Trabalho Completo TEORIA DA CONTABILIDADE ATPS‏

TEORIA DA CONTABILIDADE ATPS‏

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Categoria: Outras

Enviado por: homer123 23 abril 2013

Palavras: 5910 | Páginas: 24

Faculdade de Negócios e Tecnologia da Informação

Curso de Ciências Contábeis

Teoria da Contabilidade

Teoria da Contabilidade

Tutora: Cláudia Regina Piccole de Marcos

Taguatinga 16 de Novembro de 2012.

Índice

Prefácio......................................................................................................................03

A história da contabilidade........................................................................................04

Objetivo da Contabilidade ........................................................................................07

Os princípios Fundamentais da Contabilidade .........................................................11

Ativo e Formas de Avaliações do Ativo...................................................................17

Passivo e Patrimônio Liquido...................................................................................19

Receitas, Despesas, Perdas e Ganhos ......................................................................20

Conclusão .................................................................................................................22

Referencia Bibliográfica ..........................................................................................23

Faculdade de Negócios e Tecnologia da Informação

Curso de Ciências Contábeis

Teoria da Contabilidade

Teoria da Contabilidade

Tutora: Cláudia Regina Piccole de Marcos

Taguatinga 16 de Novembro de 2012.

Índice

Prefácio......................................................................................................................03

A história da contabilidade........................................................................................04

Objetivo da Contabilidade ........................................................................................07

Os princípios Fundamentais da Contabilidade .........................................................11

Ativo e Formas de Avaliações do Ativo...................................................................17

Passivo e Patrimônio Liquido...................................................................................19

Receitas, Despesas, Perdas e Ganhos ......................................................................20

Conclusão .................................................................................................................22

Referencia Bibliográfica ..........................................................................................23

Prefácio

A disciplina Teoria da Contabilidade é um dos conhecimentos mais antigos que surgiu pela necessidade prática do próprio gestor do patrimônio.

Tem como principal objetivo, transferir conhecimentos cotidianos que nos leva ao aperfeiçoamento prático no nosso profissionalismo, nos dando condições de levar o conhecimento facilitando de tal forma o nosso desempenho no dia a dia. Desenvolvendo capacidade de gestão de saber administrar, organizar, etc.

Veremos também a história, conceitos e a evolução da contabilidade, os principais objetivos da contabilidade, relatórios, notas explicativas como também os fundamentos da contabilidade. Patrimônio Líquido, Receitas, Despesas, perdas e Ganhos vamos ver no desenvolvimento desse trabalho.

A história da contabilidade é tão antiga quanto a própria história da civilização. Está ligada às primeiras manifestações humanas da necessidade social de proteção à posse e de perpetuação e interpretação dos fatos ocorridos com o objeto material de que o homem sempre dispôs para alcançar os fins propostos.

Deixando a caça, o homem voltou-se à organização da agricultura e do pastoreio. A organização econômica acerca do direito do uso do solo acarretou em superatividade, rompendo a vida comunitária, surgindo divisões e o senso de propriedade. Assim, cada pessoa criava sua riqueza individual.

Ao morrer, o legado deixado por esta pessoa não era dissolvido, mas passado como herança aos filhos ou parentes. A herança recebida dos pais (pater, patris), denominou-se patrimônio. O termo passou a ser utilizado para quaisquer valores, mesmo que estes não tivessem sido herdados.

A origem da Contabilidade está ligada a necessidade de registros do comércio. Há indícios de que as primeiras cidades comerciais eram dos fenícios. A prática do comércio não era exclusiva destes, sendo exercida nas principais cidades da Antiguidade.

A atividade de troca e venda dos comerciantes semíticos requeria o acompanhamento das variações de seus bens quando cada transação era efetuada. As trocas de bens e serviços eram seguidas de simples registros ou relatórios sobre o fato. Mas as cobranças de impostos, na Babilônia já se faziam com escritas, embora rudimentares. Um escriba egípcio contabilizou os negócios efetuados pelo governo de seu país no ano 2000 a.C.

À medida que o homem começava a possuir maior quantidade de valores, preocupava lhe saber quanto poderiam render e qual a forma mais simples de aumentar as suas posses; tais informações não eram de fácil memorização quando já em maior volume, requerendo registros.

Foi o pensamento do "futuro" que levou o homem aos primeiros registros a fim de que pudesse conhecer as suas reais possibilidades de uso, de consumo, de produção etc.

Com o surgimento das primeiras administrações particulares aparecia a necessidade de controle, que não poderia ser feito sem o devido registro, a fim de que se pudesse prestar conta da coisa administrada.

É importante lembrarmos que naquele tempo não havia o crédito, ou seja, as compras, vendas e trocas eram à vista. Posteriormente, empregavam-se ramos de árvore assinalados como prova de dívida ou quitação. O desenvolvimento do papiro (papel) e do cálamo (pena de escrever) no Egito antigo facilitou extraordinariamente o registro de informações sobre negócios.

