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PRÁTICA 7: CINÉTICA QUÍMICA

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Por:   •  19/10/2014  •  2.224 Palavras (9 Páginas)  •  371 Visualizações

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BEATRIZ BARBOSA

GENUAN ZANON

LETÍCIA GOMES

PATRÍCIA PRADELLA

RAQUEL ASSUNÇÃO

SAMARA CAVALHEIRO

PRÁTICA 7: CINÉTICA QUÍMICA

30/09/2014

1 INTRODUÇÃO

Na prática realizada, diante das observações realizadas, o experimento trouxe algumas questões a serem explicadas tais como o modo que a temperatura e a concentração podem interferir na velocidade de uma reação química.

Primeiramente, é necessário compreendermos o que é uma reação química para discutir-se os fatores mencionados acima.

Uma reação química ocorre quando certas substâncias sofrem transformações em relação ao seu estado inicial (reagentes). Para que isso possa acontecer, as ligações entre átomos e moléculas devem ser rompidas e devem ser restabelecidas de outra maneira. Como essas ligações podem ser muito fortes, geralmente é necessária energia na forma de calor para iniciar a reação. A ocorrência de uma reação química é indicada pelo aparecimento de novas substâncias (produtos), diferentes das originais. Quando as substâncias reagem, às vezes, ocorrem fatos visíveis que confirmam a ocorrência da reação. Dentre eles, podemos destacar: desprendimento de gás e luz, mudança de coloração e cheiro, formação de precipitados, entre outros [1].

Entendendo-se uma reação, podemos então, mencionar de que forma a temperatura e a concentração interferem na velocidade de determinada reação.

Fator temperatura: o aumento na temperatura de uma reação química aumenta a energia cinética das partículas dos reagentes, aumentando a quantidade de choques efetivos e a velocidade das reações, assim quanto maior o tempo para realizar-se uma reação, menor a temperatura, quanto menor o tempo, maior a temperatura e a velocidade de reação. Quanto maior a agitação das partículas reagentes, mais colisões ocorrerão e com mais energia, aumentando a quantidade de partículas que reagirão e, consequentemente, aumentando a velocidade da reação. Em outras palavras, o aumento da energia cinética média das moléculas, proporciona uma distribuição dessa energia, fazendo com que haja mais moléculas com energia suficiente para reagir [2,3]. Este fator é muito observado, por exemplo, no cozimento de alimentos. Caso necessite-se de um tempo menor para o preparo deles, aumenta-se a temperatura, adotando-se para isso uma panela de pressão. O contrário também pode ser observado, quando se quer conservar alimentos e coloca-os na geladeira ou no freezer a fim que se conserve por mais tempo, o produto em condições de consumo, diminuindo a reação de decomposição do alimento.

Fator concentração: um aumento na concentração dos reagentes aumenta a rapidez de uma reação, pois, para que uma reação se efetive é necessário que ocorram choques ou colisões eficazes entre os átomos dos reagentes. Assim, quando aumenta-se a concentração de reagentes, haverá uma maior quantidade de moléculas presentes no sistema em um mesmo espaço, o que acarretará em aumento nas suas colisões em um mesmo intervalo de tempo e, consequentemente, uma maior probabilidade de ocorrerem choques efetivos ou eficazes. O contrário também é verdadeiro [4].

2 OBJETIVOS

- Compreender a cinética química e os principais fatores que estão envolvidos com esta.

- Verificar experimentalmente os efeitos da concentração e da temperatura sobre a velocidade das reações químicas.

3 MATERIAS E MÉTODOS

3.1 Materiais utilizados

- 9 tubos de ensaio

- 1 estante para tubos de ensaios

- 2 peras

- 2 pipetas graduadas de 10 mL

- 1 cronômetro

- 3 béqueres de 100 mL

- 1 pisseta

- 1 termômetro

- 1 almofariz

- Cubos de gelo

3.2 Reagentes utilizados

- Solução 0,02 mol. L-1 de IO3- (KIO3) - iodato de potássio

- Solução a 0,04% p/v de HSO3- (NaHSO3) - bissulfito de sódio

- Água destilada

3.3 Procedimento Experimental

1º Atividade:

-Numerou-se 3 béqueres de 100 mL de 1 a 3.

-Adicionou-se em cada béquer, respectivamente, solução de IO3- (iodato de potássio), água destilada e HSO3- (bissulfito).

- Em seguida, numerou-se 5 tubos de ensaio de 1 a 5.

- Colocou-se os 5 tubos de ensaio em uma suporte para os mesmos.

- Com o auxílio de uma proveta graduada de 10 mL e uma pera, transferiu-se do béquer 1 para cada tubo de ensaio, quantidades específicas da solução de IO3- .

- Em seguida, nos mesmos tubos, adicionou-se algumas mL de água.

- Agitou-se os tubos de ensaio.

- Com o auxílio de outra pipeta graduada, adicionou-se certa quantidade da solução de HSO3-, nos tubos de 1 a 5.

- Utilizando-se de um termômetro, marcou-se o tempo desde o começo da mistura até o início do aparecimento de uma coloração específica.

-Anotou-se o tempo necessário para se observar esta coloração em cada tubo de ensaio.

2º Atividade:

- Adicionou-se em um tubo de ensaio certa quantidade da solução de IO3- (iodato de potássio).

- Prosseguindo-se, também se adicionou em outro tubo de ensaio uma quantidade da solução de HSO3-. (bissulfito de sódio).

- Colocou-se os dois tubos

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