História Do Ovo
Casos: História Do Ovo. Pesquise 862.000+ trabalhos acadêmicosPor: marcia.abnt • 10/9/2013 • 1.090 Palavras (5 Páginas) • 493 Visualizações
ESCOLA ESTADUAL TÉCNICA EM SAÚDE
NO HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR
DISCIPLINA: PORTUGUÊS INSTRUMENTAL I
A HISTÓRIA DO OVO
Porto Alegre
OUTUBRO 2007.
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO 02
2 OVO: UM AMIGO CONHECIDO POR POUCOS 04
3 CONCLUSÃO 06
4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 07
1 INTRODUÇÃO
A eterna pergunta: afinal, quem nasceu primeiro, foi o ovo ou a galinha?
Segundo investigadores do National Geografic, o ovo terá nascido primeiro que a galinha, na medida de os répteis já porem ovos muito tempo antes de existirem galinhas.
A primeira galinha terá nascido precisamente de um ovo colocado por uma espécie ave e não por um galináceo.
Do ponto de vista da biologia, Ovo é o mesmo que Zigoto. É uma célula que se forma após a fusão do núcleo do óvulo (pronúcleo feminino, haplóide) com o núcleo do espermatozóide (pronúcleo masculino, haplóide) por cariogamia, o que dá origem à célula diplóide denominada ovo ou zigoto.
Ovos telolécitos são aqueles que possuem uma quantidade de vitelo tão grande (ainda maior que a do heterolécito) que faz com que as estruturas citoplamáticas e o núcleo fiquem totalmente no pólo animal do ovo. Animais com esse tipo de ovo são as aves, os peixes e répteis.
Veja abaixo a formação do Ovo:
Estima-se, segundo a International Egg Comission, que, em todo o mundo, existam cerca de 4 mil milhões e 700 milhões de galinhas poedeiras. De 800 milhões a mil milhões de poedeiras estão na China; 270 milhões nos Estados Unidos; 270 milhões na UE-15; 152 milhões no Japão; 139 milhões na Rússia; 113 milhões na Índia; 106 milhões no México e 61 milhões no Brasil. Em média, uma galinha poedeira põe 300 ovos/ano.
Em Agosto do ano passado, a American Council of Science and Health anunciou que não comer ovos não é uma atitude prudente, uma vez que o organismo perde todos os aspectos positivos do produto: não é menos nutritivo do que a carne ou o peixe, pois é rico em proteínas que são essenciais para a construção e reparação dos tecidos. Uma opinião também partilhada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) que considera o ovo um produto excelente, tendo em conta a sua composição: é rico em vitaminas do grupo B, em sais minerais e apresenta apenas cerca de 11% de gordura, concentrada apenas na gema.
Uma curiosidade é que por todos estes motivos surgiu o Dia Mundial do Ovo, cujo objetivo é desmistificar que o consumo de ovos faz mal à saúde, nomeadamente aos níveis de colesterol. Estudos científicos têm vindo a demonstrar que numa pessoa saudável, cerca de 4 a 5 ovos por semana, não provocam qualquer aumento dos níveis de colesterol; mas no entanto, conforme informação da comissão International Egg Comission, pessoas que já tenham o colesterol sanguíneo muito elevado não devem abusar deste alimento.
2 OVO: UM AMIGO CONHECIDO POR POUCOS
A qualidade do alimento ovo é conhecida e descrita há muito tempo, pois o mesmo contém todos os nutrientes necessários para formar um animal completo. O ovo contribui à nutrição com uma proteína de alta qualidade, 13 vitaminas e minerais e possui uma baixa concentração calórica.
O ovo contém cerca de 213 mg de colesterol, os quais estão localizados apenas na gema. Como esse valor é relativamente alto, quando comparado com outros alimentos, o ovo tem sido discriminado por profissionais das mais variadas áreas, entre eles médicos e nutricionistas.
Na verdade, importamos dos Estados Unidos o dogma de que o ovo faz mal porque contém colesterol, mas esquecemos de que o consumo médio do americano é de 250 ovos por ano, enquanto no Brasil é de apenas 90. No entanto, países com elevado consumo de ovos como o Japão, Espanha e França têm as menores taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares entre os países industrializados, o que demonstra que o ovo não é o vilão destas doenças.
Outro pesquisador americano, Frank Hu (da Universidade de Harvard) e colegas, publicou na revista da Associação Médica Americana (JAMA, 1999) que comer um ovo diariamente não aumenta
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