INTERVENÇÕES ORIENTADAS E IMPLEMENTADAS PELO ENFERMEIRO AO PACIENTE EM PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA CEREBRAL NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA
Por: Simone Silva • 8/9/2016 • Projeto de pesquisa • 5.458 Palavras (22 Páginas) • 653 Visualizações
UNIVERSIDADE GAMA FILHO
Coordenação de Pós Graduação
Curso de Especialização Em Terapia Intensiva
INTERVENÇÕES ORIENTADAS E IMPLEMENTADAS PELO ENFERMEIRO AO PACIENTE EM PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA CEREBRAL NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA
(TÍTULO PROVISÓRIO)
Simone Jose da Silva
Belo Horizonte - MG
2011
Simone Silva
INTERVENÇÕES ORIENTADAS E IMPLEMENTADAS PELO ENFERMEIRO AO PACIENTE EM PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA CEREBRAL NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA
(TÍTULO PROVISÓRIO)
Projeto apresentado ao Programa de Pós-graduação de Especialista em Enfermagem intensiva de alta complexidade ( Terapia Intensiva) da Universidade Gama Filho (BH) , para a obtenção do título de Especialista em Enfermagem.
Orientador (a): Renata Flávia Abreu da Silva
Belo Horizonte - MG
2011
IDENTIFICAÇÃO
INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE GAMA FILHO
ENDEREÇO: Av das Américas Nº500 bloco 5 e 7 . Barra da Tijuca - RJ
TELEFONE: (21) 2599-7100
PESQUISADOR: Simone Silva
E-MAIL: simonejosedasilva@gmail.com
TELEFONE: (31) 9195-1214
ORIENTADOR: Renata Flavia Abreu da Silva
E-MAIL: rflavia@gmail.com
TELEFONE: (21) 7813-2120
ÁREA DO CONHECIMENTO: 4. Ciências da saúde
NATUREZA DO PROJETO: Projeto novo
Dedicatória
Em primeiro lugar a Deus, que sempre me ajuda e capacita para a realização deste...
Por isso dedicamos tudo a Ele, depois à família e amigos.
Agradecimentos
Agradeço a todos que têm me ajudado e incentivado com tanto e grande zelo que até constrange mencionar;
Agradeço também a todos os professores do curso de pós graduação que me ensinou a gostar ainda mais da alta complexidade;
Agradeço também a MINHA orientadora Renata Flávia que dispôs de precioso tempo para examinar este, e, que tem auxiliado compreendido e ajudado a superar as dificuldades que sempre surgem no decorrer da pesquisa;
Aos amigos que estiveram me ajudando;
Á Família que entendeu as restrições, em especial a meu esposo (Rogério) que aceitou as minhas ausências, e compreendeu meu objetivo;
E a todos os demais que tem acompanhado, meu muito obrigado...
Sed famam extendere factis. Hor virtutis opus.
(Perpetuar pelos feitos, a fama é obra da virtude).
(Virgílio, Eneida 10.467.
Frase latina)
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO
2. OBJETIVOS
3. JUSTIFICATIVA
4. REFERENCIAL TEÓRICO
Unidade de terapia intensiva (UTI)
Parada Cardiorrespiratoria Cerebral
Intervenção Do Enfermeiro
5. METODOLOGIA
6.ASPECTOS ÉTICOS
7. CRONOGRAMA
Referências
Anexos
1 INTRODUÇÃO
A unidade de terapia intensiva (UTI) é caracterizada por Cheregatti org. (2010, pag. 18), como uma unidade reservada, complexa, que recebe pacientes de alta complexidade ou clinicamente descompensado em um ou mais sistemas orgânicos e, por isso, permanecem em monitorização contínua.
Segundo Santiago (2006 pag. 15), nessas unidades a observação constante das funções vitais do paciente e, quando necessário, estabelecer medidas para mantê-las artificialmente é primordial. A constante admissão a pacientes gravemente enfermos, com instabilidade hemodinâmica acentuada, pode evoluir sem sombra de dúvida para a mais grave emergência clínica que a equipe pode se defrontar dentro de uma UTI “a parada cardiorrespiratória cerebral”.
Bartholomay et al (2003. Pag. 182) define a parada cardiorrespiratória (PCR) como ausência súbita de ventilação espontânea e pulso em grandes artérias, acompanhados de perda da consciência em um mesmo indivíduo ao mesmo tempo. Esta situação, por envolver a possível perda da vida do paciente, precisa ser prontamente identificada e, prioritariamente, revertida com intervenções sistemáticas com contribuam para a reversão do quadro.
À falta de definição de tarefas entre os profissionais que integram a equipe de atendimento, juntamente com a falta de uma coordenação das atividades e de treinamento específico, ainda falhas no suprimento do material e equipamentos apropriados são deficiências no atendimento de emergência, e essas deficiências podem levar a um atendimento moroso, tumultuado e o insucesso do tratamento pode ser certeiro. (Santiago, 2006 pag. 16),
Devido ao fato de ser o profissional que geralmente identifica esta situação, o enfermeiro e sua equipe possuem papel fundamental no atendimento à PCR. Neste momento é imprescindível a organização, o equilíbrio emocional, o conhecimento teórico-prático da equipe, bem como a correta distribuição das funções por parte destes profissionais, que representam, muitas vezes, a maior parte da equipe nos atendimentos (Rangel E Oliveira, 2010 pag.37).
O enfermeiro e sua equipe também atuam nos cuidados após o retorno da circulação espontânea, fato que consiste em um componente crítico para a vida do paciente devido a probabilidade de morte nas primeiras 24 horas após a PCR (Peberdy et al, 2010, pag.S768)
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