Atividade Extensionista Uninter
Por: 260668 • 3/4/2025 • Projeto de pesquisa • 673 Palavras (3 Páginas) • 5 Visualizações
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APÊNDICE 3[pic 3]
ETAPA 3 – PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA – ATIVIDADE EXTENSIONISTA CHAVE INTERDISCIPLINAR
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NOME COMPLETO Mariana Caetano Pacheco | ||
RU 803333 | CURSO Licenciatura em psicopedagogia | |
POLO DE APOIO PRESENCIAL | CIDADE Bauru | ESTADO São Paulo |
Atitudes | Elaborar um plano de ação com uma proposta de intervenção na comuni- dade educacional do seu locorregional. | |
Valores | Indicar em seus valores de formação profissional a relação de influência sobre os valores comunitários ao desenvolver ações educativas. | |
PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA (Plano de ação) | ||
Vertente | Serviços e recursos de Tecnologia Assistiva | |
Identidade Visual | [pic 4][pic 5] | |
Modalidade da Atividade Extensionista | Oficina | |
Público-alvo | Professores dos Anos Iniciais | |
Local de aplicação da proposta | EMEI Profa. Julieta Assumpção Ferreira do Nascimento” | |
Tema | Tecnologia Assistiva |
Objetivo geral Justificativa | - Promover, entre os professores, sugestões de atividades adaptadas para alunos com deficiências; - Apresentar o conceito de Tecnologias Assitivas e como utilizá-las nas aulas. |
Considerando o grande número de alunos com deficiências já com laudos comprobatórios e os demais alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem para o ano/série, é importante que a escola esteja preparada para minimizar e tentar superar barreiras que impedem a escola de alcançar os resultados esperados e atingir as metas propostas pela equipe. Nesse contexto, entende-se que a inclusão ela se faz com direcionamentos pontuais e não apenas coloca o aluno na sala regular para cumprir normas e legislações que regem a educação. Deixar claro para a sociedade que o processo de inclusão se dá em todos os segmentos da sociedade, principalmente no contexto familiar. Incluir é não privar o aluno de aprender e oportunizar metodologias diferentes, mas com o mesmo objetivo de aprendizagem e para isso é preciso desconstruir velhas práticas e ceder às novas formas de aprender, pensando sempre na formação do aluno e nas suas necessidades básicas. Salienta-se que essas necessidades são voltadas à participação do indivíduo e no exercício da cidadania. | |
Fundamentação Teórica |
O uso das tecnologias assistivas por si só, não representam resultados esperados e muito menos consolida a ideia de flexibilização ou adaptação do currículo. Possamos enumerar os desdobramentos e os benefícios do seu uso, mas a sua aplicabilidade está associada às vivências e ações cotidianas que tornam o contexto escolar um lugar de inclusão. É importante reconhecer a liberdade de aprender com as diferenças e pensar nas relações que o uso pode trazer ao aluno. O que as tonam eficazes são os conhecimentos que o professor tem delas, o quando, o onde e como aplicá-las, evitando distorções e quantidade exagerada de material que não servirão de base para análise e construção de nemhum aprendizado. Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação, de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. (BRASIL, 2009a, p. 9,), salienta-se também a importância de não ser usada apenas na sala de recursos, mas em todos os ambientes da escola. A construção de um ambiente inclusivo parte do princípio de que todos os envolvidos e, principalmente os professores, foco da intervenção, sejam orientados do modo como usar e em quais situações, uma vez que cada caso deve ser analisado, pensado e compartilhado com os professores especialistas da escola, responsáveis pelos alunos, cuidadores, gestores e todos os demais membros da comunidade escolar. Não basta seguir orientações legais fundamentadas por legislação, é preciso comportamentos atitudinais que representam as práticas pedagógicas que conduzem as aprendizagens e conduzem o sujeito ao aprender de forma significativa, respeitando a singularidade e a especificidade de cada deficiência. È fundamental considerar a questão das tecnologias assistivas na escola como condição de interação e convívio com o outro, através de processos de sensibilização, reconhecimento, respeito e inclusão. .
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Referências
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