O humor como abordagem criativa na publicidade, e o erotismo
Por: Luiza de Almeida • 10/5/2017 • Resenha • 417 Palavras (2 Páginas) • 259 Visualizações
O humor como abordagem criativa na publicidade:
Segundo MENNA BARRETO:
Tratando o assunto como arriscado, Menna cita tanto comerciais bem sucedidos no humor, quanto outros que não deram muito certo. E deixa claro que essa incerteza a cerca de se o humor funciona ou não, sempre existirá, e que na duvida é melhor não abusar. Pois como ele mesmo disse: “Vende – mas cuidado.”.
Segundo SHIMP:
O humor é eficaz para atrair a atenção, pois aumenta o gosto pela propaganda e marca anunciada. Os anunciantes devem ser cuidadosos ao usar humor nos anúncios, pois os efeitos são distintos, dependendo de classe social, de características do publico, do local em que o comercial é veiculado, da cultura e etc. Shimp defende também que o humor não esteja em foco, para que não ofusque o produto anunciado.
Segundo MADUREIRA:
Segundo os estudos de Madureira a cerca do assunto, o humor pode prejudicar muito a publicidade, visto que é um tipo de agressão a algo ou alguém, e também pelo fato de ser muito local e temporal, podendo perder valor de uma cidade para outra, mesmo sendo no mesmo país. Portanto, Madureira defende a idéia do humor dosado e por quem saiba usar.
O erotismo como abordagem criativa na publicidade:
Segundo MENNA BARRETO:
Menna defende a idéia de que em algum momento, para criar anúncios eficazes, terá de usar a apelação, e a apelação sexual como sugestão ou duplo sentido pode ser muito eficaz. Ele deixa claro também, que a abordagem sexual é necessária para algumas marcas, como de lingerie, ou de roupa intima masculina. Portanto, necessidade é a palavra para a abordagem sexual na publicidade, segundo Menna.
Segundo SHIMP:
Shimp deixa claro que os papéis que o sexo assume na propaganda são nudez e sugestão, e que não se sabe qual das duas maneiras é mais eficaz. O conteúdo sexual ao mesmo tempo em que chama atenção consegue segurar essa atenção por mais tempo, e por isso também é tão usado, pois além de tudo, Shimp ainda explica que o fato de conter apelo sexual num anuncio, faz esse anuncio ser mais memorável, aumentando a recordação do público quando o produto é bem associado a esse apelo.
Segundo MADUREIRA:
Apesar de concordar com Menna sobre o assunto, Madureira defende novamente que tudo tenha limite e seja colocado de forma pensada, visando à aceitação do produto. Levando em conta também que produto está sendo anunciado, o apelo sexual, o público alvo, o meio e o horário, que, segundo Madureira, depende apenas do bom-senso do anunciante, pensando sempre no retorno que isso vai dar.
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