Trabalho Completo Principais Problemas Sociais No Brasil

Principais Problemas Sociais No Brasil

Imprimir Trabalho!
Cadastre-se - Buscar 155 000+ Trabalhos e Monografias

Categoria: Geografia

Enviado por: Jeferson 30 dezembro 2011

Palavras: 6723 | Páginas: 27

...

meça a roubar e até mesmo matar para poder comer. Vemos no Brasil o quão grande é o índice de criminalidade, e o quanto está sendo difícil erradicar essa situação, às vezes por desprezo do governo e outras por falta de recursos.

A poluição também é um grande problema no Brasil, mas que felizmente, ao verem o que está acontecendo, as empresas e o próprio governo decidiram mudar suas atitudes e estão iniciando projetos para a sustentabilidade do planeta. Estão deixando de usar combustíveis fósseis que poluíam o meio ambiente para usar produtos não poluentes como o gás natural.

A saúde é vista como um dos problemas mais importantes. A saúde pública está em caos, sem médicos qualificados, sem hospitais, sem remédios. E o pior é que o governo não investe na melhoria, algumas vezes finge que não vê, ou que não sabe dos problemas, o que causa ainda mais revolta na população, que não tem condições de procurar médicos particulares e sofrem caladas nos hospitais e postos de saúde.

A educação é o centro de todos os problemas. Se pararmos para pensar veremos que só há desemprego quando não se há estudo, só existe violência e crime porque as pessoas não tiveram oportunidade de estudar e ter condições de sobreviver honestamente, se o ensino da medicina fosse mais fácil de ser alcançado existiriam mais médicos, não haveria desigualdade se todos tivessem a chance de seguir uma carreira estável e as pessoas morariam em lugares melhores,porque teria empregos melhores. Mas vemos que mesmo a educação sendo o fator primordial o governo não investe, não paga adequadamente os mestres, e o pior de tudo, conseguem mandar para as escolas públicas livros didáticos com erros e ainda mostram na televisão que a educação melhorou e o IDEB está crescendo mais que o esperado.

A desigualdade social é um fator que só existe porque os governantes realmente não se importam,pois é muito fácil de ser resolvido. Se houvesse emprego para todos talvez não houvesse esse contraste tão profundo. Na atualidade percebemos que a maioria da população brasileira é desfavorável financeiramente, enquanto uma mínima parcela tem muito dinheiro.

Habitação é um grande problema relacionado a desigualdade social. Um dos principais problemas é que algumas pessoas acreditam que encontrarão emprego e terão uma vida melhor em cidades grandes e então saem do interior a procura disso. Infelizmente não é isso que eles encontram, pois ate mesmo quem mora nessas cidades não tem emprego, sendo assim essas pessoas tem que trabalhar em qualquer lugar, às vezes até sem segurança para conseguir se manter. O problema é que sem dinheiro o único local onde se da para morar são nas favelas em que muitas das vezes não possui saneamento básico, água potável e ainda lugares com infra- estrutura precária, o que pode causar mortes.

Desemprego

No Brasil, é grande a preocupação dos trabalhadores, dos sindicatos, das autoridades e dos estudiosos de problemas sociais, a despeito de não possuirmos dados precisos sobre o desemprego, isto porque, enquanto o IBGE fala em taxa de 12%, a Fundação Seade/Dieese fala em 18% na região metropolitana da Grande São Paulo. A verdade é que temos, hoje, em qualquer família alguém desempregado. Essa é uma realidade que está muito próxima de cada um de nós. O desemprego causa vários problemas: para o desempregado, para a família e para o Estado. Para o cidadão desempregado e sua família, o desemprego provoca insegurança, a indignidade, aquela sensação de inutilidade para o mundo social.

O fato de a globalização ter entrado no planeta rapidamente fez com que as maquinas tomassem os lugares dos trabalhadores e esses ficam sem emprego e sem ter o que dar de comer para sua família. Uma máquina substitui o trabalho de 10, 20, 40 ou mais pessoas. Já foi dito que a revolução industrial provocou insatisfação dos trabalhadores, mas pouco desemprego, porquanto, na época, as vagas fechadas numa empresa eram supridas pela abertura de outras empresas. Além disso, houve a redução da jornada de trabalho para 8 horas e a semana de cinco dias. Todavia, hoje, com a globalização, a informatização, as novas tecnologias, nós temos efetivamente um problema de desemprego estrutural. Hoje em dia tudo é informatizado, as pessoas não precisam do caixa humano, elas vão direto ao caixa eletrônico. Esses funcionários perdem o emprego e não têm outra oportunidade, porque todos os ramos de atividade estão se modernizando e a robótica esta tomando conta do espaço industrial. Estão desaparecendo muitas profissões e atividades profissionais, porque têm o robô fazendo o trabalho de muitas pessoas. Isso realmente gera desemprego e tanto o governo quanto a sociedade tem que contribuir para encontrar uma solução.

