 1 o quilo em 1994, teve aumento médio de 209,51% nos últimos 17 anos. Entre os transportes coletivos, as tarifas de ônibus tiveram aumento médio de 611,04% desde julho de 1994. Os itens de vestuário estão entre os "mocinhos" da Inflação da Fipe, com alta de apenas 28,14% em 17 anos.

Roupas femininas tiveram deflação: -10,76%. Desde que a China entrou na OMC (Organização Mundial do Comércio) e passou a exportar, em 2001, os preços do vestuário baratearam e pararam de acompanhar a inflação, segundo dados da FIPE.

3 ETAPA 2 PASSO 2

Projeto Companhia Àgua Doce:

Projeto X Projeto Y Projeto Z

Ano VPL(R$) Desvio-padrão VPL(R$) Desvio-padrão VPL(R$) Desvio-padrão

1 200 12 150 34 250 10

2 300 17 300 41 380 35

3 400 21 450 27 430 54

4 500 20 550 30 640 68

5 600 33 670 20 720 62

Coeficiente de Variação

O

K

Projeto X Projeto Y Projeto Z

1-12/200=0,06 1-34/150=0,23 1-10/250=0,04

2-17/300=0,06 2-41/300=0,14 2-35/380=0,09

3-21/400=0,05 3-27/450=0,06 3-54/430=0,13

4-20/500=0,04 4-30/550=0,05 4-68/640=0,11

5-33/600=0,06 5-20/670=0,03 5-62/720=0,09

Menor Risco X 4 ano =0,04

Menor Risco Y 5 ano =0,03

Menor Risco Z 1 ano =0,04

Entre os projetos X,Y e Z o que representa menor Risco é o projeto Y 5 ano =0,03.

4 ETAPA 3 PASSO 1

Resumo capitulo 5

CONCEITO DE VALOR:

O Valor de um ativo, tal como uma ação ordinária ou um título, é influenciado por três fatores principais: fluxo de caixa do ativo, taxa de crescimento do fluxo de caixa e risco ou incerteza do fluxo de caixa. Um aumento no montante do fluxo de caixa torna-se mais incerto, o preço de um ativo.

O fluxo de caixa de uma ação ordinária ou ação preferencial é mensurado pelos seus dividendos anuais e pelas alterações nas cotações de seus preços. Já o fluxo de um título é uma obrigação de divida em longo prazo, emitido por um tomador de empréstimos é uma quantia recebida pelo detentor do título em um ano acrescido da alteração em seu preço.

4.1 AVALIAÇÃO DE TÍTULOS:

O Valor de face de um título é o valor do título na data do vencimento. Quando esses dados estão disponíveis o valor do título pode ser facilmente determinado.

Como determinar o valor de um título:

1. Calcular o valor presente dos pagamentos de juros.

2. Calcular o valor presente do valor de face

3. Somar os dois valores presentes.

Ambos os valores devem ser descontados pela taxa de mercado.

4.2 AVALIAÇÃO DE AÇÕES PREFERENCIAIS:

Estas ações não possuem data de resgates, portanto seus dividendos pagos podem ser considerados uma perpetuidade. O valor da ação preferencial pode ser encontrado uma vez que esteja disponível o valor de dividendo fixo e a taxa de desconto.

4.3 AVALIAÇÃO DA AÇÃO ORDINARIA:

Os investidores das ações ordinárias tornam-se proprietários da companhia. O calculo desta ação requer cuidadosa projeção dos futuros dividendos. Seu preço é determinado por três fatores:

1.Dividendos Anuais.

2.Crescimento dos dividendos

3.Taxa de desconto.(Se a companhia tiver alto nível de risco ,os investidores preveem uma taxa requerida alta).

4.4 USANDO O CAPM NOS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO:

O uso do CAPM é recomendado na avaliação de ações ordinárias para as quais haja betas confiáveis no caso os coeficientes betas da companhia. Se o beta não estiver disponível o preço estimado pode ser considerado tendencioso.,estes preços também podem ser diferentes dos preços correntes no mercado.

As ações subavaliadas têm seus preços correntes menores do que as estimadas pelo CAPM, e as ações superavaliadas são vendidas a preço acima do estimado pelo CAPM.