A medida em que as operações econômicas se tornam complexas, o seu controle se refina. As escritas governamentais da República Romana (200 a.C.) já traziam receitas de caixa classificadas em rendas e lucros, e as despesas compreendidas nos itens salários, perdas e diversões.

No período medieval, diversas inovações na contabilidade foram introduzidas por governos locais e pela igreja. Mas é somente na Itália que surge o termo Contabilitá.

Podemos resumir a evolução da ciência contábil da seguinte forma:

CONTABILIDADE DO MUNDO ANTIGO - período que se inicia com as primeiras civilizações e vai até 1202 da Era Cristã, quando apareceu o Liber Abaci , da autoria Leonardo Fibonaci, o Pisano.

CONTABILIDADE DO MUNDO MEDIEVAL - período que vai de 1202 da Era Cristã até 1494, quando apareceu o Tratactus de Computis et Scripturis (Contabilidade por Partidas Dobradas) de Frei Luca Paciolo, publicado em 1494, enfatizando que à teoria contábil do débito e do crédito corresponde à teoria dos números positivos e negativos, obra que contribuiu para inserir a contabilidade entre os ramos do conhecimento humano.

CONTABILIDADE DO MUNDO MODERNO - período que vai de 1494 até 1840, com o aparecimento da Obra "La Contabilità Applicatta alle Amministrazioni Private e Pubbliche" , da autoria de Franscesco Villa, premiada pelo governo da Áustria. Obra marcante na história da Contabilidade.

CONTABILIDADE DO MUNDO CIENTÍFICO - período que se inicia em 1840 e continua até os dias de hoje.

O Patrimônio Líquido é formado pelo grupo de contas que registra o valor contábil pertencente aos acionistas ou quotistas e conceitua que o Balanço Patrimonial “é a demonstração financeira que evidencia, resumidamente, a situação patrimonial e financeira da entidade, quantitativa e qualitativamente”. Essa demonstração compreende os bens, direitos e obrigações e é elaborada depois de efetuados os lançamentos e encerradas as contas de resultado as quais irão compor a Demonstração do Resultado do Exercício.

A divisão do patrimônio líquido será realizada da seguinte maneira:

a) Capital Social ... O capital social representa os valores recebidos pela empresa

b) Reservas de Capital ... A reserva de capital abrange as seguintes subcontas:

Reserva de Correção Monetária do Capital Realizado;

Reserva de Ágio na Emissão de Ações; Reserva de Alienação de Partes Beneficiárias;

Reserva de Alienação de Bônus de Subscrição; Reserva de Prêmio na Emissão de Debêntures; Reserva de Doações e Subvenções para Investimento; Até 31.12.2007, a Reserva de Incentivo Fiscal. A partir de 01.01.2008, respectiva reserva passa a fazer parte do grupo de Reservas de Lucros.

c) Ajustes de Avaliação Patrimonial ...

d) Reservas de Lucros ... As reservas de lucros são constituídas pelos lucros obtidos pela empresa, retidos com finalidade específica.

Os lucros retidos com finalidade específica e classificados nesta conta são transferidos da conta de "Lucros ou Prejuízos Acumulados".

e) Ações em Tesouraria

f) Prejuízos Acumulados.

O passivo abrange as obrigações e o patrimônio .No caso em que o valor do Patrimônio Líquido é negativo é também denominado de "Passivo a Descoberto". Isto ocorre quando o valor das obrigações para com terceiros é superior ao dos ativos.

Exemplo:

Total do Ativo: R$ 1.500.000,00

Total das Obrigações: R$ 2.000.000,00

Passivo a Descoberto: R$ 1.500.000,00 menos R$ 2.000.000,00 = R$ 500.000,00

Por meio da aludida Resolução Do Conselho Federal, de observância obrigatória por todos os contabilistas no país, foram procedidas alterações quanto ao Balanço Patrimonial, precisamente a caracterização e evidenciação do "PASSIVO A DESCOBERTO".

Objetivo da Contabilidade e Utilização da Informação Contábil

1. Qual o objetivo da contabilidade?

O objetivo da contabilidade pode ser estabelecido como o de fornecer informação estruturada de natureza econômica, financeira e, subsidiariamente, física, de produtividade e social, aos usuários internos e externos à entidade objeto da contabilidade.

2. Quais seus principais usuários e suas necessidades?

Entre seus usuários, incluem-se investidores atuais e potenciais, empregados, credores por empréstimos, fornecedores e outros credores comerciais, clientes, governos e suas agências e público.