A solução momentânea seja a requalificação profissional. Os profissionais que perdem seus postos de trabalho devem passar por treinamentos e reciclagens, só assim poderão encontrar outra atividade e assumir uma nova vaga no concorrido mercado de trabalho moderno. O desempregado não pode ficar esperando nova oportunidade para ocupar a mesma vaga que ocupava antes da demissão, mesmo porque aquela vaga, ou melhor, aquela função pode deixar de existir, aquele que deseja voltar ao mercado de trabalho deve se reciclar, buscando uma colocação em outra área ou ramo de atividade; para isso, ele deve estar preparado.

O governo, através dos Fundos de Amparo ao Trabalhador, tem oferecido recursos para treinamentos e reciclagens aos desempregados. Essa iniciativa ajuda, pois o trabalhador, sem essa reciclagem não vai conseguir uma recolocação no mercado de trabalho, mas não resolve o problema.

Portanto, a reforma sindical e trabalhista tem que ter como prioridade a procura de caminhos para impor aos governantes a execução de programas de desenvolvimento que resultem em geração de empregos.Porém, essa não é a única saída para abrir postos de trabalho no mercado. Haja visto o que se passa no setor automobilístico, por exemplo, onde investimentos maciços e duplicação da capacidade produtiva não resultaram em geração de novos empregos. Ao contrário, com os investimentos feitos as empresas puseram em prática um amplo programa de modernização e automação, cortando milhares de postos de trabalho. Para se ter uma idéia do estrago ocorrido neste setor, basta dizer que, na década de 80 do século passado, para uma capacidade de produção de um milhão e quinhentos mil veículos, as montadoras empregavam 140 mil empregados. Hoje, para uma capacidade de produção de três milhões de veículos, as montadoras empregam apenas 90 mil trabalhadores.

Só este exemplo mostra que, além de investimentos e programas de crescimento econômico, são necessárias outras medidas para gerar mais empregos. Hoje temos linhas completas, sistemas produtivos completos, operados por robôs. Os processos tecnológicos empregados na atualidade e mais a presença crescente da mulher no mercado de trabalho exigem uma redução drástica da jornada de trabalho, para dar emprego às centenas de milhões de pessoas no mundo inteiro que precisam trabalhar

Violência e Criminalidade

Percebemos hoje que a segurança já não é algo comum nas cidades. À falta dela nos impressiona a cada dia, pois vemos tanto ao vivo como em qualquer meio de comunicação, que as pessoas já perderam a liberdade de viverem tranqüilas.

O medo tornou-se comum ninguém mais se sente seguro no Brasil em que vivemos. Nas metrópoles brasileiras o índice de violência e criminalidade aumentou absurdamente, contudo os políticos não tomam providencias necessárias para que essa realidade deixe de acontecer.

Durante a ultima década houve um forte processo de êxodo rural aonde pessoas vinham dos campos para as cidades grandes em busca de uma vida melhor, mas essas cidades não tinham condições suficientes para dar empregos a todos fazendo com que esses, para não morrerem de fome, tivessem que matar e roubar. Nos dias atuais essa situação agravou-se e a violência esta tomando proporções alarmantes em nosso país, mesmo buscando a inclusão social, o controle da criminalidade vai se dever à atuação do Estado

A justiça no Brasil ainda é fraca, não pune devidamente àqueles que cometem crimes e delitos deixando assim o caminho livre para quem pratica tais atos. Nas comunidades carentes encontra-se o maior numero de criminalidade, porque é ai que vive a maioria dos desempregados, sem condições financeiras e psicológicas para se ter uma vida melhor.

Em 1988 foi promulgada uma nova Constituição Federal para repor a democracia plena no país e assegurar a todos os direitos e garantias individuais, contudo essas leis só contam no papel, já que a segurança não vendo sendo vista como prioridade.

Temos visto nos noticiários como a violência vem se tornando alarmante no Brasil. As pessoas vivem enclausuradas em suas próprias casas, têm medo de sair na rua, não deixam mais seus filhos brincarem no quintal, não vivem. O medo já tomou conta da população que implora por segurança, mas aqueles que deveriam dar proteção ficam jogando o problema cada hora na mão de um e no fim não resolvem nada.

Um grande problema que contribui indiretamente com a criminalidade é a justiça, que às vezes falha e é sempre tardia. Isso faz com que os indivíduos pensem que podem fazer tudo que nunca serão punidos, a falta de cadeias também influencia, pois mesmo sendo acusados e incriminados os presos ganham direito a liberdade, já que não tem onde ficarem.

O fato dos policiais não receberem o suficiente para garantir segurança a população faz com que esses não dêem tanta atenção para os crimes que acontecem. Algumas vezes policiais passam perto de criminosos, vêem assaltos, mas fingem não terem visto nada para não precisarem envolver-se com a situação.

O crime organizado cresceu absurdamente ao longo das ultimas décadas, e as autoridades perderam muito tempo para tentar resolver o problema, que agora já é considerado como sem solução pela proporção que alcançou. O aumento no trafico bélico e de drogas esta contribuindo para o aumento da criminalidade, pois os governantes não conseguem encontrar meios eficazes para acabar definitivamente com isso.

