Trabalho Completo Teoria Estruturalista Da Administração

Teoria Estruturalista Da Administração

Imprimir Trabalho!
Cadastre-se - Buscar 155 000+ Trabalhos e Monografias

Categoria: Ciências Sociais

Enviado por: Carlos 14 dezembro 2011

Palavras: 3280 | Páginas: 14

...

orias administrativas, o estruturalismo se concentra nas organizações sociais.

4. Novo conceito de estrutura: Estrutura é o conjunto formal de dois ou mais elementos e que permanece inalterado, seja na diversidade de conteúdos, isto é, a estrutura mantém-se mesmo com a alteração dos seus elementos e relações.

Já vimos que, no campo das ciências sociais empíricas da cultura, a possibilidade de um conhecimento dotado de sentido daquilo que, para nós, é essencial na infinita riqueza do devir, liga-se à utilização ininterrupta de pontos de vista de caráter especificamente particular que, em última instância, são orientados por idéias de valor.

As origens da Teoria Estruturalista na Administração foram as seguintes:

A oposição entre a teoria tradicional e a Teoria das Relações Humanas e a Teoria Estruturalista é uma síntese delas, inspirado na abordagem de Max Weber.

A Teoria das Relações humanas discutiu como se compartilhar os objetivos de uma organização.

O estruturalismo influenciou a Filosofia, Psicologia, Antropologia, Matemática e nas teorias administrativas, o estruturalismo se concentra nas organizações sociais.

Já vimos que, no campo das ciências sociais empíricas da cultura, a possibilidade de um conhecimento dotado de sentido daquilo que, para nós, é essencial na infinita riqueza do devir, liga-se à utilização ininterrupta de pontos de vista de caráter especificamente particular que, em última instância, são orientados por idéias de valor. (Weber, Sociologia, 2001, Pg.126).

2. A SOCIEDADE DE ORGANIZAÇÕES

As organizações têm a sua existência desde a Antiguidade, desde os faraós e os imperadores da Antiga China. A igreja e o exército também desenvolveram formas de organizações. Atualmente, a sociedade moderna e industrializada é alicerçada em organizações diversificadas e diferenciadas, criadas para satisfazer as necessidades humanas, de tal forma que o homem depende de sua existência para nascer, viver e morrer.

As organizações passaram por um processo de desenvolvimento decorrentes de quatro etapas, onde os elementos da natureza proporcionava a subsistência da humanidade, que mais tarde foram transformados através do trabalho, contribuindo consequentemente para o surgimento do capital, e por fim a etapa da organização que utiliza da submissão da natureza, do trabalho e do capital para alcançar seus objetivos.

A universalidade da Idade Média, a religião, o liberalismo econômico e social, o socialismo e a própria atualidade caracterizada por uma sociedade de organizações são as fases pela qual a organização passou para se chegar à industrialização. Características políticas e filosóficas estão explicitas nestas quatro fases, que originaram uma revolução com novas formas sociais, criadora de uma variedade de organizações (empresas de serviços, associações comerciais, instituições educacionais, hospitais, sindicatos, corporações, exércitos, igrejas, prisões, etc.), unidades sociais intencionalmente construídas e reconstruídas a fim de atingir objetivos específicos, por meio da coordenação de grande número de ações humanas, na combinação de pessoal e recursos ao reunir líderes, especialistas, operários, máquinas e matérias-primas.

As organizações formais é uma nova forma de agrupamento social estabelecida propositalmente para alcançar um objetivo específico. A relação entre seus membros é ditada por regras, regulamentos e estrutura hierárquica, com o fim de reduzir as incertezas decorrentes da variabilidade humana, tirar vantagens dos benefícios da especialização, facilitar o processo decisório e assegurar a implementação das decisões tomadas. Dentre as organizações formais, avultam as chamadas organizações complexas, caracterizadas pelo alto grau de complexidade na estrutura e nos processos devido ao grande tamanho ou à natureza complicada das operações (hospitais e universidades). Essas organizações não podem ser versáteis. Peter Drucker relata

Uma grande organização é eficiente por seu volume e não por sua agilidade. As pulgas podem saltar várias vezes a própria altura, mas o mesmo não ocorre com os elefantes. O volume possibilita a organização a colocar em prática um número maior de conhecimentos e habilidades do que seria possível a uma única pessoa ou pequeno grupo reunir. A lei da organização é a concentração. (Drucker, 2002, p. 61, tradução nossa).

