Relatório de Estágio Supervisioinado
Por: PatriciaAssis40 • 15/6/2015 • Trabalho acadêmico • 2.214 Palavras (9 Páginas) • 141 Visualizações
FACULDADE INTERNACIONAL DE CURITIBA
PATRICIA FÉLIX DA COSTA ASSIS, RU 288427, TURMA 2012.
PORTIFÓLIO DE PESQUISA E PRÁTICA PROFISSIONAL –
EDUCAÇÃO ESPECIAL
MARÍLIA
2013
FACULDADE INTERNACIONAL DE CURITIBA
PATRÍCIA FÉLIX DA COSTA ASSIS, RU 288427, TURMA 2012.
PORTIFÓLIO DE PESQUISA E PRÁTICA PROFISSIONAL –
EDUCAÇÃO ESPECIAL
Relatório de Portifólio de Pesquisa e Prática Profissional – Educação Especial apresentados a UTA – Corporeidade e Inclusão no curso de Pedagogia a Distância da Faculdade Internacional de Curitiba.
Tutor: Sandra Teles Pelegrine
Centro Associado: Marília
MARÍLIA
2013
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO .....................................................................................................04
2 DESENVOLVIMENTO..........................................................................................05
2.1 APRESENTAÇÃO DOS DADOS COLETADOS.................................................08
2.1.1 CARACTERIZAÇÃO DA INSTIOTUIÇÃO ESCOLAR.....................................08
2.1.2 ENTREVISTAS COM 05 PROFISSIONAIS......................................................09
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS..................................................................................12
REFERÊNCIAS.........................................................................................................13
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1. INTRODUÇÃO
A pesquisa é uma atividade que proporciona a construção do conhecimento em educação especial e permite uma reflexão sobre a importância da inclusão escolar desde a educação infantil, seguindo-se o ensino fundamental e médio.
De acordo com Bérgamo (2010) a pesquisa em contextos educativos constitui-se numa pratica indispensável, pois permite entender melhor os aspectos pedagógicos, administrativos, políticos entre outros, que estão atrelados à educação e à inclusão dos alunos com necessidades educativas especiais no ensino regular.
Para a formação do futuro docente a pesquisa é considerada como um dos princípios mais significativos para a construção do conhecimento e por isso, torna-se uma atividade indispensável à pratica pedagógica.
Em se tratando de educação especial a inclusão escolar requer a teoria e a prática relacionadas ao atendimento dos alunos com necessidades educativas especiais.
Nesse sentido, é fundamental a união entre teoria e prática na educação especial para que os futuros pedagogos/professores possam adquirir um olhar crítico e reflexivo do contexto escolar. A realização da pesquisa na educação especial fornecerá subsídios para uma melhor atuação na realidade educacional que é complexa, tendo em vista a diversidade dos alunos que a escola acolhe a fim de promover o acesso aos saberes que compõem o currículo, a atuação de professor em sala de aula e o ritmo de aprendizagem dos alunos
A metodologia adotada para a realização das atividades do Relatório da Pesquisa e Prática Profissional foi a entrevista com profissionais da educação especial e a pesquisa bibliográfica para a construção do referencial teóricos e a observação da instituição escolar pesquisada.
Itens trabalhados no presente Relatório:
- Introdução
- Caracterização da Instituição Escolar
- Desenvolvimento
- Entrevista com 5 profissionais da área
- Análise dos dados coletados
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2. DESENVOLVIMENTO
TÍTULO: EDUCAÇÃO INCLUSIVA – Atendendo as Diferenças
A pesquisa significa “a investigação feita com objetivo expresso em obter conhecimento especifico e estruturado sobe um assunto preciso” (BÉRGAMO, 2010, p.12)
Para que haja uma unidade entre teoria e prática na educação especial: pesquisa e prática, os futuros pedagogos/professores necessitam imergir no contexto escolar com olhar de pesquisador – olhar crítico e reflexivo. Segundo Bérgamo (2010) o olhar atento no contexto educacional é fundamental para verificar os fenômenos educativos que ali se manifestam e a partir daí, poder compreendê-los melhor.
A pesquisa; enquanto principio educativo privilegia o processo de aprendizagem do futuro docente, uma vez que o leva a indagar sobre as propostas adotadas pela escola para lidar com as necessidades educativas especiais de seus alunos e buscar as teorias que melhor embasem a sua prática pedagógica.
Conforme Bérgamo (2010) ao longo da história da humanidade as pessoas com deficiência foram inicialmente, tratadas da pior maneira possiel. A história relata verdadeiras barbáries, pois era praticado o infanticídio quando se verificava que uma criança apresentava alguma anormalidade.
Na Grecia Antiga, Esparta, cidade militar, tinha uma ideologia fundamental no homem ideal, perfeito, forte e atlético. As crianças que apresentavam deficiência eram eliminadas ou deixadas ao abandono.
A sociedade só tomou consciência da necessidade de prestar apoio às pessoas deficientes no final do século VXIII e inicio do século VIX. Era um apoio assistencialista em abrigos com alimentos, medicamentos e alguma atividade. Esse falso apoio era porque essas pessoas eram consideradas um perigo para a sociedade.
Foi a partir do inicio do século XX que foi se consolidando a obrigatoriedade da expansão da escolarização básica e, então, surgiram alunos que apresentavam dificuldades para acompanhar o ritmo de aprendizagem dos demais. “A esse movimento de escolarização universal foi dado a denominação de “escola de
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massas”, que revelou o caráter elitista e classista da escola tradicional como instrumento da classe dominante” (BERGAMO, 2010, p.35).
Segundo a mesma autora, o ingresso dos alunos com necessidades educacionais especiais foi denominado de integração, movimento em defesa dos interesses de pessoas deficientes, pois de forma mais restrita. Na sequencia veio à inclusão, mais abrangente, que divide a responsabilidade do aprendizado com a escola e toda a comunidade.
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