Somente a partir de agora a Policia Federal em conjunto com a Secretaria Nacional de Segurança Publica estão começando a evoluir para abolir o trafico no país. Paralelamente, os progressos da criminalística e da medicina legal aliados à atividade de inteligência policial estão influenciando positivamente os policiais mais tradicionais, enquanto os novos ventos soprados pelas Universidades arejam as instituições.

Pode-se perceber que a segurança esta sendo colocada em primeiro plano pelo Governo Federal, contudo não será percebido tão recentemente. Foi nesse espaço que o Fórum Brasileiro de Segurança Pública surgiu, cercando-se da necessária isenção política, de independência econômica, de neutralidade e de respeito às diversas correntes de pensamento de seus integrantes.

Um dos maiores combatentes da violência no Brasil tem sido o Fórum de Segurança Publica que tem ajudado órgãos públicos a acharem soluções eficientes para o combate ao crime. Dentro de um contexto em que a sociedade civil vem se fortalecendo, seguindo a direção do fortalecimento da própria democracia no Brasil, o Fórum mostra-se como uma entidade que oferece a esses profissionais, sempre zelosos quanto à qualidade técnica de seus trabalhos, o suporte para o aprofundamento do debate democrático acerca das instituições policiais e das políticas públicas de segurança.

Temos visto em reportagens que a cidade de Recife tem sido um pólo de violência urbana no Brasil e infelizmente o combate é quase impossível de ser realizado, pois o crime tomou uma proporção alarmante. Vendo tal situação o Fórum convocou 700 autoridades em busca de alguma ideia para resolver o problema. No intuito de expandir o debate com a sociedade, uma das mesas focou a abertura de espaços para a cooperação estratégica da iniciativa privada com a segurança pública, com ênfase no aprimoramento da gestão e de conhecimentos.

Enfim, violência e criminalidade sempre farão parte do convívio humano, mas cabe as autoridades tomarem cuidado para que não ultrapasse limites e cause problemas excessivos para as demais pessoas. A criminalidade é um fenômeno social, é considerado um fato próprio de existência humana, portanto fato social. Uma das soluções globais para o extermínio da violência seria o reconhecimento e o respeito aos direitos de uma forma geral.

Poluição

Com o inicio da Revolução Industrial no século XVIII a poluição do ar aumentou estrondosamente. Quando as indústrias começaram a chegar ao Brasil nosso ar foi tornando-se cada vez pior, na cidade de São Paulo, por exemplo, o ar é muito poluído devido às muitas fabricas que a cidade possui, e fazendo assim na maioria das vezes que se torne insustentável a permanência de algumas pessoas. A poluição gerada nas cidades de hoje são resultado, principalmente, da queima de combustíveis fósseis como, por exemplo, carvão mineral e derivados do petróleo, como gasolina e diesel. A queima destes produtos tem lançado uma grande quantidade de monóxido e dióxido de carbono na atmosfera. Estes dois combustíveis são responsáveis pela geração de energia que alimenta os setores industrial, elétrico e de transportes de grande parte das economias do mundo. Por isso, deixá-los de lado atualmente é extremamente difícil.

Esta poluição tem gerado diversos problemas nos grandes centros urbanos. A saúde do ser humano, por exemplo, é a mais afetada com a poluição. Doenças respiratórias como a bronquite, rinite alérgica, alergias e asmas levam milhares de pessoas aos hospitais todos os anos. A poluição também tem prejudicado os ecossistemas e o patrimônio histórico e cultural em geral. Fruto desta poluição, a chuva ácida mata plantas, animais e vai corroendo, com o tempo, monumentos históricos.

A poluição afeta também o clima, o fenômeno do efeito estufa, por exemplo, está aumentando a temperatura em nosso planeta. Ele ocorre da seguinte forma: os gases poluentes formam uma camada de poluição na atmosfera, bloqueando a evaporação do calor. Desta forma, o calor fica concentrado na atmosfera, provocando mudanças climáticas. Percebemos também que os oceanos estão começando a tomar conta dos litorais, o que é também mais um fator do aquecimento global. Muitas espécies animais poderão ser extintas e tufões e maremotos poderão ocorrer com mais freqüência.

Existem muitos agentes poluentes na atmosfera. Eles são produzidos, principalmente, por automóveis, motocicletas, aviões, fábricas, queimadas, centrais termoelétricas, geradores movidos a combustíveis fósseis, vulcões e etc. A presença de alguns desses elementos, depende muito da localização, do uso do solo e atividades que são realizadas na área. Portanto, dificilmente encontraremos todos os elementos numa mesma cidade ou área específica. Regiões com grande tráfego de veículos, por exemplo, apresentam o ar com forte presença de monóxido de carbono.

Apesar das notícias negativas, o homem tem procurado soluções para estes problemas. A tecnologia tem avançado no sentido de gerar máquinas e combustíveis menos poluentes ou que não gerem poluição. Muitos automóveis já estão utilizando gás natural como combustível. No Brasil, temos milhões de carros movidos a álcool, combustível não fóssil, que poluí pouco. Testes com hidrogênio têm mostrado que num futuro bem próximo, os carros poderão andar com um tipo de combustível que lança, na atmosfera, apenas vapor de água.

