A EMPRESA VANESSA ARANTES
Por: lopesguilherme1 • 23/9/2019 • Trabalho acadêmico • 1.274 Palavras (6 Páginas) • 149 Visualizações
CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA
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Curso Administração
8° Período
PROJETO INTERDISCIPLINAR
INTEGRANTES:
Arthur Machado
Bárbara Lidiane
Eliene Pereira
Fabiana Inocêncio
Gisele de Souza
A EMPRESA VANESSA ARANTES
Todo o projeto será desenvolvido na empresa Ferreira Arantes Confecções Ltda., nome fantasia Vanessa Arantes, que atua no mercado de confecção têxtil há 31 anos e que atualmente conta com 39 colaboradores.
A confecção está localizada no Prado, um dos mais tradicionais bairros atacadistas na produção de moda da capital mineira, o qual também expõe o melhor da confecção da capital mineira. Belo Horizonte já é uma das capitais do país consideradas como berço da moda graças à exportação de profissionais como Ronaldo Fraga e Victor Dzenk. A cidade é referência nacional na produção de moda e são inúmeras as regiões da cidade que se destacam nesse importante setor econômico: Lourdes, Savassi, Barro Preto e Prado.
A marca VANESSA ARANTES nasceu em 1988, criada por Rosemary Ferreira e Vanessa Arantes, com o objetivo de criar e difundir um produto de moda dinâmico e moderno. Especializada em moda feminina casual fashion, os produtos são a síntese de um trabalho cuidadoso, sempre atento às exigências da mulher moderna, com compromisso entre a desenvoltura informal e a elegância, e se transforma em um produto pronto através do justo equilíbrio entre criatividade, design e tecnologia. O diferencial da marca está na qualidade dos produtos e exclusividade das estampas.
A Ferreira Arantes Confecções LTDA – Vanessa Arantes é uma LTDA., termo jurídico que se refere ao tipo de empresa organizada por cotas, onde cada sócio tem responsabilidade limitada. Este tipo de sociedade empresarial é o modelo de pessoa jurídica mais comum no Brasil.
A empresa se enquadra no Simples Nacional, regime tributário diferenciado que contempla empresas com receita bruta anual de até R$ 3,6 milhões - limite que será de R$ 4,8 milhões em 2018.
DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL
Um dos métodos utilizados para a realização do trabalho foi o estudo de caso, que segundo Gil (1987, p. 57), estimula o pesquisador a novas descobertas, justamente devido à flexibilidade do planejamento. É comum, ao longo da pesquisa descobrir-se aspecto diverso do esperado e mais relevante para a solução do problema que encontrado dentro da organização explorada. No que diz respeito ao instrumento de coleta de dados foi realizado entrevista com a proprietária da empresa.
A entrevista tem por objetivo delinear o perfil da empresa, a fim de conhecer melhor seus clientes, concorrentes e seu mercado de atuação.
Conversando com algumas clientes e acompanhando a rotina de atendimento da equipe de vendas do showroom, a empresária e sua assistente administrativa Bárbara Lidiane - que integra este grupo de trabalho - identificaram algumas falhas, especificamente, no pós venda do atendimento ao cliente. Segundo a assistente administrativa, não existe um processo de pós-venda estruturado, que permita medir a satisfação do cliente com os produtos, com o atendimento e mensurar o volume de vendas de cada produto por praça.
A empresa conta com um sistema de gestão integrada (TAP), software específico para auxiliar na gestão de uma confecção de pequeno/médio porte. O sistema detém ótimos recursos para o controle de toda a cadeia produtiva do negócio. Contudo, o sistema é subutilizado uma vez que, os colaboradores não conhecem sua funcionalidade, e nem sabem com quais dados o sistema deve ser alimentado, a fim de que sejam transformados em informações úteis, e essas em conhecimento que configure uma vantagem competitiva diante dos concorrentes.
Além da qualidade dos produtos e de estampas exclusivas, a empresária quer tornar o atendimento ao cliente Vanessa Arantes um fator decisivo na escolha do cliente pela marca. Na relação B2B, o Atacadista precisa direcionar seus esforços para entender como é a relação do Varejista com seu Cliente, por meio da análise dos históricos de vendas, é possível identificar qual o perfil do consumidor de cada Atacadista e tornar a venda mais objetiva e assertiva.
Algumas das falhas apontadas:
1) falta ou pouco conhecimento do produto, suas características, seus usos e vantagens em relação aos concorrentes;
2) a não interpretação das necessidades e desejos dos consumidores por parte dos vendedores;
3) falta de orientação aos vendedores sobre os objetivos da empresa, suas metas e sua posição no mercado;
4) ausência de um processo estruturado de pós-venda que permita traçar um perfil de compras de cada cliente;
5) desconhecimento dos recursos que o sistema disponibiliza para o gerenciamento da carteira de clientes;
6) falta de direcionamento sobre quais informações são relevantes para que se faça uma boa venda e se fidelize um cliente;
“Quem compra para revender procura produtos que proporcionem maior lucratividade, contribuam para a construção de imagem de revenda e sejam promotores de vendas para produtos com menor franquia, atendendo aos produtos retirados pelo varejo ou criando tráfego nas lojas varejistas. Basicamente, um produto para revenda deve ter a capacidade de giro rápido, fruto de sua boa aceitação no mercado”.
José Luiz Meinberg
Um giro rápido de estoque representa a possibilidade de maior lucratividade pela rápida reposição de capital inicial investido, mais custos, mais lucros. Para potencializar os resultados as confecções precisam enxergar a dinâmica do varejo, para atenderem melhor às demandas do atacadista.
Para conhecer melhor a empresa aplicou-se uma das principais técnicas de trabalho em todos os tipos de pesquisa nas ciências sociais e instrumento básico de coleta de dados (Ludke e André 1986, PP 33-38), a entrevista. Realizada com uma das proprietárias, a senhora Rose Ferreira, a entrevista com questões pré-formuladas, possibilitou a identificação das potencialidades e fragilidades da confecção. Entre elas salienta-se a ausência de técnicas de capacitação de clientes novos.
Entrevista com a proprietária Rose Ferreira
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