Portifólio cliclo 2 de Educação de crianças e jovens
Por: Renan Borges Pereira • 24/9/2018 • Trabalho acadêmico • 410 Palavras (2 Páginas) • 106 Visualizações
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Portfólio Ciclo 2
Trabalho apresentado ao Centro Universitário Claretiano para a disciplina_ Educação de crianças, jovens e adultos, como requisito parcial para obtenção de avaliação, ministrado pelo professora: Ana Maria Tassinari
2018
A criança na antiguidade | Na antiguidade, a criança tinha como referencial a família, e o pai era autoridade máxima. Pensava-se que a criança era incapaz de usar seu pensamento e ter raciocínio. Acreditava-se que essa fase era uma doença maléfica e que precisava de cuidados especiais e a criança tornava-se individuo apenas quando atingisse a idade adulta. |
A criança na idade média | A criança era vista como um adulto em miniatura, pois frequentava os mesmos lugares, se vestia igual, porém acreditava-se que não era dotada de personalidade e alma. Nessa época não havia distinção etária entre crianças e adolescentes então restava para elas o aprendizado das tarefas do dia a dia. Havia uma indiferença em ralação à morte de crianças devido ao grande índice de mortalidade. Começam a surgir representações da criança como um anjo, e posteriormente foram reproduzidas imagens conotando a dependência delas aos pais. |
A criança na Modernidade | Na idade moderna, as crianças começam a ser diferenciadas dos adultos, tornando-se um ser próprio, usando vestimentas próprias. Havia a efeminação, ou seja, não dava para distinguir um menino de uma menina até os cinco anos de idade, diferente da família de nobres e burgueses que foram os primeiros a ter particularização nas vestimentas. Inicialmente as crianças eram envolvidas em brincadeiras e conversas sobre sexo sem nenhuma diferenciação, porém no fim do século XVI surgiram os moralistas e religiosos quem vieram com uma preocupação relacionada ao pudor e moral da criança, então foi construída a ideia de inocência. |
A criança na Contemporaneidade | Nessa época a infância sofre mudanças, que trouxe a tona um declínio da valorização, haja vista os relatos de pedofilia e crianças vitimas de estupro. Além do estupro a criança esteve durante muito tempo sujeita a trabalho escravo. A partir dos 8 a 12 anos de idade a criança sob poder dos senhores cria-los até completar os oito anos de idade. O conceito de menor surge no Brasil no século XIX, que era relacionado ao limite etário, e quem não estava sob autoridade de seus responsáveis eram chamados de menor abandonado. Logo depois esse conceito foi ligado à criminalidade. No século XX a criança passou a ser publico alvo das empresas, estimulando seus pais a comprarem. |
Referencias
http://www.overmundo.com.br/overblog/o-conceito-historico-da-infancia
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/psicologia/historico-do-desenvolvimento-da-infancia-desde-a-idade-media-ate-os-dias-de-hoje/26666
https://www.infoescola.com/sociologia/conceito-de-infancia/
http://www.revistaeducacao.com.br/a-crianca-contemporanea/
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