A Quinta Instrução de Aprendiz Maçom
Por: matheusgbazan • 1/4/2025 • Monografia • 1.605 Palavras (7 Páginas) • 1 Visualizações
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Descrição gerada automaticamente
AUG ∴ RESP ∴ LOJ ∴ SIMB ∴ JACQUES DEMOLAY Nº 75
MOISÉS RODRIGUES POTIGUARA FILHO AP ∴ M ∴
QUINTA INSTRUÇÃO DE AP ∴ M ∴
BELÉM
2025
APRESENTAÇÃO QUINTA INSTRUÇÃO
A quinta instrução de Aprendiz Maçom, novamente nos apresenta alguns fatores em comum que nos unem como irmãos, que seria a fé no G∴A∴D∴U que existe entre nós, que é um culto, um segredo que é a maçonaria.
A maçonaria conforme a quinta instrução é uma associação íntima de homens escolhidos, que tem por base doutrinária o G∴A∴D∴U, Deus. Esta instrução nos diz que tem como regra, a lei natural; como causa, a verdade, a liberdade e a luz moral; como princípio, a igualdade, fraternidade a caridade; como frutos, a virtude, sociabilidade e o progresso; como fim, a felicidade dos povos que ela procura reunir sob sua bandeira de paz.
O que podemos compreender destes significados, ao meu ver, seriam os fatos de que: ao seguirmos a lei que rege a todos os seres, a lei natural, teríamos a verdade e a liberdade, além da luz moral, o princípio desta lei que seria o alicerce de todos seus resultados seria a crença na igualdade, na fraternidade e na caridade, praticando estes ensinamentos e crendo neste alicerce, teríamos como fruto a virtude, a sociabilidade e o progresso, de forma a atingir a felicidade dos povos que esta doutrina busca reunir sob suas “asas”.
Também é perguntado ao 2º VIG∴ quais os deveres do maçom, onde o mesmo responde que são: Honrar e venerar o Grande Arquiteto do Universo, o qual sempre devemos agradecer as boas ações que praticamos para com o próximo e os bens que nos couber em partilha.
Outro dever do maçom seria de tratar todos os homens como iguais, sem distinção de classe, raça, tratar como irmãos, devendo também combater a ambição, o orgulho, os erros e os preconceitos, lutar contra a ignorância, mentira, fanatismo e superstição, caracterizando estes como os flagelos causadores de todos os males que afligem a humanidade e obstruem o avanço e o progresso. Além disso, praticar da justiça recíproca, da tolerância, demonstrar seu desagrado com aqueles que erram, mas não apenas isso e sim ajuda-los ao verdadeiro caminho.
Em geral, podemos ver que os deveres do maçom são de socorrer do infortúnio e da aflição, utilizando-se da fé para alcançar a coragem, da perseverança para vencer os obstáculos interpostos e do devotamento que nos leva a fazer o bem, mesmo com o risco de nossas vidas, sem esperar algo em troca além de uma consciência tranquila de saber que fez o que era certo.
Nos é apresentado novamente o jeito de reconhecer um maçom, através de um S∴, um T∴ e uma P∴, porém nesta instrução adentramos um pouco mais sobre o S∴, que significa a honra de saber guardar o segredo que nos foi conferido, preferindo ter a g∴ c∴ a revelar os mistérios que nos foram confiados. Como simbologia também, nós temos o braço direito representando a força, concentrado e imóvel para defesa da Ordem, somente se movendo perante uma ordem do Ven∴ Mes∴, os pp∴ em esquadria, representando um cruzamento de duas perpendiculares, formando quatro ângulos iguais e retos, os quais representam a retidão necessária do caminho a ser seguido e a igualdade.
Também nos é relembrado o T∴ e a P∴, sendo ambos dados pelos oficiais para nos relembrar destes atos que nos identificam e nos é apresentado um motivo histórico do Apr∴ M∴, não ter P∴ de P∴.
É perguntado o motivo de querer se tornar maçom, o qual é respondido com “Porque, sendo livre e de bons costumes e estando nas trevas, ambicionava a Luz”, e o fato de um amigo ter trazido até a loja, amigo este que depois seria reconhecido como Ir∴.
Nos é relembrado que não estávamos nem nus e nem vestidos ao sermos preparados para iniciar na ordem, que fomos despojados de todos os metais que são o simbolismo dos vícios, para que pudéssemos relembrar do estado que a humanidade se encontrava no seu período primitivo, antes da civilização.
É apresentado o fato de que para uma loja ser justa e perfeita (e regular), três precisam a governar (Ven∴ Mes∴, 1º VIG∴ e 2º VIG∴),
Também é abordado o que seria uma Loja regular, que seria o fato de uma loja justa e perfeita, obedecendo a uma Potência Maçônica regular e praticando rigorosamente todos os princípios básicos da Maçonaria Universal.
É introduzido o significado das três pancadas para solicitar entrada no templo, as quais significam “Batei e sereis atendido, pedi e recebereis, procurai e encontrareis”.
Nesta instrução volta a tratar de nossa iniciação como Apr∴ M∴, sobre as viagens e seus significados, da venda, do momento que nos é concedido a luz e um leve aprofundamento no que seria cada um destes.
Nos é apresentado também alguns simbolismos que tratam do número três, os três pp∴ da marc∴, as três viagens e a idade do Apr∴. A pedra bruta novamente tem seu significado explorado dentro desta instrução.
O Pavimento Mosaico, o Esquadro, o Nível e o Prumo aplicados ao Direito:
O pavimento mosaico acaba representando a questão de diferentes classes e diferentes raças terem de ser tratadas sob o princípio da igualdade, assim como no direito, para que todos tenham acesso a mesma justiça, podendo essa igualdade ser apresentada de duas formas, formal ou material, “todos são iguais perante a lei” ou “tratar os iguais de forma igual e os desiguais de forma desigual, nas medidas de suas desigualdades”. Também podendo ser interpretado como a questão de o direito sempre ter um polo ativo e um polo passivo, uma vítima e um autor, nem sempre o autor é causador de um mal, nem sempre o réu está ali por uma intenção ruim, por isso existe essa dualidade e a questão de no bem haver o mal e no mal haver o bem, como no Yin e Yang.
O esquadro sendo a ideia de constituição e leis da pátria que devemos seguir com retidão.
O nível como o princípio da igualdade e até mesmo o da equidade, que
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