Cations do grupo V
Projeto de pesquisa: Cations do grupo V. Pesquise 862.000+ trabalhos acadêmicosPor: elaynechristine • 30/8/2014 • Projeto de pesquisa • 1.747 Palavras (7 Páginas) • 542 Visualizações
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ – UNIFEI
EXPERIÊNCIA 1 – CÁTIONS DO GRUPO V
QLI - QUÍMICA LICENCIATURA – NOTURNO
ITAJUBÁ – MG
1. RESUMO
Identificar os cátions do grupo V através de reações específicas ou teste de chama durante as aulas práticas de Química Analítica Qualitativa.
2. INTRODUÇÃO
É de suma importância análisar e identificar os elementos ou íons que são contídos em uma substância. Diante de amostras desconhecidas, faz-se necessário identificar as substâncias que nela estão presentes. Neste ponto a Análise Química Qualitativa é de suma importância para a resolução deste impasse.
Para que se possa classificar os cátions, busca-se as peculiaridades de cada grupo. Onde conclui-se que há ou não existencia de cátions de determinado grupo na amostra analisada.
Para tanto é necessário a utilização de reações específicas para este grupo ou através de ensaios de chama.
Quando trata-se de cátions análisando através de reações específicas, geralmente utiliza-se ácido clorídrico, ácido sulfúrico, sulfeto de amônio e o carbonato de amônio. Entende-se que quando tais substâncias reagem formando precipitado ou não, este fato é o que difere a solubilidade dos cloretos, sulfetos e carbonatos.
Para testes utilizando chama utiliza-se o bico de busen. O bico de busen, é um bico de gás usado em laboratórios. Seu princípio de funcionamento é através de uma haste vertical, onde há um orifício que permite a entrada de oxigênio, sendo sua queima realizada na parte superior da haste. Existem regulagens que controlam a entrada de gás e ar.
O bico de busen é utilizado para vários procedimentos laboratoriais que requer aquecimento, porém para procedimentos mais sofisticados utiliza-se aquecedores elétricos.
A chama oferecida pelo bico de busen apresenta três partes: Cone interno Azul,onde compreende o gás não queimado; Uma ponta luminosa, onde só pode ser visível com o orifício de ar quase fechado; Uma chama chama luminosa externa, na qual produz queima completa do gás. Como pode ser observado na figura 1.[1]
Partes Nomeclatura Características
A Zona de temperatura mais baixa. Menor temperatura, localizada na base da chama, utilizada para testar substâncias voláteis.
B Porção mais quente da chama. Parte mais quente da chama, zona de fusão, fica entre a base e o manto. Utilizada para ensaios de fusibilidade das substâncias.
C Zona oxidante inferior Localizada na borda mais externa de (B), utilizada oxidação de substâncias dissolvidas.
D Zona oxidante superior Ponta não luminosa da chama, possui grande excesso de oxigênio, não é tão quente quanto (C), com isso pode ser utilizada em processos de oxidação onde não necessita de altas temperaturas.
E Zona redutora Superior Ponta do cone interno azul, grande quantidade de carbono incandescente.
F Zona redutora Inferior Borda interna do manto próximo ao cone azul, local onde os gases redutores se misturam
Figura 1. – Chama bico de busen e suas caracteristicas.
3. DESENVOLVIMENTO
3.1 PROCEDIMENTO 1 – REAÇÕES DO ÍON SÓDIO (Na+)
3.1.1 TESTE DE CHAMA (2.1.1)
Material utilizado para a realização do teste de chama: Bico de Busen, Fio de Platina, Vidro de Relógio, HCl Concentrado e NaCl.
Utilizando o bico de busen em sua chama mais oxidante foi realizada a limpeza do fio de platina. Para a limpeza foi necessário aquecer o fio de platina e mergulhar numa solução de HCl concentrado. Este processo foi repetido até que o fio de platina não apresentou nenhuma coloração quando exposto a chama.
3.1.2 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Para o teste de chama para identificação do sódio, mergulhou-se o fio de platina no HCl concentrado e numa pequena porção de sal, levando o fio de platina à chama do bico de busen. Onde pode-se observar uma coloração alaranjada intensa, que cessou após o término da queima do sal.
NaCl + HCl →
3.2 PROCEDIMENTO 2 – REAÇÕES DE ÍON DE POTÁSSIO (K+)
3.2.1 REAÇÃO COM COBALTONITRITO DE SÓDIO (2.2.2)
Material utilizado para reação foram: Tubo de ensaio, Cloreto de potássio 0,2 mol L-1, ácido acético 3 mol L-1, Acetato de sódio 3 mol L-1, cobaltonitrito de sódio 0,2 mol L-1.
Num tubo de ensaio foi inserido 3 gotas de solução de Cloreto de potássio 0,2 mol L-1 , 3 gotas de ácido acético 3 mol L-1 e 3 gotas de Acetato de sódio 3 mol L-1, 6 gotas de cobaltonitrito de sódio 0,2 mol L-1.
3.2.2 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Pode-se observar a formação de um precipitado de coloração amarela que se decantou, depositando-se no fundo do tubo de ensaio. Onde a formação de precipitado incou a presença de potássio.
3K+ + [ Co(NO2)63-] → K3[Co(NO2)6](s)
3.3 REAÇÃO COM ÁCIDO PERCLÓRICO (2.2.3)
Material utilizado na reação foram: Tubo de ensaio, cloreto de potássio 0,2 mol L-1, solução de ácido perclórico 20%.
Num tubo de ensaio adicionou-se 3 gotas de cloreto de potássio 0,2 mol L-1 e 5 gotas de solução de ácido perclórico 20%.
3.3.1 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Pode-se observar a formação de precipitado branco em pequena porção no fundo do tubo de ensaio. Onde a formação desse precipitado branco indica a presença de potássio.
KCl + HClO4→ KClO4 + HCl
3.3 PROCEDIMENTO 3 – REAÇÕES COM ÍON DE MAGNÉSIO (Mg2+) (2.4)
3.3.1 REAÇÃO COM BASE FORTE (2.4.2)
Material utilizado na reação foram: tubo de ensaio, nitrato
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