5 ETAPA 3 PASSO 2

Calcular o retorno esperado (KS) para esses investimentos, por meio do modelo.

Gordon para calcular o preço corrente da ação, considerando as seguintes alternativas:

Companhia A:

Beta =1,5

Retorno da carteira de mercado é de 14%

Título do governo rende atualmente 9,75%

Taxa de Crescimento de dividendos de 6% .

Dividendos por ação R$6,00

KS=RF+ β (Km-RF)

0,0975+1,5(0,14-0,0975)

1,5x 0,0425=0,0638 +0,0975=0,1613

D1_= _ 6_____ =59,23

(KS-g) (0,1613-0,06)

Companhia Z:

Beta =0,9

Retorno da carteira de mercado é de 14%

Título do governo rende atualmente 9,75%

Taxa de Crescimento de dividendos de 5% .

Dividendos por ação R$8,00

KS=RF+ β (Km-RF)

0,0975+0,9(0,14-0,0975)

0,9x 0,425=0,0383+0,0975=0,1358

D1_= _ 8____ =93,24

(KS-g) (0,1358-0,05)

Companhia Y:

Anunciou que os dividendos da empresa crescerão a taxa de 18% durante os próximos 3 anos ,e após esse prazo ,a taxa anual de crescimento deve ser de apenas 7%.O dividendo anual por ação deverá ser R$4,00.Supondo taxa de retorno de retorno de 15%,qual é o preço mais alto oferecido aos acionistas ordinários?

Ano 4,00+ 18% Fator de valor presente 15% VP da Renda

1 4,72 0,8696 4,104512

2 5,56 0,7561 4,203916

3 6,57 0,6575 4,319775

P3=D3 .(1+g) D1 _ 6,57.(1+0,07) _ =87,86

(KS-g) (0,15-0,07)

6 ETAPA 3 PASSO 4

Avaliar o projeto A:Investimento inicial R$1.200.000,00

Ano Fluxo de caixa( R$) TMA VPL TIR

1 250,000.00 10,75 225.733,63 16,19

2 250,000.00 10,75 203.822,69

3 250,000.00 10,75 184.038,55

4 250,000.00 10,75 166.174,76

5 250,000.00 10,75 150.044,93

6 250,000.00 10,75 135.480,75

7 250,000.00 10,75 122.330,25

8 250,000.00 10,75 110.456,21

9 250,000.00 10,75 99.734,73

10 250,000.00 10,75 90.053,93

287.870,44

Payback

Saída Entrada Saldo

1.200.000,00

1 250.000,00 -950.000,00

2 250.000,00 -700.000,00

3 250.000,00 -450.000,00

4 250.000,00 -200.000,00

5 250.000,00 50.000,00

6 250.000,00 300.000,00

7 250.000,00 550.000,00

8 250.000,00 800.000,00

9 250.000,00 1.050.000,00

10 250.000,00 1.300.000.00

O Payback ocorreu 4º ano 9 meses e 18 dias.

Payback Descontado

Saída Entrada Saldo

1.200.000,00

1 225.733,63 -974.266,37

2 203.822,69 -770.443,68

3 184.038,55 -586.405,13

4 166.174,76 -420.230,37

5 150.044,93 -270.185,44

6 135.480,75 -134.704,69

7 122.330,25 -12.374,44

8 110.456,21 98.081,77

9 99.734,73 1.652,96

10 90.053,93 88.400,97 Payback ocorreu em 7 anos ,1 mês e 11 dias

INDICE DE LUCRATIVIDADE:

IL= VPEC

I I

1.487.870,43 = 1,2399%

1.200.000,00

Avaliar o projeto B:

Ano Fluxo de caixa( R$) TMA VPL TIR

1 210,000.00 10,75% 189.616,25 7,56

2 210,000.00 10,75% 171.211,06

3 210,000.00 10,75% 154.592,38

4 230,000.00 10,75% 152.880,78

5 230,000.00 10,75% 138.041,34

6 230,000.00 10,75% 124.642,29

7 240,000.00 10,75% 117.437,04

8 250,000.00 10,75% 110.456,21

9 250,000.00 10,75% 99.734,73

10 250,000.00 10,75% 90.053,93

211.333,99

Payback Descontado

Saída Entrada Saldo

1.200.000,00

1 189.616,25 -1.370.383,75

2 171.211,06 -1.199.172,69

3 154.592,38 -1.044.580,31

4 152.880,78 -891.699,53

5 138.041,34 -753.658,19

6 124.642,29 -629.015,90

7 117.437,04 -511.578,86

8 110.456,21 -401.122,65

9 99.734,73 -301.387,92

10 90.053,93 -211.333,99 Payback ocorreu não ocorreu em 10 anos.

