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Atividade Análise e Demonstrações Contábeis

Por:   •  30/3/2025  •  Trabalho acadêmico  •  1.665 Palavras (7 Páginas)  •  11 Visualizações

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matriz de Atividade INDIVIDUAL

        

Estudante: CAIO LOPES MACIEIRA

Disciplina: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

Turma: ONL024ZA-POGFI0601

1. Introdução

A contabilidade é essencial no ambiente corporativo, ajudando no controle do fluxo de caixa, nas entradas e saídas, e na gestão da empresa como um todo. Ela oferece uma visão clara e detalhada da saúde financeira, o que facilita na hora de tomar decisões mais assertivas e bem fundamentadas.

Nos relatórios contábeis, é possível acompanhar os principais índices de desempenho das empresas, oferecendo informações tanto para usuários internos quanto externos. Esses dados também são essenciais para a avaliação dos stakeholders, ajudando na tomada de decisões sobre possíveis investimentos.

Vamos explorar as análises com base nos conceitos estudados na disciplina de Contabilidade Financeira, focando na elaboração e avaliação dos principais índices contábeis da Empresa XPTO, referentes aos anos de 20X1 e 20X2.


2. Análise horizontal

A análise horizontal é um método contábil que tem como objetivo avaliar a variação de indicadores financeiros de uma empresa ao longo de um período específico. Em outras palavras, ela permite observar a evolução dos resultados da empresa ao comparar diferentes momentos no tempo.

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Em 2024, a empresa apresentou um crescimento significativo em diversos indicadores financeiros. Os ativos totais aumentaram em 22%, refletindo uma expansão geral da companhia. A disponibilidade de caixa teve um crescimento impressionante de 609%, o que indica uma melhoria substancial na liquidez.

O estoque também cresceu, com um aumento de 56%, sugerindo um aumento na produção ou aquisição de mercadorias. Já os empréstimos e financiamentos dispararam, com um aumento de 20.240%, o que pode indicar um esforço para financiar novos projetos ou cobrir necessidades de capital.

A receita de vendas de bens subiu 41%, impulsionando a geração de receita, e o lucro bruto aumentou em 28%, sinalizando uma boa performance nas operações principais. No entanto, as despesas e receitas operacionais aumentaram em 54%, o que, somado a outros fatores, resultou em uma queda de 42% no lucro líquido, apontando para uma pressão nos custos e despesas operacionais.

3. Análise vertical

A análise vertical é uma ferramenta de análise financeira utilizada para examinar e interpretar a composição e a estrutura de uma empresa, apresentando cada item das demonstrações financeiras como uma porcentagem em relação a um total específico.

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As contas de maior destaque no ativo são os estoques, que correspondem a 24,5%, e o imobilizado, com 16,2%. No passivo, as principais contas são os fornecedores, representando 34,4%, e o arredondamento mercantil, com 9,7%. No patrimônio líquido, o capital social realizado se sobressai com 26,7%.
O custo das mercadorias vendidas equivale a 24,7% do faturamento da empresa, enquanto as despesas operacionais representam 22%. Já as margens financeiras são de 24,7% para a margem bruta, 1,5% para a margem operacional e 1,5% para a margem líquida

3. Cálculo dos índices de liquidez

Os índices de liquidez são uma ferramenta financeira que ajuda a avaliar a saúde financeira de uma empresa. A partir deles, é possível tomar decisões estratégicas para garantir a solvência do negócio,

Sendo: liquidez imediata, corrente, seca e geral.

Liquidez Imediata:

LI= disponível/passivo circulante

20X2: 1.281.569 / 11.512.179 = 0,11

20X1: 180.799 / 7.203.042 = 0,03

20X1, o índice de liquidez imediata atingiu 0,03, reflexo uma gestão eficaz do fluxo de caixa.

Já em 20X2, mantendo a eficiência na gestão do fluxo do caixa, esse indicador alcançou 0,11.

Liquidez Corrente:

LC= ativo circulante/passivo circulante

20X2: = 14.799.483,00/ 11.512.179,00 = 1,29

20X1 = 12.157.015,00/7.203.042,00 = 1,69

Se compararmos os períodos de 20X2 com 20X1 podemos notar uma redução de -23,83% em sua liquidez corrente. Porém, ainda evidenciando um índice sólido de solvência, possui um índice de 1,29 em capital de giro.

Liquidez Seca:

LS= (ativo circulante – estoque) / passivo circulante

20X2= (14.799.483,00 – 5.459.037,00) / 11.512.179,00 = 0,81

20X1= (12.157.015,00 – 3.509.334,00) / 7.203.042,00 = 1,20

Em 20X1, o índice de liquidez seca atingiu 1,20, demonstrando que, para cada $1 em passivo circulante, a empresa tinha $1,20 em recursos líquidos, desconsiderando os estoques.

Já em 2020, esse índice reduziu-se para 0,81, (redução de 32,42%) indicando que a empresa possuía apenas $0,81 em ativos líquidos para cada $1 de dívida de curto prazo, desconsiderando os estoques.

Liquidez Geral:

LG= (ativo circulante + realizável a longo prazo) / (passivo circulante + passivo não circulante)

20X2: (14.799.483,00 + 1.585.551,00) / (11.512.179,00 + 3.459.364,00) = 1,09

20X1: (12.157.015,00 + 1.491.070,00) / (7.203.042,00 + 3.843.838,00) = 1,24

Ao compararmos a liquidez geral em 20X1, sendo 1,24, com 20X2, houve uma redução de 11,42% resultando em 1,09, mostrando uma redução na capacidade da empresa de cobrir suas obrigações com seus ativos totais.

4. Cálculo da estrutura de capital

A estrutura de capital é o conceito que avalia a segurança proporcionada aos capitais de terceiros, além de demonstrar as políticas de captação de recursos e suas distribuições nos diferentes itens do ativo.

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