HOMOFOBIA E DIVERSIDADE SEXUAL
Trabalho Escolar: HOMOFOBIA E DIVERSIDADE SEXUAL. Pesquise 862.000+ trabalhos acadêmicosPor: fabilimac • 8/5/2014 • 1.014 Palavras (5 Páginas) • 815 Visualizações
UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ
CURSO DE GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL
DISCIPLINAS: Ética, Política e Sociedade, Antropologia, Formação Social, Política e Econômica do Brasil, FHTM do Serviço Social I
PROFESSORES: Marcia Bastos, Giane Albiazzetti, Gleiton Lima e Rosane Malvezzi
Fabiana de Lima Costa
HOMOFOBIA E DIVERSIDADE SEXUAL
Boa Vista, RR
2013
FABIANA DE LIMA COSTA
HOMOFOBIA E DIVERSIDADE SEXUAL
Trabalho em Serviço Social. Apresentado à Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção de média bimestral nas disciplinas de: Ética, Política e Sociedade, Antropologia, Formação Social, Política e Econômica do Brasil, FHTM do Serviço Social I.
Orientador: Prof. Marcia Bastos, Giane Albiazzetti, Gleiton Lima e Rosane Malvezzi
Boa Vista, RR
2013
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO ........................................................3
2 DESENVOLVIMENTO ...........................................4
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS ...................................6
4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
3
1 INTRODUÇÃO
Homofobia e diversidade sexual é um tema que retrata os conceitos de uma Sociedade, que apresentam pensamentos a favor ou contra grupos de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais, (GLBTT). Existem violências muito graves contra essas pessoas, como: Racismo, Homofobia, discriminação. A violência contra homossexuais tem representado um tema central para o ativismo e, progressivamente, também para governos e para a mídia. A denúncia de agressões e discriminações motivadas pela orientação sexual ou sexualidade passou a ser marco importante para a trajetória do movimento homossexual brasileiro, que divulgou a expressão “homofobia” para caracterizar esse tipo de violência.
4
2 DESENVOLVIMENTO
Como a sociedade brasileira vem reagindo a violência sobre homofobia e diversidade sexual? O Brasil não está preparado para aceitar as escolhas e as opções sexuais desse grupo GLBTT. Assim, reage com violências, preconceitos raciais, discriminação sobre essas pessoas, e o Estado não oferece nenhum tipo de segurança, e nem políticas públicas para enfrentar a violência.
O tema da violência foi estruturante para a constituição de outras matrizes de identidades coletivas no Brasil, como ocorreu com o movimento de mulheres no final dos anos 1970, que elegeu “quem ama não mata” como uma de suas bandeiras e definiu a criação das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher como uma de suas primeiras demandas. Ocorreu um processo semelhante com o movimento negro, que estabeleceu o racismo e sua criminalização como a principal trincheira de luta nos anos 1980 e 90. Nos três casos, as “violências específicas” violência de
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