Estudos recentes mostraram que a poluição do ar tem múltiplas origens em 70% dos municípios que acusaram o problema apontaram duas ou mais causas para sua ocorrência. Uma pesquisa do desenvolvimento sustentável no Brasil realizada em 2008 divulgada pelo IBGE mostrou que o aumento na frota de veículos comprometia e muito as grandes cidades. A qualidade do ar em São Paulo foi 14 vezes classificada como má ou inadequada em uma ou mais estações de medição.

Saúde

No Brasil o sistema de saúde publica é muito precário. O Sistema Único de Saúde (SUS) foi criado para conseguir assegurar melhor condições de saúde para os mais necessitados, porém a falta de médicos é um grande fator para que o SUS não funcione corretamente. A demora para ser atendido também contribui para que não de certo. Os dados, de acordo com o Ipea, indicam que a população quer acesso "mais fácil, rápido e oportuno" à rede pública de saúde.

A Constituição de 1988 instituiu o SUS, que passou a ter como meta a cobertura universal de toda a população brasileira, nos moldes dos tradicionais sistemas de proteção social existentes nos países europeus. Onde se acentuou a tendência para que o SUS passasse a ser na prática, um sistema voltado ao atendimento dos grupos sociais de menor renda, uma vez que as classes de média e alta renda podiam contar com médicos e hospitais particulares.

A demora para o atendimento em serviços de urgência e o período de espera para uma consulta médica, além da necessidade de contratação de mais especialistas, foram os itens mais sugeridos pelos entrevistados para a qualificação do SUS. O levantamento revela que a rapidez no atendimento é citada como a maior motivação para a busca pelos planos de saúde.

Para três tipos de serviço específicos - atendimento por especialistas, de urgência e emergência e centros e/ou postos de saúde - "aumentar o número de médicos" foi à sugestão mais mencionada, seguida pela redução do tempo de espera para uma consulta. "O aumento do número de médicos pode ser entendido pela população como uma solução para os problemas que vivencia, quando, na busca de serviços no SUS, ocorre demora para atendimento ou existe a necessidade de se chegar muito cedo ao local para conseguir marcar uma consulta ou utilizar outro tipo de serviço de saúde", diz o estudo.

No caso dos serviços prestados por médicos especialistas, 37,3% sugerem aumentar o número de profissionais no SUS e 34,1% falam em reduzir o tempo de espera entre o agendamento e a consulta. Para serviços de urgência e emergência, 33% propõem aumentar o número de médicos e 32% mencionam a diminuição no tempo de atendimento. No caso dos centros e postos de saúde, aumentar número de especialistas foi citado por 47% e tempo de atendimento, por 15,5%.

Quem tenta driblar o tempo de espera e recorre aos planos de saúde se depara com o preço da mensalidade, que foi apontado por 39,8% dos usuários consultados como o principal problema da rede suplementar.

As entrevistas foram feitas no período de 3 a 19 de novembro do ano passado. O questionário foi aplicado a 2.773 residentes em domicílios particulares em todos os Estados do país. A amostragem considerou sexo, faixa etária, faixas de renda e escolaridade de acordo com cada região.

Outro crescimento significativo foi dos agentes comunitários de saúde, grandes parceiros do PSF, que hoje somam 202.581 agentes e prestam assistência a 5.213 municípios espalhados pelo país. Esses números se tornam ainda mais expressivos uma vez que, em 1994, data da criação do PSF, havia somente 328 equipes e apenas 55 municípios contavam com esses profissionais.

Alguns médicos que dizem trabalhar para o SUS nem sequer aparecem nos hospitais deixando os doentes na mão, mas mesmo assim recebem uma grande quantia como salário. A elevação dos padrões de saúde do trabalhador, por exemplo, depende, indiscutivelmente, de sua capacidade de entender o grau de importância dos cuidados e das precauções que deve tomar no trabalho, para a defesa e a preservação de seu bem-estar físico. Essa conscientização gera, via de conseqüência, a produtividade esperada, porquanto, hígido, o trabalhador não se ausentará de suas atividades.

Embora seja do conhecimento comum que o Brasil é um país doente em decorrência de questões conjunturais de soluções complexas, do ponto de vista político, insistimos em dizer que o problema maior parte da desinformação, da falta de educação do povo para promover a sua própria defesa sanitária, exigindo a proteção efetiva e eficaz do Estado.

Educação

Hoje em dia a Educação precária é um dos principais problemas sociais no Brasil, pois um país não pode progredir sem uma educação de qualidade.

O governo tem criado vários planos para educação, porém nem todos foram eficazes. Até que ponto pode se confiar nas propagandas sobre supostas melhorias no ensino e educação?

O governo vive a fazer propagandas na TV, rádios e em outros meios de comunicação nos dizendo que a educação melhora a cada dia. Mas infelizmente não é isso que presenciamos no nosso dia-a-dia. Professores insatisfeitos com seus salários, livros e apostilas com erros ortografia, tudo isso me faz pensar que o governo nos enxerga como verdadeiros palhaços.

