Relatório de Polaridade de Transformadores
Por: Vinicius D'Amico • 31/3/2019 • Relatório de pesquisa • 782 Palavras (4 Páginas) • 205 Visualizações
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Tecnologia e Ciências
Faculdade de Engenharia
Laboratório de CEME - II
Turma 4
Rafael Marques Gonçalves
Polaridade transformadores
Experiência 1
Professor: Walmir Ribeiro Pinheiro Junior
Data da Experiência: 18/03/2019
Data de Envio do Relatório: 25/03/2019
Rio de Janeiro
2019
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO 3
1. INTRODUÇÃO TEÓRICA 3
1.1. O transformador 3
1.2. Polaridade de um transformador 4
2. MATERIAIS E MÉTODOS 6
2.1. Materiais utilizados 6
2.2. Esquemas utilizados no laboratório 7
2.3. Métodos e Procedimentos Experimentais 8
3. ANÁLISE DE RESULTADOS 9
CONCLUSÃO 9
REFERÊNCIAS 9
INTRODUÇÃO
O relatório aborda o conhecimento do transformador, e em como verificar a polaridade do mesmo, uma vez que esta pode ser subtrativa ou aditiva. Faz-se necessária a medição, muitas vezes, devido a não ser possível identificar a simbologia correspondente a polaridade, e a falta de conhecimento deste dado pode ser prejudicial ao realizar-se associações entre transformadores.
INTRODUÇÃO TEÓRICA
O transformador
Um transformador é um dispositivo destinado a transmitir energia elétrica ou potência elétrica de um circuito a outro, induzindo tensões, correntes e/ou de modificar os valores das impedâncias elétricas de um circuito elétrico.
Inventado em 1831 por Michael Faraday, os transformadores são dispositivos que funcionam através da indução de corrente de acordo com os princípios do eletromagnetismo, ou seja, ele funciona baseado nos princípios eletromagnéticos da Lei de Faraday-Neumann-Lenz e da Lei de Lenz, onde se afirma que é possível criar uma corrente elétrica em um circuito uma vez que esse seja submetido a um campo magnético variável, e é por necessitar dessa variação no fluxo magnético que os transformadores só funcionam em corrente alternada.
Polaridade de um transformador
Identificar a polaridade de um transformador significa a verificação individual dos terminais das bobinas que tenham a mesma polaridade instantânea, ou seja, os sentidos instantâneos da f.e.m nos enrolamentos. A polaridade dos transformadores depende essencialmente de como são enroladas as espiras dos enrolamentos. Estas podem ter o mesmo sentido ou sentidos opostos. No caso de um transformador monofásico, este pode ser subtrativo (mesma polaridade) ou aditivo (polaridade oposta).
Para transformadores monofásicos, a ABNT recomenda que os terminais de tensão maior sejam identificados por H1 e H2 e os de tensão menor X1 e X 2 de tal modo que os sentidos das f.e.m. momentâneas sejam sempre concordantes com respeito aos índices.
Para determinação experimental da polaridade de um transformador, o método mais utilizado é o método da corrente alternada, devido a sua facilidade e versatilidade.
O primeiro passo é a identificação de qual é o primário e o secundário. Feito isso, o primário é energizado e é feita a medição da tensão do primário e do secundário. O segundo passo é ligar um terminal que será sua referência com um terminal do lado secundário e medir os outros dois terminais. Se a medida for a soma entre a tensão de entrada e a de saída, o transformador possui polaridade oposta. Se a medida for a diferença entre saída e entrada, então o transformador possui a mesma polaridade, como mostrado no esquema a seguir:
Figura 1 - Método da corrente alternada
No exemplo da imagem, se V_3=V_1-V_2, teremos polaridade subtrativa. Se V_3=V_1+V_2, teremos polaridade aditiva.
Existem outros métodos para análise da polaridade de transformadores como o método do golpe indutivo, método do transformador padrão e método do transformador de referência variável.
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