3. O HOMEM ORGANIZACIONAL

A Teoria Estruturalista define o “homem organizacional”, ou seja, a pessoa que desempenha diversos papéis em várias organizações. Diferente da Teoria Clássica que caracteriza o “homo economicus” e a Teoria das Relações Humanas que focaliza o “homem social”.

A flexibilidade mediante as constantes mudanças e papéis desempenhados, a tolerância às frustrações decorrentes dos conflitos organizacionais e individuais, a capacidade de adiar recompensas e priorizar o trabalho, e o permanente desejo de realização para garantir a conformidade dos objetivos organizacionais, são as características que o homem moderno precisa ter para ser bem-sucedido.

Como resposta a necessidade que as pessoas têm de relacionar-se e ajuntar-se com outras afim de realizar seus objetivos, o homem organizacional reflete uma personalidade cooperativa e coletivista, instruído e capacitado para desempenhar diversos papéis (conjunto de comportamentos solicitados a uma pessoa), ocupar muitas posições e suportar grande número de normas e regras diferentes.

O homem organizacional é impossibilitado de distinguir sua vida pessoal da profissional, pois até mesmo o seu prenome carrega um nome organizacional, que lhe dará garantias e o fará conhecido no interior e exterior das organizações. Assim, ele deixa de ser o Holbert Schmidt para ser o Holbert do IASP ou o Edisson do Banco do Bradesco.

A rotina exaustiva do homem moderno pode lhe causar alguns sintomas, tais como: nervosismo exagerado, impaciência, insegurança, desconfiança, insônia, hipersensibilidade e ansiedade, motivos que interferem diretamente no desempenho esperado pelo sistema organizacional

4. ANALISE DAS ORGANIZAÇÕES

Analise das organizações é feita a partir de uma abordagem que leva em canta as teorias clássicas, relações humanas e teoria da burocracia.

Abordagem múltipla:

Organização formal e informal.

O estruturalismo é uma síntese da teoria clássica (formal) e da teoria das relações humanas (informal):

É importante que haja um equilíbrio entre o comportamento humano para que seja valorizados a administração e o operário e passe a ter um olhar perante a sociedade.

Recompensa Materiais e Sociais

O estruturalismo abrange as recompensas que existe dentro da organização para que os funcionários sejam motivados, assim a organização terá muito mais sucesso quando essa organização mostra isso através de salários entre outros benefícios o funcionário mostra através do seu desempenho.

Diferentes enfoques da organização

Existem duas diferentes concepções: Modelo racional e modelo do sistema natural. Veja abaixo:

1- Modelo racional da organização. A organização é um meio deliberado e racional de alcançar objetivos.

Os objetivos são explicitados como:

Maximizar os lucros: a estrutura organizacional busca atingir a maior eficiência ela enfatiza também o planejamento e o controle, são divididas em partes que se submetem a uma rede de controle.

Essa organização funciona como um sistema fechado de lógica que inclui a incerteza, é o caso da administração cientifica e o modelo burocrático onde são orientados por regras. As influencias ambientais são controladas pelo tratamento impessoal da clientela através de regras padronizadas.

2– Modelo natural de organização. O objetivo básico é a sobrevivência do sistema, as partes se vinculam mutuamente em interdependência através de processo evolutivos. Nesse modelo natural e funcional e equilibrado, podendo ocorrer disfunções. Ele é aberto às influencias ambientais e não pode ser abordado sob o aspecto de completa certeza ou pelo controle. Seu comportamento não é governado por uma rede de controle, pois é determinado pela ação do ambiente. Ele modelo traz como consequência o inevitável aparecimento da organização informal nas organizações. Não há nenhuma organização fechada ao ambiente, ou ainda que consiga completo poder sobre todos os seus membros. Em toda organização podem ser vistos elementos de ambos os sistemas.

