Comunicação Interna
Por: anacasmotta • 1/6/2015 • Resenha • 868 Palavras (4 Páginas) • 977 Visualizações
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RESENHA CRÍTICA
COMUNICAÇÃO INTERNA
Ana Luiza de Castilho Motta
3RPA
Resenha crítica do capítulo 7 do livro: ARGENTI, Paul A. Comunicação Empresarial. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
No capitulo sete do livro A Comunicação Empresarial, escrito por Paul A. Argenti, foi desenvolvido a temática da comunicação interna e como atingir o funcionário de forma eficiente. A grande questão é conseguir engajar o trabalhador nesse mundo onde a mudança é constante. O funcionário cobra cada vez mais sua opinião seja ouvida e que queiram sua participação nos processos produtivos.
O autor defende que para a comunicação interna seja eficaz e atenda a expectativa do trabalhador é preciso que os gerentes saibam ouvir os funcionários e que estabeleçam um contato mais pessoal, se responsabilizando por seus funcionários. A humanização dos cargos mais altos da empresa é o caminho para que o funcionário se sinta parte da organização e leve adiante as metas e princípios do seu local de trabalho.
Durante o texto é apresentado metas para a comunicação interna se torne eficaz, atingir essas metas servem para fortalecer para os funcionários que eles são peças importantes para a empresa. A área de comunicação empresarial é responsável pela comunicação interna e o ideal é que todos os setores da empresa dialoguem para que as mensagens atinjam efetivamente todos os públicos internos (alinhando com o que é passado para o externo). Assim que a comunicação interna esteja estruturada em uma área, ela passa para a implementação.
Para ser implementada, a comunicação deve atingir todos os níveis. O ponto destacado pelo autor, onde ele reforça a importância da comunicação próxima com a gerência. Segundo Argenti “As conversas com a gerência promovem sentimentos de que os próprios funcionários estão servindo como catalizadores da mudança organizacional” e “(...) saber ouvir e interagir com ele é a base para um programa de comunicação interna eficaz”. Nesse ponto o autor alinha-se com um movimento universal, a humanização das marcas. Os funcionários e os outros públicos da empresa precisam se sentir próximos dela para que acreditem naquilo que os é dito e o autor não foge dessa linha de raciocínio, acertando em um ponto importante e estável desse novo mundo repleto de mudanças.
A aproximação do público interno com a gerência pode ser feita por meio de reuniões presenciais onde os funcionários poderão fazer perguntas e expor sua opinião. Esses encontros devem ocorrer com frequência e a organização pode aproveitá-los para comunicar resultados e descobrir quais aspectos importam para esse público. Embora essa comunicação face a face seja uma das mais importantes, com a globalização do mundo e o advento da internet, outra forma de atingir o trabalhador são as intranets. O autor destaca que as intranets precisam ser dinâmicas e facilitar o acesso à informação, e não devem substituir a comunicação pessoal.
A mídia tradicional também está presente na comunicação interna e caba ao meio impresso envolver os funcionários com os fatos e conquistas importantes da empresa. A organização deve atentar-se com a defasagem de tempo, não devem mandar a publicação interna antes de mandar para o externo devido ao risco de vazar uma informação, do mesmo modo que uma informação externa chegue ao publico interno antes da empresa informa-los (essa situação pode prejudicar a moral do funcionário).
Fechando as estratégias de comunicação interna, além da face a face, a intranet e o meio impresso, existem os materiais visuais. Eles puxam a atenção do funcionário facilmente e abrangem desde os murais até os estúdios de televisão.
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