A verdade é que a educação não é levada a sério em nosso país. Atualmente o Brasil ocupa o 7° lugar na economia mundial o seu PIB em 2010 foi de US$: 2. 194 trilhões segundo a CIA. É vergonhoso para nós sabermos que o Brasil investiu apenas 3,5 por cento do seu PIB na educação em 2010. Sendo destes, 2,03 por cento foram exclusivamente da Petrobrás, ou seja, a Petrobrás investiu mais no Brasil do que o próprio Brasil. Enquanto países desenvolvidos investem pelo menos 6,0 por cento do seu PIB em educação.

Outro problema que hoje se agrava ainda mais na educação é a violência dentro das escolas. Professores além de ganharem um mísero salário ainda têm que aguentar insolências e más criações de alunos, isso nas melhores das hipóteses porque atualmente os adolescentes nem mesmo são insolentes e mal educados eles logo partem para a violência. Podemos acompanhar nos meio de comunicações vários casos de professores que foram agredidos por alunos e que vivem em constante ameaça de vida dentro de escolas públicas, na maioria dos casos.

Como conseqüência disso, hoje em dia são poucos aqueles que desejam se tornar professores, e esse problema já esta visivelmente previsível pois antes quando se ia em uma escola primaria a maioria das crianças adorariam ser professoras,já nos dias atuais nem na cabeça das crianças essa possibilidade é cogitada.

Os problemas da educação pública são os mais visíveis e preocupantes. São diversos os fatores que proporcionam resultados negativos, um exemplo disso são as crianças que se encontram no 6ºano do ensino fundamental e não dominam habilidade de ler e escrever. Esse fato é resultado direto do que acontece na estrutura educacional brasileira, pois praticamente todos os que atuam na educação recebem baixos salários, professores frustrados que não exercem com profissionalismo ou também esbarram nas dificuldades diárias da realidade escolar, além dos pais que não participam na educação dos filhos, entre muitos outros agravantes.

O governo brasileiro costuma fazer avaliações para medir o índice de educação e conhecimento dos estudantes, e o numero que temos visto não é o que o governo mostra na televisão e sim um numero muito abaixo do desejável o que causa ainda mais preocupação na população.

Em setembro de 2006, um grupo de empresários e políticos, com a participação dos meios de comunicação em massa, firmou um compromisso denominado de Todos pela Educação. Nessa mobilização ficaram definidas algumas metas a serem alcançadas até 7 de setembro de 2022. São elas:

-Todo indivíduo com idade entre 7 e 17anos deverá estar na escola.

-Todo indivíduo com idade de 8 anos deverá dominar a leitura.

- Os alunos deverão ter acesso a todos os conteúdos correspondentes a sua série.

- Todos os alunos deverão concluir as etapas de estudo (fundamental e médio).

-Garantia de investimentos na Educação Básica.

Hoje, no Brasil, de 97% dos estudantes com idade entre 7 e 14 anos se encontram na escola, no entanto, o restante desse percentual, 3%, respondem por aproximadamente 1,5 milhão de pessoas com idade escolar que estão fora da sala de aula. Para cada 100 alunos que entram na primeira série, somente 47 terminam o 9º ano na idade correspondente, 14 concluem o ensino médio sem interrupção e apenas 11 chegam à universidade. Isso deve servir de exemplo para o governo começar a situar-se em relação a educação.

Interpretação de textos simples não são feitas corretamente por alunos do 5º ano do ensino fundamental,e os textos dissertativos que o próprio governo pede em um de seus programas de educação,ENEM, não são interpretados por 60% dos alunos do ensino médio.

Portanto a sociedade também deveria se impor mais para que o Governo Federal se conscientizem com os problemas ocorridos, deveria também haver maiores recursos financeiros direcionados ao ensino que esta tão fraco, e o principal,valorizar os professores que se sacrificam para ensinar e não recebem praticamente nada em troca.

Desigualdade Social

“A desigualdade social no Brasil é uma das piores do mundo, em que os 10% mais ricos ganham 28 vezes a renda dos 40% mais pobres.” Este é um dos dados publicados em uma pesquisa do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), que levou em consideração indicadores do Banco Mundial (Bird), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), IBGE e da ONU.

Não devemos confundir desigualdade social com pobreza, pois elas não são palavras sinônimas, já que a desigualdade resulta da distribuição desproporcional da renda entre a população.

Assim como o Brasil ocupa o 7° lugar no ranking econômico, ele também está em 7° lugar dentre os 15 países mais desiguais do mundo. Embora a ONU reconheça que, nos últimos anos, houve redução da desigualdade no Brasil, a desigualdade social no nosso país ainda é grande.

O Brasil não é um país pobre, mas um país extremamente injusto e desigual, com a maioria da população. É possível enfrentar a pobreza, mas é necessário fazer com que os recursos cheguem aos pobres. Assim, a questão da focalização dos gastos sociais sobre a população pobre deve assumir um papel central em nossa formulação.

A renda média brasileira é seis vezes maior que o valor definido como linha de indigência. Ou seja, se a renda brasileira fosse igualmente distribuída, estaria garantido a cada pessoa seis vezes aquilo de que necessita para se alimentar. Além da distribuição da renda, outro fator de desigualdade é a educação. Uma pessoa com mais anos de estudo ganha cerca de 15 vezes o que ganha uma pessoa sem nenhuma educação.