3. Quais as características qualitativas das demonstrações contábeis?

São quatro as principais características qualitativas obrigatoriamente presente nas demonstrações Contábeis: Compreensibilidade, Relevância, Confiabilidade e Comparabilidade.

a) A Compreensibilidade - uma qualidade essencial das informações apresentadas nas demonstrações contábeis é que elas sejam prontamente atendidas pelos os usuários.

b) A Relevância diz respeito à influência de uma informação contábil na tomada de decisões

c). Confiabilidade exige que a informação seja apresentada da forma mais apropriada possível, retratando adequadamente o que se pretende evidenciar. Para confiabilidade estar presente é fundamental que seja sempre respeitada a primazia da essência sobre a forma.

Relatório da diretoria

Após a identificação da empresa, na publicação das Demonstrações Financeiras, destaca- se, em primeiro plano, o Relatório da Administração, em que a diretoria dará ênfase as informações de caráter não financeiro.

As principais informações são:

- dados estatísticas diversos

- indicadores de produtividades

- desenvolvimento tecnológico

- a empresa no contexto socioeconômico;

- políticas diversas: recursos humanos, exportação etc.;

-expectativas com relação ao futuro;

-dados do orçamento de capital;

Projeto de expansão; etc.

-desenho em relação aos concorrentes etc.

Notas explicativas

Conhecidas também como “notas de rodapé”, as Notas explicativas são normalmente.

Relatório da diretoria (ou administração)

Após a identificação da empresa, na publicação das Demonstrações Financeiras, destaca-se, em primeiro plano, o Relatório da Administração em que a diretoria dará ênfase as informações normalmente de caráter não financeiro (não monetário). As principais informações são:

Dados estatísticos diversos;

Indicadores de produtividade;

Desenvolvimento tecnológico;

A empresa no contexto socioeconômico

Políticas diversas: recursos humanos, exportação ele;

Expectativas com relação ao futuro;

Dados do orçamento de capital;

Projetos de expansão;

Desempenho em relação aos concorrentes etc.

Essas informações seriam mais significativas se não houvesse excesso se otimismo (inconsequente), como algumas vezes se absorva.

Mudanças futuras previstas

Os administradores da companhia aberta são obrigados a comunicar imediatamente à Bolsa de Valores e a divulgar pela imprensa qualquer deliberação da assembleia geral ou dos órgãos de administração da companhia ou qualquer outro falo relevante ocorrido em seus negócios, que possa influir de modo ponderável na decisão dos investidores.

Por fim cabe-nos ainda alertar sobre a necessidade de apresentar evidencias em dosagens adequadas. Ao ocultar informações que favoreçam os usurários no sentido de melhor analisar a tendência da empresa não fornecer excesso de informações, perdendo, assim sua objetividade.

Notas Explicativas

Também conhecidas como “Notas de rodapés”, as Notas Explicativas

são normalmente destacadas após as demonstrações Financeiras. A lei das sociedades por ações estabelece que as demonstrações serão complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrações contábeis necessários para esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados dos exercícios.

Como alguns exemplos de Notas Explicativas podemos citar:

- Critérios de cálculos na obtenção de itens que afetam o lucro;

- Obrigações de longo prazo, destacando os credores, taxa de juros garantias a divida etc.;

- Composições do capital social por tipo de ações;

- Ajustes de exercícios anteriores etc.

Parecer dos auditores

De maneira geral, as companhias abertas instituições financeiras e alguns outros casos específicos estão obrigados a publicar as demonstrações como o Parecer da Auditoria.

A auditoria pode ser feita por pessoa física (contador credenciado) ou por empresa de auditoria (escritório). A opinião dada por empresa de auditoria, normalmente, é mais confiável, principalmente porque há a preocupação com o prestigio da firma, muitas vezes representada em diversos países.

O auditor emite sua opinião informando se as Demonstrações Financeiras representam adequadamente a Situação Patrimonial e a Posição Financeira na data do exame. informa se as Demonstrações Financeiras foram levantadas de acordo como os Princípios Fundamentais de Contabilidade e se há uma uniformidade em relação ao exercício anterior.

Uma das formas de avaliar se o parecer é confiável é identificar se a empresa de auditoria não está demasiadamente dependente de um único cliente. Diz-se que se a empresa de auditoria tiver um cliente que represente mais que 2% de seu faturamento, já é comprometedor, tomando-se uma ameaça para sua independência económica.

Imagine, por exemplo. um grande banco contratando uma pequena empresa de auditoria. Esta se estrutura em função do grande cliente. Entretanto, no momento em que precisar fazer urna ressalva no parecer referente às Demonstrações Financeiras do grande cliente, poderá ter problemas se o cliente estiver disposto à ocultar informações aos usuários.

A pequena empresa correrá o risco do ficar sem o cliente e, e m AI Pneu disso, comprometer seu futuro já que é altamente depoente de um grande cliente.

