Manual de drenagem linfática
Seminário: Manual de drenagem linfática. Pesquise 862.000+ trabalhos acadêmicosPor: AiresDiniz • 7/4/2014 • Seminário • 569 Palavras (3 Páginas) • 1.091 Visualizações
Resumo Drenagem Linfática Manual
A técnica de drenagem linfática manual foi desenvolvida pelo casal dinamarquês Emil Vodder e sua mulher Estrid Vodder, entre os anos de 1932 e 1936. O casal começou experimentalmente a tratar pacientes acometidos de gripes e sinusites, manipulando seus gânglios linfáticos do pescoço através de movimentos suaves e rotativos; tornando-se um grande desafio do casal Vodder. A drenagem linfática pelo método Dr. Vodder utiliza pressões graduadas e constantemente alteradas, imitando as contrações próprias da musculatura lisa dos vasos linfáticos e acompanhando o ritmo dos mesmos; objetivando diretamente o aumento do volume de linfa admitido pelos capilares linfáticos e o aumento da velocidade de seu transporte através dos vasos e ductos linfáticos. A técnica desenvolvida por Vodder é baseada em manobras de círculos fixos, movimento de bombeamento, movimento doador e movimento giratório ou de rotação.
Após o surgimento da drenagem linfática surgiu Albert Leduc, doutor em kinesioterapia, praticante na Bélgica, se inspirou no método de Vodder, após ter conseguido objetivar a eficácia de duas manobras que ele qualifica por manobra do chamado ou manobra de reabsorção.
Atualmente a drenagem linfática manual está representada principalmente por duas técnicas: a de Leduc e a de Vodder. Ambas são baseadas nos trajetos dos coletores linfáticos e linfonodos, associando basicamente três categorias de manobras: 1) manobras de captação, 2) manobras de reabsorção e 3) manobras de evacuação. A diferença entre elas reside somente no local da aplicação. Onde a captação é realizada sobre o segmento edemaciado, visando aumentar a captação da linfa pelos linfocapilares. A reabsorção são manobras que se dão nos pré-coletores linfáticos, nos quais transportarão a linfa captada pelos linfocapilares. E a evacuação é o processo que ocorre nos linfonodos onde evacuam o líquido que recebem dos coletores linfáticos. Dominique Jacquemay incluiu novas manobras e procurou adaptar a circulação linfática aos meridianos chineses de energia, baseada no conceito de linfoenergia que desenvolveu. José Maria e Maria de Fatima de Godoy estudaram o sistema linfático e propuseram um método de drenagem autoaplicável e com o uso de rolinhos de espuma. Foldi defende o caminho reverso, com certo uso no pós-cirúrgico, onde o método está associado a bandagens com multicamadas, ginástica e exercícios respiratórios descongestionantes. Existe certa confusão quando se fala de drenagem linfática enquanto todas as outras priorizam o toque suave sobre a pele e dão preferência aos quadros clínicos como os pós cirúrgicos, algumas linhas, priorizam as manobras fortes. Normalmente deixam partes tratadas doloridas e até com hematomas, coisas difíceis de ocorrer com os outros métodos.
Estas linhas voltam-se ao uso estético e se utilizam de manobras de massoterapia como fricção, amassamento e apalpamento profundo, que possuem ação estética. Os profissionais mais antigos reconhecem nestas linhas a tradicional massagem estética, talvez mais atenta a seguir a circulação da linfa, e recusam o nome de Drenagem Turbinada, como alguns as destacam. Existe também o método "PROPELI” – Produção periférica de linfa. Método que procura imitar o processo natural. E a metodologia apresentada resultados
...