Diversidade de organizações

As teorias anteriores focalizaram-se nas fabricas já os estruturalistas ampliaram suas analises para incluir várias organizações como: organizações pequenas, médias e grandes, públicas e privadas. São empresas de vários tipos (indústrias, prestadores de serviços, igreja, exercito, sindicatos, etc..).

Níveis da organização

As organizações se desdobram em três níveis organizacionais:

1– Nível institucional. É o nível organizacional mais elevado, com altos executivos, esse nível é bastante estratégico é o responsável pelos objetivos. É o nível que se relaciona com o ambiente externo da organização.

2– Nível gerencial. É o intermediário está entre o institucional e o técnico. O nível gerencial detalha os problemas, capta recursos necessários para alocá-los na organização e cuida da distribuição e colocação dos produtos e serviços.

3– Nível técnico. É o nível mais baixo, é chamado operacional, pois é onde as tarefas são executadas, e as técnicas são aplicadas. Cuida da execução das operações e tarefas, e focado nu curto prazo e segue programas desenvolvidos no nível gerencial.

5. TIPOLOGIA DAS ORGANIZAÇÕES

Cada organização empresarial e comercial, seja ela qual for, existe organização com finalidade de melhorias continua trabalho satisfeito e mais ainda, buscar a satisfação de seus clientes.

Dentro dessas organizações não existe duas iguais, elas são diferentes entre si, existe características que permitem classificá-las em classes ou em tipos. Exemplo a tipologia de Etizioni, ele possui três características fundamentai em suas organização que são; divisão do trabalho, centro de poder e substituição de pessoas.

Outro exemplo é a tipologia de Blau e Escotteles também possui características fundamentais que levam a sua organização a bom equilíbrio e beneficio em seus resultados.

De acordo com o livro, fala que as organizações tem que ser estudadas dentro de classificações tamanho utilizando critério (como numero de pessoas) volume de atividades, faturamentos, patrimônio ou capital ativo fixo; ou segundo o tipo de atividades que geralmente desenvolve, como produtoras de bens de consumo ou produto.

Essas classificações são as mais simples, muitos autores desenvolveram teorias possíveis para caracterizar e diferenciar as organizações. Autores como; Perrow (1979); Parson (1974); Etzioni (1974); Plau e Scott (1979) e Katg e Kachn (1978).

Charlie Perro; (1979) diz que os critérios utilizados para constatar os diferentes tipos organizações estão relacionados com suas funções manifestas para sociedade, ou seja, diferencias os tipos de organizações dentro da sociedade se é uma propriedade publica ou privada e etc.

Talco Parson (1974) distingue quatro tipos de organizações, a primeira é a organização econômica; produtora de bens de consumo para a sociedade a segunda é a organização política; voltadas nas metas políticas a terceira é a organização integradora; que visa resolver e administrar conflitos a quarta e ultima é a organização de manutenção; é aquela que tenta cultivar e manter os valores social e cultural.

Amitai Etzioni (1974) propõe uma classificação baseada no tipo de controle exercida pela organização sobre seus participantes, assim divide as organizações em trez grupos; coercitiva (prisões e instituição penais); utilitária (empresa em geral); e normativas (igrejas, universidades e hospitais). a fim de predominar os tipos de sujeição ou consentimentos na tipologia.

Peter Blau e Richard W.Scott (1979) eles classificam os princípios mostrados em seus próprios quadros, tipos de organização que sugerem; associações de beneficio mútuos-os próprios participantes (cooperativas, associações de classes, sindicatos e etc.); organizações de negócios -proprietários ou acionistas (empresas privadas ou anônimas); organização de serviços -os clientes ou usuários (hospitalar, universidade e organização filantrópicas); organização de bem-estar -publica ou grande publico (organização militar, instituição jurídicas e penais, saneamento básico, correios e etc.).