Valor adicionado balanço social

O balanço social evidencia o perfil social das empresas: relações de trabalho dentro da empresa (empregados: quantidade, sexo, escolaridade, encargos sociais, gastos com alimentação, educação e saúde do trabalhador, previdência privada); tributos pagos; investimentos para a comunidade (em cultura, esporões habitação, saúde publica, saneamento, assistência social...) investimentos no meio ambiente etc. Dentro da ideia de balanço social, o item que mais se destaca e o valor agregado (valor adicionado).

Muito comum nos países da Europa Ocidental, o Valor Adicionado ou Valor Agregado procura evidenciar para quem a empresa está canalizando a renda obtida; ou ainda, admitindo que o valor que a empresa adiciona com sua atividade seja um "bolo", para quem estão sendo distribuídas as fatias do bolo e de que tamanho são essas fatias.

Se subtrairmos das vendas todas as compras de bens e serviços, teremos o montante de recursos que a empresa gera para remunerar salários, juros, impostos e reinvestir em seu negócio. Esses recursos financeiros gerados levam-nos a contemplar o montante de valor que a empresa esta agregando (adicionando como consequência de sua atividade). Este e o PIB da empresa.

Uma prefeitura

Imagine, por exemplo, a prefeitura de uma cidade ter que tomar, a decisão de receber ou não determinada empresa em seu município. A pergunta carreta seria: quanto a determinada empresa vai agregar em renda para a região?

Em função dessa empresa, o orçamento do município será acrescidos pois terá que investir em infraestrutura e em sua manutenção em fixação de uma nova demanda.

Admita-se que a prefeitura terá gastos adicionais anuais na área de ensino, saúde, segurança, ambiente (despoluição de rios e outros) no total de $ 250, tudo em decorrência da instalação da nova empresa.

Admitindo-se que os diretores acionistas não morarão na cidade e que os juros não se reverterão em favor do município, o que agregara ao fluxo de renda do município será o item Salário.

Com esses dados caberia analisar se o pequeno imposto para o município e o acréscimo no fluxo de renda em salário de pessoas que residirão na região Gerando mais negócios, mais arrecadação compensarão o acrescento no orçamento, e o beneficio da vinda da empresa seria viável.

Um sindicato

Imagine ainda o presidente do sindicato analisando a "distribuirão do bolo" que aumentou em 20% do ano 1 para o ano 2 (de $ 2.500 para $ 3.000). Certamente, ele não ficaria calado diante de uma redução da fatia do bolo para seus afiliados (salário da fábrica caiu de 20% para 17%). Poderia ficar irritado ao ver que a fatia do bolo aumentou consideravelmente para os diretores acionistas. Seria um bom motivo para uma greve?

Contabilidade social

Poderíamos dizer que o Balanço Social está no contexto da Contabilidade Social.

A Contabilidade social envolve aspectos económicos e sociais de uns pais. Alguns denominam essa Contabilidade de Contabilidade Nacional já que ela envolve a renda nacional, balanço de pagamentos etc.

De maneira geral, quando tratamos do Balanço Social da empresa. de uma unidade individualizado, podemos dizer que se trata de um campo da Contabilidade. Todavia, quando tratamos o Balanço Social no âmbito geral da economia (seja regional, municipal, estadual ou nacional), podemos dizer que se trata de um campo da Economia e não da Contabilidade.

Os princípios Fundamentais da Contabilidade

Entidade

O Principio da Entidade reconhece o Patrimônio como objeto da contabilidade e afirma a autonomia patrimonial, a necessidade da diferenciação de um Patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes, independentemente de pertencer a uma pessoa, uma sociedade ou instituição de qualquer natureza ou finalidade, com ou sem fins lucrativos Por consequência nessa acepção, o patrimônio não se confunde com aqueles dos seus sócios ou proprietárias, no caso de sociedade ou instituição.

O Patrimônio pertence à Entidade, mas a recíproca não é verdadeira. A soma ou agregação contábil de patrimônios autônomos não resulta em nova Entidade, mas numa unidade de natureza contábil.

Continuidade

A Continuidade ou não da entidade, bem como vida definida ou provável, devem ser consideradas quando da classificação e avaliação das mutações patrimoniais, quantitativas e qualitativas.

A continuidade influencia o valor econômico dos ativos e, em muitos casos, a valor ou vencimento dos passivos, especialmente quando a extinção da entidade tem prazo determinado, previsto ou previsível.

A observância do Principio da continuidade é indispensável a correra aplicação do Principio da Competência por efeito de se relacionar diretamente à quantificação dos componentes patrimoniais e à formação do resultado, e de constituir dado importante para aferir a capacidade futura de geração de resultado.

Oportunidade

O Princípio da Oportunidade refere-se, simultaneamente, à tempestividade e a integridade do registro do patrimônio e das suas mutações, denominando que este seja feito de imediato e dom a extensão correta, independentemente das causas que as originaram.

