Tratamento De Sementes
Ensaios: Tratamento De Sementes. Pesquise 862.000+ trabalhos acadêmicosPor: maykon.paiva • 4/11/2013 • 292 Palavras (2 Páginas) • 572 Visualizações
RESUMO DOS ARTIGOS
O tratamento de semente no Brasil é feito desde 1980 onde estudos mostraram que com produtos químicos as sementes têm um ma
ior vigor e germinação diferentemente das sementes não tratadas.
As doenças iniciais são as principais causadoras de danos no estabelecimento do stand e consequentemente afetando a produção, tendo como a principal doença (fungo) na cultura do algodão Rhizoctonia solani Kuhn, uma das melhores formas de combater esta doença é o tratamento de sementes com fungicidas.
Segundo GOULART, A.C.P o tratamento de sementes com fungicidas é indispensável para a cultura do algodão diminuindo os patógenos presente no solo, diminuindo “tombamento” de plântulas ou “mela” que vem sendo uma das principais doença inicial na cultura do algodão
Dentre as doenças que atacam o algodoeiro, o "tombamento" é considerado uma das principais, sendo causado por um complexo de fungos de solo e de semente, os quais, ocorrendo separadamente ou em combinação, podem ocasionar o tombamento de pré e pós-emergência das plântulas. Os principais agentes etiológicos causadores do tombamento de plântulas de algodoeiro são Rhizoctonia solani Khun
O tratamento de sementes de algodoeiro com mistura de fungicidas eficientes tem sido, até o momento, uma das alternativas mais eficazes e econômicas para minimizar os efeitos negativos dos patógenos que causam tombamento de plântulas (Carvalho et al., 1985; Cia e Salgado, 1997; Davis et al., 1997; Wang e Davis, 1997).
Com base nos artigos cientifico GOULART, VOM PINHO e MERTZ et al, o tratamento de sementes e bioprotetores vem sendo cada dia mais importante para o controle de fungos presente no solos e nas sementes, com isso é de extrema importância ser feito o tratamento de sementes antes do plantio para obter controle efetivo e um bom stand de plântulas e uma boa produtividade das cultivares.
REFERENCIA BIBLIOGRAFICAS
http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/255765/1/BP200846.pdf
http://www.abrates.org.br/revista/artigos/1995/v17n1/artigo05.pdf
http://www.scielo.br/pdf/cr/v30n2/a03v30n2.pdf
http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=33113635003
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31222009000100019
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