Explique o Funcionamento da Democracia Ateniense.
Por: Rafael Silva • 24/10/2023 • Pesquisas Acadêmicas • 384 Palavras (2 Páginas) • 50 Visualizações
1. Explique o funcionamento da Democracia Ateniense.
2. Cite e explique um conselho de Maquiavel para o Príncipe se manter no poder.
3. Como é o Estado de Natureza de Hobbes?
4. Qual a função que o Estado possui no Estado Social de Locke?
5. Qual a função do Judiciário na separação dos poderes de Montesquieu?
6. Qual a função do Corpo Político em Rousseau?
Cite e explique um conselho de Maquiavel para o Príncipe se manter no poder.
Maquiavel nasceu em Florença, capital da região Toscana, na Itália, região fragmentada e formada por pequenos estados governados por Lourenço de Médici.
Entrou para a política aos 29 anos de idade no cargo de Secretário da Segunda Chancelaria onde passava grande parte do seu tempo em viagens representando o governo de Florença para estudar a estrutura política de grandes homens que chegaram ao governo e o que faziam para se manter nele.
Na queda do então governante de Florença, se afastou de sua cidade natal e permaneceu por anos em exilio com o intuito de criar uma obra mostrando suas experiências e dedicar a Lourenço de Médici a fim no novo governo o permitir retornar para a vida política na segunda chancelaria.
Maquiavel escreve de acordo com suas experiencias e relatos históricos de tudo o que havia sido produzido e não baseando-se em metafisica, desta forma, inaugura o realismo político, mostrando como as pessoas se compartam e o que as coisas são.
Maquiavel defende que há várias versões de como ser, como ter e como agir, que pode ser considerado como um mundo imaginário, controverso a realidade em que estava inserido, que é o mundo real.
Para Maquiavel, ninguém consegue ser um homem bom e honesto aos olhos da população em relação a política ou alguma outra situação em que demande poder. “O príncipe que desejar manter a sua autoridade deve aprender a não ser bom, e usar esse conhecimento ou abster-se de usa-lo, segunda a necessidade.”
Defende a ideia de autonomia da política em relação a moral, onde o bom governante deve ter virtú, que é a sagacidade, inteligência, astucia é a pessoa que vai trazer a paz, prosperidade a península itálica. Com isso, mostra ao príncipe, atual governante, que para se manter no poder ele não deveria seguir a moralidade cristã, devendo manter os compromissos até onde o convém, não utilizando da moral.
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