Como resultado da observância do Principio da Oportunidade

I. desde que devidamente estimável, o registro das variações patrimoniais deve ser feito mesmo na hipótese de somente existir: razoável certeza de sua ocorrência;

II. o registro compreende os elementos quantitativos e qualitativos, contemplando os aspectos físicos e monetários;

III. o registro deve ensejar o reconhecimento universal das variações ocorridas no patrimônio da entidade em um período de tempo determinado, base necessária para gerar informações úteis processo decisório da gestão.

Registro pelo valor original

Os componentes do patrimônio devem ser registrados pelos valores originais das transações com o mundo exterior, expressos a valor presente na moeda do país, que serão mentidos na avaliação das variações patrimoniais posteriores, inclusive quando configurarem agregações ou decomposições no interior da entidade.

Do Princípio do Registro pelo Valor Original resulta:

I. a avaliação dos componentes patrimoniais deve ser feita com liame nos valores de entrada, considerando-se, como tais, os resumos do consenso com os agentes externos ou da imposição destes;

II. uma vez integrados no patrimônio, o bem, direito ou obrigação não poderão ter alterados seus valores intrínsecos, admitindo-se, tão-somente, sua decomposição em elementos e/ou sua agregação, parcial o integral, a outros elementos patrimoniais;

III. o valor original será mantido enquanto o componente permanecer como parte do patrimônio, inclusive quando da saída deste;

IV. os Princípios da Atualização Monetária e do Registro pelo Valor Original são compatíveis entre si e complementares, dado que o primeiro apenas atualiza e mantém atualizado o valor de entrada;

V. o uso da moeda do país na tradução do valor dos componentes patrimoniais constitui imperativo de homogeneização quantitativa dos mesmos.

Atualização monetária

Os efeitos da alteração do poder aquisitivo da moeda nacional devem ser reconhecidos nos registros contábeis pelo ajuntamento da expressão formal dos valores dos componentes patrimoniais.

São resultantes da adoção do Principio da Atualização Monetária:

I. a moeda, embora aceita universalmente como medida de valor, não representa unidade constante em termos do poder aquisitivo;

II. para que a avaliação do patrimônio passa manter os valores das transações originais, é necessário sua expressão formal em moeda nacional, a fim de que permaneçam substantivamente carretos os valores dos componentes patrimoniais e, por consequência, o do Patrimônio Liquido;

III. a atualização monetária não representa nova avaliação, mas tão somente, o ajustamento dos valores originais para denominada data, mediante a aplicação de indexadores, ou outros elementos aptos a traduzir a variação do poder aquisitivo da moeda nacional em um dado período.

IV. Com o Plano Real, a Correção Monetária foi extinta em 1995.

Competência

As receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado do período em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento.

O Principio da Competência determina quando as alterações no ativo ou no passivo resultam em aumento ou diminuição no Patrimônio Líquido, estabelecendo as diretrizes para classificação das mutações patrimoniais, resultantes da observância do Principio da Oportunidade.

O reconhecimento simultâneo das receitas e despesas, quando correlatas, é consequência natural do respeito ao período em que ocorrer sua geração.

As receitas consideram-se realizadas:

I. nas transações com terceiros, quando estes efetuarem o pagamento ou assumirem compromisso firme e de efetivá-lo, quer pela investidura da propriedade de bens, quer pela fruição de serviços por esta prestados;

II. quando da extinção, parcial ou total, de um passivo qualquer seja o motivo, sem o desaparecimento concomitante de um ativo de valor igual ou maior,

III. pela geração natural de novos ativos independentemente da intervenção de terceiros;

19. no recebimento efetivo de doações e subvenções.

Consideram-se incorridas as despesas:

I. quando deixar de existir o correspondente valor ativo, por transferência de sua propriedade para terceiros;

II. pela diminuição ou extinção do valor econômico de um ativo;

III. pelo surgimento de um passivo, sem o correspondente ativo.

Prudência

O Principio da Prudência determina a adoção do menor valor para componentes do Ativo e do maior para o do Passivo, sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para a quantificação das mutações patrimoniais que alterem o Patrimônio Liquido.

O Principio da Prudência impõe a escolha da hipótese de que resulte menor patrimônio liquido, quando se apresentarem opções igualmente aceitáveis diante dos demais Princípios Fundamentais de Contabilidade.

Observado o disposto no Princípio do Registro pelo Valor Original, o Principio da Prudência somente se aplica as mutações posteriores, constituindo-se ordenamento indispensável à correta aplicação do Principio da Competência.

A aplicação do Principio da Prudência ganha ênfase quando, para definição dos valores relativos às variações patrimoniais, devem ser feitas estimativas que envolvem incertezas de grau variável.