A desigualdade social e a pobreza são problemas sociais que afetam a maioria dos países na atualidade. A pobreza existe em todos os países, pobres ou ricos, mas a desigualdade social é um fenômeno que ocorre principalmente em países não desenvolvidos. O conceito de desigualdade social é um guarda-chuva que compreende diversos tipos de desigualdades, desde desigualdade de oportunidade, resultado, etc., até desigualdade de escolaridade, de renda, de gênero, etc. De modo geral, a desigualdade econômica – a mais conhecida – é chamada imprecisamente de desigualdade social, dada pela distribuição desigual de renda. No Brasil, a desigualdade social tem sido um cartão de visita para o mundo, pois é um dos países mais desiguais.

Alguns dos pesquisadores que estudam a desigualdade social brasileira atribuem, em parte, a persistente desigualdade brasileira a fatores que remontam ao Brasil colônia, pré-1930 – a máquina midiática, em especial a televisiva, produz e reproduz a ideia da desigualdade, creditando o “pecado original” como fator primordial desse flagelo social e assim, por extensão, o senso comum “compra” essa ideia já formatada –, ao afirmar que são três os “pilares coloniais” que apóiam a desigualdade: a influência ibérica, os padrões de títulos de posse de latifúndios e a escravidão. É evidente que essas variáveis contribuíram intensamente para que a desigualdade brasileira permanecesse por séculos em patamares inaceitáveis.

Todavia, a desigualdade social no Brasil tem sido percebida nas últimas décadas, não como herança pré-moderna, mas sim como decorrência do efetivo processo de modernização que tomou o país a partir do início do século XIX.

Junto com o próprio desenvolvimento econômico, cresceu também a miséria, as disparidades sociais – educação, renda, saúde, etc. – a flagrante concentração de renda, o desemprego, a fome que atinge milhões de brasileiros, a desnutrição, a mortalidade infantil, a baixa escolaridade, a violência. Essas são expressões do grau a que chegaram as desigualdades sociais no Brasil.

Aqueles que nascem em famílias desfavoráveis financeiramente acabam que não tem as mesmas oportunidades em relação aqueles que nasceram com condições melhores. Os que possuem baixo nível de escolaridade têm menos probabilidade de chegar a um status social elevado, de exercer profissão de prestígio e ser bem remunerado. É verdade que as desigualdades sociais são em grande parte geradas pelo jogo do mercado e do capital, assim como é também verdade que o sistema político intervém de diversas maneiras, às vezes mais, às vezes menos, para regular, regulamentar e corrigir o funcionamento dos mercados em que se formam as remunerações materiais e simbólicas.

Observa-se que o combate à desigualdade deixou de ser responsabilidade nacional e sofre a regulação de instituições multilaterais, como o Banco Mundial. Como afirma Hélio Jaguaribe em seu artigo No limiar do século 21: “Num país com 190 milhões de habitantes, um terço da população dispõe de condições de educação e vida comparáveis às de um país europeu. Outro terço, entretanto, se situa num nível extremamente modesto, comparável aos mais pobres padrões afro-asiáticos. O terço intermediário se aproxima mais do inferior que do superior”.

A sociedade brasileira deve perceber que sem um efetivo Estado democrático, não tem como combater ou mesmo reduzir significativamente a desigualdade social no Brasil.

Habitação

A falta de infra-estrutura no Brasil é um fator agravante para o não desenvolvimento do país. Para o crescimento de qualquer cidade se faz necessária a expansão de todo serviço público, como distribuição de água, rede de esgoto, energia elétrica, pavimentação, entre outros.

As áreas urbanas onde vivem as famílias pobres, geralmente, são desprovidas de escolas, postos de saúde, policiamento e demais infra-estruturas. Em geral, favelas e demais bairros marginalizados surgem de modo gradativo em áreas de terceiros, especialmente do governo. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os oito municípios detentores do maior número de favelas são: São Paulo, com 612; Rio de Janeiro, com 513; Fortaleza, 157; Guarulhos, 136; Curitiba, 122; Campinas, 117; Belo Horizonte, 101; e Osasco, 101.

Atualmente, a alternativa de moradia para as pessoas carentes é a ocupação de terrenos periféricos de grandes cidades, onde o valor é baixo. Isso é provocado pelo fato dos moradores possuírem pequeno poder aquisitivo, desse modo, não podem pagar um aluguel em um bairro estruturado e muito menos adquirir uma casa ou apartamento nele. Além disso, nas grandes cidades os imóveis têm alcançado valores extremamente elevados, distantes da realidade de grande parte da população.

Naturalmente, a configuração das grandes cidades brasileiras é excludente, tendo em vista que marginaliza um grupo social desfavorecido, enquanto em algumas periferias formam-se bairros dotados de luxo, os condomínios fechados - que se constituem como verdadeiros guetos sendo resultado de uma nação capitalista.