Daniel Katg e Robert L.Kasch (1978) dividem as organizações em quatro classes; produtivas e econômicas (indústrias, empresas de transporte e etc.). de manutenção (escolares e igrejas);de adaptação (laboratório de pesquisas e universidades);e gerencias publicas (órgãos de governos nacional, estadual e municipal, sindicatos trabalhistas, grupos de pressão e etc.).

O foco central da tipologia de Katg e Kasch esta nas funções ginotipicas das organizações, por função genotípicas eles entende a tipo de atividades em que a organização se acha empenhada, como um subsistema de todo maior é a sociedade, ou seja, estão preocupados com a transformação ou o trabalho que é organizado pelas organização e na qual fazem parte, por meio de funções de produtos, manutenção, adaptação e administração.

6. OBJETIVOS ORGANIZACIONAIS

Um objetivo organizacional é uma situação desejada que a organização tente atingir. Se o objetivo é atingido, ele deixa de ser a imagem orientadora da organização e é incorporada a ela como algo real e atual.

As organizações podem ter simultaneamente dois ou mais objetivos ou pedem acrescentar novos objetivos originais. No campo acadêmico existem organizações que combinam ensino a pesquisa. As funções são:

* Pela apresentação de uma situação futura;

* Os objetivos constituem em fonte de legitimidade;

* Os objetivos servem como padrões através dos quais os membros de uma organização;

* Os objetivos servem como unidade de medida.

A definição de objetivos é internacional, mas nem sempre racional. Trata-se de um processo de integração entre as organizações e o ambiente. Como as organizações são unidades sociais planificadas e orientadas para objetivos específicos, sob liderança racional elas têm maior inclinação para a mudança do que qualquer outra unidade social. Estas mudanças criam novas necessidades de mudanças que vão exigir ajustes adicionais. Assim, fatores internos ou externos provocam mudanças nos objetivos organizacionais.

Ambiente organizacional

As organizações vivem em um mundo humano, social, político, econômico. Elas existem em um contexto que denominamos ambientes. Ambiente é tudo o que envolve exatamente uma organização. Para os estruturalistas, o ambiente é construído pelas outras organizações que formam a sociedade.

Os conceitos fundamentais para analise:

Interdependência das organizações com a sociedade: nenhuma organização é autônoma ou auto-suficiente. Toda organização depende de outras organizações e da sociedade em geral para poder sobreviver. As conseqüências dessa interdependência são: mudanças freqüentes nos objetivos organizacionais na medida em que ocorrem mudanças no ambiente externo e certo controle sobre a organização que limita sua liberdade de agir.

Conjunto Organizacional: consiste no complexo de papeis e relação de papeis que ocupante de um dado status tem em virtude de ocupar o status. O conceito de conjunto organizacional é análogo ao conjunto de papeis, cada organização ou classe de organização tem interação com uma cadeia de organização em seu ambiente. As relações entre organização focal e seu conjunto de organizacional são medidas pelo conjunto de papeis de seu pessoal que está em contato com outras organizações.

7. ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL

A estratégia é a maneira pela qual uma organização lida com seu ambiente para atingir seus objetivos.

Para os estruturalistas existem estratégias de competição e de cooperação.

1. COMPETIÇÃO – é uma rivalidade entre duas ou mais organizações diante da mediação de um terceiro grupo sendo ele o cliente, o fornecedor ou outro. A competição nem sempre envolve interação direta entre as partes rivais.

2. AJUSTE OU NEGOCIAÇÃO – é uma estratégia que busca negociações para um acordo quanto a troca de bens ou serviços entre duas ou mais organizações. Ao contrário da competição o ajuste envolve interação direta com outras organizações e não com um terceiro partido.

3. COOPTAÇÃO OU COOPÇÃO – é o processo de absorver novos elementos estranhos na liderança ou na tomada de decisão de uma organização como meio para impedir ameaças externas á sua estabilidade ou existência. A cooptação é a aceitação de representantes de outras organizações (bancos credores ou instituições financeiras) pelo grupo dirigente, o que limita a arbitrariedade da organizações na escolha de objetivos.