Princípios e

Postulados Contábeis CVM CFC CPC

Entidade

Ênfase nas entidades e suas variadas dimensões Reconhece o Patrimônio como objeto da contabilidade e afirma a autonomia patrimonial Autonomia Patrimonial

Continuidade

Visão da Entidade como algo capaz de

produzir riqueza e gerar valor devem ser consideradas quando da classificação e avaliação das

mutações patrimoniais, quantitativas e qualitativas Discute os impactos sobre ativos e

passivos provocados pelo desenvolvimento

das atividades da Entidade

Oportunidade

refere-se, simultaneamente, à tempestividade e à integridade do registro do patrimônio e das suas mutações refere-se, simultaneamente, à tempestividade e à integridade do registro do patrimônio e das suas mutações refere-se, simultaneamente, à tempestividade e à integridade do registro do patrimônio e das suas mutações

Registro pelo valor original

tem se que é quanto vale o produto e o serviço pelo valor original.

tem se que é quanto vale o produto e o serviço pelo valor original.

tem se que é quanto vale o produto e o serviço pelo valor original.

Atualização monetária

Devem

ser reconhecidos nos registros contábeis através do ajustamento da expressão

formal dos valores dos componentes patrimoniais Devem

ser reconhecidos nos registros contábeis através do ajustamento da expressão

formal dos valores dos componentes patrimoniais Devem

ser reconhecidos nos registros contábeis através do ajustamento da expressão

formal dos valores dos componentes patrimoniais

Competência Momento da Venda para reconhecimento

da receita. As receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resulta-do do período em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento. Reconhece a receita no momento da

venda, extinção parcial ou total de uma

exigibilidade, geração de novos ativos sem

a interveniência de terceiros (rural) e

doações recebidas

Prudência Vocacional e histórico da profissão

Operacional O Princípio da PRUDÊNCIA determina a adoção do menor valor para

os componentes do ATIVO e do maior para os do PASSIVO Restrita às variações patrimoniais

posteriores às transações originais.

Ex.:PCLD

Segundo o PLT a Entidade reconhece Patrimônio como o objetivo da contabilidade e afirma independência patrimonial, a necessidade de apontar a diferença de um patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes, independente de pertencer a uma pessoa, uma sociedade ou instituição, de qualquer natureza ou finalidade, com ou sem fins lucrativos.

A Continuidade influencia o valor econômico, dos ativos em muitos casos, o valor ou vencimentos dos passivos, principalmente quando a extinção da entidade tem prezo determinado.

O Principio da oportunidade refere-se, simultaneamente, a tempestividade, e a veracidade do registro do patrimônio e de suas mudanças, determinando que seja realizado de imediato e com a extensão correta, independente das causas e suas origens.

O registro pelo valor original obriga os componentes dos patrimônios, de serem registrados por seus valores originais das transações com o mundo exterior dos valores e moeda original dos seus pais.

A Atualização monetária obriga a alteração do poder aquisitivo da moeda nacional onde devem ser reconhecidos e citados nos registros contábeis.

O Principio da competência determina quando as alterações no ativo ou no passivo resultam no aumento ou diminuição no patrimônio liquido, estabelecendo as diretrizes para a classificação das mudanças patrimoniais, resultando assim a observação do principio da oportunidade.

A prudência determina a adoção do menor valor para os componentes ativos e do maior para o passivo, sempre que se apresentam alternativas iguais validos para a quantidade das mudanças patrimoniais que alterem o patrimônio liquido.

Conforme o Quadro acima, segundo os princípios e postulados contábeis, o CMV (Comissão de valores mobiliários), reconhece o patrimônio como o objeto da contabilidade, e firma a autonomia patrimonial.

Já pelo CFC (Conselho Federal da Contabilidade), a entidade que nada mais é que o patrimônio da empresa.

No Principio da Continuidade pelo CFC, o que determina que a entidade é um empreendimento em andamento ou com o tempo de duração indeterminado.

Para o CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis), pressupõe que a entidade continuara, em operação em um futuro previsível, não tendo a intenção nem a necessidade para descontinuação.

No Principio da oportunidade o CVM enfatiza a necessidade de apreensão, registra e relata todas as variações de uma entidade, no momento que elas ocorrem de forma integral.

Já para o CFC, é a integridade do registro do patrimônio e suas mudanças o contador não deve ignorar os fatos que poderão afetar a situação no futuro.

Para o principio do registro pelo valor original ambas as organizações (CVM, CFC, CPC) tem se que é quanto valo o produto e o serviço pelo valor original.

No principio da atualização monetária, para ambos nos registro contábeis são efetuados na mesma moeda.

No principio da competência pelo CPC, as receitas e despesas devem ser registradas no período que ocorrem.

Assim como no principio de prudência pelo CPC, em casos de dividas registradas na receita pelo valor e a despesas pelo maior valor.

As organizações não citadas acima referente aos princípios e postulados contábeis não apresentam nenhum parecer.

Conceito de Ativo e formas de avaliação do Ativo, enfatizando Ativo Intangível.

No contexto atual podemos classificar o ativo como o conjunto de bens, valores e créditos que juntos formam o patrimônio de uma instituição, empresa ou de uma pessoa, conjunto de bens esses que podem ser convertidos em dinheiro. Ou seja é tudo aquilo que a instituição possui que pode ser valorizado em termos monetários.

