Administração
Por: cristianobessa • 28/5/2015 • Trabalho acadêmico • 816 Palavras (4 Páginas) • 239 Visualizações
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FACULDADE ANHANGUERA DE LIMOEIRO DO NORTE
CURSO: ADMINISTRAÇÃO
DISCIPLINA: PROJETO INTEGRADOR
EQUIPE:
RA: 371554 FRANCISCO MARCELO DA SILVA SAMPAIO
RA: 371561JHEIMYSSON IÃ NOGUEIRA MAGALHÃES
RA: 383735JERDSON CRISTIANO NERI BESSA
A evolução do E-comerce no Brasil
PROFESSOR: RAFAEL SOUSA
Ceará
2015.1
SUMARIO
INTRODUÇÃO ---------------------------------------------------------------------1
CRONOGRAMA -------------------------------------------------------------------3
REFERECIAS -----------------------------------------------------------------------4
INTRODUÇÃO
É notório que o comercio eletrônico já é um dos mercados que mais cresce no Brasil e também no mundo. Ele oferece muitas vantagens, pois conta com baixo investimento e uma rentabilidade muito interessante para os empreenderes que se aventuram nesse mercado que é novo mas esta consolidado. O comportamento do cliente vem mudando muito com o avanço, facilidade, a rapidez e todo o dinamismo que ela proporciona. Os consumidores cada vez mais tem optado pela comodidade, praticidade e a segurança na hora de comprar.
O e-comerce oferece muitas vantagens que vem ao encontro das novas necessidades da sociedade que esta ainda mais dinâmica e que conta com fatores, que cada vez mais vem a colaborar para o crescimento desse tipo de comercio, as dificuldade com o transito, com segurança, com as intempéries do clima, isso tudo fica de lado e em nada interfere nas compras quando se vai ao mercado eletrônico.
O comercio eletrônico vem atraindo cada vez mais empreendedores, são vários os motivos que levam a isso, podemos citar que o baixo custo para a implantação do negocio, sua grande abrangência, disponibilidade 24 horas, baixos custo na divulgação, praticidade na hora das compras, tudo isso leva este tipo de atividade a ter um futuro muito promissor.
De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce está ganhando espaço frente às lojas físicas. Apresentando um crescimento 27% maior que o do ano anterior, o mercado digital arrecadou cerca de R$39 bilhões em 2014. Para o Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar), as vendas físicas não chegaram a dar prejuízo, mas apresentaram uma taxa de crescimento menor do que a do primo digital. Em 2014 o índice de crescimento do varejo físico não ultrapassou a marca dos 5%.
Para iniciar um comercio eletrônico é necessário que se tenha o conhecimento necessário para isso, e vender, não é muito diferente se é de forma virtual ou não, é necessário que se entenda de vendas, que se conheça o publico alvo, e oferecer produtos que atendam de forma satisfatória a essas necessidades, e é preciso conhecer muito bem a características desses consumidores, planejar de forma impecável, para que se escolha o melhor nicho de mercado disponível.
Vender não é problema nesse ramo, mas sim, os problemas, eles existem e são vários, atendimento ao cliente, pré e pós venda, logística e frete, são ponto que ainda representam muitos problemas para esse tipo de mercado, esse são pontos que ainda necessitam de atenção especial e exigem, cada vez mais investimento. Esses fatores são as barreiras que ainda existe para o desenvolvimento cada vez mais acelerado do e-comerce.
O volume do e-commerce tem aumentado significativamente, e as principais dificuldades são relacionadas à infra-instrutora do sistema. As empresas de logística têm feito constantemente investimentos pesados para garantir um bom serviço ao consumidor, o que acaba gerando uma variável de custo que não se sustenta com as políticas de frete grátis atualmente trabalhadas. Precisamos de uma reeducação do consumidor para mostrar o valor do serviço de qualidade prestado. (André Alves; Diretor de internet da livraria Saraiva)
O setor nacional de e-commerce movimentou cerca de R$28,8 bilhões em 2013, o que configura 28% a mais que no ano anterior. Para 2014, a estimativa de crescimento nesse mercado é de 20% (segundo o site e-Bit). O Brasil, hoje, ocupa a 5ª colocação no número de e - consumidores. Para 2016, a previsão de vários consultores e especialistas do setor aponta que nós atingiremos 4,3% do e-commerce global e, elogiavelmente, constaremos no Top 5 desse mercado. Na maré do comércio nacional online, em 2014 as empresas de e-commerce brasileiras obtiveram cerca de 130 milhões de pedidos de compra, e lojas virtuais totalizaram cerca de 13 bilhões de e - consumidores (segundo pesquisa da Conversion).
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