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Ética e Direitos Humanos

Por:   •  24/3/2025  •  Pesquisas Acadêmicas  •  1.837 Palavras (8 Páginas)  •  14 Visualizações

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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ

CURSO DE PSICOLOGIA

CAMPUS ALCÂNTARA

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ÉTICA E DIREITOS HUMANOS

- Amanda Vieira Antunes – 202302813585

- Greice Bastos Silveira Porto – 2019 0409 9513

- Hemerson Lucas da Silva Sousa – 202302277675

- John William Makant –202309562464

- Mateus Gomes da Silva – 202002418621

- Maria Clara de Souza Machado – 202302277731

- Witória de Moura Azeredo – 202302277705

 

Professora Orientadora: Noeli de Almeida Godoy

São Gonçalo

Abril/2024

ÉTICA E DIREITOS HUMANOS

Trabalho apresentado para a disciplina de Ética e Direitos Humanos

Orientadora: Profa. Noeli de Almeida Godoy

Niterói

Março/2023

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO        4

1. TEMA        4

2. PROBLEMA        4

3. OBJETIVOS:        4

4. JUSTIFICATIVA        4

5. REFERENCIAL TEÓRICO        5

6. METODOLOGIA        8

7. ORÇAMENTO        8

8. CRONOGRAMA        8

9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS        8

INTRODUÇÃO

  1. TEMA

O bullying, a violação da ética e direitos humanos

  1. PROBLEMA

Como promover um ambiente escolar seguro e respeitável, livre da intimidação e sofrimento causado pelo bullying

Hipótese: A ausência da rede de apoio no ambiente escolar é um agente facilitador do bullying

  1. OBJETIVOS:

Objetivo geral: Identificar a interseção entre o bullying e direitos humanos, visando um ambiente escolar seguro e inclusivo.

Objetivo específico: Aprofundar nas questões éticas enfrentadas pelos profissionais envolvidos na prevenção do bullying escolar.

Destacar as estratégias e práticas que tem o objetivo de criar um ambiente seguro e respeitoso na comunidade escolar.

Analisar os principais desafios éticos enfrentados por professores e colaboradores no contexto do bullying escolar.

  1. JUSTIFICATIVA

A problemática do bullying escolar é uma questão de grande relevância e impacto nas comunidades educacionais, demandando uma abordagem ética e cuidadosa por parte dos profissionais envolvidos na prevenção e intervenção desse fenômeno. Diante desse contexto, justifica-se a realização deste estudo que se propõe a aprofundar-se nas questões éticas enfrentadas pelos profissionais que lidam com o bullying escolar, com o intuito de promover um ambiente escolar seguro e respeitoso para todos os membros da comunidade educativa.

A necessidade de investigar as questões éticas relacionadas ao bullying escolar surge da complexidade das interações humanas no ambiente escolar, onde profissionais enfrentam dilemas éticos ao lidar com situações de conflito, confidencialidade, equidade e responsabilidade profissional. A compreensão desses desafios éticos é essencial para o desenvolvimento de estratégias e práticas eficazes de prevenção e intervenção.

Ao explorar o papel dos profissionais da escola na promoção dos direitos humanos dos alunos, este estudo busca contribuir para a construção de ambientes escolares inclusivos, onde cada indivíduo seja respeitado e protegido contra o bullying. Destacar as estratégias e práticas que visam criar um ambiente seguro e respeitoso para todos os membros da comunidade escolar é fundamental para orientar ações concretas de intervenção.

Além disso, a análise dos principais desafios éticos enfrentados pelos profissionais da escola no contexto do bullying escolar permitirá identificar lacunas na abordagem atual e desenvolver medidas mais eficazes de prevenção e intervenção. Ao discutir as medidas adotadas para evitar conflitos físicos e verbais entre os alunos, este estudo visa promover a resolução pacífica de conflitos e fomentar uma cultura de respeito e cooperação no ambiente escolar.

A revisão sistemática da literatura sobre intervenções antibullying em escolas fornece uma base sólida para este estudo, ao sintetizar conhecimentos sobre práticas e programas de intervenção rigorosamente planejados e avaliados. Os resultados dessa revisão são fundamentais para orientar a elaboração de estratégias e programas de intervenção no contexto brasileiro, nas áreas da educação e da saúde, com abordagem multiprofissional.

Portanto, diante da relevância e da urgência do tema, este estudo se justifica pela necessidade de compreender e abordar de forma ética e eficaz o fenômeno do bullying escolar, visando promover ambientes escolares seguros, inclusivos e respeitosos para todos os envolvidos.

  1. REFERENCIAL TEÓRICO

A violência é um fenômeno crescente que vem sendo franqueado na sociedade pelos meios de comunicação, mídia e entretenimentos que consequentemente alcançam crianças, adolescentes e jovens. Violência é uma palavra originária do latim, violentia, que traduz força, caráter violento,. Também a palavra violare, que dá o sentido de transgressão,profanação, violência. Os verbos citados fazem referência ao uso da força, vigor, potência e força física (PEREIRA, 2014).

O Bullying escolar e uma das formas que a violência se manifesta, destacando-se pela frequência, intencionalidade e desproporção entre ofensor e  a vítima que pode sofrer a ação direta, através de agressões verbais, físicas ou através de intimidação, constrangimento por rumores e mexericos com o intuito de difamar, ofender ou causar prejuízo moral ao semelhante (DA SILVA, 2022).

Toda e qualquer forma de violência escolar e bullying violam o direito humano fundamental à educação, que solidifica a promoção do desenvolvimento sustentável e manutenção da paz. O espaço da escola onde se constroi o conhecimento deve oferecer segurança, evitando assim a  redução da educação de qualidade para todos. Em qualquer lugar do mundo a educação inclusiva e de qualidade não se sustentará com exposição dos docentes a quaisquer tipo de agressão, que pode afetar a saúde física, emocional e bem estar da criança e adolescente. Uma legislação nacional de proteção é parte essencial de uma resposta abrangente à violência escolar e ao bullying. O ambiente jurídico favorável também inclui leis que proíbem o castigo físico nas escolas. As leis ajudam a transmitir uma mensagem clara à sociedade ao condenar a violência, e constituem o fundamento para uma cultura de respeito em prol dos direitos das crianças (UNESCO, 2019).

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