O ativo pode ser subdividido em várias partes. Existe o Ativo Circulante, Ativo permanente, Ativo Fixo, Ativos tangíveis e ativos intangíveis. Para se definir bem o ativo circulante podemos tomar como exemplo dinheiro em caixa, conta movimento em bancos, mercadorias, depósitos bancários, matéria primas e títulos, ou seja, representa aquilo que se tem a receber em curto prazo, até o término do exercício social da sua empresa, ou seja, constitui aquele grupo de contas que representam bens e direitos, suscetíveis de serem convertidos em dinheiro ou de serem consumidos no próximo ciclo normal de operações normais da empresa.

Já no caso dos ativos Permanentes eles são títulos, bônus, ações que representam investimentos adquiridos de outras empresas ou do Estado. Nesse tipo de ativo o melhor não é utiliza-los a curto praza e sim preservá-los para obter renda, na medida em que o tempo passa. Dentro do grupo dos ativos permanentes podemos também incluir terrenos, mas somente quando for para fins especulativos.

Os Ativos em Longo prazo são representados por tudo o que a empresa tem para receber após o término de seu exercício social, podemos citar como exemplo o valor de empréstimos realizados a sócios ou acionistas.

Ativo Diferido – classificam-se no ativo diferido as aplicações de recursos em despesas que contribuirão para a formação do resultado de mais de um exercício social. Estão compreendidas nesta classificação, entre outras, as despesas da organização, custos de estudos e projetos, despesas pré-operacionais, despesa com investigação científica e tecnológica para desenvolvimento de produtos ou processos de produção e encargos incorridos com a reorganização ou reestruturação da entidade.

Os Ativos Fixos são os bens e direitos adquiridos pela empresa e os quais são de caráter mais ou menos permanente (duram um longo período) e existe a intenção de utilizá-los em operações normais do negócio e não de vendê-los. Os ativos fixos se classificam em tangíveis e intangíveis.

Tangíveis: são constituídos com todas as características dos ativos fixos, ou seja, que possuem materialidade, exemplo disto são prédios, terrenos, mobília, bosques madeireiros, poços de petróleo, etc.

Intangíveis: Bens Intangíveis são aqueles ativos que não podem ser tocados ou vistos, porque são incorpóreos (não tem corpo) e imateriais, ou seja, ativo intangível poderia ser definido, em termos práticos, como aquele que possui valor econômico mas carece de substância física. Basicamente podemos defini-los como ativos que não possuem substância material, e para exemplificar bem esse tipo de ativo podemos citar marcas; patentes; licenças; softwares; cultivares; contratos; domínios de internet; outros. Mas nem tudo que é imaterial deve ser considerado um ativo intangível da instituição, como por exemplo, a participação de mercado; tradição; história; reputação; credibilidade; entre outros. Nesses casos, os elementos citados têm relação direta com a valorização ou desvalorização dos ativos intangíveis, por isso é mais recomendado descrevê-los como fatores intangíveis ou recursos intangíveis. Esses ativos não estão refletidos nas demonstrações financeiras, mas se transformam em benefícios quando estão associados a alguma atividade ou ação da companhia.

Porém, diversos fatores que influenciam os componentes patrimoniais são de difícil (ou quase impossível) mensuração, dada a sua natureza intangível. Neste campo enquadram-se os ativos intangíveis como, por exemplo, o goodwill (fundo de comércio), o capital intelectual, o valor das marcas, a imagem da empresa. Pode-se considerar como goodwill o conjunto de características, qualidades e diferenciais de uma instituição demonstrados através da sua capacidade de gerar e produzir riquezas. Podemos citar como exemplos de goodwill as marcas registradas, conhecimento organizacional, credibilidade de mercado dentre outro fatores. Uma das mais importantes características do goodwill é a necessidade de que ele não está refletido no balanço patrimonial, não sofrendo depreciação e nem amortização. Com isso quanto maior e melhor a identificação dos ativos intangíveis como marcas e patentes, e etc., na contabilidade menor será o valor do goodwill ao se realizar uma avaliação, e vice-versa, primordialmente porque o goodwill não é demonstrado e identificável no balanço e os ativos intangíveis são. Podemos resumir e definir o goodwill como a capacidade que o empreendimento tem de gerar lucros.

Existem alguns ativos que não que não se encaixam nas cinco descrições anteriores, denominados outros ativos. Aqui podemos incluir seguros de vida e depósitos dados como garantia, por exemplo.

Passivo e Patrimônio Liquido Enfatizando as Contas de Reservas

Em área da contabilidade, podemos considerar o passivo correspondente ao saldo das obrigações devidas da instituição. O Passivo é um recurso controlado por uma entidade e um acontecimento passado e do qual se esperam que fluam benefícios econômicos no futuro, cuja liquidação se espera um ex-fluxo de recursos.