Entre o que está escrito na Constituição Federal e a realidade encontrada nas cidades brasileiras há um precipício. O motivo desse abismo é justificado, mais uma vez, na falta de investimentos e de políticas públicas capazes de atender à demanda social

Paredes rachadas, buracos no teto, chão desmoronando. Esta parece a descrição de um cenário de guerra, porém é a realidade de milhares de moradias espalhadas pelo Brasil. Não existe uma análise atual exata do número total de famílias e domicílios instalados em favelas, loteamentos e conjuntos habitacionais irregulares, cortiços, casas de fundo, ocupações de áreas públicas sob pontes, viadutos, marquises e nas beiras de rios. No entanto, é visível que o fenômeno está presente na maior parte da rede urbana brasileira.

Existem diversos fatores que apontam o motivo para as habitações precárias, por exemplo, o elevado número de propriedades urbanas ociosas, que não cumprem sua função social, a falta de definições claras no que se refere à regulação e gestão habitacionais, a carência de políticas de moradia voltadas para grupos sociais historicamente discriminados (afro-brasileiros, índios, etc.) e a lentidão das leis.

No Brasil o lugar onde você mora também indica o seu poder social na sociedade,por isso aquelas pessoas que moram em lugares carentes são excluídas de um meio por serem pobres e não terem condições de morar em um lugar melhor.

Com o passar do tempo algumas pessoas que moravam em lugares simples começaram a desejar uma vida melhor,com um emprego digno,com isso resolveram morar em cidades grandes. Mas infelizmente não foi isso que eles encontraram. Quando chegavam às metrópoles viam que emprego era muito difícil, e sem emprego não tinham dinheiro para sobreviver. Foi assim que surgiram as favelas, porque o único lugar que eles tinham condições de ficar era ali, onde podiam construir seus barracos.

O fato das pessoas irem morar em lugares impróprios também é um grande agravante para eles próprios,porque ocorrem deslizamentos,incêndios entre outras coisas.O Fórum Nacional pela Reforma Urbana esta com projetos para melhorar essa situação dos brasileiros, como reuniões com governantes que podem mudar esse problema.O Fórum conseguiu criar uma lei que da moradia popular para pessoas carentes, o que foi um grande avanço para habitações melhores.

O FNRU informou que iniciamos este novo milênio com a metade da população mundial vivendo em cidades. Segundo as previsões, no ano 2050 a taxa de urbanização chegará a 65%. O documento foi elaborado por entidades da sociedade civil reunidas desde o I Fórum Social Mundial 2001. Estas discutiram e assumiram o desafio de construir um modelo sustentável de sociedade e de vida urbana, baseado nos princípios da solidariedade, liberdade, eqüidade, dignidade e justiça social. Um de seus fundamentos principais levantados é o respeito às diferentes culturas urbanas e o equilíbrio entre urbano e rural.

A caixa econômica federal lançou o programa da casa própria que ajuda àquelas pessoas que não tem condições financeiras de morar em um lugar melhor. Este programa financia casas a preços menores facilitando a compra para aqueles que não têm dinheiro para comprar um imóvel.

Conclusão

Concluímos com esse trabalho quais os principais motivos do Brasil ainda ser um país emergente. A atual realidade do mundo moderno sugere mudanças rápidas na sociedade, no que diz respeito ao mercado de trabalho, é fato também que a sociedade não está acompanhando o ritmo dessas mudanças, profissões estão desaparecendo e outras estão surgindo, a concentração de renda aumenta e a economia está se globalizando. As políticas contra o desemprego precisam apresentar soluções adequadas à realidade de uma economia que não pode ser mais dividida simplesmente em formal e informal. Se por um lado faltam empregos para a maioria da população, também faltam profissionais qualificados para as empresas. Conseqüência disso é que uma fatia do mercado está sendo suprida por autodidatas, empresas procuram pessoas de talento e criatividade que podem ser adequadas e treinadas para as novas necessidades de um mercado em constante mutação, marcas de um país que não treina seus cidadãos.

Em relação à violência e criminalidade podemos perceber que o nosso país esta vivendo um momento perturbador. A violência tornou-se um membro indesejável da sociedade que insiste em não sair, e quer cada vez mais se apoderar do país. Cabe ao governo impedir toda essa criminalidade com recursos sócios- educativos, com punições mais rígidas e concretas e principalmente dar uma educação digna para os cidadãos, porque assim eles conseguiram sobreviver trabalhando e não praticando crimes.

Há uma ligação íntima entre os três fatores: a Política, a Economia e a Ecologia, que devem caminhar juntos. Não pode haver paz no planeta e nem proteção ao meio ambiente, se a pobreza continuar existindo em tantas regiões. Os países ricos consomem os recursos naturais de forma exagerada; por isso, são os que mais poluem. Cabe a eles uma parcela importante nos esforços para se conseguir um desenvolvimento sustentado, pelas tecnologias de que dispõem e pelos recursos financeiros que deverão investir. Diante de tudo isso o homem luta contra a pior da situação desenvolvendo máquinas e combustíveis cada vez menos agressivos ao ambiente com o intuito de salvar o que ainda nos resta e minimizar as consequências dos que foram afetados.