211.333,99

INDICE DE LUCRATIVIDADE:

IL= VPEC

I I

1.771.333,99 = 1,1355%

1.560.000,00

7 ETAPA 4 PASSO 1

Capitulo 8:

ORÇAMENTO DE CAPITAL COM RISCO:

Um investidor é chamado de livre de Risco se o retorno é estável e confiável. Considerados como livres de Risco são as Letras do Tesouro, porque têm retornos certos e garantidos.

Existem muitos fatores que podem reduzir os fluxos de caixa esperados: perda de participação no mercado, aumento no custo dos produtos vendidos, novas regulamentações ambientais, aumento no custo de financiamento.

Como principal método de diversificação de risco é selecionar os projetos sob condições de incerteza.

7.1 ABORDAGEM EQUIVALENTE À CERTEZA (AEC)

A ideia é a de separar a duração dos fluxos de caixa de seu risco. A abordagem equivalente à incerteza converte os fluxos de caixa esperados em fluxos de caixa certos e desconta-os à taxa livre de risco.

7.2 ANALISE DE SENSIBILIDADE:

Descobrir como o VPL de um projeto se altera se as vendas, os custos de mão de obra ou de matérias ou outros fatores se variarem de uma situação para outra.Neste caso o risco é medido pela variação.Quanto maior a variação ou mudanças existirem no VPL de um projeto,mais arriscado o investimento.Entre dois projetos ,aquele mais sensível a uma mudança é considerado portador do maior risco.

7.3 O CAPM NO ORÇAMENTO DE CAPITAL:

Esse método considera um projeto como sendo uma ação argumentando que o retorno de um projeto está ligado ao retorno dos ativos totais da companhia, ou ao retorno de todo um setor.Usando o calculo normal do CAPM o projeto que apresentar o maior beta é considerado o mais arriscado.

7.4 TÉCNICAS DE SIMULAÇÃO:

Produzir simulações hipotéticas semelhantes às reais, no caso os eventos simulados. Usados para estudar os VPlse a TIRs de um projeto para diferentes fluxos de caixa com diferentes taxas de investimentos.A simulação mede o risco e o retorno de um projeto.

7.5 AJUSTAMENTO PELA INFLAÇÃO:

A inflação é uma alta generalizada de preços numa economia. Se o analista não ajustar os fluxos de caixa ao risco da inflação, o VPL ou a TIR podem ficar artificialmente altos.

Portanto, as técnicas de orçamento de capital que ignoram a inflação estão sempre desajustadas. Para este caso deve se ajustar tanto o fluxo de caixa como a taxa de desconto à taxa anual de inflação.

7.6 CUSTO DE CAPITAL:

O termo custo de capital é muitas vezes expresso, de diferentes formas, como sendo a

taxa mínima de atratividade, taxa de retorno requerida (mínima exigida), custo total de

capital, taxa de desconto apropriada, entre outras.

Um cálculo correto de custo de capital deve levar em consideração, em essência, o risco do

negócio (atividade da empresa), e estar consciente de que a natureza e as diversas

combinações possíveis de fundos de financiamento (estrutura de capital) produzem também

diferentes níveis de risco aos investidores.

Sendo assim, teoricamente, toda decisão de investimento que promove um retorno

maior que seu custo de capital cria valor (riqueza) aos seus proprietários.

