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Macroambiente

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Categoria: Ciências Sociais

Enviado por: Camila 31 outubro 2011

Palavras: 1672 | Páginas: 7

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ento da população mundial, composição da faixa etária, composição étnica, níveis de instrução, renda familiar, escolaridade, ocupação, localização, etc.

5) Ambiente Tecnológico: são novas tecnologias que proporcionam uma melhor execução das suas operações e realização das tarefas. As condições tecnológicas influenciam na competitividade das empresas quando se trata de inovações, pois novas tecnologias são sinônimos de novos mercados e oportunidades. Toda tecnologia nova substitui uma tecnologia antiga.

Como exemplos, os transistores prejudicaram a indústria de válvulas, os CDs substituíram os discos de vinil.

Mais recentemente a tecnologia moderna vem como destaque a TV de Led que vem substituindo a TV de LCD, os tablets substituindo os PC’s.

6) Ambiente Natural: o ambiente natural é o tema mundial de maior importância para as empresas e para o público. Devem-se conscientizar de quatro tendências do ambiente natural: escassez de matéria-prima, aumento do custo de energia, aumento da poluição, intervenção governamental na administração dos recursos naturais.

7) Ambiente Internacional: pode-se definir como parte da globalização, abertura dos mercados, onde as empresas investem e buscam novos mercados fora dos seus países ou mercado local.

- Eliminação de barreiras ao livre comércio

- Formação de blocos econômicos (MERCOSUL, ALCA)

- Unificação européia com a criação da moeda única (Euro)

b) Como as forças macroambientais podem influenciar nos negócios do McDonald’s. Exemplifique.

1) Ambiente Político-Legal: um exemplo claro é a isenção do ICMS sobre a venda de sanduíches BigMac, realizado desde 1988, no último domingo de agosto, durante o evento “MCDia Feliz”.

A SEFAZ (Secretaria da Fazenda) de cada estado estabelece esta isenção do imposto através de Resolução (ato em que o administrador define normas de procedimento.)

2) Ambiente Sócio-Cultural: todo o recurso arrecadado durante o evento “MCdia Feliz” é revertido para instituições de apoio e combate ao câncer infanto juvenil de todo o país, denominadas AACC (Associação dos Amigos das Crianças com Câncer).

Por outro lado, o hábito de consumo dos seus produtos está entre as graves causas da obesidade. Para minimizar esta situação e se adaptar as tendências de alimentação saudável, a rede passou a comercializar saladas e sucos naturais.

3) Ambiente Econômico: quanto melhor a renda e poder aquisitivo das pessoas, maior será o consumo. Dependendo do custo para produção dos produtos, o preço pode ser menor que o da concorrência, tornando-se maior a competitividade.

4) Ambiente Natural: a produção de seus produtos causa danos ecológicos, pois o excesso de embalagens descartáveis é um dos exemplos de fatores desses danos. Providências já estão sendo tomadas para combater esses danos, no caso, a substituição das embalagens de isopor por papelão reciclável.

5) Ambiente Demográfico: nas grandes e médias cidades existem lanchonetes e quiosques da empresa, pois as grandes concentrações de consumidores dos produtos estão estabelecidas nestes locais, dentro de shopping centers, principais ruas e avenidas, próximos a escolas, faculdades, etc.

6) Ambiente Tecnológico: adoção da tecnologia 3G em seus restaurantes e quiosques com objetivo de atingir 100% de disponibilidade do sinal em máquinas de pagamentos, visando mais agilidade no sistema de vendas por crédito e débito.

Disponibilização de acesso à internet em suas lojas através do sistema Wi-Fi (internet sem fio).

2. Descreva cada um dos elementos da Análise Estrutural de Porter (Modelo de Porter de ambiente competitivo), tendo como base o mercado cervejeiro:

➢ Rivalidade entre concorrentes: no mercado de cervejas a líder é a Companhia de Bebidas das Américas (AmBev) que detém marcas como Skol, Antártica e Brahma. A AmBev possui a hegemonia no setor de bebidas: a cada 100 (cem) caixas de cervejas e refrigerantes que são vendidas, 70 (setenta) são de suas marcas. Sua desafiante no mercado é o Grupo Schincariol que com faturamento bruto de R$ 6 Bilhões em 2010, tem a segunda maior operação de cervejas no Brasil. Outras grandes fábricas são a Cervejaria Petrópolis e a Heineken.

