QUIMICA FARMACEUTICA
Trabalho Escolar: QUIMICA FARMACEUTICA. Pesquise 862.000+ trabalhos acadêmicosPor: • 23/10/2014 • 305 Palavras (2 Páginas) • 824 Visualizações
Química farmacêutica é a ciência que estuda as propriedades químicas envolvidas na ação terapêutica e tóxica de fármacos, bem como seus mecanismos de ação moleculares e a relação entre a estrutura e atividade. A química farmacêutica, modernamente tem sido chamada de química medicinal, dado a grande interdisciplinaridade e complexidade que a ciência adquiriu.
Além disto, ela descobre, planeja, identifica, analisa e modifica substâncias para possuirem melhor desempenho farmacológico
A farmacoterapia é uma atividade muito antiga de desde antes da escrita. A grande maioria dos agentes quimioterápicos foram introduzidos na terapêutica clínica entre os anos de 1940 a 1980, sendo que alguns já eram conhecidos no início do século X e outros existentes há séculos bem anteriores à nossa era.
Grandes povos antigos como Maias, Incas, Hindus e Chineses já conheciam preparações antimicrobianas eficazes.
O imperador chinês Shen Nung (2735 a.c.) elaborou um livro sobre ervas terapêuticas, onde havia entre as mesmas até ervas com atividade antimalárica. O papiro de Ebers (~1500 a.c.) recomenda a utilização de substâncias dos reinos animal, vegetal e mineral e alguns desses são hoje conhecidos pela sua atividade quimioterápica.
No século IV (460-370 a.c.) Hipócrates recomendou o emprego de sais metálicos para algumas doenças, hoje atribuídas a organismos patogênicos. E, em 50 d.c., Dioscórides (grego) prescreveu produtos naturais para o tratamento dessas mesmas moléstias em seu livro De Materia Medica.
Galeno, em 131-201 d.c., defendeu o emprego de misturas herbáceas para qualquer tipo de moléstia. Os árabes entre os séculos VII e VIII disseminaram sua cultura e prática médica pelos países da Europa, assim como o uso da pomada mercurial. Cabe lembrar que em 1495, Cumano indicou o mercúrio para o alívio dos sintomas da sífilis.
Na Idade Média, no período de 1493 a 1541, Paracelso afirmou que o corpo humano era um grande laboratório químico e que poderia ser tratado pela administração de substâncias químicas (Korolkovas, 1988).
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