O conhecimento correto do custo de capital é essencial para o processo de análise e

tomada de decisões financeiras. Em seu objetivo de maximização do valor presente líquido, a

rentabilidade oferecida pelos fluxos de benefícios líquidos esperados incrementais em relação

aos desembolsos necessários deve ser maior que o custo de capital dos recursos alocados para

a decisão. Sendo assim, o valor presente dos fluxos de benefícios incrementais de caixa deve

exceder aos investimentos previstos, quando todos os fluxos forem descontados a uma taxa

representativa do custo de capital.

A taxa livre de risco é geralmente calculada como uma média das taxas de juros

históricas dos títulos públicos. Esse procedimento de cálculo no Brasil é prejudicado por

entender-se que os títulos emitidos pelo governo devem embutir um prêmio pelo risco. Esses

títulos soberanos não são efetivamente aceitos como livres de risco pelos mercados

financeiros. Ademais, a série histórica dessas taxas de juros apresenta uma enorme dispersão.

A taxa do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) é a taxa de juro formada nas

negociações com títulos públicos no Brasil e considerada como sem risco.

8 ETAPA 4 PASSO 2.1

Analise de Sensibilidade

Investimento inicial R$250.000,00

Anos Valor Futuro X a 10% Valor Futuro X a 14% Valor Futuro Y a 10% Valor Futuro Y a 14%

1 63.636,36 61.403,50 163.636,36 157.894,73

2 57.851,23 53.862,72 148.760,33 138.504,15

3 52.592,03 47.248,00 135.236,66 121.494,87

4 88.791,74 76.970,43 88.791,75 76.970,44

5 80.719,77 67.517,92 80.719,77 67.517,93

VPL 10% -Inves I. R$250.000,00 VPL 14% -Inves I . R$250.000,00

Projeto X 343.591,13 93.591,13 307.002,51 57.002,57

Projeto Y 617.144,87 367.144,87 562.382,12 312.382,12

93.591,13 39,10%

57.002,57

367.144,87 14,92%

312.382,12

Passo 2.2

KS=RF+ β (Km-RF)

Beta 1,5

RF 8%

KM 16%

Determinar o nível de risco:

0,08+1,5(0,16-0,08)

1,5 X 0,08=0,12+0,08=0,20%

9 ETAPA 4 PASSO 3

Projetos da Companhia Doce Sabor

Projeto X Projeto Y Projeto Z

Ano VPL(R$) Desvio-padrão VPL(R$) Desvio-padrão VPL(R$) Desvio-padrão

1 200 12 150 34 250 10

2 300 17 300 41 380 35

3 400 21 450 27 430 54

4 500 20 550 30 640 68

5 600 33 670 20 720 62

1 12/200=0,0600 34/150=0,23 10/250=0,04

2 17/300=0,0567 41/300=0,14 35/380=0,09

3 21/400=0,525 27/450=0,06 54/430=0,13

4 20/500=0,0400 30/550=0,05 68/640=0,11

5 33/600=0,0550 20/670=0,03 62/720=0,09

MENOR RISCO 0,0400 MENOR RISCO 0,03 MENOR RISCO 0,04

MENOR RISCO DE X , Y e Z= é o projeto Y com 0,03

10 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A analise de risco é uma ferramenta útil para a avaliação de projetos e melhora a decisão de investimento Ela protege novas ideias de projetos e ajuda na identificação de oportunidades Um investimento substancial de investimento humano e financeiro não deve acontecer até que os potencias investidores concluam de que o perfil risco/retorno preliminar do projeto possa ser aceitável.

A analise de risco pode conter os custos de investigação e campo de trabalho ajudando no melhoramento da precisão de um projeto relacionado as variáveis particulares do projeto.

Através desta analise o projeto pode ser reformulado até atingir as necessidades e objetivos do investidor Além disso, ela é capaz de testar os acordos contratuais possíveis para a venda dos produtos ou a compra das entradas do projeto entre varias partes até uma formulação satisfatória do projeto a ser atingido.

Analise de risco amplia a habilidade de afirmação de modelos seguros a realidade. A precisão de suas previsões, portanto, podem somente ser tão boa quanto a capacidade afirmativa do modelo empregado.

11 BIBLIOGRÁFIA

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LIVRO TEXTO:

GROPELLI, A.A.Adiminstração Financeira. 3ºed.São Paulo:Editora Saraiva,2012.PLT 204