Licenciatura em Língua Portuguesa e Respectivas Literaturas
Por: lopes2791 • 8/4/2016 • Dissertação • 1.299 Palavras (6 Páginas) • 428 Visualizações
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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
Letras - Habilitação: Licenciatura em Língua Portuguesa e Respectivas Literaturas
LUCIANE CRISTINA TORRES BRETAS
educação inclusiva
TRAJETÓRIA E PERSPECTIVAS
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GOVERNADOR VALADARES - MG
2015
LUCIANE CRISTINA TORRES BRETAS
educação inclusiva
TRAJETÓRIA E PERSPECTIVAS
Trabalho apresentado ao Curso Letras - Habilitação: Licenciatura em Língua Portuguesa e Respectivas Literaturas da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para as disciplinas Sociedade Educação e Cultura, Educação Inclusiva, Língua Brasileira de Sinais – Libras, Seminário da Prática I, Educação a Distância.
Profs. Wilson Sanches, Mariana de Oliveira, Regina Celia Adamuz, Rosely Cardoso Montagnini, Sandra C. Malzinoti Vedoato, Mari Clair Moro Nascimento, Vilze Vidotte Costa.
GOVERNADOR VALADARES - MG
2015
INTRODUÇÃO
Fomentar o conhecimento cultural, promover o convívio social de crianças e adolescentes e incentivar a participação democrática da comunidade escolar, este é o objetivo principal da escola.
Partindo deste princípio, apresentamos ao longo desse trabalho, algumas concepções extraídas do texto: “Da educação segregada à educação inclusiva: uma breve reflexão sobre os paradigmas educacionais no contexto da educação especial brasileira”.
O objetivo principal do trabalho é conhecer o movimento histórico e entender a conjuntura atual que envolve os desafios da educação inclusiva no Brasil.
EDUCAÇÃO INCLUSIVA UM CAMINHO PARA A IGUALDADE
O texto apresenta uma rica abordagem favorecendo a análise do tema proposto, bem como uma clareza nas ideias o que auxilia no entendimento e aumenta o interesse nos estudos.
No texto, a temática “Educação Inclusiva” pode ser visualizada como o núcleo de uma discussão mais ampla, em torno do qual orbitam temas que com ele se relacionam e, apesar de conservarem suas particularidades, apontam para o estudo e o debate sobre a evolução da educação de alunos com necessidades educativas especiais.
É possível observar que o texto de forma clara, porém não superficial, aponta os caminhos da evolução da educação inclusiva sob três dimensões: conhecimento clínico/psicológico, cronologia do sistema legislativo e aspectos práticos envolvendo as escolas regulares.
Assim, na dimensão clínica/psicológica o texto aborda a ruptura com o modelo comportamental/instrumental e a aplicação do construtivismo associado às concepções psicossociais para educação especial.
No que diz respeito à cronologia do sistema legislativo o texto anuncia a forma como as reivindicações sociais se refletiram na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, Lei nº. 5.692/1971, bem como, as conquistas refletidas na Constituição Federal de 1.988 e na Declaração de Salamanca de 1.994.
Para finalizar o texto apresenta, dentro da dimensão prática, a forma como se deu o ingresso da educação inclusiva na rede regular de ensino, noticiando como ela saiu de um modelo paralelo ou segregado para um modelo inclusivo.
O modelo inclusivo está centrado na busca pela valorização da diversidade, em detrimento da homogeneidade.
De forma sintetizada pode-se observar o empenho de diversos ramos do conhecimento humano na busca pela constante evolução da educação inclusiva, por acreditarem que ela se constitui no meio mais eficaz para a erradicação da discriminação e do preconceito contra as pessoas com necessidades educativas especiais.
DESENVOLVIMENTO
O texto retrata que as pessoas portadoras de necessidades educativas especiais foram ao longo da história vítimas de preconceito e discriminação, o que prevalece nos dias atuais e tal segregação é responsável por privar essas pessoas do acesso ao convívio social e conhecimento cultural.
Tendo como objetivo o combate à discriminação percebeu-se há alguns anos que o melhor caminho seria a eliminação o quanto antes da segregação e, nesse sentido, a escola regular foi identificada e passou a ser idealizada como o espaço adequado e recomendável para a inserção social dos portadores de necessidade educativas especiais. Assim não portadores passam a entender sobre a existência, convívio e respeito com aqueles que apresentam necessidades especiais.
Existe uma constante luta, no âmbito das escolas regulares, que compreende a capacitação do corpo docente, a eliminação de barreiras arquitetônicas, e principalmente o contínuo desenvolvimento e aplicação prática de métodos de ensino que valorizem a diversidade dos alunos portadores de necessidades educativas especiais e minimizem as diferenças provocadas pelas necessidades especiais.
Contudo, é importante constatar que a inclusão no Brasil vai além do âmbito escolar, pois também deve enfrentar o desafio de abrir novas portas para minimizar as diferenças entre as pessoas.
Pode-se afirmar que a escola é reconhecidamente o espaço que mais promove o convívio social de crianças e adolescentes, principalmente levando-se em conta o isolamento promovido pelas tecnologias modernas.
Historicamente e mais expressivamente a partir da obrigatoriedade do ensino para todos – a escola assumiu o papel de principal (e muitas vezes de primeiro) espaço para inclusão. É nela que os jovens têm a oportunidade de experimentar a convivência com uma diversidade, que na comunidade, é apenas observada por elas.
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