O Passivo monetário representa bens numerários que serão repassados aos seus proprietários legítimos em um momento futuro, e que está na entidade apoiando ou ajudando a gerar novos recursos financeiros para o devedor. O passivo não monetário representa obrigações de lançamentos futuros no resultado do período daqueles ganhos já efetivados, porém não pertencentes ao atual exercício.

Podemos dividir o Passivo em algumas partes, como o passivo exigível e patrimônio líquido. O passivo exigível se subdivide em passivo circulante e passivo não circulante.

O patrimônio líquido é representado pelos valores que os sócios ou acionistas têm na empresa em um determinado momento. No balanço patrimonial, a diferença entre o valor dos ativos e dos passivos representa o PL (Patrimônio Líquido), que é o valor contábil devido pela pessoa jurídica aos sócios ou acionistas, baseado no Princípio da Entidade.

O patrimônio liquida é subdividido em varias partes: Capital Social, reservas de capital, reservas de lucros e prejuízos acumulados. O capital social da instituição representa o investimento efetuado na sociedade pelos seus proprietários e acionistas, que adquiriram os títulos denominados de ações. Além das ações (no caso das SA), o investimento no capital social pode assumir a forma de cotas (se for uma limitada). A reserva de capital é geralmente constituída pelos saldos em dinheiro que não podem ser distribuídos aos investidores na forma de lucros ou dividendos. Nessa situação esse saldo deve ser incorporado ao Capital Social ou compensado com lucros acumulados. Reservas de Lucros não mais é do que contas de reserva constituída pela apropriação de lucros da companhia.

Prejuízos acumulados representam o saldo remanescente dos prejuízos líquidos das apropriações de lucros e dos dividendos ainda não distribuídos, não capitalizados, porém já apropriados para Constar no Patrimônio Líquido na data do Balanço.

RECEITAS, DESPESAS, PERDAS E GANHOS

A Receita pode ser definida, de acordo com o estudo (já citado), como “o acréscimo de benefícios econômicos durante o período contábil na forma de entrada de ativos ou decréscimos de exigibilidade e que redunda num acréscimo do patrimônio líquido, outro que não o relacionado a ajustes de capital"...

O IASB, atualmente, emite as IFRS (Normas Internacional para os Relatórios Contábeis). Conquanto esta definição caracteriza os efeitos do surgimento de uma receita no ativo (ou no passivo) e no Patrimônio Líquido, não caracteriza a essência do que se quer definir.

No Brasil, utilizamos o termo ‘Receita’, que pode ser operacional ou não e, eventualmente, "Ganhos” Entretanto, estes, às vezes, são englobados como receitas não operacionais o que é, conceitualmente, incorreto, pois vimos que as origens de ganhos e de receitas, mesmo as não operacionais, são diferenciadas. O importante é utilizar denominações que reflitam bem a natureza da receita ou do ganho para que o usuário possa entender bem o desempenho da entidade num período.

As despesas: de maneira geral, pode-se conceituar “Despesas” como o sacrifício de ativos realizado em troca da obtenção de receitas (cujo montante, espera-se, supere o das despesas).

Perdas: a definição de despesa (que, ao contrário doas receitas, provoca uma diminuição do ativo ou aumento de passivo, com consequentemente diminuição do Patrimônio Líquido), inclui as perdas, além das despesas propriamente ditas. As perdas incluem outros itens que também impactam Ativo e Patrimônio Líquido da mesma forma que as despesas e que podem, ou não, surgir no curso da atividade normal da empresa. Normalmente, as perdas são imprevisíveis.

Ganhos: os ganhos representam itens não recorrentes (repetitivos) que têm o mesmo efeito líquido no patrimônio, mas que podem, ou não, surgir na atividade normal de uma empresa, ao passo que a receita sempre surge de atividades normais. Entretanto, como efeito no patrimônio é o mesmo, não se excluem os ganhos no tratamento desse item, embora, às vezes, não estritamente operacionais (como no caso de uma aplicação financeira, que gera receita financeira).

EXEMPLIFICAÇÃO DE UMA SITUAÇÃO DE GANHO:

Uma empresa de produtos de suplementos, em uma Academia, comprou aproximadamente dez mil reais (10.000,00) para sua loja.

Como o pagamento foi feito avista, teve um desconto de 42%, com isso teve um ganho de quatro e duzentos reais (4.200,00).

Conclusão:

De acordo com o desenvolvimento dessa ATPS, concluímos que a contabilidade é a ciência que através das técnicas dos órgãos responsáveis pela formalização da contabilidade, permitem registrar, controlar, demonstrar o patrimônio e suas variações.

Referencias Bibliográficas

Teoria da Contabilidade

José Carlos Marion

Campinas São Paulo: Editora Alínea, 2009.