4. COALIZÃO – é a combinação de duas ou mais organizações para alcançar um objetivo comum. Trata-se de uma forma extrema de condicionamento ambiental dos objetivos de uma organização. Ao contrário da competição, as outras três estratégias – ajuste, cooptação e coalizão – são subtipos da estratégia cooperativa. As estratégias cooperativas requerem a interação direta entre as organizações do ambiente. Para os estruturalistas, a estratégia não é produto de um único arquiteto, mas o resultado da ação de vários agentes e coalizões de agentes no sentido de alcançar seus próprios interesses.

8. CONFLITOS ORGANIZACIONAIS

Os estruturalistas discordam de que haja harmonia de interesses entre patrões e empregados (como afirma a Teoria Clássica) ou de que essa harmonia deva ser preservada pela Administração através de uma atitude compreensiva e terapêutica (como afirmava a Teoria das Relações Humanas). Para os estruturalistas os conflitos – embora nem todos desejáveis – são elementos geradores das mudanças e da inovação na organização.

Conflito significa existência de idéias, sentimentos, atitudes ou interesses antagônicos e colidentes que podem se chocar. O conflito é a condição geral do mundo animal. O ser humano sobressai-se dentre os animais pela capacidade de atenuar o conflito, embora nem sempre possa eliminá-lo. As fontes de conflitos localizam-se em alguma divergência real ou suposta de interesses, reis ou supostos entre indivíduos e organizações.

Os estruturalistas indicam importantes funções sociais do conflito e não concordam com sua repressão artificial.

9. APRECIAÇÃO CRÍTICA DA TEORIA ESTRUTURALISTA

Podemos observar que o estruturalismo de certa forma trouxe uma contribuição para a teoria administrativa.

Pois ela abrange vários temas (Teoria Clássica, Teorias das Relações Humanas e Teoria da Burocracia) em um mesmo assunto.

A Teoria Estruturalista aborda a organização como um todo,

que abrangem duas tendências: integrativa e a do conflito.

Também se ampliam ao estudo das organizações formais e complexas.

Seu ponto de crítica mais observado é por sua observação limitada e tipologias aplicadas em um único princípio básico a exemplo de Etzioni e de Blau Scott as organizações são divididas com base em apenas um aspecto.

Na Teoria Estruturalista pode-se observar do autor uma ênfase maior nos problemas e patologias do que normalidade.

Os Estruturalistas entendem que ser áreas precisam ser mais estudadas, como o ambiente, as relações e a interorganizacionais

CONCLUSÃO

A Teoria Estruturalista surgiu por volta da década de 1950, como um desdobramento das análises dos autores voltados para a Teoria da Burocracia, que tentaram conciliar as teses propostas pela Teoria Clássica e pela de Relações Humanas.

Os autores estruturalistas (mais voltados para a Sociologia Organizacional) procuram inter-relacionar as organizações com o ambiente externo, que é a sociedade maior. Daí a sociedade de organizações caracterizada pela interdependência entre as organizações. Surge um novo conceito de organização e um novo conceito do homem: o homem organizacional que desempenha papéis simultâneos em diversas organizações diferentes.

BIBLIOGRAFIA

1. Drucker, P.F. O Melhor de Peter Drucker: a sociedade. São Paulo: Nobel, 2002, p. 61.

2. Bernhoeft, Renato. Administração do Tempo: Um recurso para melhorar a qualidade de vida pessoal e profissional. São Paulo. Nobel, 2009, p. 63,66-67

3. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada.

(Copyright 1986, 2002 by Margarida Maria Krohling Kunsch)

EDITOR; Waldemar Luiz Kunsh.

4. Weber, M. Sociologia. 7ª. Ed. São Paulo, SP: Editora Ática, 2001.167p.

5. Chiavenato, I. Princípios da Administração – O essencial em Teoria Geral da Administração. Rio de Janeiro. Editor Campus. 2006.