Quem sou como professora e aprendiz
Artigo: Quem sou como professora e aprendiz. Pesquise 862.000+ trabalhos acadêmicosPor: nolokos • 17/11/2013 • Artigo • 1.549 Palavras (7 Páginas) • 489 Visualizações
“Quem sou como professora e aprendiz”
Sou uma profissional que procuro sempre me capacitar, pois tenho em mente que a aprendizagem é contínua e perpetua por toda vida.
A capacitação é tão importante para a melhoria de minha atuação que apesar de já possuir duas especializações, hoje realizo uma outra especialização que é em educação inclusiva e este curso de aperfeiçoamento sobre as tecnologias.
Acredita-se que a educação precise de profissionais qualificados que busque diferentes maneiras de ensinar, onde o aluno aprenda de forma concreta , melhorando e aplicando esses conhecimentos na sua vida pessoal,social,política e profissional.
Dentro da minha atuação procuro traçar objetivos e atingi-los conforme o meu cotidiano, utilizando projetos de ensino e de aprendizagem para o fortalecimento do processo ensino aprendizagem, pois acredito que a troca de conhecimentos seja tão importante quanto a realização de cursos,pois quando ensinamos também aprendemos é o chamado educação compartilhada que aprendemos com o meio,ou seja, com a sociedade em geral.
Sou técnica em educação, porém nunca deixei de atuar em sala de aula como professora ,pois gosto de conhecer a realidade da sala de aula, as vezes é cansativo,porém gratificante,pois consigo realizar-me e ter uma verdadeira identidade profissional como professora e aprendiz, porque o conhecimento seja ele empírico ou formal contribui para o ensino aprendizagem nas diversas disciplinas em que está inserida os conteúdos curriculares.
Postado por IRLIANA às 06:52 2 comentários:
MINHA OPINIÃO QUANTO AO USO DO COMPUTADOR E DAS TICs NAS ESCOLAS PÚBLICAS
Eu diria que o ambiente escolar necessita de algo mais prazeroso, atrativo e agradável ao educando. Para que isso aconteça não é só o computador chegar até as escolas e imaginar que a tecnologia está presente, precisa de algo mais, como o envolvimento dos profissionais da educação neste processo.
O profissional de educação deve se envolver e buscar melhorar a sua práxis, ou seja procurar novas estratégias,novas metodologias que contribuam de forma positiva para o cotidiano escolar.
O educador é um profissional que deve está sempre se qualificando, se aperfeiçoando , pois são muitos os desafios a enfrentar nesta caminhada ; a inclusão digital é um desses desafios das últimas décadas.
A internet e todas as outras tecnologias estão presentes no cotidiano do nosso educando, e cada dia vem crescendo e fascinando os jovens em geral, com novas opções de informações e comunicação.
A internet é considerada uma das inciclopédias mais completa do mundo moderno, pois através da internet as pessoas conversam, pesquisam e atualizam seus conhecimentos.
O uso das TICs nas escolas públicas propicia uma melhor qualidade e uma gestão menos complexa, o que faz com que as escolas se tornem mais interessante e atrativa para o educando,é esta escola que queremos.
Postado por IRLIANA às 06:40 Nenhum comentário:
terça-feira, 16 de junho de 2009
As pererecas sapecas
Postado por IRLIANA às 07:58 Nenhum comentário:
Crianças com deficiências: família, escola inclusiva e sociedade caminhando juntas
Quem é pai ou mãe de uma criança com deficiência sabe das dificuldades que encontramos para inseri-las na vida cotidiana. Nos últimos anos ouvimos falar em educação inclusiva ou inclusão social. Mas o que é isso e qual o papel do pai ou mãe neste processo inclusivo?
O reconhecimento da necessidade de uma inclusão social surgiu da união de forças de pessoas, espalhadas por todo o mundo. A participação das pessoas com deficiência, suas famílias e amigos, foi fundamental para que fossem organizados grupos, no intuito de garantir os direitos essenciais às pessoas deficientes. Sabemos que esses direitos referem-se à educação, à saúde, ao trabalho, ao esporte, ao lazer e a todos os serviços públicos. O Brasil é reconhecidamente um país com uma legislação muito avançada no que diz respeito à inclusão. Devemos isso à Constituição de 1988, que no momento de elaboração teve a participação ativa dos grupos representativos das pessoas com necessidades especiais. Porém, ainda é um grande desafio fazer com que os direitos adquiridos na Constituição Cidadã de 1988, sejam transferidos para a vida dessas pessoas e consequentemente para a instituição escolar.
Esbarramos em muitos obstáculos. A questão não é simplesmente incluí-las, mas trata-se de construir prédios que facilitem o ir e vir de todos, escolas capacitadas para recebermos alunos com deficiência, além de serviços de saúde com profissionais para atender essas pessoas. Todo este aparato é necessário para que a educação inclusiva aconteça realmente.
A sociedade inclusiva que sonhamos e precisamos, depende de cada um de nós e da ação conjunta dos órgãos competentes.
Numa educação inclusiva, as diferenças sociais, culturais e individuais são vistas, enquanto oportunidades para o enriquecimento do processo ensino-aprendizagem e a interação entre os seres humanos.
Necessita-se de uma profunda mudança no comportamento e na atitude de todas as pessoas, em especial das famílias das pessoas com deficiências. O processo de mudança a que nos referimos depende da formação de cada ser humano, que começa em casa. A família é responsável pela construção de valores, hábitos e opiniões sobre as coisas, os objetos e o mundo que nos cerca.
O mundo atual reconhece a necessidade das escolas inclusivas,
Essas escolas permitem que as crianças aprendam umas com as outras, reconhecendo e valorizando as diferenças entre seus colegas. As crianças com deficiência aprendem a conviver em um ambiente novo, fora do meio familiar ao qual estão acostumadas. Essa nova realidade pode trazer muitos benefícios para o seu futuro. A instituição escolar, enquanto um recurso comunitário representa a sociedade tal como ela é.
Mas como identificar uma escola inclusiva? Alguns critérios são necessários para que possamos matricular nossos filhos com deficiência numa instituição escolar. A família deve investigar se a escola respeita e valoriza alunos com diferentes características. Sejam eles: meninos
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