Podemos concluir que ao longo dos últimos 50 anos, os indicadores de saúde no Brasil registraram grandes progressos. A estrutura do sistema de saúde no Brasil mudou muito nos últimos 30 anos. As reformas apontam cada vez mais para a descentralização, com aumento da autonomia dos Estados e Municípios na montagem de estruturas de prestação de serviços de saúde adequadas a cada realidade. O Ministério da Saúde e o governo federal - em parceria com os Estados e Municípios - encontram-se em permanente busca de novas definições que permitam ao sistema de saúde brasileiro ganhar mais eficiência e alcançar os objetivos de cobertura e equidade. O principal desafio é administrar adequadamente os escassos recursos disponíveis para que possam suprir necessidades e carências, especialmente dos segmentos mais pobres da população.

A educação precária no Brasil se dá devido à falta de interesse do governo em investir pesado na educação, pois realmente é uma grande vergonha para nós brasileiros que uma indústria invista mais em seu país do que o próprio país. Tudo pode ser melhorado para isso precisaremos de uma melhor distribuição de renda e de governantes mais conscientes e bem formados, pois a grande verdade é que um país na maioria das vezes acaba se tornando um reflexo de quem o governa.

Podemos concluir que a desigualdade social é um fator que pode sim ser superado, basta termos consciência de que uma melhor reforma agrária deve ser feita,isso não quer dizer tirar tudo o que os ricos possuem para dar aos pobres,mas sim ter uma distribuição de renda equilibrada.É preciso enxergar que o Brasil não é um país pobre e que nas mãos de um bom administrador podemos sim resolver todos os nossos problemas em relação à desigualdade social.

Para mudar a realidade da habitação no Brasil, é fundamental a participação e o engajamento de governantes, iniciativa privada e profissionais de diferentes áreas, contribuindo para a construção de cidades mais dignas e democráticas. A realidade leva a concluir que, para que sejam produzidas mudanças significativas no modelo de desenvolvimento vigente, é necessário ultrapassar as atitudes teórico-críticas diante dos problemas habitacionais brasileiros, adotando práticas transformadoras com um engajamento em todas as esferas públicas e privadas da sociedade.

Anexos

Nesta foto podemos ver a diferença social que nosso país vive.

Neste gráfico podemos perceber que por mais que seja pouco, a saúde está atingindo grande parte da população que agora consegue pelo SUS ir a consultas medicas.

Ao mesmo tempo em que vemos que as pessoas estão se consultando mais, percebe-se nesta foto que os hospitais ainda estão sem condições de suportar tantos pacientes, e esses ficam nos corredores esperando por um pouco de atenção.

Esta imagem mostra o estado das habitações no Brasil, muitas vezes sem ruas calçadas e nem ao menos saneamento básico.

Esta imagem esta ligada aos índices de investimento em emprego, educação, segurança e inclusão social.

Esta imagem mostra o índice dos problemas sociais aqui apresentados nas cinco regiões do país.

Esta foi uma das imagens mais tristes. Uma criança em uma comunidade carente que sem ensino básico entrou no mundo da violência.

Este gráfico mostra o déficit habitacional no Brasil que mostra o nordeste como a pior região em relação à habitação.

Esse gráfico mostra os valores que foram investidos em habitação na década de 1990 na região nordeste e centro- oeste.

Esta imagem mostra como é programado o sistema educacional no Brasil.

Esta imagem mostra o quanto a educação no Brasil é precária. Estudantes fazem protestos para que não haja aumento na carga horária, porque eles precisam trabalhar. O erro de português mostra que realmente a educação é posta em ultimo plano.

Bibliografia

http://www.ppge.ufrgs.br/direito-economia/disciplinas/10/fajnzylber-araujojr-2001.pdf <acessado em 01/06/2011>

http://www2.forumseguranca.org.br/node/22157 <acessado em 01/06/2011>

http://revistaescola.abril.com.br/img/politicas-publicas/fala_exclusivo.pdf <acessado em 07/06/2011>

http://educador.brasilescola.com/trabalho-docente/a-qualidade-educacao-brasileira.htm <acessado em 07/06/2011>

http://www.webciencia.com/19_planeta.htm <acessado em 11/06/2011>

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI209811-15257,00.html <acessado em 11/06/2011>

http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/problemas-relacionados-moradia-no-brasil.htm <acessado em 19/06/2011>

http://desafios.ipea.gov.br/pub/td/1996/td_0410.pdf <acessado em 19/06/2011>

http://ecohabitararquitetura.com.br/blog/tag/problema-habitacional-no-brasil/ <acessado em 19/06/2011>

http://desafios.ipea.gov.br/pub/td/1996/td_0410.pdf <acessado em 19/06/2011>

http://cidadesdobrasil.com.br/cgicn/news.cgi?cl=099105100097100101098114&arecod=27&newcod=1020 <acessado em 19/06/2011>

http://www.modersmal.net/portugisiska/index.php/nyheter/1-nyheter-och-info/96-sistema-educacional-no-brasil <acessado em 19/06/2011>

http://www.felipexavier.com/2009/03/educacao-no-brasil.html <acessado em 19/06/2011>