Resumo: O Mundo Assombrado Pelos Demônios
Por: Leonardo Siqueira • 12/11/2017 • Trabalho acadêmico • 339 Palavras (2 Páginas) • 1.733 Visualizações
Resumo: O Mundo Assombrado Pelos Demônios
Capítulo 2: Ciência e Esperança
Interesse pela ciência desde pequeno, seu objetivo é divulgar a ciência tentar tornar os seus métodos e descobertas acessíveis aos que não são cientistas. A ciência é mais do que um corpo de conhecimento, é um modo de pensar. Critica a alienação dos povos e o monopólio de informação da América do Norte.
A ciência é uma tentativa, em grande parte bem-sucedida, de compreender o mundo, de controlar as coisas, de ter domínio sobre nós mesmos, de seguir um rumo seguro. Preocupação com o fanatismo e o ressurgimento da pseudociência e da superstição em tempos de escassez.
A ciência está longe de ser um instrumento perfeito de conhecimento. Quando somos indulgentes conosco mesmos e pouco críticos, quando confundimos esperanças e fatos, escorregamos para a pseudociência e a superstição.
A ciência possui um mecanismo de correção de erros que garante o seu sucesso, o processo científico resume-se na apresentação de sua tese que será questionada pelos cientistas presentes. A crítica válida presta um favor ao cientista. Os cientistas não se dão por satisfeitos em deixar o razoável em paz. Têm procurado persistentemente fissuras na armadura newtoniana.
Nenhuma religião contemporânea e nenhum credo da Nova Era leva realmente em consideração a grandiosidade, a magnificência, a sutileza e a complexidade do Universo revelado pela ciência.
As quatro principais razões para transmitir a ciência:
- A ciência pode ser o caminho propício para vencer a pobreza e o atraso nas nações emergentes.
- A ciência providencia um sistema essencial de alerta antecipado.
- A ciência nos esclarece sobre as questões mais profundas das origens, naturezas e destinos - de nossa espécie, da vida, de nosso planeta, do Universo.
- Os valores da ciência e os da democracia são concordantes, em muitos casos indistinguíveis.
Se não praticarmos esses hábitos rigorosos de pensar, não podemos ter a esperança de solucionar os problemas verdadeiramente sérios com que nos defrontamos e nos arriscamos a nos tornar uma nação de patetas, um mundo de patetas, prontos para sermos passados para trás pelo primeiro charlatão que cruzar o nosso caminho.
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