Escola De Formação De Oficiais Da Marinha Mercante
Por: Junior Portela • 25/2/2023 • Trabalho acadêmico • 1.674 Palavras (7 Páginas) • 92 Visualizações
[pic 1]
MARINHA DO BRASIL
CENTRO DE INSTRUÇÃO ALMIRANTE BRAZ DE AGUIAR
ESCOLA DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA MARINHA MERCANTE
FLAVIO PORTELA FIGUEIREDO DE MESQUITA JUNIOR
ANDRÉ PIRES AVELINO
BELÉM-PA
2018
SUMÁRIO
- INTRODUÇÃO .........................................................................................3
- RESISTENCIA AO ENROLAMENTO E DESENROLAMENTO DE
CABOS E CORRENTES EM SUPERFÍCIES CILINDRICAS ..................4
2.1 CORDAS E CABOS.................................................................4
2.2 CAUSAS PRINCIPAIS QUE ORIGINA A RIJEZA..................4
2.3 PERDAS POR RIJEZA NAS CORDAS...................................5
2.4 CORRENTES ..........................................................................6
2.5 PERDAS POR RIJEZA NAS CORRENTES............................7
- CONCLUSÃO...........................................................................................8
- BIBLIOGRAFIA........................................................................................8
INTRODUÇÃO
As cordas são o mais antigo tipo de liga, que se conhece. Elas são produzidas a partir de fibras que são torcidas, trançadas ou encapadas. Antigamente as fibras que se utilizavam na fabricação de cordas eram fibras naturais como Sisal ou Cânhamo.
Atualmente, essas fibras são substituídas por fibras sintéticas como Poliamida, Poliester ou Polipropileno que as vezes são comercializadas com nomes comerciais como nylon, diolen, trevira e outros. Como diferenciar as diversas fibras: Uma vez que existem diversos tipos de fibras com diferentes capacidades, é necessário que se saiba qual é a fibra para se conhecer sua capacidade de carga.
Resistência ao Enrolamento e Desenrolamento de cabos e correntes em superfícies cilíndricas.
Os elementos flexíveis ao serem enrolados sobre um cilindro, oferecem certa resistência chamada RIGIDEZ ou RIJEZA.
1-CORDAS E CABOS: uma corda, ou um cabo, quando enrolar sobre uma polia apresenta certa resistência, razão pela qual se verifica um desvio do eixo na corda da tangente à polia.
As causas principais que originam a rijeza são:
- Compressão das fibras situadas mais próximas da polia e tração das fibras mais afastadas.
- Atrito de escorregamento entre fibras da corda ou dos fios dos cabos.
- Deformação elástica do material.
Indicando com:
F = Força motora
Q = Força movida
[pic 2] = desvio da carga Q
Tomando os momentos de todas as forças em relação ao centro O, teremos:
[pic 3]
A parcela [pic 4] representa o atrito de enrolamento ou perdas por rijeza de enrolamento. Para reduzir estas perdas, na prática costuma-se fazer:
[pic 5] | Cordas de Cânhamo |
[pic 6] | Cabos de aço para transmissão de potência. [pic 7]=diâmetro do fio do cabo |
[pic 8] | Cabo de aço para aparelhos de levantamento. (se sacrifica a vida do cabo em favor do espaço) |
[pic 9] | Correias planas de transmissão. e= espessura da correia |
Desprezando o valor de r por ser muito pequeno em relação a R, teremos que as perdas por rijeza de enrolamento são:
[pic 10]
Quando há um enrolamento e desenrolamento, a mesma resistência que se opõe ao enrolamento se verifica também no desenrolamento.
Teremos:
[pic 11]
Fazendo a hipótese que [pic 12] e, supondo que o acréscimo de força para vencer a rigidez de enrolamento seja o mesmo para o desenrolamento, isto é, para a avaliação da rijeza podemos considerar [pic 13], logo a expressão acima se transforma em:
[pic 14]
As perdas por enrolamento e desenrolamento são dadas por:
[pic 15]
Em geral, a perda percentual devida à rijeza é [pic 16].
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