As Leis Ponderais e Eletroquímica São Paulo
Por: jckommander • 24/3/2020 • Projeto de pesquisa • 11.486 Palavras (46 Páginas) • 184 Visualizações
E.E. Calhim Manoel Abud
Leis Ponderais e Eletroquímica
São Paulo
2017
Índice
1.Introdução............................................................................................................01
2.Alquimia e Química..............................................................................................02
3.A Química como ciência; o Lavoisier e o início da Química; a sua Lei Ponderal..................................................................................................................03
4.A ciência e o Absolutismo e a Revolução Francesa (Idade Moderna e Idade Contemporânea).....................................................................................................04
5.As Leis Ponderais: conceitos, exemplos.............................................................05
6.Conceitos e cálculos decorrentes das Leis e da Teoria atômico-molecular........06
7.A ciência e o Iluminismo......................................................................................07
8.Os filósofos e os cientistas..................................................................................08
9.Alessandro Volta e Galvani..................................................................................09
10.Eletroquímica conceito; estudo de pilhas e baterias.....................................10[pic 1]
11.Eletrólise conceito; os tipos ígneos; em solução aquosa com eletrodo inerte; em solução aquosa com eletrodo ativo. Exemplos.................................................11[pic 2]
12.Lei de Faraday conceito, aplicações, exemplos...........................................12[pic 3]
13. A Eletroquímica e a Eletricidade; Tesla e Thomas Edson................................13
14. Conclusão.........................................................................................................14
15. Bibliografia........................................................................................................15
- Introdução
Neste presente trabalho, dirigido pelos seguintes tutores Fernando e Lilian, seguiremos os devidos tópicos propostos para a execução desta pesquisa. Com o tema determinado “Leis Ponderais e Eletroquímica”, relataremos tudo com detalhes sobre:
- Alquimia e Química.
- A Química como ciência; o Lavoisier e o início da Química; a sua Lei Ponderal.
- A ciência e o Absolutismo e a Revolução Francesa (Idade Moderna e Idade Contemporânea).
- As Leis Ponderais: conceitos, exemplos.
- Conceitos e cálculos decorrentes das Leis e da Teoria atômico-molecular.
- A ciência e o Iluminismo.
- Os filósofos e os cientistas.
- Alessandro Volta e Galvani.
- Eletroquímica conceito; estudo de pilhas e baterias.[pic 4]
- Eletrólise conceito; os tipos ígneos; em solução aquosa com eletrodo inerte; em solução aquosa com eletrodo ativo. Exemplos.[pic 5]
- Lei de Faraday conceito, aplicações, exemplos.[pic 6]
- A Eletroquímica e a Eletricida de; Tesla e Thomas Edson.
- Conclusão.
- Bibliografia.
- Alquimia e Química:
Podemos dizer que a alquimia é a mãe da química moderna. Ela envolvia aplicação de métodos de produção e transformação de elementos, porém sem as técnicas científicas de comprovação. Foi muito utilizada na antiguidade e Idade Média. Os árabes foram grandes pesquisadores da alquimia, introduzindo-a no continente europeu.
A alquimia misturava procedimentos primitivos de medicina e química com elementos de astronomia e magia. O grande objetivo da alquimia era a descoberta da pedra filosofal, capaz de transformar qualquer substância em ouro. Os alquimistas também buscavam encontrar a fórmula do elixir da longa vida, remédio que teria a capacidade de curar todas as doenças e garantir a saúde do ser humano por longo tempo ou torná-los imortais.
Podemos citar o filósofo Demócrito como um grande exemplo de alquimista da antiguidade. Viveu no século IV AC, na Grécia Antiga, e fez grandes descobertas relacionadas à composição da matéria e dos átomos.
Embora cercada de misticismo, a alquimia foi muito importante para o desenvolvimento das ciências, principalmente da química, pois favoreceu a descoberta de diversas substâncias e elementos.
No entanto, considera-se que a alquimia se manteve entre os anos 300 a.C. e 1500 d.C. e se iniciou em Alexandria, cidade fundada em 331 a.C. por Alexandre, o Grande, na foz do Rio Nilo, como capital de seus territórios conquistados no Egito.
Uma forma de pensamento muito antiga que se desenvolveu nessa cidade foi uma arte egípcia, a khemeia, que é a raiz da palavra Química. A khemeia relacionava-se com mistérios, superstições, ocultismo e religião. Isso tudo se somou aos conhecimentos de diversos sábios, dando origem à alquimia.
Ilustração de um laboratório de alquimia
A alquimia se difundiu em diversas civilizações, como pelos chineses, hindus, egípcios, árabes e europeus. Entre os seus ideais inatingíveis estavam principalmente:
A pedra filosofal: Os alquimistas acreditavam que seria possível transformar chumbo (e qualquer outro metal) em ouro, a chamada “transmutação”, e que isso seria conseguido por meio de uma peça particular da matéria, a pedra filosofal.
Os alquimistas desejavam transformar chumbo em ouro por meio da pedra filosofal
O alquimista espanhol do século XVI, Arnoldo de Villanova, descreveu a pedra filosofal da seguinte maneira:
“Existe na Natureza certa substância pura que, quando descoberta e levada pela Arte a seu estado perfeito, converterá à perfeição todos os corpos perfeitos em que tocar.”1
Essa crença dos alquimistas se baseava nas ideias do filósofo Aristóteles (384-322 a.C.), que afirmou que a matéria era contínua (não formada por átomos como afirmaram corretamente os filósofos gregos Leucipo e Demócrito), e ele aprimorou a ideia dos quatro elementos de Empédocles. Essa ideia dizia que toda a matéria era formada por quatro elementos: água, terra, fogo e ar, e Aristóteles associou a cada um deles duas “qualidades” opostas: frio ou quente; seco ou úmido. Por exemplo, a água estaria associada a úmido e frio, enquanto o fogo estaria associado a quente e seco. Essas ideias de Aristóteles permaneceram por mais de 2000 anos.
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