A indústria cervejeira pratica política de preço diferenciada para os diversos canais, segmentos do mercado e categorias de varejo. Suas estratégias estão diretamente associadas ao posicionamento das suas marcas no mercado.

Pequenos fabricantes do interior do país descobriram um lucrativo nicho dentro do vasto mercado de cerveja no Brasil, que produz mais de 10 bilhões de litros ao ano e disputa a terceira posição mundial com a Alemanha: o segmento de cervejas especiais. Neste mercado, a bebida é produzida em pequenas quantidades e com matérias-primas diferenciadas, com o objetivo de satisfazer um público disposto a pagar mais por um produto feito fora das grandes linhas de produção.

➢ Novos entrantes: as barreiras de entrada, o domínio da Ambev e o montante de investimentos necessários para a instalação de uma cervejaria inviabilizam a concorrência nos mercados principais para os pequenos fabricantes independentes, deslocando-os para os mercados regionais. A AmBev, bem posicionada nas faixas populares, expande para o segmento de cerveja premium, cuja demanda é menos sensível a preço. Fusão que deu origem à AmBev prevê o compartilhamento de sua rede de distribuição com pequenas cervejarias que não tenham mais que 5% do mercado. Já há pelo menos uma candidata a este serviço. Supermercados lançam marcas próprias e brigam por preço - cadeias estrangeiras trazem bebidas já consolidadas em seus países de origem, enquanto as brasileiras terceirizam pequenos fabricantes e lançam marcas novas.

Entrada de novas empresas - A Kirin (cervejaria japonesa) comprou a totalidade das ações da Aleadri-Schinni Participações e Representações, pertencente aos irmãos Schincariol. A Kirin tem suas operações concentradas na Ásia (Japão, China, Taiwan, Vietnã, Tailândia, Cingapura e Filipinas) e na Oceania e faturou US$ 27 bilhões no ano passado. No Brasil, a presença é tímida, com linhas de saquê e molho de soja.

Além disso, as marcas já existentes têm grande poder no mercado, devido as ações de marketing e também pela fidelidade de seus clientes.

➢ Ameaça dos produtos substitutos: a influência dos produtos "substitutos" é muito pequena se considerarmos a longa tradição da cerveja que nasceu, provavelmente, na Idade Média e até hoje é saboreada pelos consumidores. O que exerce forte influência neste mercado é a relação de dependência entre o nível de renda da população e o consumo de cerveja. Muitas pessoas deixam de tomá-la - ou a substituem por outra bebida alcoólica - em períodos de condições financeiras desfavoráveis, mas isto não pode ser considerada uma substituição, pois o desejo do produto cerveja permanece, e, assim que a economia e o nível de renda melhoram, os consumidores retornam ao seu hábito.

➢ Poder dos fornecedores: a matéria prima geralmente é importada (malte, lúpulo, fermento cervejeiro), principalmente da Alemanha e Estados Unidos, que são produzidas por empresas especializadas do mercado cervejeiro e utilizados pelas maiores cervejarias do mundo.

A água que é um dos principais componentes do custo de fabricação é abundante no Brasil, portanto não representa um problema de fornecimento.

As latas de alumínio são fabricadas por diversos produtores criando concorrência no setor com a conseqüente diminuição de preços.

➢ Poder dos clientes: os clientes no setor cervejeiro têm muito poder, principalmente quando há briga de preço entre as marcas, obrigando- as a desenvolverem novas atratividades para manter a fidelidade dos consumidores.

São criadas propagandas com famosos (cantores, jogadores de futebol, atores) criando um vínculo com a marca, associando valores a cerveja.

A “manuseabilidade”, ou seja, opção de vários tipos de embalagens, tem se tornado o diferencial para atrair mais clientes. Como exemplo tem o caso do lançamento do Litrão da Skol, que presumidamente foi lançado para enfrentar a questão da Lei Seca, pois atinge um público que prefere beber em casa, em grupo.