Jovens Criam Aplicativos Para Microempreendedores
Pesquisas Acadêmicas: Jovens Criam Aplicativos Para Microempreendedores. Pesquise 861.000+ trabalhos acadêmicosPor: rafael.abrahao • 6/2/2014 • 574 Palavras (3 Páginas) • 419 Visualizações
Jovens criam aplicativos para microempreendedores 16/07/12 // EMPRESA // BAHIA
POR VAGNER DE ALENCAR
COM A COLABORAÇÃO DE: ARTEMISIA
Os aplicativos estão se tornando cada vez mais úteis, para não dizer fundamentais, para muitos empresários, especialmente aqueles donos de pequenas empresas. Essas ferramentas podem ajudar a organizar contas, gerir a equipe ou até mesmo fechar vendas. Pensando em unir capacitação de estudantes e criação de softwares para microempreendedores, um projeto baiano já formou 127 jovens na arte de desenvolver esses aplicativos a um baixo custo.
A iniciativa chamada MeuSoft é um projeto da empresa de tecnologia Dossier Digital, em parceria com institutos, associações e ONGs. Desde o ano passado, jovens de 16 a 24 anos, de Salvador, na Bahia, aprendem a criar softwares específicos para diferentes microempresários como donos de buffets, costureiras, doceiras ou proprietários de lava-jatos. Todos ao alcance da mão, estando disponíveis para celulares e smartphones.
O projeto, inclusive, acaba de receber o certificado Negócio Social Artemísia, oferecido pela Artemísia, organização brasileira especializada em empreendedorismo social. A empresa também foi escolhida, entre outras nove, para participar do ciclo de aceleração de impacto, programa que identifica negócios sociais com alto potencial de crescimento e busca capacitar suas equipes de gestores.
crédito vege / Fotolia.com
De acordo com Sebastião Cartaxo, arquiteto de softwares, a vantagem de ensinar esses jovens está justamente no fato deles conhecerem de perto as demandas e o dia a dia desses empresários. Seja na convivência com os negócios de amigos ou familiares, seja planejando o seu próprio empreendimento. “Um jovem cujo irmão tem um lava-jato pode produzir um aplicativo para gerenciar o estabelecimento. Para quem tem uma mãe que faz doces sob encomendas, é possível fazer um aplicativo para informatizar o comércio, e assim por diante”, afirma.
Um software criado para um estabelecimento de lava-jato oferece o agendamento da lavagem do carro. Já para a doceria, outro aplicativo permite que ela receba a encomenda e já saiba o endereço do pedido diretamente no celular.
Venda de apps
“Estou em negociação com outro cliente que trabalha com ‘quentinhas’ e estou vendo um modelo específico para este negócio. Espero que esses aplicativos ganhem mais espaço no mercado”
O ex-estudante Idon Alves, formado no Centro Tecnológico Social do Pelourinho, instituição parceira do projeto, foi o primeiro jovem a criar um aplicativo e comercializá-lo. No ano passado, ele desenvolveu um software específico para um buffet e agora está criando modelos para ajudar clientes a sistematizar seus pedidos e entregas. “Estou em negociação com outro cliente de buffet que trabalha com ‘quentinhas’ e estou vendo um modelo específico para este negócio. Espero que esses aplicativos ganhem mais espaço no mercado”, afirma.
Outro aplicativo, uma agenda virtual, está sendo criado por Idon para a Ufba (Universidade Federal da Bahia). O software vai ajudar um dos centros de
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