O Conceito da Loucura E Seus Reflexos Na Assistência De Saúde Mental
Por: Synarah Alencar • 9/10/2019 • Trabalho acadêmico • 422 Palavras (2 Páginas) • 264 Visualizações
ACERCA DO CONCEITO DE LOUCURA E SEUS REFLEXOS NA ASSISTÊNCIA DE SAÚDE MENTAL
Antigamente a assistência com pessoas em sofrimentos mentais especificamente na Grécia Antiga, a loucura era vista como um privilégio, pois com seu delírios podiam ter acesso a verdades divinas. E isto não queria dizer que essas pessoas eram normais ou iguais, mais sim que eram portadoras de uma ausência de razão, apesar de residir no local, precisava ser mantida a distância. Já na Antiguidade Clássica, a loucura vai se encaminhando em direção oposta, e nisso se deu o rompimento no espaço das artes, através da crescente dissolução entre a imagem e a escrita, observada nesse período. A brecha entre as experiências mística e consciência crítica foi aberta durante a Renascença e nunca mais deixou de se abrir. A loucura já não é mais porta-voz da verdade divina e em pouco tempo passará a ocupar o lugar de representante simbólico do mal.
Na Idade Média, os loucos foram excluídos da sociedade e comparadas com a doença lepra, porque se espalhava rapidamente causando medo nas outras pessoas consideradas “normais”. O modelo hospitalar no século XVIII era marcar a apreensão do fenômeno da loucura como objeto do saber médico caracterizado como doença mental e uma passível cura, acontece a valorização do pensamento cientifico e em meio a esse termo surge o hospital como espaço terapêutico.
No pós guerra, teve um cenário propicio para o surgimento dos movimentos reformistas da psiquiatria da contemporaneidade, teve várias propostas de reformas. Porém, a atenção específica ao doente mental no Brasil teve início com a chegada da família Real, passou por muitos processos de mudanças, fez-se o uso de medias de controle, como fazendo um espaço que recolhesse das ruas as pessoas que ameaçavam a paz e as ordens sociais. Em 1852 foi criado o primeiro hospício brasileiro, tendo o hospital psiquiátrico como cenário de isolação, o psiquiatra passou a necessitar de um profissional que servisse de vigilante e ao mesmo tempo queria seguia as instruções quanto ao tratamento. O enfermeiro era visto como agente estabelecido entre o guarda e o médico. Nesse período foi criada uma escola para profissionalizar Enfermeiros e Enfermeiras visando à formação para atuarem no espaço asilar.
Portanto, se pode crer que passaram por várias transformações profundas, passando as épocas foi melhorando aos poucos, mais ainda precisa melhorar muito, e ter mais profissionais para atuar nesta área, pois é necessitada de pessoas para proporcionar assistência as pessoas com problemas mentais.
Referência Bibliográfica:
Disponível: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692005000400019 >Acesso em: 07 de agosto de 2019.
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